quinta-feira, 29 de setembro de 2016

VOLKSWAGEN MOSTRA O CARRO CONCEITO I.D. NO SALÃO DE PARIS.

O I.D. lança os alicerces para a VW tornar-se líder global em mobilidade elétrica.


Pense Novo! Obedecendo a essa linha de pensamento e com um veículo elétrico visionário, a Volkswagen está proporcionando uma fascinante antevisão da mobilidade do amanhã no Salão Internacional do Automóvel de Paris, que ocorre de 1º a 16 de outubro, na França. A apresentação mundial do I.D. é o ponto central da participação da empresa no evento. Com emissão zero de poluentes, o I.D. entrará em produção já em 2020 e dará início a uma nova geração de inovadores veículos elétricos.

Segundo o Dr. Herbert Diess, presidente do Conselho de Administração da Marca Volkswagen, “em 2020, começaremos a apresentar ao mercado uma família completa de veículos elétricos. Todos eles serão baseados numa nova arquitetura veicular que foi desenvolvida especialmente e exclusivamente para veículos totalmente elétricos - não para veículos com motores a combustão ou híbridos plug-in. O I.D. é parte dessa nova era de veículos inteiramente elétricos, uma nova era automotiva: elétrico, conectado e com condução autônoma.”

A participação da Volkswagen no Salão de Paris reúne todas as três fases que, em conjunto, mostram o caminho do presente para o futuro: o I.D. apresenta o mundo do "dia depois de amanhã".  O e-Golf de última geração - que terá sua apresentação mundial em novembro - representa o mundo de amanhã. Equipado com controle por gestos e com uma autonomia com emissão zero de até 300 quilômetros, o novo e-Golf vai estabelecer parâmetros de referência. O mundo de hoje está presente incorporado em modelos avançados da Volkswagen, como o novo Tiguan. Ele já garante aos clientes uma fascinante experiência digital em sua atual geração de modelos, com tecnologias como o Active Info Display e o mostrador head-up.


A Volkswagen está tomando um novo caminho com o I.D. Ele será o primeiro Volkswagen no mercado baseado no recém desenvolvido Modular Electric Drive Kit (MEB - plataforma modular elétrica). O I.D. está posicionado como um carro elétrico compacto, com o qual a Volkswagen quer expandir sua gama de modelos de alto volume paralelamente a best-sellers como o Polo, Golf, Tiguan e Passat. Ele será movimentado por um motor elétrico de 125 kW / 170 cv. Possibilitando uma autonomia de até 600 quilômetros e com preço ao nível do atual Golf com potência equivalente, o I.D. tornará o tema "emissão zero" um aspecto normal do uso diário do automóvel.

O I.D. apresenta uma linguagem de design totalmente nova da Volkswagen para veículos elétricos da categoria compacta. Pela primeira vez, o que se denomina Open Space Concept (conceito de espaço aberto) foi implementado em seu interior. Pouco mais curto que um Golf, o I.D. disponibiliza o generoso espaço interno de um Passat. Isto é possível graças à arquitetura do novo conceito de propulsão, com um motor elétrico no eixo traseiro e uma bateria de alta voltagem sob o assoalho do veículo, o que proporciona mais espaço e flexibilidade. Ao mesmo tempo, o I.D. já se projeta para o ano de 2025: ele é o primeiro carro conceito da Volkswagen capaz de funcionar de forma totalmente autônoma no modo "I.D. Pilot". O "I.D. Pilot" é ativado através de um toque no logotipo da VW no volante, que é recolhido então para dentro do painel de instrumentos e dá ao motorista uma sensação de espaço totalmente nova.


A chave convencional do carro foi aposentada no I.D. No lugar dela, um smartfone será usado como uma "chave digital" para abrir o carro e permitir sua partida. A ideia por trás disso é que, no futuro próximo, quem guiar um Volkswagen ID terá sua própria "Volkswagen ID" (identidade Volkswagen). Essa identidade é um perfil individual que armazena informações como as preferências pessoais de posicionamento do banco e do sistema de climatização, as estações de rádio favoritas, regulagens do sistema de som, dados de contato dos amigos e parceiros de negócios e a configuração do sistema de navegação. Esse perfil é acessado através da Volkswagen Automotive Cloud.


O I.D. é o embaixador de uma nova estratégia de produto da Volkswagen, baseada em quatro campos de inovação.


> Sustentabilidade Inteligente - a Volkswagen está avançando no desenvolvimento de modelos de carros elétricos inovadores de alto volume de produção.
> Condução Automatizada - a Volkswagen fabricará carros ainda mais seguros e confortáveis através da condução autônoma.
> Utilização Intuitiva - a Volkswagen foca em veículos que sejam intuitivos para operar, apresentando novos conceitos de display e controle.
> Comunidade Conectada - no futuro, a Volkswagen vai interconectar pessoas, carros e o meio-ambiente através da identidade de usuário da Volkswagen.

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CASE LANÇA SÉRIE ESPECIAL DE RETROESCAVADEIRA COM MONITORAMENTO INTEGRAL.

A Case Construction Equipment lança uma série especial da retroescavadeira 580N como parte das comemorações pelo recorde de 30 mil unidades do modelo já vendidas no Brasil. Trata-se da 580N Connect, que já sai de fábrica com vários opcionais, entre eles o comando tipo Pilot Control, rádio MP3 e coluna de direção ajustável.


O pacote abrange ainda o plano de manutenção preventiva para duas mil horas, incluindo mão de obra e deslocamento, o sistema de telemetria SiteWatch com assinatura de um ano e um smartphone de última geração, além de garantia de 2 anos, sem limite de horas.

Segundo o gerente de Marketing da CASE, Carlos França, o conceito da série 580N Connect é permitir ao cliente estar conectado em tempo integral com o seu equipamento, monitorando a localização e a performance da máquina em tempo real.

Através do smartphone, qualquer pessoa cadastrada poderá acessar o Portal Case Care, uma ampla ferramenta integrada entre cliente, distribuidor e fábrica para gerenciamento de frota. No Case Care, o proprietário ou gerente de frota visualiza todas as informações do seu equipamento, seja em relação à telemetria quanto às revisões realizadas, serviços executados e resultados das análises de fluidos.  ”São tecnologias e serviços que realmente permitem a gestão da frota na palma da mão”, afirma França.

Telemetria - O SiteWatch é um sistema telemático de gerenciamento de frota, responsável pela captura das informações de desempenho e posicionamento da máquina, disponibilizando informações importantes de operação em tempo real e garantindo maior eficiência dos equipamentos e custos operacionais mais baixos.

Além do gerenciamento de frota, o Case Care engloba ainda o programa de análise de fluidos SystemGard, planos de manutenção preventiva e histórico do equipamento.

Já o Pilot Control é um comando tipo joystick, para controle do implemento traseiro, que aumenta o conforto ergonômico e a produtividade, pois reduz o cansaço do operador.

O comando oferece o maior número de ajustes entre as retroescavadeiras do mercado, garantindo melhor ergonomia. “Qualquer operador, de qualquer estatura, vai conseguir a posição mais agradável para trabalhar”, explica o gerente de Serviço Relton Cesar.

O conforto da máquina é garantido também pelo levantamento dos estabilizadores com  acionamento do tipo one touch; ou seja, o operador dá um simples toque nos botões e os braços estabilizadores irão subir automaticamente até o fim de curso. Enquanto isso, o operador pode girar o banco, erguer a caçamba dianteira e iniciar a movimentação da máquina, ganhando tempo na operação.

“O controle pilotado exige menor esforço do operador sendo indicado para aplicações em que o uso do implemento traseiro predomina, como no saneamento e na escavação de valas para irrigação”, informa Cesar. “Com esses opcionais, elevamos a 580N ao padrão de conforto das escavadeiras hidráulicas, que são o sonho de todo operador”, conclui.  

Como funciona - O SiteWatch permite comparar o desempenho de várias máquinas, estabelecer tendências de consumo de combustível, receber indicadores de desempenho, análises de tempo ocioso, intervalos de manutenção programada, relatórios de integridade e alertas de segurança programáveis. Essas informações são disponibilizadas ao dono da máquina e ao concessionário, que, com um profissional especializado, vai sugerir ajustes e preparar manutenções customizadas.

“Esta tecnologia representa um novo patamar de gerenciamento de frota, deixando de lado as adivinhações e a pequena precisão das análises manuais para chegar a um nível de detalhamento minucioso, capaz de apontar não só a necessidade de manutenção, mas de outras particularidades da operação e desempenho das máquinas, chegando até a sugerir treinamentos específicos para os operadores”, esclarece o gerente de Serviço.

O SiteWatch está dividido em três componentes principais. O primeiro é o Módulo de Controle: um modem de comunicação do hardware de bordo que coleta informações como localização da máquina, produtividade, eficiência em combustível, necessidades de manutenção e parâmetros de integridade operacional e envia as informações ao portal da web do usuário.

O segundo componente do sistema é o plano de assinatura, com dois módulos disponíveis: básico e avançado. A melhor escolha varia conforme a necessidade em termos de quantidade de dados ou detalhamento de informações. A assinatura básica usa as principais entradas do teclado, detecção de movimento e rastreamento GPS para gerar várias informações e relatórios. Já a assinatura avançada acrescenta dados personalizados de controle e informações exclusivas com dados da rede CAN-bus, não disponíveis em outros sistemas telemáticos.

O terceiro componente é uma interface baseada na web, que proporciona acesso aos dados e relatórios da máquina a partir de qualquer computador com acesso à internet, a você e ao seu concessionário, permitindo a gestão remota da frota.

“Com a assinatura avançada do sistema é possível monitorar 12 parâmetros, incluindo a possibilidade de personalizar alguns deles de acordo com a necessidade. Nesse formato, um novo relatório é gerado a cada dez minutos, criando um panorama preciso das atividades. O plano básico conta com a análise de seis parâmetros e os relatórios são gerados a cada duas horas”, informa.

Visite: www.cnhind.com.                                                                                                 

Página 1 Comunicação
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MARCOPOLO DESENVOLVE ÔNIBUS RODOVIÁRIO DE DOIS ANDARES EXCLUSIVO PARA OPERADOR DE TRANSPORTE DO MÉXICO.


Modelo MP 180 MX incorpora novidades tecnológicas e itens exclusivos para maior conforto, ergonomia e segurança.

A Marcopolo e a Polomex, sua operação para produção de ônibus no México, estão concluindo o desenvolvimento de um exclusivo modelo de ônibus rodoviário de dois andares, que será fornecido inicialmente para a IAMSA, um dos principais operadores de transporte daquele país. O novo modelo Marcopolo MP 180 MX é exclusivo para o mercado mexicano e incorpora novidades tecnológicas e itens inéditos para atender as solicitações do cliente e oferecer padrão superior de conforto, segurança e ergonomia.

Serão fornecidas 110 unidades que estão sendo produzidas na unidade da Marcopolo de Ana Rech (Caxias do Sul) e que serão exportadas para a Polomex, que finalizará a montagem interna e fará a entrega ao cliente. A aquisição dos ônibus faz parte do programa de modernização das frotas das empresas ETN e La Línea e serão utilizados nas linhas da Cidade do México, Guadalajara, Queretaro e litoral.

Segundo Paulo Andrade, diretor-geral da Polomex, o negócio representa a quebra de diversos paradigmas em relação ao padrão de qualidade e sofisticação dos ônibus produzidos no continente americano em relação à Europa. “Foram diversos meses para definição da configuração e dos equipamentos a serem utilizados, que demandou um trabalho de parceria muito estreito entre a Marcopolo no Brasil, a Polomex, a MAN  e a IAMSA. O projeto é completamente novo e possui diferenciais tecnológicos importantes”, enfatiza o executivo.



O ônibus desenvolvido para a IAMSA é o primeiro modelo Double Decker produzido pela Polomex com 15 metros de comprimento e chassi MAN. Externamente, o veículo tem o novo desenho (desenvolvido exclusivamente para o mercado mexicano), com conjunto ótico com LEDs nas luzes de direção e de posição - Daytime Running (Luz de posição diurna), que aumentam a eficiência luminosa e a durabilidade e reduzem a necessidade de troca/manutenção.

“A grandes mudanças e inovações estão no interior do novo ônibus, que conta com novos equipamentos e soluções inéditas”, destaca Paulo Andrade. O foco é a sofisticação e o elevado padrão de conforto e segurança. Possui novos sistema de ar-condicionado, mais eficiente e silencioso, sistema inédito para saída de emergência com escada embutida na lateral do veículo, porta-pacotes fechados, com portas (similares às de avião), janelas do piso inferior mais amplas e panorâmicas, para-brisa colado e camarote para motorista auxiliar mais amplo.

Outras novidades que foram desenvolvidas e trabalhadas pela engenharia da Marcopolo e Polomex são: os novos sanitários, um masculino e outro feminino, mais espaçosos e funcionais; o novo piso do salão inferior, 100% plano, com o túnel de passagem da cabine totalmente acessível com altura de 1,80 m, e a nova escada de acesso para o piso superior (novo desenho), que torna a operação de entrada e saída mais confortável, rápida e ergonômica.



“Mais as inovações não se restringem ao interior. Também desenvolvemos um novo sistema para retirada do conjunto roda/pneu estepe, com sistema a pistão, acionamento das portas dos bagageiros externos com sistema eletropneumático para abertura e ampliamos o bagageiro principal na parte traseira, com acesso mais fácil e ergonômico.”, salienta Paulo Andrade.

O novo Marcopolo MP 180 MX conta com poltronas semileito no piso superior e poltronas leito no piso inferior, mais ergonômicas e confortáveis, todas com cintos de segurança de três pontos retráteis. 

Os passageiros podem usufruir do sistema audiovisual em monitores individuais atrás das poltronas desenvolvidos especialmente para atender às necessidades dos operadores em viagens de média e longa distâncias. A iluminação do salão de passageiros é toda em LEDs, com luzes indiretas, que criam um ambiente de comodidade e sofisticação. Os LEDs estão presentes também nas luzes de leitura dos porta-focos, com acionamento por toque, que contam ainda com saídas individuais para ar-condicionado, plug para fone de ouvidos e controle de volume do som. Os amplificadores de áudio são individuais e integrados ao porta-focos.

O painel de instrumentos, com satélites retráteis, incorpora todos os equipamentos, como o display da câmera de ré, as câmeras internas e o sistema multiplex (funções conjugadas de todos os equipamentos do ônibus). Conta, também, com saídas de ar reposicionadas e sistema de ventilação mais eficiente, porta-objetos atrás da poltrona, iluminação individual para o motorista e para o motorista auxiliar com acionamento sensível ao toque.

Fotos: Douglas de Souza Melo.

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BRIDGESTONE CORPORATION INCLUÍDA NOS ÍNDICES DOW JONES DE SUSTENTABILIDADE PARA A REGIÃO DA ÁSIA-PACÍFICO E EM NÍVEL MUNDIAL.

A Bridgestone Corporation foi incluída pela primeira vez no Dow Jones Sustainability World Index (DJSI World) e pelo sétimo ano consecutivo no Dow Jones Sustainability Asia Pacific Index. Esses índices, administrados de forma colaborativa pela S&P Dow Jones Indices e a RobecoSAM, avaliam o desempenho dos líderes mundiais em sustentabilidade com base em uma análise integral de critérios econômicos, ambientais e sociais de longo prazo.

A Bridgestone atribui sua alta classificação ao seu enfoque em iniciativas ambientais e econômicas. 

Enfoque ambiental

A Bridgestone obteve a maior pontuação na dimensão ambiental entre as empresas do setor de componentes automotivos, tendo recebido a nota máxima de 100 em dois critérios avaliativos ambientais: estratégia climática e relatórios ambientais.

O Grupo Bridgestone (o Grupo), que inclui a Bridgestone e suas subsidiárias consolidadas, tem uma visão ambiental de longo prazo que se estende para além do ano 2050. Essa visão busca alcançar um equilíbrio entre as operações de negócios e a proteção ambiental por todas as empresas do Grupo. Com esse objetivo em mente, o Grupo estabeleceu metas de redução das emissões de CO2 de médio prazo para 2020 e vem realizando avanços significativos de redução dessas emissões em suas operações e pelos seus produtos após o uso, tendo ajudado também a aumentar a eficiência do consumo de combustível pelos seus clientes.

Além disso, em 2016, o Grupo reforçou suas práticas de divulgação de informações com a publicação de um Relatório de Sustentabilidade Global para comunicar com clareza sua abordagem e suas atividades destinadas a promover a sustentabilidade social e ambiental para suas partes interessadas. 

Enfoque econômico

A Bridgestone obteve a pontuação mais alta do seu setor nos critérios de gerenciamento da inovação.
O Grupo vem realizando uma série de iniciativas de inovação sustentáveis, como o desenvolvimento da tecnologia de pneus de última geração “ologic”, que permite o consumo eficiente de combustível, e a promoção de negócios baseados em soluções para maximizar o valor oferecido aos clientes. A Bridgestone acredita que o investimento em tecnologias como a “ologic” e a inovação do modelo de negócios são essenciais para o crescimento futuro.

Baseado em sua missão de “Servir a sociedade com qualidade superior”, o Grupo reconhece que a contribuição para o desenvolvimento da sociedade pode gerar um valor comercial significativo. Como líder global nos segmentos de pneus e borracha, a Bridgestone busca o crescimento sustentável como uma empresa que contribui para promover uma sociedade sustentável, ao mesmo tempo que reconhece sua responsabilidade para com as gerações futuras.


DJSI World

O DJSI World é um índice de ações lançado a partir da colaboração entre a S&P Dow Jones Indices e a RobecoSAM. Todos os anos, o DJSI World avalia e quantifica a sustentabilidade de cerca de 2.500 grandes empresas de todo o mundo a partir de uma perspectiva ambiental, econômica e social. As empresas de cada setor que forem classificadas dentro dos 10% superiores do ranking são selecionadas para inclusão no índice. Este ano, 316 empresas foram incluídas, sendo que a Bridgestone foi selecionada dentro da categoria do setor de Automóveis e Componentes Automotivos. Além disso, a empresa recebeu a maior pontuação dentre todas as empresas de pneus da categoria.

Bridgestone Corporation

Com sede em Tóquio (Japão), a Bridgestone é a maior empresa de pneus e borracha do mundo.  Além de pneus para utilização em uma ampla variedade de aplicações, a empresa também produz uma vasta gama de produtos diversificados, que incluem borracha industrial, produtos químicos e artigos desportivos.  Seus produtos são vendidos em mais de 150 países em todo o mundo.

Máquina Cohn & Wolfe 
Cristiano Tosi
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+55 11 3147-7416

ALTA RODA.
Por Fernando Calmon*

TEMPOS DE REAÇÃO?

Em plena crise de vendas pode parecer que a grande onda de lançamentos em 2016 se deve à atuação imediata dos fabricantes em busca de clientes arredios. Na realidade, as novidades foram decididas há quatro ou cinco anos, nos tempos de bonança, e em razão de metas de eficiência energética. Só neste mês de setembro, chegaram Uno e seus novos motores, reformulações de meia geração no Fusion, motor 1-litro turboflex para o Golf, além do Jeep Compass produzido no Brasil (a ser analisado na Coluna da próxima semana).

A Ford sempre posicionou bem o seu médio-grande Fusion por trazê-lo do México isento dos 35% de imposto de importação, que deixa os rivais diretos sem fôlego para competir. Não é à toa que até o final do ano se aproximará das 100.000 unidades vendidas desde 2005. Hoje o ritmo caiu para 5.000 unidades/ano, mas o carro recebeu uma série de aperfeiçoamentos.

O visual do modelo 2017 inclui mudanças em faróis, grades e lanternas, além de discreto aerofólio sobre a tampa do porta-malas. A potência do motor turbo a gasolina 2-L passou de 240 cv para 248 cv e ganhou 7% de economia de combustível, mesmo porcentual do motor flex aspirado de 2,5 L que manteve os 175 cv. Alavanca do câmbio automático deu lugar a um prático botão giratório.

Na versão de topo Titanium de tração 4x4 estão concentradas tecnologias como o controle de cruzeiro adaptativo incluindo a função para-e-anda e o detector de pedestre com frenagem autônoma. Segurança passiva inclui oito bolsas de ar (duas para joelhos, do motorista e passageiro) e cintos de segurança infláveis para dois passageiros do banco traseiro. Ajustes elétricos estão nos dois bancos dianteiros.

Dinamicamente é um carro bom de dirigir e tem suspensões voltadas mais ao conforto. Altura de rodagem foi aumentada em 1,2 cm, o que diminuiu (não eliminou) problema anterior de raspar em quebra-molas e rampas, em especial quando roda carregado.

Preços acompanharam a variação do dólar e os novos equipamentos. Vão de R$ 121.500 a R$ 154.500. A Ford manteve a transparência ao adicionar um ano de garantia a cada revisão, no quarto e no quinto anos, por opção do comprador.

Decisão audaciosa foi da VW ao oferecer o primeiro médio-compacto, Golf TSI, com motor de 1-litro e 3 cilindros. Porém, não é qualquer motor. Trata-se do melhor turboflex do mercado na relação desempenho-consumo. São 125 cv a etanol (116 cv a gasolina ou 1 cv a mais que o oferecido na Europa) e torque de 20,4 kgfm, no caso equivalente a uma unidade moderna 2-L de aspiração natural.

Seu desempenho se assemelha a de um automóvel com o dobro da cilindrada, em qualquer condição de uso, porém limitando o consumo a 11,9 km/l na cidade e 14,3 km/l na estrada (gasolina); 8,4 km/l e 10,1 km/l (etanol). Contribui para esses resultados o novo câmbio manual de seis marchas. O automático virá em 2017. Preços partem de R$ 74.990 e alcançam R$ 95.661 (para menos de 5% dos compradores).

Golf terá apenas motores com turbocompressor. A fábrica também mudou o plano de manutenção, agora a cada ano ou 10.000 km. Antes se exigia troca de óleo semestral e a alteração será válida para toda a linha VW. Já não era sem tempo.

RODA VIVA

SERGIO MARCHIONNE, presidente mundial da FCA, reafirma que novas tecnologias – da condução autônoma à eletrificação – são muito caras e ainda geram incertezas, inclusive de plena aceitação pelos clientes. “Em carros esporte, então, nem pensar”, disse. Ele veio ao Brasil para lançamento mundial do SUV médio-compacto Compass, que será fabricado também no México, Índia e China.

FIAT montou uma estratégia para colocar o novo motor de 3 cilindros no Mobi, o que ajudará a impulsionar suas vendas. Criará nova versão (possivelmente batizada de Drive) prevista para estrear logo no início de 2017 ou até antes. Aos poucos, descontinuará o atual motor de quatro cilindros que, além de antigo, não brilha em termos de consumo.

ESTILO tem alguns exageros, mas o híbrido Toyota Prius traz experiência marcante. Quem usa o acelerador com moderação consegue tirar o carro da imobilidade e, em teoria, rodar até quatro km no modo puramente elétrico. Resultado de consumo de combustível no uso urbano é excepcional; na estrada, nem tanto. Atmosfera da cabine, um ponto alto.

MITSUBISHI renova a picape média de cabine dupla L 200 Triton, sem retirar de linha a geração anterior. Estilo mudou pouco e uma das novidades é a altura da caçamba, o que aumentou o volume para carga. Grande evolução mesmo foi do motor a diesel, que diminuiu cilindrada para cortar consumo e ainda assim ganhou potência (190 cv) e torque (43,9 kgfm).

DEZOITO entidades de vários setores tentam convencer candidatos à prefeitura da maior cidade do País – e, portanto, exemplo para outros municípios – sobre a importância da inspeção veicular de segurança e ambiental. Estudos apontam que de 10% a 20% das mortes no trânsito ocorrem por falta de manutenção regular, sem contar a melhora na qualidade do ar. 






* Fernando Calmon - fernando@calmon.jor.br - é jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna Alta Roda começou em 1999. É publicada no Coisas de Agora, WebMotors, na Gazeta Mercantil e também em uma rede nacional de 52 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente para a América do Sul do site Just-auto (Inglaterra). 
Siga: www.twitter.com/fernandocalmon.

BMW MOTORRAD LANÇA JAQUETA COM AIRBAG.

Vestimenta utiliza sensores próximos do corpo e algoritmos capazes de detectar risco iminente de impacto com maior precisão.

O equipamento estará disponível no mercado europeu no próximo mês e no Brasil, em dezembro.

O desenvolvimento contínuo de tecnologias voltadas para aprimorar a segurança de quem está sobre uma motocicleta BMW sempre foi uma das diretrizes da BMW Motorrad. Com isso em mente, a fabricante do BMW Group acaba de anunciar o lançamento de um avançado sistema de proteção para motociclistas: a jaqueta BMW Motorrad Street Air by Alpinestars. Ela vem equipada com um inovador dispositivo que agrega um colete com airbags embutidos e apto a oferecer proteção altamente eficaz para a parte superior do corpo do usuário, sem limitar a liberdade de movimentos em situações dentro e fora de estrada. A jaqueta é resultado de uma parceria entre a BMW Motorrad e a Alpinestars, fabricante italiana especializada em vestimentas para motociclistas.

A tecnologia adotada não necessita de sensores ou cabos instalados na moto para acionar o airbag. Em vez disso, o sistema concebido pela Alpinestars utiliza sensores próximo ao corpo do piloto ou do passageiro, além de sofisticados algoritmos capazes de detectar situações de risco iminente de impacto com maior precisão. Quando isso ocorre, o airbag infla instantaneamente protegendo a parte superior do corpo antes mesmo do primeiro impacto. A jaqueta BMW Motorrad Street Air by Alpinestars também oferece proteção efetiva para as costas do usuário, e consequentemente rins, tórax e ombros, regiões do corpo mais expostas no caso de um acidente.

A jaqueta é o primeiro produto voltado para segurança a ser lançado por meio da parceria entre a BMW Motorrad e a Alpinestars, e estará disponível, a partir do mês que vem na Europa e, no Brasil a partir de dezembro, tanto para homens quanto para mulheres, em diferentes opções de cores. Entre as principais características do dispositivo estão o enchimento do airbag em 25 milissegundos para situações de impacto em movimento, perda de controle da motocicleta ou com ela estática, típica situação em paradas de semáforo.

A jaqueta também está pronta para o uso. Ou seja, não se perde tempo com pareamento entre o usuário ou o passageiro e a motocicleta. E como o funcionamento dela é independente da moto, não há necessidade de reconfigurar ou reinicializar o dispositivo todas as vezes que o piloto trocar de moto ou houver mudança na característica do piso. Todo o sistema é protegido por um revestimento durável e à prova d'água. A BMW Motorrad é a única fabricante de motocicletas que desenvolve uma completa gama de equipamentos para motociclistas desde a década de 1970 – incluindo capacetes, vestuário, calçados e luvas.


Comunicação Corporativa BMW Group Brasil 
João Veloso Jr.
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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

GLS63 BRABUS 850 CHEGA A 100KM EM 4,2 SEGUNDOS E COM 2,6 TONELADAS.

A Brabus Germany mostra quanta potência é necessária para impulsionar um SUV de luxo – com capacidade para sete passageiros – da total imobilidade até os 100 km/h em apenas 4,2 segundos. 

O novo GLS63 BRABUS 850 foi apelidado de “Brabus 850 XL” devido seu tamanho “Extra Large”  e seus 850 cavalos de potência, e a partir de hoje se disponibilizam simultaneamente na Alemanha e no Brasil pelas mãos da Strasse, importadora oficial e exclusiva da marca no país.

O super carro é baseado no Mercedes GLS 63 4MATIC, mas a preparadora alemã realizou diversas modificações em componentes do motor e periféricos.O valor para o mercado brasileiro é R$2.880.000. O motor é outro, do original fica praticamente só o bloco. Com 6 litros de deslocamento dos oito cilindros no motor de quatro válvulas por cilindro, pistões forjados e maiores, unidades maiores de turbo compressores, um novo sistema de indução forçada, recalibragem da suspensão a ar e um sistema de exaustão de aço inoxidável com ponteiras de escape revestidas em cerâmica, são algumas entre as várias melhorias aplicadas.


Como resultado de extensivos testes, todas essas alterações podem ser traduzidas através dos números de desempenho alcançados pelo veículo. São impressionantes 850 CV e 1.450 Nm de torque  (limitados a 960Nm nas três priemiras marchas). Esse torque já é alcançado entre 2,500 e 4,500 rpm e  com uma velocidade máxima de 300 km/h – limitada eletronicamente com o intuito de preservar os pneus, e consequentemente garantir a segurança. São números absurdos para um veículo tão grande e que pesa 2,6 toneladas.

Toda essa potência é obviamente acompanhada por várias modificações aerodinâmicas. Os designers da BRABUS desenvolveram em túneis de vento componentes aerodinamicamente eficientes e visualmente arrojados feitos de fibra de carbono. Um spoiler dianteiro diminui a elevação do eixo frontal em altas velocidades e empresta ao modelo um visual mais marcante. Um difusor traseiro combina perfeitamente com as duas saídas de escape do sistema esportivo de exaustão. Entre rodas e pneus, a melhor escolha disponível são as BRABUS Monoblock “Platinum Edition” de 23 polegadas com pneus 295/35 R 23.

O interior foi remodelado utilizando uma combinação entre o macio e respirável couro Mastik e Alcântara. Componentes de alumínio, como pedais, pinos de porta e paddle shifters destacam o caráter esportivo do veículo.

Alem da versão de 850 cavalos, também estão disponíveis as versões de 700 e 630 cavalos, todas elas oferecem a mesma e vasta lista de opções aerodinâmicas, de rodas, escapamento e itens de interior, tendo diferença apenas no motor. 

O GLS63 BRABUS 630 com 630cv e 1000Nm de torque (limitados a 820Nm nas três primeiras marcas) e o GLS63 BRABUS 700 com 700cv e 1200Nm (limitados a 960Nmnas três primeiras marcahas), podem ser encomendados através da Strasse, por R$1.180.000 e R$1.580.000 respectivamente. Todos os componentes são manufaturados em OEM Quality e a garantia é de dois anos ou 100.000 km.



Sobre a Brabus Germany: Fundada por Bodo Buschmann em 1977 em Bottrop, na Alemanha, a Brabus é especializada em realizar conversões em carros Mercedes-Benz. Os carros preparados pela marca apresentam maior desempenho através de alterações mecânicas com aumento de potência e torque do motor, além de alterações aerodinâmicas. No Brasil a empresa iniciou oficialmente operações em abril de 2014, através da importadora Strasse.

Strasse
info@strasse.com.br
2592-3009

VOLARE CINCO É DESTAQUE NA 44ª EDIÇÃO DA ABAV - FEIRA DE TURISMO DAS AMÉRICAS.


A Volare expõe o seu mais recente modelo, o Volare Cinco, em versão desenvolvida para o segmento de turismo, durante a 44ª Feira de Turismo das Américas – ABAV, que acontece até 30 de setembro, no Expo Center Norte, em São Paulo.  O destaque do estande da empresa, localizado na rua F 061, é a realidade virtual, para explorar os sentidos dos visitantes e a interação com o veículo de alto padrão de sofisticação, próprio para as ações de turismo receptivo e de negócios.

Segundo Gelson Zardo, diretor-geral da Volare, é muito importante estar presente no principal evento de turismo da América Latina “O segmento de veículos para turismo vem crescendo em ritmo acelerado e a perspectiva para o futuro é ainda mais promissora. Para atender o setor, investimos em modelos com configurações com características de luxo, segurança e tecnologia embarcada. No evento apresentaremos, por realidade virtual, tanto a fábrica, quanto o próprio Volare Cinco Executivo Plus em uma viagem pelo Espírito Santo, onde ele é produzido”, explica o executivo.

Reconhecida por lançar continuamente veículos para atender as empresas do setor de Turismo, a Volare investe em versões adequadas para oferecer ainda mais conforto, segurança e baixa manutenção. Destinado ao segmento de Fretamento e Turismo, o Volare Cinco reúne as principais características e vantagens de uma van, como agilidade, dirigibilidade, manobrabilidade, baixos consumo de combustível, com os atributos de um ônibus pequeno (quantidade de lugares, poltronas confortáveis, robustez (durabilidade), custo de manutenção, visibilidade, rede de pós-venda, preço de revenda e imagem da marca).

O Volare Cinco Executivo Plus tem capacidade para transportar 16 passageiros em poltronas Confort, computador de bordo, volante com ajuste de altura, freios ABS, porta elétrica com acionamento remoto. O veículo possui dimensões reduzidas (comprimento de 6.700 mm, altura externa de 2.740 mm, largura de 2.010 mm, altura interna de 1.930 mm e largura interna de 1.908 mm). 

É equipado com motorização Cummins ISF 2.8, com 150 cv de potência e torque de 360 Nm a 1.500 rpm, transmissão mecânica Eaton FSO 4505 C de cinco marchas e direção hidráulica. O modelo possui tração traseira, o que garante melhor resposta em terrenos íngremes ou em aplicações severas. Já o posicionamento do motor na frente possibilita fácil acesso aos componentes mecânicos e rapidez de manutenção. 

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VOLKSWAGEN JETTA COMPLETA UMA DÉCADA DE INOVAÇÃO E ESPORTIVIDADE NO MERCADO BRASILEIRO.

Sedã é um dos mais avançados e conectados no segmento.

O Volkswagen Jetta está completando dez anos à venda no mercado brasileiro. Com mais de 90 mil unidades comercializadas no País desde que chegou às lojas (em setembro de 2006), o sedã médio sempre foi referência em termos de inovação, tecnologia e esportividade entre os sedãs médios. 

O Jetta que estreou no mercado brasileiro há dez anos foi apresentado mundialmente ao público em janeiro de 2005 durante o Salão do Automóvel de Los Angeles, nos Estados Unidos. Em sua quinta geração, o modelo era produzido pela Volkswagen em Puebla, no México.  

Jetta 2006


Com visual caracterizado pela predominância de elementos ovais, o Jetta media 4.554 mm de comprimento, 1.781 mm de largura, 1.461 mm de altura e 2.578 mm de distância entre eixos. O porta-malas tinha capacidade para 527 litros. No Brasil, o modelo era oferecido em versão única de acabamento, equipada com motor 2.5l, de cinco cilindros, com 150 cv e transmissão automática de seis marchas com função Tiptronic (uma exclusividade entre os seus concorrentes diretos). A aceleração de 0 a 100 km/h era feita em 9,6 s e a velocidade máxima era de 205 km/h. Resultado: sucesso absoluto de aceitação junto ao cliente brasileiro. O primeiro lote (composto por 400 unidades) do Jetta importado para o Brasil foi vendido em apenas dez dias. 

Jetta 2006

Em outubro de 2007, o Jetta ganhou ainda mais potência e torque, passando a contar com 170 cv – 20 cv adicionais graças a melhorias no coletor de admissão, que gerou também uma reprogramação da ECU (central eletrônica de gerenciamento do motor). O torque passou de 23,27 kgfm (228 Nm) a 3.750 rpm para 24,5 kgfm (240 Nm) a 4.250 rpm. Resultado: mais esportividade e prazer ao dirigir.

Com esses ganhos, a aceleração de 0 a 100 km/h do Jetta passou a ser feita em 8,9 segundos – a velocidade máxima, controlada eletronicamente, foi mantida. Com amplo conteúdo de equipamentos de série, o Jetta – além de ter um dos melhores desempenhos entre os sedãs médios – também era o único de sua categoria a oferecer ar-condicionado eletrônico de duas zonas de resfriamento.

Uma nova geração

No Salão do Automóvel de São Paulo de 2010, a Volkswagen mostrou a nova geração do Jetta. A novidade, que chegou ao mercado nacional em março de 2011, estabeleceu um novo patamar na categoria. E o mercado reconheceu isso. As vendas do sedã dispararam no País, passando de 4.000 unidades em média para 15 mil unidades anuais. 

A sexta geração do sedã trouxe grandes avanços tanto em conceito como no design. Por falar nisso, o brasileiro José Carlos Pavone (atualmente à frente da área de Design da Volkswagen do Brasil) foi o responsável pelo design do modelo. Nunca antes houve um Jetta tão grande: o novo modelo media 4,64 metros de comprimento, 1,45 m de altura e 1,78 m de largura. Ou seja: nove centímetros mais longo do que a versão anterior. O porta-malas acomodava 510 litros.

Jetta 2011

O aumento da distância entre eixos do novo Jetta possibilitou uma disposição do banco traseiro mais confortável. Em relação ao modelo anterior, o espaço para as pernas aumentou em 6,7 cm, atingindo 96,7 cm.

Com design mais retilíneo, a novidade era oferecida em duas versões. A Highline, equipada com motor 2.0 TSI com 200 cv e transmissão DSG de dupla embreagem e seis marchas, era a opção mais potente da categoria.Com foco na relação custo-benefício, a versão Comfortline contava com motor 2.0 Total Flex com até 120 cv e transmissão automática de seis marchas ou manual de cinco.

Jetta 2011

Para a segurança dos ocupantes, o Jetta conta com até seis airbags, apoios de cabeça e cintos de segurança com três pontos de fixação para todos os ocupantes, farol com luz diurna (no caso de faróis bixenônio), sinais de advertência em caso de acidente e alerta para afivelar o cinto de segurança. Além disso, o modelo vem equipado com freios ABS com EBD (distribuição eletrônica de frenagem) e BAS (sistema de assistência à frenagem), além dos controles eletrônicos de tração (ASR) e de estabilidade (ESC)

Em 2011, o Euro NCAP e o Australian NCAP certificaram o Jetta com a nota máxima em segurança. Além disso, o sedã também foi nomeado como “Top Safety Pick” pela organização americana IIHS (Insurance Institute for Highway Safety). Em 2013, o modelo foi reconhecido com cinco estrelas pelo Latin NCAP, uma organização de defesa do consumidor da América Latina.

Melhoria contínua

Em abril de 2014, a Volkswagen promoveu, no Salão Internacional de Nova York, nos Estados Unidos, a apresentação mundial da versão do Jetta para o mercado americano, completamente redesenhada e com a engenharia atualizada.

Com novos sistemas de assistência, o Jetta ficou ainda mais seguro. Em setembro daquele ano, o Novo Jetta vendido nos Estados Unidos, na versão equipada com o sistema de Alerta de Colisão Dianteira (Forward Collision Warning), foi classificado como “Top Safety Pick+” pela organização americana IIHS (Insurance Institute for Highway Safety – Instituto das Seguradoras para Segurança Viária).

Com engenharia avançada, o Novo Jetta foi mostrado no Brasil no Salão do Automóvel de São Paulo, em 2014, com visual renovado na dianteira e na traseira, aprimorando seu desempenho aerodinâmico. A nova grade, atravessada por três frisos, passa a ser alinhada com os novos para-choques e faróis opcionais bixenônio com luzes diurna de LED.

O Novo Jetta Highline é equipado com motor 2.0 TSI de 211 cv (11 cv a mais em relação ao modelo anterior) e manteve a transmissão automática DSG com dupla embreagem e seis marchas. Graças a esse conjunto, o sedã tem números de desempenho dignos de modelos esportivos: 0 a 100 km/h em 7,2 segundos e velocidade máxima de 241 km/h.

A novidade começou a chegar às concessionárias da marca no Brasil em fevereiro de 2015, época em que o sedã já acumulava mais de 14 milhões de unidades comercializadas no mundo desde 1979. Além do novo visual e de mais itens de tecnologia, o Novo Jetta marcou a estreia da versão Trendline, de entrada, no País.

Todo o portfólio conectado e com tecnologia TSI de série

Jetta 2016

Em janeiro de 2016, a Volkswagen anunciou a chegada do Jetta equipado com motor 1.4 TSI de 150 cv, combinado à transmissão automática de seis marchas com função Tiptronic. O motor 1.4L TSI, da família EA211, é um dos mais avançados da Volkswagen no mundo e chegou para substituir o 2.0 aspirado (da família EA113), que equipava as versões Trendline e Comfortline. Com isso, todo o portfólio da linha Jetta passou a contar com motores com a tecnologia TSI.

Além do motor, o Novo Jetta 2016 passa a contar de série em todas as versões com itens como direção elétrica, controle de estabilidade, bloqueio eletrônico de diferencial. Outra novidade é a oferta da transmissão manual de seis marchas para a versão Trendline.

Jetta 2016

Os números provam na prática os benefícios do downsizing (redução da cilindrada, com excelente desempenho). O Novo Jetta com o motor 1.4L TSI tem 150 cv na faixa de 5.000 rpm. O torque máximo é de 25,5 kgfm já disponíveis a 1.500 rpm. Ou seja: um motor 30% menor em cilindrada, porém com 25% a mais de potência e 38% a mais de torque em comparação ao 2.0 aspirado utilizado anteriormente.

O motor 1.4L TSI pode ser combinado à transmissão manual de seis marchas ou à transmissão automática de seis velocidades com função Tiptronic (que permite ao motorista efetuar as mudanças manualmente, por meio da alavanca de câmbio ou por aletas no volante). Independentemente da transmissão, o Novo Jetta equipado com o motor 1.4 TSI acelera de 0 a 100 km/h em 8,6 segundos e alcança 203 km/h de velocidade máxima.

Jetta 2016

E mais: todas as versões do Novo Jetta passam a contar, de série, com o sistema de infotainment mais inovador do mercado. O Volkswagen App-Connect, disponível para as versões Comfortline e Highline, permite espelhamento do smartphone com as plataformas MirrorLink (sistemas Android), Carplay (compatível com aparelhos com sistema Apple) e também com o sistema Android Auto. Esses sistemas proporcionam a reprodução e operação da tela do telefone celular, diretamente na tela do infotainment, como se fosse um espelho e sem comprometer a segurança na condução do veículo.

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terça-feira, 27 de setembro de 2016

CONVERSA DE PISTA.
Por Wagner Gonzalez*


INCERTEZAS PARALISAM MERCADO DA F-1.

Mercedes, Red Bull e Ferrari, as três principais equipes da F-1, já definiram sua composição para a temporada de 2017, que permanecem inalteradas, mas nem por isso o mercado de pilotos está desaquecido. Muito pelo contrário: as incertezas que rondam a formação da equipe Williams e o destino do mexicano Sérgio Pérez parecem ter colocado todas as negociações de contratos em banho-maria, situação que afeta os interesses de toda categoria. Novidades só deverão ser anunciadas assim que um piloto e uma equipe anunciarem a primeira decisão.

Equipes estão preparadas para anunciar pilotos, mas mercado está em compasso de espera. Foto: Red Bull.

A única decisão das equipes de segundo escalão é a McLaren, onde o espanhol Fernando Alonso terá como companheiro o belga Stoffel Vandoorne, que substitui o inglês Jenson Button. Essa não é a única novidade relativa à equipe: a Honda, que até 2017 depende da aprovação da McLaren para fornecer motores a uma segunda equipe, já está ampliando as instalações de sua base em Milton Keynes, na Inglaterra. Yusuke Hasegawa, líder dessa operação, confirmou que há interesse de algumas equipes em usar o motor japonês; dito isso, ampliar seu quadro técnico a partir de agora é uma clara indicação que a exclusividade de Ron Dennis não chegará a 2018.


Yusuke Hasegawa indicou que em 2018 motor Honda será usado por mais de uma equipe. Foto: Honda.

Um piloto experiente e carismático como Button seria uma boa escolha para equipes em desenvolvimento como a Renault ou a Haas e até mesmo a Williams, onde ele iniciou sua carreira na F-1. Longe de ajudar os rivais, a decisão da McLaren ajudou a tumultuar o ambiente: o campeão mundial de 2009 continuará ligado à equipe na condição de piloto-reserva e “embaixador”. Se atrasa decisões por um lado, por outro acaba abrindo vaga para novos pilotos, que este ano aparecem em boa quantidade.

Na Williams, por exemplo, os nomes mais prováveis para o ano que vem é uma mistura que tem o experiente Valteri Bottas e o canadense Lance Stroll, que lidera o Campeonato Europeu de F-3. Faltando duas rodadas para terminar a temporada (Imola, neste fim de semana, e Hockenheim, em 15 dias), Stroll lidera com 68 pontos de vantagem sobre Maximilian Günther. Caso ele confirme o título sua promoção a titular na casa de Grove será automática: a conquista facilitaria a obtenção da superlicença necessária para correr na F-1, apesar de sua idade: no dia 29 de outubro ele completará 18 anos… Fala-se que o jovem canadense já estaria testando um FW-36, de 2014, em alguns circuitos europeus. A equipe só confirma que ele tem usado o simulador dela…


Lance Stroll, canadense de muitas posses, usa e abusa do simulador da Williams. Foto: FIA.

Como nem Bottas, nem Stroll estão confirmados, os rumores de que Sérgio Pérez está negociando com Frank Williams ganham consistência, até porque sua contratação traria bons patrocínios mexicanos à Williams. O brasileiro Felipe Nasr e o inglês Alex Lynn são nomes que correm por fora nessa disputa. Nos paddocks da F-1 é tido como legítimo que o mexicano está contratado pela equipe Sahara Force India para 2017 desde que algumas exigências de seus patrocinadores sejam atendidas. Daí seu valor de mercado ser tão alto. Se Pérez realmente assinar, quem ficará em situação delicada é Valteri Bottas.

Apesar da possibilidade de perder Pérez, a Sahara Force India estaria relativamente tranquila quanto a preencher essa vaga: para o lugar do mexicano despontam os nomes de Pascal Wehrlein e Esteban Ocón. Ambos são ligados à Mercedes, fornecedora de motores da equipe, embora o francês tenha um acordo firmado com a Renault. Nico Hulkenberg está seguro no time, que tem chances reais de terminar a temporada em quarto lugar entre os construtores, à frente da Williams.

Equipe júnior da Red Bull, a Toro Rosso reagiu à investidas da Renault para contratar Carlos Sainz e, por tabela, agradar a um dos raros segmentos do mercado europeu que apresenta crescimento, a Espanha. A mudança de CEP de Sainz seria parte do acordo referente ao uso dos motores franceses na Toro Rosso, mas Franz Tost parece não ter gostado muito da ideia: no quesito pilotos, seu foco está entre manter o russo Daniil Kvyat ou promover o francês Pierre Gasly, atual líder da temporada de GP2.


Pierre Gasly é o maior rival de Daniil Kvyat na disputa pelo segundo carro da Toro Rosso. Foto: Red Bull.

Após um início dos mais auspiciosos, a equipe -americana Haas não conseguiu acompanhar o ritmo de desenvolvimento dos seus rivais e na corrida de Cingapura Romain Grosjean sequer conseguiu largar. Pior, o franco-suíço reclamou abertamente do baixo rendimento do seu carro, atitude cada vez mais rara na cada vez mais politicamente correta F-1. Não bastasse o piloto responsável pelos 28 pontos conquistados pelo time até agora, o mexicano Estebán Gutiérrez ainda deve justificar sua presença na equipe. Se não melhorar seus resultados é mais do que provável que o monegasco Charles Leclerc — integrante da Academia Ferrari e líder da temporada de GP3 — assuma seu lugar. Alexander Rossi também é mencionado como uma possibilidade.


O monegasco Charles Leclerc conta com o apoio da Ferrari para desembarcar na F-1 2017. Foto: GP3 Series.

A Renault ocupou boa parte das notícias de F-1 do ano passado graças à maneira como negociou seu retorno à categoria e negociou o controle da equipe Lotus. Esse procedimento deixou marcas visíveis que ainda hoje são vistas como obstáculos para a equipe voltar à posição de protagonista que já ocupou várias vezes no passado. Se conseguiu sucesso no desenvolvimento do motor que este ano equipa seus carros e os da Red Bull, no quesito equipe a situação ainda patina. Há dificuldade na contratação de engenheiros e técnicos e há menção a um racha no seu comando.

No lado de pilotos a situação é levemente mais clara: Kevin Magnussen deixou claro que assinaria a primeira proposta que lhe garantisse um lugar na F-1 2017, mas baixou o tom de suas queixas. Jolyon Palmer, por seu lado, parece levar jeito para seguir o exemplo do pai, Jonathan, que em 83 GPs disputados conseguiu como melhor resultado um quarto lugar (Austrália, 1987), e à exceção de sua estreia na Williams, defendeu apenas a Zakspeed e a Tyrrell. Embora Esteban Ocón tenha contrato com a equipe, sua efetivação é algo que vai exigir boas conversas entre a Renault e a Mercedes.

Com um ponto no campeonato, cortesia do décimo lugar de Pascal Wehrlein no GP da Áustria, a Manor não esconde que pretende ampliar sua estrutura para o ano que vem. Atualmente dispõe de um orçamento mínimo, comparável com o da Sauber; o fato de ter o piloto alemão e o francês Esteban Ocón em seus carros certamente colabora de maneira significativa para pagar o leasing dos motores Mercedes que equipam o chassi MRT 05.


Vencedor em Indy, Alexander Rossi ainda sonha com a F-1. Foto: IMS.

O indonésio Ryo Harianto, que disputou a primeira metade desta temporada pela equipe, poderia voltar se houver vaga e ele conseguir patrocínio suficiente. Alexander Rossi, vencedor ds 500 Milhas de Indianápolis deste ano, é outra possibilidade. O fato de ser o atual piloto-reserva da esquadra liderada por Dave Ryan pode ajudar na sua efetivação em 2017.

Na Sauber a situação está indefinida e nada indica que isso mudará em breve. A chegada de investidores profissionais certamente implicará em alguma forma de reestruturar a equipe suíça. Este quadro dá algum tempo para que o brasileiro Felipe Nasr negocie sua continuidade na equipe. Supostas ligações do sueco Markus Ericsson com os novos proprietários deverão contribuir para que ele continue na escuderia fundada por Peter Sauber e que tem base em Hinwill, próximo a Zurique.

A temporada de F1 prossegue domingo com a disputa do GP da Malásia.

Fraga aumenta vantagem na Stock Car

Fraga assumiu a liderança em manobra antológica, ultrapassando Cacá e Max. Foto: Fernanda Freixosa.

Duas semanas após vencer a Corrida do Milhão e assumir a liderança do Campeonato Brasileiro de Stock Car, Felipe Fraga voltou a subir ao degrau mais alto do pódio ao se impor com autoridade na primeira prova da rodada dupla disputada em Londrina no último domingo. O piloto de Tocantins soube explorar o artifício do push to pass e fez uma ultrapassagem memorável ao superar Cacá Bueno e Max Wilson no final da reta dos boxes do autódromo paranaense. As duas provas foram marcadas por inúmeras batidas, nas quais Daniel Serra foi o maior prejudicado. A temporada prossegue dia 16 no autódromo de Curitiba.

Faustini desenvolve protótipo Maserati

Ney Faustini instalou mecânica Maserati no protótipo JA; carro poderá disputar a Endurance Brasil em 2017. Foto: Equipe Absoluta.

O santista Ney Faustini, um dos principais pilotos da época de ouro da Divisão 3, há tempos dedica-se à categoria Força Livre paulista, onde compete com modelos desenvolvidos a partir de chassis da categoria Stock Car. Negociações com outro veterano das pistas, Urubatan Helou, possibilitaram comprar o protótipo Braspress desenhado pelo saudoso João Alfran (que trabalhou com Enzo Coloni e Giancarlo Minardi na F-1). O chassi recebeu alterações importantes na oficina da equipe Absoluta: “Trocamos o trem de força original, motor Chevrolet V-8 e cambio Hewland por um de Maserati”, explicou Faustini. A ideia é desenvolver o carro nas provas do Campeonato Paulista de Força Livre e, em função dos resultados, disputar provas da Endurance Brasil em 2017.








* Wagner Gonzalez é jornalista especializado em automobilismo de competição, acompanhou mais de 350 grandes prêmios de F-1 em quase duas décadas vivendo na Europa. Lá, trabalhou para a BBC World Service, O Estado de S. Paulo, Sport Nippon, Telefe TV, Zero Hora, além de ter atuado na Comissão de Imprensa da FIA. Atualmente é editor da "Folha do Carro" no jornal Folha de Alphaville. Fale com o Wagner Gonzalez: wagner@beepress.com.br.