sexta-feira, 26 de agosto de 2016

CUMMINS BRASIL APRESENTA NOVAS APLICAÇÕES EM SISTEMAS DE GERAÇÃO DE ENERGIA E AMPLA GAMA DE MOTORES.

Diversos segmentos do agronegócio têm buscado soluções em geração de energia para manter suas atividades no campo ou na indústria. Durante a 39ª Expointer, que acontece de 27 de agosto a 4 de setembro no Parque de Exposições Assis Brasil, novas tecnologias e aplicações de grupos geradores da Cummins Power Generation além da ampla gama de motores serão apresentadas pela Cummins Brasil em parceria com a Motormac, distribuidor na região Sul.

De acordo com Tobias Moreira, gerente comercial da Motormac, as cooperativas (laticínios, armazenadores de grãos e produtores rurais) e as indústrias de implementos agrícolas estão entre os maiores compradores de geradores. “Eles buscam a confiabilidade na produção, ou seja, a segurança que cumprirão os prazos junto aos seus clientes. Outra vantagem é a aplicação em horário de ponta, que garante a redução na conta de luz”.

Entre os clientes atendidos está a Cooperativa Central Gaúcha de Laticínios (CCGL), que adquiriu o terceiro grupo gerador C2000 D6 – HHP, capaz de fornecer 7.500 kVA. Atualmente, a CCGL tem associadas as principais cooperativas agropecuárias gaúchas, o que representa um universo de 171.000 produtores rurais, em mais de 350 municípios do Rio Grande do Sul.

No primeiro semestre deste ano, o setor da agroindústria representou 60% das vendas de geradores da Motormac. “Na Expointer temos a oportunidade de fortalecer o relacionamento com os produtores que já temos visitado na região e também de abrir novos contatos”, diz Moreira.

Além de expor os geradores C40D6 e C500D6 com potência de 53 kVA e 625 kVA, respectivamente, a empresa realiza um workshop sobre geradores dentro do caminhão da Cummins, totalmente equipado para receber clientes e especificadores convidados. O evento será no dia 30/8, das 15h às 17h.

Motores – No segmento do agronegócio, a Cummins Brasil também se destaca ao oferecer motores com tecnologias avançadas e soluções para os seus clientes quando o assunto é competitividade no que se refere a custo operacional atrelado ao consumo de combustível. A grande novidade é modelo QSG de 12 litros, recém lançado no mercado pela empresa.

Com potência máxima de 510 hp, o QSG 12 litros atende às normas de emissões Tier 4.O motor QSG 12 litros minimiza os requisitos de engenharia para os fabricantes de equipamentos de veículo, simplificando o processo no momento de sua instalação. Uma das inovações do projeto foi alavancar reduções significativas de peso, com o objetivo de elevar a relação peso/potência.

Para o mercado agrícola, a Cummins oferece motores eletrônicos que atendem à MAR I com cilindradas que variam de 4.5 a 15 litros (QSB 4.5, QSB 6.7, QSC 8.3 e QSL 8.9, QSG 12 e QSX 15).

Serviço

39ª Expointer
Data: 27 de agosto a 4 de setembro de 2016
Estande: QA3 – Espaço SIMERS/
Workshop Geradores – 30/8, das 15h às 17h
Local: Parque de Exposições Assis Brasil – BR 116, km 13
Mais informações: www.expointer.rs.gov.br.

Visite

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CRESCE EXIGÊNCIA DE MONTADORAS ALEMÃS PARA FORMAÇÃO DE AUDITORES, ALERTA IQA.

O IQA – Instituto da Qualidade Automotiva, representante oficial e exclusivo da VDA-QMC no Brasil, faz alerta às empresas do setor automotivo sobre o aumento da exigência de montadoras alemãs para a formação de auditores por meio de exame de qualificação de Auditor VDA 6.3.

“Muitas empresas estão correndo riscos de não conformidade em auditorias porque somente auditores com carteirinha e registro oficial da VDA estão sendo aceitos. Cresceu a exigência para formação realizada por meio de exame oficial, que no Brasil somente pode ser oferecido pelo IQA”, afirma Rodrigo Lopes, coordenador de Marketing do Instituto.

O treinamento VDA 6.3 é destinado a engenheiros, técnicos, auditores e demais profissionais envolvidos com a qualificação do processo produtivo nas organizações. “Os participantes são qualificados para identificar, analisar e avaliar riscos e potenciais de melhoria ao longo da cadeia de suprimentos por meio do processo de auditoria”, conta.

Em cinco dias, o treinamento apresenta técnicas para processos de auditoria de acordo com a VDA 6.3. “A introdução às técnicas de auditoria inclui a abordagem de requisitos gerais, métodos, princípios e análises de risco. Todo este conteúdo permite entender e aplicar as correlações e implementar as sequências necessárias corretamente”, explica Lopes.

Para ter bom aproveitamento, o participante precisa ter vivência na indústria automotiva, com atuação no sistema de gestão da qualidade, comprovada por meio de carta emitida pela organização. Mais informações sobre este e outros treinamentos podem ser obtidas por meio do telefone (11) 5091-4545 ou do e-mail treinamentos@iqa.org.br.

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ESTUDANTES DE ENGENHARIA CONSTROEM 30 CARROS OFF-ROAD PARA COMPETIÇÃO.


Universitários de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo já aceleram os motores de 30 carros off-road em contagem regressiva para a Competição Baja SAE BRASIL – Etapa Sudeste 2016, que será realizada nos dias 17 e 18 de setembro, na Escola de Engenharia de Piracicaba (EEP), no Interior paulista. A disputa é preparatória para a Competição Baja SAE BRASIL, disputa nacional que será realizada no primeiro semestre de 2017.

A Etapa Sudeste inscreveu 30 equipes – 12 de São Paulo, 11 de Minas Gerais, quatro do Rio de Janeiro e três do Espírito Santo –, que somam cerca de 600 universitários de engenharia. Denominados Baja SAE, os veículos são projetados e construídos dentro das instituições de ensino pelas equipes, que terão de submeter os carros a provas estáticas e dinâmicas, supervisionadas por juízes, todos engenheiros da indústria da mobilidade.  

Programação


As provas terão início no dia 17, das 8h às 18h, com as avaliações de segurança, motor, conforto e frenagem, além da prova de apresentação teórica dos projetos. No período da tarde, os veículos enfrentarão as provas dinâmicas que avaliarão a suspensão, a capacidade de tração e a dirigibilidade dos veículos. No dia 18, das 10h às 13h, ocorrerá a prova mais esperada da competição, o enduro de resistência, que é realizado em terreno acidentado com três horas de duração. Com exceção das apresentações orais, a programação é aberta ao público.

A equipe paulista FEI Baja, do Centro Universitário FEI, foi a vencedora da competição regional no ano passado, disputada por 27 equipes entre 30 inscritas. Em segundo lugar ficou a equipe Baja UFMG, da Universidade Federal de Minas Gerais, seguida pela equipe EESC USP, da Escola de Engenharia de São Carlos, da Universidade de São Paulo.

Além da Etapa Sudeste, a SAE BRASIL realiza durante o ano mais duas competições regionais, que são preparatórias para a Competição Baja SAE BRASIL: a Etapa Nordeste, de 4 a 6 de novembro, no Estádio Municipal de Camaçari, na Bahia; e a Etapa Sul, de 18 a 20 de novembro, na Universidade Federal de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul.

Carros


Os veículos Baja SAE são protótipos de estrutura tubular em aço, monopostos, para uso fora-de-estrada, com quatro ou mais rodas e motor padrão de 10 HP, que devem ser capazes de transportar pessoas com até 1,90 m de altura e com até 113,4 kg. Os sistemas de suspensão, transmissão e freios, assim como o próprio chassi, são desenvolvidos pelas equipes, que têm, ainda, a tarefa de buscar patrocínio para viabilizar o projeto. “As competições estudantis da SAE BRASIL são desenvolvidas para motivar os jovens aspirantes à carreira de engenharia, desafiando-os a gerir o projeto de um carro em todos os seus aspectos, da gestão administrativo-financeira do projeto à inovação”, diz Frank Sowade, presidente da SAE BRASIL.

Instituições e Equipes


São Paulo – 12 equipes de 12 instituições

Centro Universitário FEI – Equipe FEI Baja
Escola de Engenharia de Piracicaba (EEP) – Equipe Baja EEP
Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (EESC-USP) – Equipe EESC-USP
Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) – Equipe Poli Atlas
Faculdade de Engenharia de Sorocaba (Facens) – Equipe Facens Baja Mud Racing
Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) – Equipe UNICAMP Baja SAE
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP) – Campus Bauru – Equipe Pac Baja
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP) – Campus Guaratinguetá – Equipe Piratas do Vale
Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) – Equipe Genau Baja UFSCar
Universidade Paulista (UNIP) – Equipe Gulin
Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM) – Equipe Mack Gear
Universidade São Judas Tadeu (USTJ) – Equipe Bajiganga

Minas Gerais – 11 equipes de 11 instituições

Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG) – Equipe Cefast
Centro Universitário Newton Paiva – Equipe Camaleão
Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais (IF Sudeste MG) – Equipe Corsários
Universidade Federal de Itajubá (Unifei) – Campus Itajubá – Equipe Saci
Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) – Equipe Rampage Baja UFJF
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) – Equipe Baja UFMG
Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) – Equipe Inconfidentes Baja
Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ) – Equipe Komiketo Baja UFSJ
Universidade Federal de Uberlândia (UFU) – Equipe Cerrado
Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) – Equipe Zebu Baja
Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) – Equipe Espinhaço.

Rio de Janeiro – 4 equipes de 4 instituições

Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet-RJ) – Equipe Mud Runner
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) – Equipe Reptiles
Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) – Equipe Quarter Mile UERJ
Universidade Federal Fluminense (UFF) – Equipe Tuffão Baja SAE

Espirito Santo – 3 equipes de 3 instituições

Faculdades Integradas Espírito-Santenses (FAESA) – Equipe FAESA Baja
Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) – Equipe Vitória Baja
Universidade Vila Velha (UVV) – Equipe Poca Baja

Serviço

Competição Baja SAE BRASIL – Etapa Sudeste 2016
Data: 17 e 18 de setembro 2016
Dia 17, das 8h às 18h – Avaliações (segurança, motor, conforto e frenagem) e apresentações teóricas. Das 13h às 18h – Provas dinâmicas (suspensão, capacidade de tração e dirigibilidade). Dia 18, das 10h às 13h – Enduro de resistência. Às 14h – Premiação.
Local: Escola de Engenharia de Piracicaba (EEP) – avenida Monsenhor Martinho Salgot, 560, Piracicaba/ SP.

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MICRO-ÔNIBUS MARCOPOLO SENIOR NA EXPOINTER 2016.


A Agrale e a Marcopolo expõem na 39ª Expointer - Exposição Internacional de Animais, Máquinas, Implementos e Produtos Agropecuários, que acontece de 27 de agosto a 4 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, Esteio/RS, um micro-ônibus Marcopolo Senior Turismo. O modelo, montado com chassi Agrale MA 10.0, é um dos mais vendidos no mercado nacional e líder em seu segmento de atuação.

O Marcopolo Senior foi projetado para garantir maior conforto e segurança para os passageiros, aliados às suas características de fácil manutenção e menor custo operacional entre os modelos comercializados no mercado nacional. Equipado com chassi Agrale MA 10.0, o veículo tem capacidade para transportar 26 passageiros em poltronas do tipo Executiva 910 Soft com cinto de segurança retrátil, sanitário e sistema de ar-condicionado.

O Marcopolo Senior possui câmeras de monitoramento, GPS e sistema audiovisual com rádio, DVD e monitores de telas planas. O modelo foi desenvolvido com acesso à internet (Wi-Fi) e conta com porta de acesso pantográfica e vidros colados para aumentar o conforto interno.

Foto: Douglas de Souza Melo.

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TRIUMPH PLANEJA CRESCER MAIS DE 150% NO SEGMENTO DE MOTOS CLÁSSICAS.


A Triumph está apostando para valer no segmento de motocicletas clássicas. Esta estratégia inclui a modernização e a ampliação significativa da sua linha de modelos a partir deste ano, a criação de um curso específico para se relacionar de maneira mais próxima com os clientes do segmento e também o lançamento, em breve, de uma nova linha de roupas e acessórios pessoais voltados para os usuários deste tipo de motocicleta. Com isso, a fabricante inglesa planeja aumentar sensivelmente suas vendas no segmento. No ano passado, para se ter ideia, a Triumph comercializou (no varejo) 398 unidades entre os modelos Bonneville T100 e Thruxton. Este volume representou 10% do total das vendas da marca no mercado brasileiro no período.

Em 2016, já foram vendidas 235 unidades entre os modelos antigos e a novíssima Street Twin, que chegou às lojas em abril. Até dezembro, a expectativa da marca é comercializar mais 160 unidades da Street Twin e outras 140 motocicletas de três novos modelos que serão lançados em setembro: Bonneville T120, Bonneville T120 Black e Thruxton R. Portanto, a meta é fechar 2016 com 535 motocicletas clássicas vendidas no Brasil – um crescimento de 34,4% sobre o ano passado. Este volume representará 13% das vendas da marca no ano. 


Street Twin, Bonneville T120, Bonneville T120 Black e Thruxton R fazem parte da nova família Bonneville, apresentada globalmente no final do ano passado, em Londres, na Inglaterra. A partir de 2017, com a linha disponível o ano todo nas lojas, a meta da Triumph é comercializar em torno de 1.000 motocicletas, indicando um aumento de 150% sobre o volume do ano passado e representando cerca de 25% do total de motocicletas vendidas pela empresa no Brasil. “É uma previsão ousada, mas que estamos trabalhando  fortemente para atingir”, afirma Fábio Lima, gerente de Vendas da Triumph.

Para entender ainda melhor este segmento e o seu público, a Triumph lançou neste ano o curso “Café Racer”, que integra as atividades desenvolvidas ao longo do ano pelo Triumph Riding Experience (TRX), programa de relacionamento da marca com seu público. “É um curso inédito no Brasil. Além de darmos dicas de como pilotar este tipo de moto, simulando principalmente situações urbanas rotineiras, também estamos tentando conhecer melhor o perfil deste cliente”, explica Pablo Berardi, instrutor-chefe e responsável pelo programa.

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VHE EXPERIENCE NO SALÃO DE VEÍCULOS ELÉTRICO.

O 12º Salão Latino-Americano de Veículos Elétricos, Componentes e Novas Tecnologias, que acontece entre os dias 1º e 3 de setembro, no Pavilhão Amarelo, do Expo Center Norte, em São Paulo (SP), promove a VHE Experience, test-drive para as categorias de veículos leves e levíssimos em espaço dedicado de 850m² e 150m², respectivamente. 

Entre as marcas confirmadas estão a Toyota e a BYD para Leves e algumas opções de levíssimos como bicicletas, diciclo, monociclo, scooters e patinetes. “Trata-se de uma oportunidade que queremos oferecer para, além do entretenimento, permitir que o visitante experimente rodar com um veículo elétrico e veja na prática os seus benefícios, como zero emissão, baixo ruído e desempenho”, diz Ricardo Guggisberg, diretor do evento. 

Para participar do VHE Experience basta se dirigir até um dos espaços, escolher o veículo, preencher o cadastro e aguardar pelo horário confirmado. O 12º Salão Latino-Americano de Veículos Elétricos vai reunir novas tecnologias que estão sendo estudadas e oferecidas em prol da mobilidade sustentável. 

SERVIÇO 
Evento: 12º Salão Latino-Americano de Veículos Elétricos. 
Datas: de 1 a 3 de setembro 2016.  
Local: Pavilhão Amarelo - Expo Center Norte, em São Paulo (SP). 
Horário: das 12h às 20h. 
Entrada gratuita mediante inscrição pelo site velatinoamericano.com.br/inscreva-se.

Visite: www.abve.org.br.

Textofinal de Comunicação Integrada
Juliana Sih
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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

CNH INDUSTRIAL PARTICIPA DO 13º FÓRUM SAE BRASIL DE TECNOLOGIA DE MOTORES DIESEL.

A CNH Industrial, uma das líderes no setor de bens de capital, teve participação especial na 13ª edição do Fórum SAE Brasil de Tecnologia de Motores Diesel, realizada no Teatro Positivo, em Curitiba (PR).

O presidente da empresa, Vilmar Fistarol, foi o chairperson e abriu o evento. Foto: Divulgação SAE Brasil.

O Fórum teve como objetivo reunir especialistas para discutir temas inerentes ao mercado diesel, compartilhar experiências, pesquisas e gerar novas ideias e iniciativas. “Encontros como esse demonstram como temos evoluído e, em especial, como é fundamental continuarmos o debate em prol do desenvolvimento de motores e soluções cada vez mais avançadas e sustentáveis, pois a tecnologia é um pilar fundamental para o presente e o futuro da sociedade”, afirmou Fistarol.

Entre os palestrantes, estiveram o diretor de Portfólio de Produtos da CNH Industrial, Rafael Miotto, e o diretor de Engenharia da FPT Industrial, uma das marcas da empresa, Alexandre Xavier. Os executivos participaram do painel “Off-Highway e MAR I”, que discutiu a lei de controle das emissões de poluentes e ruídos para máquinas agrícolas e rodoviárias.

Alexandre Xavier introduziu o tema, explicou as tecnologias dos motores diesel e os aprimoramentos feitos para tornar as soluções energéticas cada vez mais eficientes e econômicas.

Em seguida, Rafael Miotto falou sobre as adaptações e inovações feitas nas máquinas, que vão além dos motores, para seguir a legislação vigente, e como isso se tornou uma oportunidade para a empresa e as suas marcas agrícolas. “Buscamos oferecer ao mercado produtos cada vez mais sustentáveis e competitivos. Fizemos e estamos fazendo melhorias nas tecnologias e na mecânica dos produtos e, para isso, levamos em consideração as necessidades locais e específicas de cada segmento, as características de aplicação e o perfil do cliente. O agronegócio é uma potência e teremos como contribuir para a demanda mundial de alimentos”, explicou o diretor.

O evento contou também com a participação do presidente da FPT Industrial, Marco Rangel, que fez o encerramento.


Agência Ideal
Carla Medeiros
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Eriana Souza
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DE CARRO POR AÍ.
Por Roberto Nasser*

Em setembro o Jeep Compass.

Novo integrante da família Jeep, pouco superior em dimensões ao Renegade – terá uns 4,50m de comprimento – o Compass tem apresentação definida: em breves dias pré exibição a restrita relação de jornalistas especializados; logo após treinamento nos revendedores; em seguida lançamento. FCA, holding controladora de Chrysler, Fiat e Jeep quer vendas em outubro, antes do Salão do Automóvel, novembro.

Para sanar dúvidas curiosamente fomentadas por jornalistas especializados, Coluna repete o já aqui antecipado: designação do Projeto 551, classificado internamente como C-SUV, será Compass – e não Patriot ou outras opções, como vem-se comentando. No mesmo caminho de contradições, não será importado do México, mas produzido em Goiana, Pe, na linha de fabricação do também Jeep Renegade e do Fiat Toro.

Terá fabricação mundial e repõe idêntico modelo, segundo degrau na escala dos utilitários esportivos Jeep, em porte e preço logo acima do Renegade.

Apesar da similaridade com os colegas de linha, mecanicamente diferença principal estará nos motores. Sai o 1,8 EtorQ feito nas beiradas de Curitiba e, em seu lugar, um 2,0, unidade antiga, proveniente de acordo entre Mitsubishi, Hyundai e Chrysler, por esta batizado Tiger Shark. Bloco e cabeçote em alumínio, quatro cilindros, 2,0 litros, 16 válvulas. Sem cabeçote Multi Air, mas agregados variadores de abertura para as válvulas de admissão. Com tal solução, potência ficará garroteada em torno de 160 cv para o uso de gasálcool e pouco mais com álcool puro. Torque 19 a 20 m.kgf. Com transmissão mecânica de seis velocidades comporá o primeiro degrau na escada de produtos Jeep.

Haverá, também, opção a diesel, 2,0 com esperado ganho em potência até agora não verificado, e transmissão automática de nove velocidades, e tração nas 4 rodas. Será a versão de topo.

Mercado pobre como o é o nacional e adjacências americossulinas, por sua conformação estética busca reconquistar o patamar de sonho de consumo como foi o Cherokee.

Compass, acima do Renegade, Cherokee local.

Curiosidades em Pebble Beach

Visto como o mais refinado encontro de veículos antigos, o Pebble Beach Concours d’Élegance, no campo de golfe na praia do mesmo nome, península de Monterey, California, EUA, mesclou diferentes situações. Manteve o interesse; reduziu horário de acesso público para permitir o trabalho dos fotógrafos e cinegrafistas; concedeu espaço a 228 automóveis vindos de 16 países e de 30 estados norte-americanos; liderou a dita Semana Santa, sete dias intensos de folguedos antigomobilísticos, leilões, eventos; ... e cumpriu a agenda social destinando US$ 1,75M a 80 entidades pias da vizinhança.

Expor em PB não é exercício de voluntariedade, mas objeto de convite, exigindo conhecimento e relacionamento, lobby bem sucedido, presença usual. Para ideia, nem o melhor acervo antigomobilístico do Cone inferior do Continente, do argentino Daniel Sieleck, três vezes premiado no evento, conseguiu ser o Best of the Show.

Surpresa
Richard Mattei, do Arizona, levou tal prêmio ao ser convidado, e expor seu raro Lancia Astura Pinin Farina Cabriolet de 1936, e receber o disputadíssimo título de melhor dentre os presentes. Surpreso, gaguejou pelo nunca visto, ter ganho outros dois prêmios: o da classe na disputa pelo BOTS e o Gwenn Graham para o conversível mais elegante. O insólito da situação está no fato de ser sua primeira vez em PB. Disputa apertada ante concorrentes como Delahaye 165 de 1938 Cabriolet por Figoni & Falaschi e Stutz DV32 Conversível Victoria Le Baron.

Pré Guerra, o Lancia é do tempo de construção individualizada, cuidada, quase artesanal. Chassis rolante adquirido à pioneira e italiana marca, enviada a Pinin Farina – antes de justapor os nomes – para obter conversível, duas capotas.
Na heráldica do Astura, Pininfarina – pós junção legal do nome – comprou-o para o museu da empresa, e o guitarrista Eric Clapton, ex-dono, o fez famoso com definição: deu-me os maiores prazeres fora do palco e da cama.

Lancia Astura, Best of Pebble Beach

Mais
Exige registro o 1º prêmio no BMW Centennial, nos festejos dos seus 100 anos. Lothar Scheuttler, de Maryland, aceitou convite, e levou exemplar de 328 de 1937, hoje Clássico mundial - interessante, mas não interessantíssimo. Mas a maior curiosidade está na história entre dono e objeto.

Executivo aposentado, no grande vale da crise americana, para comprá-lo Oscar foi radical: hipotecou sua casa. Recebeu-o desmontado, em caixotes. E se aplicou vigorosa e pessoalmente a 80% dos trabalhos de restauração, incluindo todo o complexo e curváceo madeirame de estrutura da carroceria e à curvatura dos graciosos para lamas, valendo-se de ferramentas limitadas na garagem da casa hipotecada. Tomou seis anos nesta messe, invertendo a tradição em PB, onde no usual proprietários abonados escrevem imponentes valores em cártulas de cheques, e pagar entre 4.000 e 5.000 horas/homem de trabalho para restauração norte-americana apta a chamar atenção de frequentadores e fotógrafos nas grandes mostras antigomobilistas, primeiro passo ao olimpo do Best of the Show na prainha.

BMW 328 1937. Hipoteca para comprar, trabalho de casa.

Leilões, alguns, bem focados em tipos de veículos e compradores, mostraram novos patamares para carros esportivos. No leilão da RM Jaguar D Type, 1955, marcou pouco críveis US$ 21.780.000, e Shelby Cobra mudou de mãos por US$ 13.700.000, maior valor já pago por um automóvel feito nos EUA.

Merece explicação. É de 1962, quando o delgado inglês AC acolheu o motor Ford V8 289 c.i., virando mito. E era a unidade pertencente a Mr Cobra – Carroll Shelby, o autor da façanha e da marca. Teve-o durante toda a vida (1923-2012).
Comprador terá invejável combinação: uma obra de arte em três dimensões capaz de mobilidade, e DNA de história.

Cobra ex Shelby. Muitos recordes, incluindo preço.

Tira, põe, ajusta. O negócio do sedã Citroën

C4 Lounge, o bom sedã Citroën feito na Argentina, passou por revisão para reanimar o mercado. Reconhecido por harmônica relação entre conteúdo e preço, suprimiu versão 2,0 Flex e agregou itens de infodiversão, programas de computador, tela de 18 cm por toque e capacidade de espelhamento. Implementou qualidade do som e, aumentando conteúdo, as três versões receberam equipamentos eletrônicos pró segurança, como o ESP – programa de estabilidade -, e trava para arrancar em subidas. Externamente mudança sutil - cor no pisca no bloco dos faróis -, na mecânica e mercadológica, focando no atendimento das metas de consumo acordadas com o governo federal pelo programa Inovar-Auto, daí adotar como motor o bom projeto BMW/PSA, 1,6, turbo, com potência de 173 cv, álcool e 166 cv, gasálcool. Disposto em torque, 24,5 m.kgf desde os 1.400 giros, consegue resultados agradáveis: de 0 aos 100 km/h arranca em 9,2s, e velocidade máxima de 215 km/h.

Para ter Etiqueta A, degrau mais elevado no programa de economia, empresa aplicou caixa de transmissão mecânica com 6 velocidades, três multiplicadas – a 6ª. é 0,68:1 e o diferencial 4,05:1, permitindo aproveitar o torque para girar menos. Há epicurismo mecânico, como o óleo mais fluido na caixa de marchas – para reduzir atrito e gasto de energia para vence-lo -, e sensor de voltagem: quando a bateria está totalmente carregada, o alternador se desliga, reduzindo consumo em 1%!

Preços nascem em R$ 69.990 para versão com caixa mecânica 6M, decoração Origine. Tendance e Exclusive, acima, mais caras.

Garantia de 3 anos, mão de obra para manutenção comprometida: R$ 1/dia.

Citroën C4 Lounge, mais conteúdo, mais economia, preço contido.

Roda-a-Roda

Sucesso – Ford dobrará para quatro anos produzir o novo GT. Projetou fazer 500 unidades, mas encomendas foram a 7.000. Carroceria e rodas em fibra de carbono limitam produção semi artesanal, como ocorre com Alfa Romeo 4C.
Erro – Calcular vendas em 500 unidades, ter 7.000 encomendas, ser forçada a dobrar o projeto industrial, é erro. Rentável, porém monumental engano.
E? – Ford não informou se os intelectuais do marketing do produto foram promovidos para baixo, e se os formuladores do conteúdo do GT para cima.
Antigo – Carro será colecionável e a caminho do rótulo de Clássico por seu projeto, características e construção.
Pra fora – Buscando manter longe o fantasma do encolhimento de vendas – e de produção -, Hyundai foca mercado latino americano: após Paraguai, envia o HB 20 ao Uruguai. 300 unidades em 2016 e 600 próximo ano.
Local – No vizinho Oriental opera pelo distribuidor Fidocar. Lá é a sexta em vendas – menos de 1/3 do vendido pela líder VW. Julho 127 unidades.

Uber em Pittsburg irá em Volvo autônomo. (foto Uber)

Atualidade – Se gostas da inevitabilidade do desenvolvimento tecnológico, última novidade está em Pittsburg, EUA. Uber e Volvo assinaram acordo para garantir corridas ponto a ponto – em Volvo XC 90 autônomo – com presença legal de motorista sentado em frente ao volante. Empresa quer 100 neste ano.
Problema – Volkswagen alemã reduziu horas de trabalho; dispensou colaboradores. Razão, início de problemas. Fornecedor de partes de câmbio e bancos atrasou/suspendeu entrega dos componentes. Empresa é a Prevent, da Bósnia, e já praticou isto no Brasil, forçando VW e Fiat e deter produção de veículos. VW foi para a Justiça aqui e lá.
Fase – Expõe fragilidade no sistema mundialmente adotado pelas montadoras, o Just-in-Time, criado pela Toyota, eliminando estoques. Auto peças chegam diretamente às linhas de produção pelos fornecedores. Sistema exige criar variável para evitar hipotético fornecedor da trava da rebimbela da parafuseta deter fábricas inteiras.
Caso – Na negociação alemã entrou até o ministro da Economia. Deter entrega e a parar linhas de produção tem efeito dominó sobre demais fornecedores. Peça não entregue é imposto não recolhido e emprego não garantido.
Organização – Em 2015 Toyota resolveu concentrar despesas e operações em sua pioneira sede, na antiga Estrada do Piraporinha, São Bernardo do Campo, SP, onde fabricou o jipe Bandeirante.
De novo – Dia 22 inaugurou no espaço o Centro de Pesquisa Aplicada, para levar aos produtos resultados de estudos, desenvolvimento de partes e design aos veículos produzidos no Brasil. Restante do espaço produz partes para Brasil, Mercosul e EUA; tem fração da Mata Atlântica e terá centro de memória.
Evidência – Em 2013, média administração local torceu o nariz com indicação do norte-americano Steve St Angelo CEO no Brasil, América Latina e Caribe.
Ações - Mostrou a que veio e o tamanho de Q.I.: uniu empresa em mesmo endereço; melhorou a qualidade; implementou complementariedade de partes Brasil/Argentina; encostou uns protestantes; colocou outros no corredor; importou novo Vice Presidente; deu gás na comunicação social; corrigiu tropeços no Etios.
Resultados – Apesar da crise no Brasil, mercado líder, reflexos na Argentina, quase dobrou a participação da marca em sua ampla área, de 5,3% para 10%.
Mais – Está na frente regional do“5 Continents Drive” iniciativa com produtos e engenheiros Toyota rodando com frota regional. Das conclusões, adequações às exigências de rodagem nestes mercados. No caso da América Latina e do Sul, incluiu o híbrido Prius, em estudos para montagem no Brasil.
Expansão – General Motors amplia presença na África. Lidera o mercado de caminhões e anunciou negócios no Kenya. Fórmula transversal, reatou ligações com japonesa Isuzu, dona da operação industrial. Investirá para dobrar capacidade produtiva de 22 unidades/dia.
De ladoComo passar por desníveis, quebra molas irregulares, sem danificar a suspensão e o monobloco de seu veículo ? Juliano Caretta, da amortecedores Monroe recomenda não passar em diagonal, mas linha reta.
Piquet – Inconformado com o baixo rendimento de sua berlinette Alpine A 108, aqui produzida pela Willys, tri campeão Nelson Piquet resolveu incrementá-la: fabricou novo chassis, aplicará mecânica forte.

GenteMudança na PSA. Jean Mouro e Rachid Marzuk no Comitê de Direção do Grupo PSA. OOOO Mouro responderá por Monozukuri – Desenvolvimento, Estilo, Produção, Logística e Compras, tudo no processo industrial. OOOO Marzuk, daí em diante: operações comerciais para novos e usados. OOOO Igor Dumas promovido: Direção de Operações Comerciais Região Panamericana. OOOO Todos sob o luso Carlos Gomes, presidente Brasil e América Latina, membro do Comitê Executivo do Grupo. OOOO Mudanças indicam relevo para Caribe, Américas Latina e do Sul. OOOO







* Roberto Nasser, edita@rnasser.com.br, é advogado especializado em indústria automobilística, atua em Brasília (DF) onde redige há ininterruptos 42 anos a coluna De Carro por Aí. Na Capital Federal dirige o Museu do Automóvel, dedicado à preservação da história da indústria automobilística brasileira.

ALTA RODA.
Por Fernando Calmon*

DILEMA DO PREÇO

Situação difícil do mercado garante ao consumidor, mais do que nunca, a decisão de escolher. Entre os sedãs médios-compactos trava-se uma verdadeira batalha para atrair os possíveis (e poucos) compradores. Este ano vem sendo marcado pela renovação em diferentes níveis. Começou com a atualização do Nissan Sentra, seguido pelo inteiramente novo Chevrolet Cruze. Esta semana começam as vendas da décima geração do Honda Civic. A Citroën aproveitou o embalo para lançar o C4 Lounge 2017 apenas com motor turbo de 1.6 L/173 cv (etanol), conforme antecipado pela Coluna.

As atenções concentram-se no constante desafiador ao líder Toyota Corolla. A décima geração do Civic foi muito bem recebida no mercado americano e logo assumiu a primeira posição no segmento. Não teria porque ser diferente aqui, pois o carro ficou maior, mais equipado, com bom espaço para pernas no banco traseiro, porta-malas amplo de 519 litros e estreia versão de topo, Touring, que utiliza o novo motor turbo de 1,5 L/173 cv (apenas gasolina inicialmente e flex quando for nacionalizado daqui a um ano). Além disso, o estilo – fundamental para o brasileiro – é bastante arrojado, mas dentro dos limites. Até as lanternas traseiras superdimensionadas harmonizam-se, sem chegar ao exagero.

Tudo estaria no bom caminho, mas há entraves. A Honda terá que administrar a capacidade da atual única fábrica em Sumaré (SP), onde produz quatro modelos, sem contar o WR-V uma derivação crossover do Fit já na fase final de desenvolvimento. A oferta inicial do Civic será de 3.000 unidades/mês, certamente abaixo do seu potencial. Existe uma nova unidade fabril pronta em Itirapina, a 110 km de Sumaré. Mas só pode entrar em operação ao se esgotar a capacidade em dois turnos de Sumaré e quando for possível fabricar mais 5.000 unidades/mês em Itirapina, mesmo que em turno único. A maioria das marcas japonesas não aprecia trabalhar em três turnos, o que em teoria resolveria a questão.

Este dilema industrial e a decisão de não produzir mais do que se possa vender explicariam a política de preços, tão ousada para cima como o próprio modelo, para segurar a demanda não atendível. O Civic agora começa em R$ 87.900 e vai a R$ 124.900. De início, a versão de entrada (Sport) representará 24% da produção, as intermediárias (EX e EXL) 48%, todas com o atual motor de 2 litros de aspiração natural, e a nova Touring, 28%. Esse não é um mix normal, nem o definitivo, porém reflete a situação de hoje e dos próximos meses.

O carro deixa boas impressões ao guiar. Caixa de direção eletroassistida de relação variável (apenas 2,2 voltas de batente a batente), nova suspensão traseira multibraço e câmera acoplada ao espelho retrovisor direito são destaques. A caixa de câmbio automática CVT tem desempenho melhor com o motor mais potente, quando se podem usar borboletas atrás do volante e as sete marchas virtuais apresentam respostas que beiram alguma esportividade. Assoalho traseiro deixou de ser plano por razões de aerodinâmica e de espaço vertical interno incontornáveis em um projeto moderno. Entrada de fio para telefone inteligente obriga a certo contorcionismo para a idade média dos clientes de sedãs.

RODA VIVA

CONGRESSO da Fenabrave (associação das concessionárias) destacou o clima de possível reação das vendas no último trimestre do ano. Barry Engle, presidente da GM América do Sul, além de projetar crescimento do mercado de 12% em 2017, reconheceu que a indústria se empolgou demais no seu planejamento anterior. É raro um executivo fazer análise tão sincera.

EXPECTATIVA maior do Congresso foi sobre o que pensava o governo federal acerca do plano de renovação de frota, rebatizado de Programa de Sustentabilidade Veicular. Ainda está em análise para possível anúncio no próximo ano. Já se sabe, no entanto, de fortes limitações no orçamento público. Ordem é aguardar e peneirar as sugestões, de fato, viáveis.

DEPOIS de investimento de R$ 46 milhões, a Toyota está apta para desenvolvimentos locais. Em sua fábrica de Diadema (SP) inaugurou esta semana seu 15º centro de pesquisas. Os demais estão no Japão, EUA, Europa, Ásia e Austrália. Nos planos, além de reestilizações e testes de motores, surgirão derivações de produtos específicos para a América Latina.

NOVO MINI Cabrio mostra que nunca convém ficar de fora do restrito mercado de conversíveis. Oferecido apenas na variante Cooper S, o carro é harmonioso, independentemente da capota aberta ou fechada. O recente motor BMW 2-litros/192 cv “empurra” de verdade. Acabamentos e materiais são de primeira qualidade e o preço acompanha: R$ 164.950. 

FORD modernizou sua central multimídia com tela capacitiva de 8 pol. na linha 2017 dos Focus hatch e sedã, além de incluir luzes diurnas de LED. Preços ainda não foram anunciados, porém versões intermediárias continuarão com o sistema anterior. Nova central mais rápida e intuitiva inclui Android Auto e Car Play, integrando pacote de itens de segurança e conforto.



Fernando Calmon é jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna Alta Roda começou em 1999. É publicada no Coisas de Agora, WebMotors, na Gazeta Mercantil e também em uma rede nacional de 52 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente para a América do Sul do site Just-auto (Inglaterra). Escreva para o Calmon: fernando@calmon.jor.br. Siga: www.twitter.com/fernandocalmon.

PRESIDENTE E CEO DA MAN LATIN AMERICA PARTICIPA DO PROGRAMA CEOx1DIA.


Roberto Cortes, presidente e CEO da MAN Latin America, é um dos participantes do CEOx1dia, programa da Odgers Berndtson, uma das líderes mundias em recrutamento e seleção. O executivo receberá em seu escritório, ao longo do mês de novembro, estudantes do último e penúltimo ano de graduação que terão a chance de acompanhar um dia em sua rotina de trabalho.

Em sua segunda edição, o programa CEOx1dia convida líderes de segmentos diferentes e com forte reconhecimento por parte dos universitários para compartilhar sua experiência e referendar o compromisso de suas organizações em apoiar jovens, investir em seu desenvolvimento de carreira e criar oportunidades para futuros líderes.

O programa é realizado em parceria com o jornal O Estado de S.Paulo, a PDA International e a Machado Meyer Advogados. Sua primeira edição, realizada em 2015, contou com mais de 800 alunos inscritos e com a participação de oito grandes empresas.

O processo seletivo dos estudantes é realizado por meio de análise inicial de perfis, levando em consideração a resposta à questão “Por que você acredita que deve ser escolhido para participar do programa CEOx1dia?” Não há restrição em relação à formação: estudantes de todos os cursos podem se inscrever. Capacidade de liderança e boa formação intelectual serão imprescindíveis.

Os cinquenta semifinalistas que passarem pela primeira fase serão convidados a fazer um teste comportamental online. Os resultados serão confrontados com o perfil ideal de um CEO, e aqueles que mais se aproximarem, serão convidados para a fase final do programa, que envolve entrevistas presenciais com os organizadores do programa.

O objetivo é que os estudantes selecionados aprendam sobre o histórico do CEO, sua carreira e como ele cria valor em sua organização.

“Nossa empresa está atenta a novos talentos, jovens com ambição e vontade de fazer a diferença em sua trajetória profissional. Será gratificante dividir um pouco do meu dia a dia com esses estudantes”, comenta Cortes.

Comunicação MAN Latin America
comunicacao@volkswagen.com.br
(11) 5582-5335 / (24) 3381-1063