sábado, 3 de dezembro de 2016

DE CARRO POR AÍ.
Por Roberto Nasser*

Um tapa no Amarok

Seis anos após seu surgimento o picape Amarok Volkswagen passa pela primeira atualização instigada pelo mercado. Há 30 anos a antiga SR, construtora de cabines duplas, retirou os picapes da posição de veículo de trabalho, carro de entregas e lavradores, e conseguiu inseri-los na relação de itens de desejo, competindo com automóveis caros ou importados usados. Modesta, bem sucedida, criou nova faixa de compradores, os Macho Man, trocando automóveis confortáveis por picapes duros, ásperos, camionais, trepidantes por seus adaptados motores diesel de trator.  A abertura das importações não mudou o foco destes compradores, exigindo equipamentos e confortos, colocando-os na linha direta de disputa com automóveis de relevo. Leitor sabe, um picape com o mesmo nível de equipamento, custa acima das referências premium do mercado, como Mercedes C, Audi e BMW 3.

Para atrair clientela às rentáveis versões com maior conteúdo, reviu aparência frontal, mudando desenho de faróis auxiliares, grade e para choques, aplicou rodas leves em tamanhos opcionais entre 16 e 20”.

Exceto placa de proteção para carter do motor e caixa de marchas, mecânica se manteve intocada, liderada por motor diesel de 4 cilindros, 2,0 litros de cilindrada, potência variando por versão e aplicação: carros de trabalho, frotas, um turbo compressor e 140 cv; aplicações automobilísticas, não picapeanas, 180 cv obtidos por dupla de sopradores. Mecânica de bom comportamento, transmissão mecânica de seis velocidades nas versões de menor preço, e automática com oito marchas para as superiores. Em todas a tração é permanente nas 4 rodas, e não há caixa para marcha reduzida: a primeira velocidade é extremamente curta para cumprir eventual demanda.

No foco para clientes com ilógico ponto de vista de picapes como grandes carros de luxo e com enorme porta malas, interior foi cuidado, em extensas mudanças. É automobilístico em confortos, e nas versões superiores, Highline, regulagens elétricas para os bancos frontais, materiais cuidados, de bom tato, e os oferecimentos atuais de conectividade, como sistema multimídia com espelhamento de celulares com as plataformas MirrorLink, Google Android Auto e Apple Carplay. Outros, comando da transmissão automática sob o volante e introdução de sistema de frenagem automática pós-colisão.

Visão
Interior supera parte externa. Exceto derivados de automóveis, Volkswagen era jejuna em picapes até decidir-se pelo Amarok. Seis anos após, conteve o orçamento, manteve as linhas criadas por lápis do século passado. Mudanças intentam melhorar sua performance no mercado – 5o. em vendas, abaixo de Chevrolet S10; Toyota Hi Lux; Ford Ranger e Mitsubishi Triton -, entretanto permitir-se-á destacar pelo grande argumento para o segundo semestre: motor V6 3.0,  para performance acima de todos os demais.

Quanto
Versão
R$
S cabine simples
113.990
S cabine dupla
126.990
SE
130.990
Trendline
148.990
Highline
167.990
Highline Série Extreme
177.990

Amarok, retoques na frente, mudança no interior.

Acordo Mercosul UE mudará mercado?

No quase anda marcando relacionamento de 18 anos entre União Europeia e Mercosul, este apresentou proposta densa para vários setores, incluindo o automobilístico. Pela oferta, o bloco econômico do sul reduziria impostos de importação à razão de 2,6% anuais, zerando-o em 15 anos.

Indústria automobilística não gostou, contrapôs oito anos na situação atual e cota de importação de 35 mil veículos/ano. Alega, precisa prazo para se organizar, e avisa: matrizes se desinteressarão de investir na área. Governo parece pouco sensível.

História antiga e de maus resultados. À abertura no governo Collor, propôs-se imposto em 20%, mas pressões internas elevaram a 35%. Sob o ponto de vista oficial, era proteção de mercado e empregos. Mas na prática incentivou manter carros, motores e transmissões antigos em produção e, sem competitividade com produtos externos, empacou o desenvolvimento e garroteou a produtividade. Criou uma barreira para proteger o atraso e a incompetência.

Proposta do Mercosul tem tudo para dar certo, embora vá enfrentar dificuldades pelo grupo europeu no campo da agricultura e da pecuária. Súbita eleição de Donald Trump e toda a insegurança de suas propostas, incluindo resumir o comércio internacional em nome de manter empregos nos EUA, pode dinamizar os negócios intercontinentais, como por exemplo, livre comércio com o México.

Definições concretas somente as eleições de 2017 na França e na Alemanha. 

Carro elétrico é pra valer

Dúvidas a respeito de carros movidos por combustíveis fósseis não devem existir. Nada de receio do fim das reservas, como sempre alardeado, mas pela simplória razão de ser poluentes e contra o meio ambiente, incluindo a saúde dos votantes e contribuintes. Opções várias vem sendo testadas, mas entendimento entre grandes fabricantes alemães, uma das líderes na aplicação destas tecnologias, mostra a eletricidade como o caminho mais provável.

Audi e Porsche, do grupo VW; BMW; Daimler; e Ford assinaram carta de intenções para trocar sinergias, conhecimentos, - e economizar - com o criar rede de estações de recarga capaz de receber veículos de todas as marcas. Rede capilarizada dará autonomia aos elétricos permitindo recarga por todo o país – a Alemanha tem, a grosso modo, o tamanho do estado de SP.

Outra novidade é a padronização de carga para até 350 kW e adoção do Sistema de Carga Combinado, CCS, utilizando um conector – tomada – compatível com as atuais marcas e regra para as próximas gerações. Com tecnologia em comum além de reduzir custos para a rede inicial de 400 estações, provará a factibilização do elétrico.

História se repete na mesma Alemanha. Há 130 anos o automóvel deixou de ser coisa estranha e passou a ser visto como veículo confiável, todos sabem, quando dona Berta Benz tirou da estrebaria o sacolejante triciclo criado por seu marido e dirigiu 140 km pela Floresta Negra até a casa de sua mãe.

Negócio deve evoluir para uma joint-venture, permitindo adesão de outros fabricantes e permear a estrutura para a Europa e a ideia para o mundo. 

Rede de recarga como negócio paralelo e tomada padrão.

Roda-a-Roda

Recorde – Circuitos de autódromos tem sido usados por fábricas de automóveis para registrar tempos de volta – e recordes. Inglês Anglesey Coastal, no país de Gales, GB, é um desses, vendo cair o recorde do McLaren P1 GTR.
Novo – Autor o Mono, monoposto carenado, autorizado a andar em ruas e estradas. Leve, 580 kg, performático ao combiná-lo com motor de 2,5 litros, 305 cv, câmbio sequencial seis marchas – é Fórmula 3 carenado, rodou em 1” abaixo do McLaren.
Curiosidade – Briggs Automotive Company (BAC), montadora, tem sócio brasileiro, publicitário Alexandre Gama, dono do único exemplar no Brasil. Há dois anos anunciou fabricá-lo - mas levou o capital para Grã Bretanha.

Mono superou McLaren em circuito inglês.

Quebra galho – Descumprindo a promessa aos revendedores de oferecer versão automática para o Troller, Ford resumirá atrativos a séries especiais. Primeira é a Bold,em 180 unidades. 
E? – Carroceria pintada em dois tons, com sempre presente Cinza Londres Escuro, combinado com Amarelo Dakkar, Vermelho Arizona ou Branco Diamante II. Dentro, revestimento mais escuro e o Cinza Londres generosamente aplicado no painel de instrumentos, painéis de porta, console, alavanca de marchas.
Menos – Caiu a previsão de carros importados em 2016. De 39 mil unidades, deverá arranhar 36 mil. Representam apenas 1,7% no mercado nacional. 
Razões - Carros importados enfrentam três barreiras: preço do dólar, 35% de imposto de importação e adicional de 30 pontos sobre o IPI. Abeifa, associação de classe, pede ao governo a remoção dos questionáveis 30 pontos sobre o IPI criados na gestão do hoje policialmente questionado Fernando Pimentel.
Otimismo – Em entrevista à Autodata, Carlos Zarlenga presidente da GM vê futuro com otimismo: crescimento de 12 a 15% em 2017, com início de decolagem ao primeiro trimestre. Superou previsão de Antonio Megale, presidente da Anfavea, associação dos fabricantes, entre 6 e 8%.
Investimento - Ao presidente Michel Temer Toyota anunciou investimentos de R$ 600 milhões na fábrica de Porto Feliz, SP. Boa notícia em meio a cenário econômico negativo, aporte permitirá produção de novos propulsores para o sucessor do atual Corolla, sedã a ser lançado nos próximos meses.
Depois - Novos motores não seguirão a tendência de downsizing, redução em tamanho e peso, nem iniciará o caminho do uso do turbo alimentador para a marca no Brasil. 2.000 cm3 de cilindrada, 16 válvulas, construído em alumínio, inicia nova geração para o Corolla e futuros produtos. Primeiro Toyota nacional com injeção direta de combustíveis, apto a receber turbo alimentador, e unidade de força para outros futuros produtos na América Latina.
Mais – Após conquistar o rótulo de Líder em Segurança como primeiro veículo nacional com nota máxima de proteção para adultos e crianças, Renegade viu seis de suas versões nos Top 10 em segurança. Levantamento feito pelo Cesvi/Brasil entre 293 versões de 58 modelos e 14 marcas, o jovem Jeep foi apontado como melhor nacional, com seis entre os 10 primeiros colocados.
Consequência – Resultado de bom projeto e seu reconhecimento pelo mercado pelas vendas, Agencia AutoInforme aferiu, em novembro ficou em segundo lugar em desvalorização, com perda modesta de 6,4% em um ano de uso.
Fim – Juiz de São Bernardo do Campo, SP, decretou a falência da Karmann-Ghia. Antes pioneira alemã pioneira vinda com a indústria automobilística, passou de mão em mão. Última sequer pagou salários e energia.
Acerto – Representantes da Paccar – dos EUA, proprietária das marcas de caminhões Kenworth, Peterbilt e DAF – reuniram executivos da DAF, operando no Brasil e da fornecedora Randon Autopeças. Explicar filosofia, exigências, visões para enfrentar o crescimento da concorrência no mercado. No Brasil DAF monta caminhões desde 2013 em Ponta Grossa, Pr.
Crença – Volkswagen Caminhões e Ônibus investirá 1,5B entre 2017 e 2021. Fará novos produtos e aplicará em conteúdo de digitalização, conectividade e,  campo prolífico, expansão internacional da marca. Recursos virão da própria operação, e foi a segunda boa notícia automobilística para o governo Temer.
Negócio – Aproveitando dívida líquida de 1/3 do patrimônio, Dana de autopeças adquiriu negócios de transmissão de forças e fluidos da italiana Brevini. Comprou 80% das ações, com opção para as restantes. Rolou a dívida.
Futuro – Acredita fortalecer suas capacidades nos crescentes mercados de veículos híbridos, de fora de estrada, e para as grandes mudanças em estrutura industrial e de produto. Raul Germany, CEO da Dana no Brasil entende, compra dará diferencial para expandir base de clientes regionais.
Mudança – Pirelli apresentou novos pneus para a temporada 2017 na Fórmula 1. Basicamente mantiveram o aro de 13” e cresceram 25% na área de apoio com o solo. Dianteiros são 305 mm/670 e traseiros 405 mm/670. 
Futuro - Valem para os três tipos, chuva, intermediário e piso seco. Equipes participaram intensamente dos testes, provendo mudanças necessárias nos monopostos. Um sofrimento, pois carros 2015 buscando se acertar para 2017.
Retífica RN  Coluna passada atrapalhou-se com nome do designer do renascer do Willys Interlagos no Brasil. É João Paulo Melo.
Fidel - Foi-se e é cantado como sonhador democrático, coerente, socialista preocupado com seu povo. De outro lado, ditador comunista preocupado em fazer fortuna pessoal em regime anti democrático, rotulando 12.000 assassinatos dos eventuais opositores, incluindo companheiros de armas como Justiçamento, apropriador dos bons números de saúde e educação de Cuba como conquista de seu regime duro – e agora sem rumo.
Igual – Gente é igual automóvel. Depois da morte são louvados por qualidades não demonstradas em vida. Por isto não há cemitérios para os malvados.
GenteLapo Elkann, 39, inventador de modas, neto e herdeiro de Gianni Agnelli, ex-top da Fiat, preso. OOOO Criou história de auto sequestro, família não acreditou, e polícia de Nova Iorque localizou-o em festa. OOOO Diz a força policial, quantia seria para manter o clima. OOOO Que festa ... OOOO FCA não comenta. OOOO

Revitalizando o Renegade

Para não perder o pique de vendas, manter a disputa no segmento dos SUVs, e a sequencia de prêmios pela imprensa, Jeep incrementou o Renegade 2017, já nos revendedores. Novidade maior está nas versões mais vendidas, utilizando motores 1,8 litro de cilindrada, flex.

Realizou desenvolvimento sobre o propulsor, identificando a etapa como Evo flex, para torná-lo mais ágil, potente e econômico – na prática melhorar as sensações do motorista. Mudanças geraram 7 cv a mais, indo a 139 cavalos de força, mas o foco mais centrado da Jeep era dar melhores sensações ao condutor. Para isto privilegiou o funcionamento ao aplicar coletor de admissão variável – o percurso varia para maior ou menor distância dependendo da demanda comandada pelo acelerador -; aplicou bomba de combustível inteligente, mudando a pressão de acordo com a exigência; e, epicurismo mecânico, aplicou óleos lubrificantes de menor atrito para motor e transmissão.

Resultado obtido, maiores maneabilidade e respostas em baixas rotações, menor necessidade de mudança de marchas – e até 10% na redução de consumo. Outros melhoramentos foram monitoramento indireto da pressão dos pneus – menor pressão aumenta o consumo -, indicador de troca de marchas, pneus ditos verdes, com menor atrito na rolagem com o solo, alternador inteligente – só gera energia sob demanda, reduzindo o auxílio do motor. Criou versão Limited assinalando o topo no segmento com motor 1,8 flex.

Na linha mantém a exclusividade do motor diesel 2,0 e transmissão automática de nove velocidades. O Renegade é o único dentre os utilitários esportivos não derivado de carro de passeio.

Renegade 1,8, revisto e melhorado, melhor dirigibilidade, menor consumo.







* Roberto Nasser, edita@rnasser.com.br, é advogado especializado em indústria automobilística, atua em Brasília (DF) onde redige há ininterruptos 42 anos a coluna De Carro por Aí. Na Capital Federal dirige o Museu do Automóvel, dedicado à preservação da história da indústria automobilística brasileira.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

BMW F 700 GS CHEGA ÀS CONCESSIONÁRIAS DO BRASIL.

Inédita no Brasil, o novo modelo de entrada da BMW Motorrad, chega neste sábado (3) às concessionárias do País. 

Primeiro modelo produzido na nova fábrica de motocicletas do BMW Group em Manaus, a BMW F 700 GS oferece uma nova opção para quem deseja entrar no segmento big trail, com preço especial de lançamento de R$ 39.950,00.

Exposta no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, a big trail chamou a atenção do público. Ideal para quem busca, em uma única moto, versatilidade no asfalto, alta tecnologia e, ainda, alta competência off-road, a nova BMW F 700 GS se adequa perfeitamente às necessidades do cliente, principalmente graças à dirigibilidade e uso misto, dentro e fora da cidade. Para uma melhor ergonomia e conforto no uso cotidiano, a big trail vem com altura do banco menor em relação ao solo (820 milímetros) – consideravelmente mais baixa em relação à BMW F 800 GS.

Ainda que seja o modelo de entrada do portfólio, a nova BMW F 700 GS agrega atributos de motocicletas de categorias superiores, trazendo uma experiência premium aos clientes recém-chegados à marca. Além de design moderno, ela compartilha, por exemplo, o já consagrado motor de dois cilindros e oito válvulas com duplo comando, 798 cc, a gasolina, com refrigeração líquida, que equipa a BMW F 800 GS, e se destaca por sua confiabilidade e durabilidade. 


Este motor, que cativa, principalmente, pelas rápidas respostas associadas a uma impressionante capacidade de retomada de velocidade e baixo consumo, conta com sistema de injeção de combustível combinado a uma caixa de transmissão de seis marchas. A potência, no caso da nova big trail, é de 75 cv (a 7.300 rpm), com torque máximo de 77 Nm (disponíveis a 5.300 rpm). O pacote de itens de segurança incorpora sistema de freios com tecnologia BMW Motorrad ABS, com disco duplo de 300 mm, na dianteira, e disco de 265 mm, na traseira.

A lista de itens de série é vasta e ressalta as qualidades da moto. Entre os equipamentos inclusos destacam-se ajustes de compressão da mola traseira, de retorno do amortecedor traseiro, dos manetes de freio e embreagem, amortecimento variável auxiliar, balança de alumínio dupla, lentes das luzes indicadoras de direção escurecidas, lanterna traseira em LED, sensor de cavalete lateral e tomada 12V.


A nova BMW F 700 GS faz sua estreia no mercado nacional com pacote Premium, disponível nas cores cinza metálico e laranja, e equipada com manoplas aquecidas e protetores de mãos, controle de pressão dos pneus (RDC), computador de bordo, controle de tração (ASC), luzes indicadoras de direção em LED e cavalete central.

A inédita BMW F 700 GS pode ser adquirida pelo consolidado plano de financiamento BMW Select, oferecido pela BMW Serviços Financeiros. Os interessados poderão acessar e se cadastrar no hotsite exclusivo para este novo modelo: www.bmwmotorrad.net.br/F700GS.

Comunicação Corporativa BMW Group Brasil 
João Veloso
joao.veloso@bmw.com.br
Paula Cichini
paula.cichini@bmw.com.br
Talita Rodrigues
talita.rodrigues@partner.bmw.com.br
Jociane Nascimento
jociane.nascimento@partner.bmw.com.br

Máquina Cohn & Wolfe
Assessoria de Imprensa Corporativa do BMW Group Brasil 
Rafael Fiuza
rafael.fiuza@maquinacohnwolfe.com
Marcelo Goto 
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Bruna Marconi 
bruna.marconi@maquinacohnwolfe.com
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Fernando F. Kadaoka
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TRINTA EQUIPES AVANÇAM PARA PRÓXIMA FASE DO RENAULT EXPERIENCE 2.0

Trinta equipes de seis Estados foram classificadas e avançaram para a próxima etapa do Renault Experience 2.0 – o Business Lab –, iniciativa do Instituto Renault concebida para estimular o empreendedorismo e a inovação entre universitários de todo o país. 


Neste ano, o Renault Experience foi totalmente reformulado, tornando-se on-line e pronto para transformar as ideias dos universitários em realidade de mercado, por meio do modelo de startups. Com a mudança, o programa registrou recorde de inscrições, com mais de 440 equipes participantes – contra 239 da edição anterior. Ao todo, mais de 1.500 estudantes de 12 Estados e 83 instituições de ensino se inscreveram na iniciativa.

Após a classificação dos projetos apresentados, as equipes chegam agora a uma etapa chamada de Business Lab, em que os times selecionados participarão de um programa intensivo em que uma ideia que nasceu na etapa passada (Ideathon) e foi validada ganhará corpo e se tornará um negócio com força para entrar no mercado. Com uma equipe composta de executivos da Renault e de outras organizações, da Hotmilk e empreendedores com várias experiências, as equipes terão à disposição o conhecimento e a energia de pessoas que transformaram o mundo à sua volta.

“O Renault Experience 2.0 é um programa adaptado às transformações do mundo digital e aos jovens universitários da atualidade. Por isso, conseguimos mobilizar um grande número de estudantes, que encontraram nesta iniciativa do Instituto Renault a oportunidade ideal de empreender e desenvolver soluções para a mobilidade urbana”, afirma Caique Ferreira, vice-presidente do Instituto Renault e diretor de Comunicação da fabricante.

O desafio

O Renault Experience 2.0 é fruto de uma parceria do Instituto Renault com a Hotmilk, uma das maiores aceleradoras de startups do Paraná. O programa conta com parceiros estratégicos como o Banco Renault, Michelin e o apoio institucional do Sebrae, Senai, Agência Help e da Renault-Nissan Consulting.

O Renault Experience 2.0 é totalmente conduzido por meio de uma plataforma on-line. O programa foi construído de forma a ajudar as equipes participantes a gerar ideias e desenvolver seus projetos com o tema Mobilidade e Conectividade. Além disso, no decorrer do processo, os estudantes contam com mentoria e acompanhamento de profissionais experientes, executivos da Renault e dos parceiros.

Fases do Renault Experience 2.0

> Ideathon – Na primeira etapa, as equipes receberam diversos conteúdos inspiradores para gerar insights e formular ideias, que foram prototipadas e testadas.
> Business Lab – Nesta fase, o serviço ou produto criado é transformado em um modelo de negócio até ganhar a forma de uma startup.
> Aceleradora Renault – Na reta final, três equipes serão instaladas na Aceleradora Renault, em Curitiba, com tudo pago, onde passarão por uma preparação intensiva de três semanas para fazer a empresa decolar.


Instituto Renault

Criado há seis anos, o Instituto Renault tem como objetivo promover ações voltadas à sustentabilidade socioambiental, atuando em três eixos: Capital Humano, voltado ao Desenvolvimento Social, à Educação e à Diversidade; Meio Ambiente, promovendo a sustentabilidade ambiental; e Educação para Segurança no Trânsito. Cerca de 400 mil pessoas já foram impactadas pelas ações do Instituto Renault. Mais informações em www.institutorenault.com.br.

Banco Renault

O Banco RCI Brasil é detentor do direito de uso da marca Banco Renault, fundado há 16 anos no Brasil, é o braço financeiro da Renault no Brasil e está presente através de sua matriz RCI Bank and Service em 36 países. Atualmente encontra-se na liderança absoluta entre todos os bancos que financiam os veículos Renault 0 km no Brasil. Prova irrefutável da confiança do público na instituição. O principal papel do grupo é atuar junto à rede de concessionárias Renault, oferecendo aos clientes produtos financeiros, serviços e seguros competitivos e atrativos que se adaptem aos perfis mais exigentes.

Renault do Brasil
Caique Ferreira - Diretor de Comunicação
caique.ferreira@renault.com
Glenda Pereira 
glenda.pereira@renault.com
Leonardo Werner 
leonardo.m.silva@renault.com
Marcelo Cosentino 
marcelo.cosentino@renault.com
Karla Mirela Brook
karla.ribeiro@renault.com
Patrick Barone
patrick.barone@renault.com

COFIP ABC TEM NOVA PRESIDÊNCIA PARA GESTÃO 2017/2018.

O Comitê de Fomento Industrial do Polo do Grande ABC - COFIP ABC - conta a partir de 1º de dezembro com novo Conselho Diretor para a gestão 2017-2018. Claudemir Peres, gerente do Complexo Industrial da Oxiteno, em Mauá, assume a presidência do Comitê, no lugar de Antonio Emilio Simões Meireles, diretor industrial da Braskem. A nova diretoria é composta também pelos diretores Carlos Roberto Barbeiro Lima, gerente regional de Saúde, Segurança e Meio Ambiente para América do Sul da Cabot, e Alberto Amano, gerente de Produção da Unidade de Insumos Básicos – UNIB 3 da Braskem.

Claudemir Peres, 48, nascido em São Caetano, é químico industrial com MBA em Gestão pelo Instituto de Ensino e Pesquisa de São Paulo (INSPER-SP) e especializado em Qualidade e Produtividade pela Fundação Carlos Alberto Vanzolini – Universidade de São Paulo (FCAV-USP). 

O executivo possui 30 anos de experiência no setor petroquímico, com atuação nas áreas de Saúde, Segurança, Meio Ambiente, Qualidade e Responsabilidade Social, Pesquisa & Desenvolvimento e Inovação.

O novo Conselho Diretor contará, ainda, como conselheiros fiscais Luiz Cláudio Raimundo, diretor industrial da Vitopel; Oscar de Abreu, gerente de Fábrica da Bandeirante Química; e André Maynart, diretor de Negócio Serviços e Investimentos da quantiQ; além de Laudemir Silva, superintendente da Chevron ORONITE, como conselheiro fiscal suplente.

Planos da gestão


A nova diretoria tem como meta implementar o planejamento estratégico do COFIP ABC desenvolvido pela gestão anterior. “Como resultado, teremos maior relação com os stakeholders e uma gestão mais próxima em busca de sinergias entre as empresas associadas. O que queremos é criar um polo de referência em gestão industrial com foco em segurança, saúde e meio ambiente”, afirma o executivo.

O planejamento estratégico é composto por seis iniciativas: estruturar um modelo de governança para a entidade; tornar o COFIP ABC atrativo e sustentável; refinar continuamente o nível de segurança, saúde, meio ambiente e confiabilidade das operações das empresas associadas; desenvolver sinergias entre os públicos geradores de valor; estabelecer um relacionamento transparente e confiável com moradores do entorno do Polo; e assegurar representatividade junto aos públicos de interesse da instituição.

Com as seis iniciativas estratégicas, a expectativa de Claudemir Peres é identificar soluções e oportunidades que garantam a sustentabilidade das empresas e o desenvolvimento da região. “Nós temos um desafio que está posto pela atual condição político-econômica. Precisamos pensar de maneira diferente para superar este momento. Esse é o nosso papel”, afirma.

Primeiro no Brasil, o Polo Petroquímico do Grande ABC é formado por diversas empresas que atuam na extensa cadeia produtiva do setor, incluindo desde refinaria de petróleo até engarrafadoras de gás. Por ser uma indústria de base, a petroquímica é considerada a primeira geração da indústria química e elo inicial de diversos segmentos de mercado, como plástico, borracha, tintas e vernizes, higiene e limpeza, entre outros. Dentro desta cadeia, o Polo Petroquímico tem grande influência no desenvolvimento econômico e social da região, com geração de aproximadamente 10 mil empregos diretos e indiretos, além de proporcionar um VAF (Valor Adicionado Fiscal) superior a R$ 2 bilhões por ano aos municípios da região, segundo estudo realizado, em 2014, pela consultoria especializada MaxiQuim.

O COFIP ABC – Comitê de Fomento Industrial do Polo do Grande ABC – é uma entidade criada em 2015 com o propósito de gerar sinergia entre as indústrias, o poder público e a comunidade, em prol do desenvolvimento sustentável da região do Grande ABC/SP. A instituição representa suas associadas em áreas específicas, ao promover ações positivas e identificar oportunidades por meio de grupos técnicos. Atualmente o Comitê possui 10 empresas associadas: Air Liquide, AkzoNobel, Aquapolo, Bandeirante Química, Braskem, Cabot, Chevron Oronite, Oxiteno, quantiQ e Vitopel, e o Plano de Auxílio Mútuo – PAM Capuava –  é um departamento da instituição. Acesse www.cofipabc.com.br. 

Companhia de Imprensa
Maria do Socorro Diogo
msdiogo@companhiadeimprensa.com.br
Sara Saar 
sara@companhiadeimprensa.com.br
(11) 4435-0000 

ORQUESTRA DA UFSCAR BUSCA NOVOS AMIGOS.

GRUPO ESTÁ COM MAIS UMA OPÇÃO PARA RECEBER CONTRIBUIÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DE NOVOS PROJETOS.


A Orquestra Experimental da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), que completa 25 anos em 2016, está com mais uma opção para receber a contribuição dos Amigos da Orquestra, ação que visa arrecadar recursos para a realização de novos projetos. “Somos uma orquestra comunitária e necessitamos de apoio externo para realizar as atividades e aprimorar nossas habilidades”, destaca a regente Carol Joly. 

Por meio de uma parceria com a Fundação de Apoio Institucional para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FAI) da UFSCar, a Orquestra lançou uma nova versão do Amigos da Orquestra que permite duas formas de contribuição: cotas definidas e cotas livres. As cotas definidas foram classificadas em três categorias: Amigos de Fé, para doações de R$ 50, R$ 100 ou R$ 200; Amigos do Peito, com valores de R$ 100 ou R$ 500; Amigos para Sempre, cota única de R$ 1,5 mil, que dá direito, entre outros mimos, de escolher uma música a partir de uma lista para ser executa pela orquestra. 

A Orquestra Experimental da UFSCar é formada por cem músicos. O objetivo de angariar recursos é manter e aumentar as atividades. “O custo de uma viagem da Orquestra é alto, sem contar a manutenção dos instrumentos, a compra de novos arranjos, dentre outras necessidades”, destaca Carol Joly. 

O grupo musical, fundado em 1991, está inserido no programa de Educação Musical do Departamento de Artes e Comunicação (DAC) da UFSCar. Sua atuação é na formação de novos músicos, mas também na formação do público em geral. Ao longo destes anos, o trabalho da Orquestra foi reconhecido e elogiado por inúmeros artistas do cenário cultural brasileiro. 

Para contribuir com uma cota livre, e qualquer ajuda é bem-vinda, basta entrar com contato pelo por meio do site www.orquestraufscar.com.brAcompanhe a Orquestra pelo Facebook: www.facebook.com/orquestraexperimentalUFSCar.

Universidade Federal de São Carlos 
Eduardo Sotto Mayor
eduardo.mayor@fai.ufscar.br 
+55 16 3351-9074 Ramal: 9075
Coordenadoria de Comunicação Social
ccs@comunicacao.ufscar.br 
+55 16 3351-8119. 

ALTA RODA.
Por Fernando Calmon*

EMPURRÃO ELÉTRICO

Quatro grandes nomes da indústria automobilística mundial acabam de anunciar um acordo sobre a criação de uma rede própria de abastecimento de carros elétricos, em estradas e autoestradas europeias. Audi, BMW, Daimler (Mercedes-Benz), Ford e Porsche decidiram adotar a tecnologia CCS (Sistema de Carregamento Combinado, na sigla em inglês) de alta potência: até 350 kW. O acordo envolve todas as marcas dos grupos e é uma plataforma aberta para adesão de qualquer outro fabricante.

Empurrão importante, pois até pouco tempo não havia uniformidade nem no tipo de tomada padronizada de encaixe no veículo. Por outro lado, a iniciativa prevista para 2017 demonstra a indústria ter deixado a inércia para trás e decidido não esperar governos ou empresas de eletricidade para investir na infraestrutura. Mas convém certa cautela ao analisar a decisão, longe de resolver outros empecilhos.

Primeiro: apenas 400 pontos serão inaugurados em 2017 e até 2020 a rede será ampliada. Na Europa, para comparar, há cerca de 180.000 postos convencionais de abastecimento em ruas e estradas. Segundo: a recarga elétrica será ultrarrápida, mas não se anunciou qual o tempo gasto. Em três minutos ou menos é possível restabelecer 100% da autonomia de um veículo comum. Espera-se algo entre 10 e 15 minutos para 80% da autonomia nominal (os 20% restantes levariam um tempo 10 ou mais vezes maior).

Terceiro pormenor, ainda por esclarecer, é se as recargas desse tipo diminuirão bastante a vida útil das baterias. Há novas unidades de íons de lítio em desenvolvimento, até com autonomia ampliada. Porém, pelo que se sabe no momento, abastecimento ultrarrápido (semanal, por exemplo) doerá muito no bolso do proprietário em médio prazo.

Por coincidência, a SAE organizou semana passada, em São Paulo, o VI Simpósio de Veículos Elétricos e Híbridos. Foram 17 palestras, nem todas pintando cenários róseos à frente. Entre os problemas, a grande desvalorização dos atuais carros elétricos no mercado de usados justamente por não se saber qual é a verdadeira durabilidade da bateria de íons de lítio (com 80% de sua vida útil não gera mais potência para mover o veículo). Sem falar na reciclagem, responsabilidade do fabricante do carro. Tesla, por exemplo, suspendeu o abastecimento gratuito de seus modelos nos EUA.

Estudo abrangente sobre o futuro desse mercado no mundo foi apresentado por Jomar Napoleão, da consultoria internacional LMC, representada aqui pela Carcon. A demanda por automóveis híbridos recarregáveis em tomadas, ainda com motores a combustão, crescerá rapidamente até pelo menos 2026. Modelos elétricos exclusivos com baterias não terão como deslanchar antes de 2022.

Somando-se os dois segmentos, a previsão é de que dentro de 10 anos a eletrificação combinada ou isolada possa alcançar 26 milhões de unidades vendidas em um ano, ou 25% da comercialização mundial. A China estará à frente com 10 milhões de veículos, seguida pela Europa (7,8 milhões) e EUA (3,4 milhões). Em torno de 5 milhões estarão espalhadas pelo mundo com predominância bastante acentuada do Japão.

Para o Brasil, em especial, a consultoria não fez previsões. Tudo que depender de subsídio ou estímulo ao consumidor não aparece no radar.

RODA VIVA

SALÃO do Automóvel de São Paulo, encerrado no último dia 20, não chegou a bater recorde de público. Apesar de instalações bem superiores ao anterior Parque Anhembi, atraiu 715.477 visitantes (ante os cerca de 750.000 da edição anterior). Possível reflexo da situação econômica, mas foi o Salão mais conectado do mundo com 759 mil fãs no Facebook.

NOVO motor Firefly de 3 cilindros/1 litro/77 cv (etanol) estreia agora no Mobi. A Fiat o colocou no meio da gama de seu subcompacto com preços entre R$ 39.870 e R$ 49.020. Também estreou o aplicativo que transforma o smartfone em central multimídia, porém caro demais. Motor se destaca antes de tudo pela suavidade. Baixo peso do modelo também ajuda.

HONDA atendeu a apelos e oferece câmbio manual no novo Civic Sport. Motor de 2 litros e câmbio de seis marchas traz saudades (engates e curso de alavanca ótimos), mas nível de vendas será muito baixo. No outro extremo, o Touring com o turbo de 1,5 litro (só gasolina) tem desempenho melhor, mas apenas na posição “S” do câmbio CVT anima o motorista.

PICAPE Amarok 2017 recebeu interior novo (inclui sistema de infotenimento mais moderno), além de mudanças na grade e para-choque dianteiro. Todas as versões receberam sistema de frenagem automática pós-colisão que deveria ser recurso universal de segurança. Motor V-6 diesel ficou para 2017. Preços: de R$ 113.990 (cabine simples) a R$ 177.990 (cabine dupla).

EXPLICAÇÃO: na coluna anterior, sobre 60 anos do primeiro carro nacional convencional (perua DKW-Vemag), o decreto que criou o Geia é de 16 de junho de 1956. Mas, a indústria foi pautada pelo decreto de 26 de fevereiro de 1957, mais completo e específico, exigindo mínimo de quatro passageiros (incluído o motorista). Havia total lógica nessa decisão. 






* Fernando Calmon - fernando@calmon.jor.br - é jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna Alta Roda começou em 1999. É publicada no Coisas de Agora, WebMotors, na Gazeta Mercantil e também em uma rede nacional de 52 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente para a América do Sul do site Just-auto (Inglaterra). Siga: www.twitter.com/fernandocalmon.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

VOLKSWAGEN CAMINHÕES E ÔNIBUS TERÁ O MAIOR CICLO DE INVESTIMENTOS DA SUA HISTÓRIA.

A LINHA DE CAMINHÕES E ÔNIBUS VOLKSWAGEN, DESENVOLVIDA NO BRASIL E DISTRIBUÍDA A MAIS DE 30 PAÍSES DA AMÉRICA LATINA, ÁFRICA E ORIENTE MÉDIO, TERÁ UM NOVO CICLO DE INVESTIMENTOS NO VALOR DE R$ 1,5 BILHÃO, O MAIOR EM SUA HISTÓRIA. 


Além de novos produtos direcionados a países emergentes, inovações de digitalização e conectividade serão oferecidas aos clientes da marca. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (1) a autoridades do Governo Federal em Brasília (DF) por Andreas Renschler, CEO da holding Volkswagen Truck & Bus, e por Roberto Cortes, presidente da MAN Latin America. 

O encontro contou com a presença do presidente Michel Temer, do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão e do ministro do Desenvolvimento Indústria e Comércio, Marcos Pereira.

Os recursos serão investidos na constante renovação de sua linha de produtos, na busca de novos nichos de mercado, na atualização das linhas de montagem em sua fábrica de Resende (RJ), em inovações e ampliações nos serviços de digitalização e conectividade e na expansão da marca VWCO no mercado internacional. Será o quinto ciclo consecutivo de investimentos no país e também o de maior valor. Os recursos virão prioritariamente dos resultados da própria operação, que confia na recuperação dos mercados latino-americanos.

“Mais uma vez, acreditamos na força da economia brasileira e na importância dos mercados emergentes em nossa estratégia de nos tornarmos líderes globais em caminhões e ônibus. Por isso ontem estive na fábrica de Resende conversando com nossos colaboradores, e hoje me juntei a Roberto Cortes numa visita a autoridades brasileiras na capital do país”, diz Andreas Renschler, em sua terceira visita ao Brasil como CEO da Volkswagen Truck & Bus.

“Nosso quinto anúncio consecutivo de investimentos coincide com duas importantes comemorações: os 35 anos da marca Volkswagen Caminhões e Ônibus e os 20 anos da fábrica de Resende, onde mantemos o inovador processo produtivo do Consórcio Modular com sete empresas parceiras. Só foi possível confirmar mais esse ciclo virtuoso graças às medidas de economia tomadas em conjunto com nossos colaboradores, sindicato, fornecedores e concessionários. Assim podemos enfrentar a crise e trabalhar pela recuperação do mercado", afirma Roberto Cortes.

TRINTA E CINCO ANOS DE GRANDE SUCESSO


Da chegada dos primeiros modelos de caminhões VW 11.130 e VW 13.130 ao anúncio de seu quinto ciclo de investimentos, a MAN Latin America soma 35 anos de uma história com grande sucesso. Ao longo desse tempo, mais de 870 mil caminhões e ônibus foram produzidos nas fábricas de São Bernardo do Campo (SP), São Paulo (SP) e Resende (RJ). E a linha de produção de motores MAN D08 instalada na MWM em São Paulo se aproxima das 100 mil unidades.

A linha de produtos mais longeva e com maior volume é a dos caminhões Worker, com quase 430 mil unidades desde suas primeiras versões. Os produtos Constellation, lançados em 2006, já ultrapassam 200 mil veículos. A família de ônibus Volksbus acumula 137 mil chassis, e os caminhões leves Delivery se aproximam das 100 mil unidades.

O mais recente lançamento de uma linha completa de produtos da MAN Latin America ocorreu em 2012, com a apresentação da linha de cavalos mecânicos MAN TGX: mais de 4 mil cavalos mecânicos da marca bávara já passaram pela linha de montagem de Resende. Ao todo, mais de 50 diferentes produtos Volkswagen e MAN estão disponíveis a frotistas e transportadores autônomos.

Além da fábrica de Resende, desde 2004 a montadora mantém uma linha de montagem no México, atualmente sediada na cidade de Querétaro e responsável pela produção dos caminhões e ônibus das marcas Volkswagen e MAN. Na África do Sul, um acordo comercial permite que a MAN Truck & Bus monte em sistema SKD os caminhões e ônibus Volkswagen com direção do lado direito – a marca está naquele país desde 2005, tendo iniciado operações em parceria com a Volkswagen Group South Africa.

DUAS DÉCADAS DO CONSÓRCIO MODULAR


A fábrica de Resende está celebrando duas décadas de sucesso, com mais de 730 mil veículos ali produzidos. Em sua inauguração, a fábrica estreou o inovador conceito de Consórcio Modular, sistema em que sete fornecedores dividem com a MAN Latin America a responsabilidade pela montagem tanto de caminhões quanto de chassis de ônibus. A empresa foi também a primeira da indústria automotiva a apostar e a atrair tecnologia de ponta para o Sul Fluminense, inaugurando o polo automotivo onde cinco grandes montadoras e dezenas de fornecedores já estão instalados.

“O grande desafio inicial foi fazer com que os parceiros acreditassem numa ideia revolucionária, que requeria uma participação ativa, investimentos e dedicação para a construção de um novo modelo de negócio e produção. Desde o início da nossa história, desenvolvemos produtos sob medida para atender a novos segmentos e nichos de mercado. Acompanhamos continuamente as necessidades dos nossos clientes, e o Consórcio Modular traz maior flexibilidade e eficiência a esse atendimento”, comenta Roberto Cortes.

Um novo caminhão ou chassi de ônibus pode sair pronto da linha de montagem a cada três minutos, após percorrer o percurso de produção. Esse ritmo é ditado pela demanda de mercado, ordem de pedidos dos clientes e escalonamento de veículos de alta e média complexidade feitos em uma mesma linha.


A empresa parceira Maxion entrega o chassi já numerado e com todos os seus subconjuntos prontos. A Meritor é responsável pela montagem do conjunto de suspensões e eixos, seguida pela Remon, que cuida das rodas e pneus. A Powertrain, joint-venture formada pela Cummins e pela MWM International, fornece motores, e monta conjuntos de transmissão e embreagem.

A Aethra fornece os estampados e monta as cabines, fazendo todo o processo de solda e acabamento em chapa. A Carese realiza os trabalhos de preparação de superfície e pintura. E finalmente a Continental instala seus componentes eletrônicos, revestimento interno e externo da cabine.

O foco da MAN Latin America é na satisfação do cliente final. Além do desenvolvimento de produtos com sua Engenharia também localizada em Resende, a empresa cuida dos testes de qualidade que contemplam segurança, a conformidade com os padrões da marca e acabamento. Uma rede de concessionários e importadores com 342 pontos espalhados por dois continentes faz a distribuição mundial de seus produtos.

Ciclos de investimento da MAN Latin America

1994-1999: construção da fábrica de Resende, lançamento de novos produtos
2000-2005: desenvolvimento dos caminhões Delivery e Constellation
2006-2011: lançamento dos caminhões MAN e tecnologia de emissões Euro 5
2012-2016: desenvolvimento de novos produtos, investimentos em manufatura
2017-2021: novos produtos e serviços, expansão internacional da marca VWCO

A empresa em números

35 anos de operações mundiais
20 anos da planta de Resende
13 anos consecutivos de liderança no mercado brasileiro de caminhões
12 anos de operações no México
11 anos de operações e sinergias na África do Sul

Resende em números

1 milhão de metros quadrados de área total
148 mil metros quadrados de área construída
100 mil metros quadrados no parque de fornecedores
50 mil metros quadrados no centro logístico  
 
Comunicação MAN Latin America
comunicacao@volkswagen.com.br
(11) 5582-5335 / (24) 3381-1063