quarta-feira, 24 de agosto de 2016

VW CONSTELLATION 26.280 CONSTRUCTOR É DESTAQUE NA CONCRETE SHOW.

O VW Constellation 26.280 6x4 Constructor Betoneira é um dos destaques da Concrete Show South America, evento realizado no Centro de Exposições São Paulo Expo.

Os caminhões poderão ser conferidos de perto pelos visitantes da mostra, que vai até sexta-feira. A versão automática estará no estande da Allison Transmission, fornecedora da transmissão, e da SITI. O modelo também está presente no estande da Liebherr Brasil, que conta ainda com um VW Worker 15.190 equipado com auto bomba THP 70-DC em exposição.

Disponível para comercialização, o caminhão automático foi desenvolvido nas versões 6x4 e 8x4 especialmente para a linha de vocacionais da MAN Latin America para atuar no transporte de concreto em centros urbanos e rodovias, com objetivo de aliar robustez, eficiência e mais conforto ao motorista.

Equipados com transmissão totalmente automática Allison da Série 3000™, os veículos contam com eficiente conversor de torque, que transmite toda a força do motor à transmissão, cardã e rodas, garantindo rápidas retomadas de velocidade e alto torque.

Outro destaque é o consagrado motor MAN D08, que utiliza o sistema de pós-tratamento de emissões EGR, dispensando o uso de Arla 32. O propulsor equipa também a versão do modelo com transmissão manual, que está presente na mostra, nos estandes da Abesc (Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Concretagem), equipado com betoneira Zoomlion, e da Schwing.

No estande da Convicta Indústria e Comércio, outro modelo VW está em exibição: o VW 31.280 8x4, equipado com transmissão mecânica e implementado com betoneira de 10 m³.

Sob medida

A Linha Constructor representa a mais robusta do portfólio de caminhões vocacionais da MAN Latin America. Combina alta tecnologia, desempenho elevado e atendimento às mais pesadas exigências operacionais.

Ela é formada pelo modelo Constellation 26.280 6x4 e também na versão 8x4, equipado com o novo motor MAN D08 de 7 litros, 6 cilindros e potência de 280 cavalos, desenvolvido exclusivamente para as aplicações em veículos comerciais, com turbo de duplo estágio, sistema de injeção Common Rail e tecnologia EGR, não necessitando da adição do Arla 32, portanto sem o tanque adicional.

Comunicação MAN Latin America
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CASE E IVECO EXPÕEM NA CONCRETE SHOW 2016.

Em parceria com a Associação Brasileira de Empresas de Serviço de Concretagem (ABESC), a Case Construction Equipment e a Iveco, marcas da CNH Industrial, participam da Concrete Show South America 2016, um dos maiores eventos do setor da construção, que acontece até 26 de agosto em São Paulo.

A pá-carregadeira CASE 621D e o caminhão Iveco Tector Construcção 260E30 estão expostos no estande da entidade, que também é uma das patrocinadoras da feira.

O gerente Nacional de Vendas da CASE, Reinaldo Remião, informa que os concreteiros são um dos principais segmentos usuários das pás-carregadeiras da marca, com frota própria ou locação. “Essa preferência começou há décadas, com o uso da W20, o modelo mais antigo de pá-carregadeira da marca. Hoje, o segmento tem optado também pela 621D, modelo com mais tecnologia embarcada”, revela.

Remião explica que a operação da pá-carregadeira em uma usina de concreto é de extrema importância, fazendo a movimentação de materiais para alimentação das usinas com agregados, como brita, areia natural e calcário, além do carregamento de caminhões.

Segundo ele, a produtividade nessa aplicação está muito ligada a boas práticas operacionais e a configuração correta do equipamento. São imprescindíveis pneus adequados ao terreno, caçamba própria para penetrar rapidamente na pilha de agregados, e a máquina, preferencialmente, deve ser equipada com Ride Control, um sistema de amortecimento do braço que evita a perda de material durante o transporte, aumentando a quantidade de material carregado por ciclo.

Para Jesiel Tasso, gerente de Marketing da Iveco, o Tector Construção é um veículo que está pronto para qualquer demanda no setor da construção civil. "Esse é um mercado muito forte e estamos atentos às necessidades dos empresários desse segmento", completa o executivo.

Segundo o presidente da ABESC, Jairo Abud, “as duas marcas são importantes fornecedoras de equipamentos para as empresas concreteiras. As pás-carregadeiras CASE estão entre as mais utilizadas no segmento há muito tempo, começando pelo modelo W20. O caminhão Iveco deve alcançar o mesmo patamar”.

Pás-carregadeiras

Pá 621D

A CASE possui uma ampla linha de pás carregadeiras, com seis modelos (W20E, 621D, 721E, 821E, 921F e 1021F), que vão de 10 toneladas a 24 toneladas de peso operacional.

Os modelos 621D, de médio porte, com 137 hp de potência e 12 toneladas de peso operacional, e a W20E, com 152 hp de potência e 10 toneladas de peso operacional são os mais indicados no segmento do concreto, pelas dimensões, configuração e o baixo consumo de combustível.

A 621D possui características que a tornam ideais para o trabalho nas usinas de concreto, como caçamba de 2,1 m³ com lâmina reta aparafusada; pneus 20,5 x 25 L3, eixos dianteiro e traseiro com sistema antipatinagem (limited slip); joystick com reversão de sentido, e Cooling Box com hélice reversível, que reduz o tempo de parada da máquina para limpeza dos radiadores.

A máquina é equipada ainda com transmissão Powershift com comando manual ou automático, que aumenta o conforto ergonômico e a produtividade, pois reduz o cansaço do operador, cabine confortável com visibilidade 360° e todos os itens de manutenção ao nível do solo para reduzir o tempo de manutenção.

Possui também função Declutch, que deve estar acionada todo o tempo, para evitar choque contra a balança e fornecer mais potência para o sistema hidráulico durante o carregamento, elevação e descarga do material, alcançando um menor tempo de ciclo.

Vocacionais


A linha Iveco Tector 2017 passa a contar com uma série de versões especiais, voltadas para atuações específicas de mercado, que representam uma fatia de 29% de participação no segmento de semipesados. Os veículos estão em testes com clientes.

A versão 260E30 é a base para o Tector Construção. O veículo é voltado para um dos setores com maior potencial de crescimento do Brasil, uma vez que o país tem necessidades de obras de infraestrutura, de hospitais, escolas, entre outras. As severas condições impostas a esse segmento exigem um caminhão mais robusto, por isso o modelo recebeu escapamento vertical; tomada de força (REPTO); pneus de uso misto; chicote elétrico específico para aplicação; reservatório de ar adicional para pressurização da água da betoneira; elemento de segurança para o filtro de ar; espelhos extras para o auxílio em manobras, proteção do radiador, suspensão reforçada e a versão 8x4, que oferece maior capacidade, seis toneladas, e melhor distribuição da carga.

Caso o Tector Construção tenha a necessidade de uma caçamba basculante, ele recebe tomada de força com acionamento no painel; iluminação na traseira com sinal sonoro de ré, suspensão recalibrada adequada para a operação e protetor de cárter.

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MARCOPOLO ENTREGA 24 UNIDADES DO ÔNIBUS TORINO PARA OPERADORAS DO RIO DE JANEIRO.


As operadoras de transporte urbano da cidade de São Gonçalo, no Estado de Rio de Janeiro, Icaraí Auto Transporte e Viação Mauá, adquiriram 24 ônibus Marcopolo Torino. Os veículos serão incorporados às frotas das empresas e serão utilizados na capital fluminense e na cidade de São Gonçalo e região.

Segundo Paulo Corso, diretor de operações comerciais e marketing da Marcopolo, o grupo é um parceiro tradicional. “A Icaraí Auto Transporte e Viação Mauá mantêm um contínuo programa de renovação de frota. Serão 12 unidades para cada operadora, com inovações tecnológicas para ampliar o conforto dos passageiros As duas empresas têm mais de 60 anos prestando bons serviços de transporte público de passageiros para a população do Rio de Janeiro,”, explica o executivo.

O Torino foi concebido para oferecer conforto e segurança para os passageiros, menores custos operacional e de manutenção para o operador, além de mais ergonomia e praticidade para motorista e cobrador. O modelo desenvolvido para a Viação Mauá possui suspensão a ar, três portas de acesso e comprimento total de 12.700 mm. Os veículos da Icaraí Auto Transporte têm 11.325 mm de comprimento total e duas portas de acesso.

Desenvolvido para oferecer mais conforto para os passageiros, o Torino apresenta visual moderno e tecnologia aplicada a favor da funcionalidade, com sistema multiplex redesenhado, painel de instrumentos com tela colorida de LCD de 3,5 polegadas e sistema de ar-condicionado. O modelo também conta com novos conjuntos ópticos traseiro e frontal que incluem luz diurna, que agrega mais segurança no trânsito urbano, poltronas do tipo Urbana Estofada com encosto alto e 860 mm de largura, câmeras de monitoramento, GPS e itinerários eletrônicos.   

Foto: Douglas de Souza Melo

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VOLKSWAGEN: LINHA AMAROK É DESTAQUE DA NA 39ª EXPOINTER.

A Volkswagen vai exibir toda a tecnologia e inovação de suas picapes Amarok e Nova Saveiro na 39ª edição da Expointer, exposição reconhecida como um dos maiores eventos do mundo no gênero, que ocorrerá entre 27 de agosto e 04 de setembro de 2016 e reunirá as ultimas novidades da tecnologia agropecuária e agroindustrial. O evento ocorre no Parque de exposições Assis Brasil, em Esteio (RS).

No estande da Volkswagen, que ocupa uma área de cerca de 1.800 m2, estarão expostas a Amarok Highline Série Ultimate, a Amarok Highline e as demais versões da picape média. A Nova Saveiro Cross e a Nova Saveiro Robust também terão destaque. A Volkswagen também tem um espaço para demonstrar os principais atributos da Amarok, com uma pista off road.

Além das máquinas agrícolas mais modernas da atualidade, o evento contará com a exposição das raças de maior destaque criadas no Rio Grande do Sul. Na edição realizada no ano passado, a Expointer recebeu mais de 500 mil visitantes e, em volume de negócios, totalizou mais de R$ 1,7 bilhão.

Tecnologia e segurança de topo


Topo de linha e com conteúdo inédito, a Amarok Highline Série Ultimate é completa de série: traz faróis bixênonio com luz de condução diurna em LED, novo santantônio de aço inoxidável e novo estribo plano de alumínio. Os vidros das portas traseiras e o vigia são escurecidos, assim como as lanternas.

Complementam o visual externo do modelo as rodas de liga leve aro 19” estilo “Cantera”, pneus 255/55 R19, a capa dos retrovisores na cor Prata Sargas com detalhe inferior cromado, o spoiler inferior dianteiro na cor chrome effect e a faixa lateral com a inscrição  "Ultimate”.

Internamente, a picape conta com acabamento nobre, começando pelo revestimento parcial dos bancos em couro Alcantara. Sistema de som com navegação embutido no painel, bancos dianteiros com ajuste de altura, apoio lombar, aquecimento e airbags laterais estão entre os itens de conforto e de segurança. Há, ainda, pedaleiras de alumínio e tapetes com a inscrição “Ultimate”.

Disponível exclusivamente com a carroceria de cabine dupla e transmissão automática de oito marchas, a Amarok Highline Série Ultimate traz um refinado e tecnológico conjunto mecânico: motor TDI de 2 litros, 4 cilindros e 16 válvulas, com 180 cv, dotado de sistema de injeção direta common-rail e alimentado por dois turbocompressores, com torque máximo de 42,8 kgfm a 1.750 rpm.

Assim como a versão Highline, a série especial traz de fábrica como item exclusivo na categoria o ABS “off road”, que otimiza a ação do ABS em solo solto (por exemplo, pedriscos e areia) e em velocidades de até 130 km/h, proporcionando uma maior eficiência de frenagem.

Tração integral 4MOTION, sensores crepuscular e de chuva, sistemas ISOFIX para fixação de cadeiras para criança no banco traseiro, de auxílio ao motorista como o BAS (Sistema de Assistência à Frenagem), ASR (Controle de Tração) e EDS (Bloqueio Eletrônico do Diferencial) são equipamentos de série da picape Volkswagen. 

Juntamente com o Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC), a Amarok Highline Série Ultimate dispõe para o motorista os sistemas HDC (Hill Descent Control ou Controle Automático de Descida) e HSA (Hill Start Assist ou Assistente para Partida em Subida).

Nova Saveiro: mais moderna, robusta e com tecnologias inéditas


A Nova Saveiro traz estilo mais moderno, robusto, refinado e com identidade própria. Faróis têm linhas mais lapidadas e sextavadas. A traseira é totalmente nova, com lanternas tridimensionais e nova identidade visual noturna.

A picape incorpora a evolução do DNA mundial de design da Volkswagen, com elementos que valorizam as novas linhas e as proporções do carro. Novas cores e rodas exclusivas também são destaque.

A Nova Saveiro conta com um painel completamente novo e muito mais moderno e inova com o sistema de infotainment inédito no segmento de picapes no mercado brasileiro. Ela traz a tecnologia global da Volkswagen, o sistema App-Connect, para espelhamento de smartphone na tela sensível ao toque (touchscreen) com as plataformas MirrorLink, Apple CarPlay e Google Android Auto.

A linha 2017 conta ainda com a nova versão Robust e é oferecida em sete configurações, com opções de cabine simples, estendida e dupla; versões estão mais equipadas, realçando a excelente relação custo-benefício do modelo.

A Nova Saveiro Cross é equipada com o motor 1.6 de 120 cv, da família EA211, um dos mais modernos fabricados pela Volkswagen no País, que oferece excelente performance no segmento. As versões Robust, Trendline e Highline são equipadas com o motor 1.6 Total Flex, de 104 cv (etanol).

A Nova Saveiro Cross é a primeira de sua categoria com controles eletrônicos de estabilidade (ESC) e de tração (ASR), freios ABS com função off-road e controle de partida em rampa (hill hold), que proporciona mais prazer ao dirigir; freio a disco nas quatro rodas é uma exclusividade no segmento e garante muito mais precisão e segurança na frenagem.

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ZF NA FÓRMULA E.

A ZF Friedrichshafen AG firmou parceria tecnológica de longo prazo com a Equipe Venturi de Fórmula E para competir na categoria de corridas com carros elétricos, a Fórmula E da FIA. 


A partir do início da temporada 2016/17, a ZF apoiará a Venturi com tecnologia e componentes de sistema de suspensão, simulação e teste, além de outras contribuições de tecnologia. O principal objetivo da parceria é o projeto e desenvolvimento de um driveline completamente novo que engloba motor elétrico, inversor e transmissão, moldados dentro de um dos desafios que é o regulamento técnico da 5a Temporada da Fórmula E, em que as Diretrizes Técnicas da FIA exigem o uso de apenas um carro por piloto.

Durante a 3ª Temporada, prevista para início em outubro, a Venturi irá correr com amortecedores de alto desempenho especialmente desenvolvidos pela ZF Race Engineering. As empresas elaboraram um plano objetivo em outras áreas tecnológicas de desenvolvimento, a fim de gerar um valor adicional para a parceria.

A Venturi está apostando nas competências reconhecidas da ZF no desenvolvimento de um novo driveline totalmente elétrico, bem como no extenso know-how e tecnologia da ZF Race Engineering para colocar sua equipe na frente do campeonato da Fórmula E da FIA. Para a quarta temporada, ZF e Venturi irão redesenhar e aperfeiçoar ainda mais a transmissão atualmente aplicada nos carros de Fórmula E da Venturi. Ao mesmo tempo, já está em curso o desenvolvimento do novo driveline ZF, que incluirá um motor elétrico de última geração, incluindo eletrônica de potência, bem como uma nova transmissão. Essência do carro de corrida Venturi, esta nova transmissão será testada durante a quarta temporada do circuito de Fórmula E da FIA, e correrá a partir do início da quinta temporada no 4o semestre de 2018 com o objetivo claro de vencer provas e disputar o cobiçado título da Fórmula E da FIA.

"Estamos muito orgulhosos de ter a ZF como nossa parceira de tecnologia na preparação para disputar as honras da Formula E da FIA. A reputação da ZF como líder em tecnologia é reconhecida em todo o mundo. Vamos trabalhar juntos para criar soluções, produtos e processos inovadores, usando os grandes recursos e o pessoal qualificado para conquistar o lugar mais alto do pódio com a ZF ao nosso lado", comenta Gildo Pallanca Pastor, proprietário da equipe Venturi de Fórmula E.

Stefan Sommer, CEO da ZF Friedrichshafen AG, acrescenta: "A parceria tecnológica com a Venturi na Formula E da FIA nos impulsiona para novas tecnologias que, esperamos, também sejam úteis no uso diário nas ruas. A eletrificação é a chave para a mobilidade individual do futuro e, usando a emocionante plataforma da Fórmula E, nosso objetivo é contribuir de forma significativa para o sucesso da Venturi. Vencer nos permitirá comprovar nossas excepcionais competências como um parceiro de desenvolvimento e líder em tecnologia, e ganhar com a Venturi irá também reforçar nossas credenciais em automobilismo com carros de competição com driveline elétrico. O circuito de Fórmula E da FIA, com seu conceito voltado ao futuro e à sustentabilidade, oferece o cenário ideal para a ZF exibir seus talentos".

Com o estabelecimento de sua Divisão de E-Mobility no início de 2016, a ZF está reconhecendo a enorme importância de tecnologias futuras no setor de E-mobility. No âmbito de sua Divisão de E-mobility, a empresa está combinando todas as suas atividades de eletrificação de carros e veículos comerciais em suas instalações em Schweinfurt. Como subsidiária da ZF Friedrichshafen AG, a ZF Race Engineering GmbH desenvolve, produz e distribui amortecedores, embreagens, transmissões, bem como outros produtos ZF para diversas aplicações no popular segmento de esportes automobilísticos. Ela conta com cerca de 90 funcionários em suas instalações de Schweinfurt.

Venturi Automobiles é uma fabricante de veículos de baixo volume sediada em Mônaco, comprometida com uma abordagem totalmente elétrica desde sua aquisição por Gildo Pallanca Pastor, em 1999. A Venturi é a atual recordista de velocidade terrestre para um veículo com powertrain totalmente elétrico, e está estabelecida como pioneira global e recordista em diversas categorias deste tipo de tração. A Equipe Venturi de Fórmula E formou-se em dezembro de 2013 quando tornou-se um dos dez participantes fundadores a receber uma licença da FIA para competir na edição inaugural do circuito de automobilismo totalmente elétrico, a competição de Fórmula E da FIA.  

A Fórmula E da FIA é uma competição estabelecida pela própria FIA em 2014, em que os principais pilotos profissionais competem em uma categoria com carros de corrida equipados com powertrain totalmente elétrico. Os eventos são realizados em circuitos de rua temporários nas principais capitais do mundo. A terceira temporada começa em Outubro de 2016 e compreende um total de 12 etapas: Hong Kong, Marrakech, Buenos Aires, Cidade do México, Mônaco, Paris, Berlin, Bruxelas, Montreal, Nova York, e outras a serem anunciadas.

Visite: www.zf.com. 

MM Editorial 
Marta de Souza 
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MAHLE INVESTE EM BANCO DE PROVAS PARA DESENVOLVIMENTO DE MOTORES MODERNOS COM TECNOLOGIA DOWNSIZING.

Dinamômetro de última geração para a realização de validação e desenvolvimento de motores mais potentes, econômicos e menos poluentes chega às instalações do Centro Tecnológico MAHLE.


Em um momento de extrema reflexão para a indústria automobilística no que diz respeito ao desenvolvimento dos motores menores — notadamente os de três cilindros com turbocompressor e injeção direta de combustível que estão chegando ao nosso mercado —, e ao mesmo tempo em que se explora ao máximo o aumento da sua eficiência energética e a redução das emissões, o Centro Tecnológico MAHLE de Jundiaí, São Paulo, se equipa no sentido de estar alinhado com as exigências do momento tecnológico brasileiro.

Motores downsizing — com menor número de cilindros e menor capacidade cúbica, porém com potência semelhante aos de maior cilindrada — já bastante comuns em outros continentes começam se tornar usuais no Brasil e seu desenvolvimento exige equipamentos mais modernos e eficientes para sua perfeita validação.

Nos bancos de provas convencionais os testes de avaliação de desempenho são feitos de forma estacionária, ou seja, em regimes de rotação e carga constantes, e a variação dessas condições vai fornecendo um ciclo de dados sobre as situações mais críticas de funcionamento do motor. Esse tipo de avaliação, como não poderia deixar de ser, fornece análises pontuais, mas não reproduz sua utilização na vida real em situação de uso na cidade ou estrada, por exemplo.

O novo banco de provas permite reprodução de um ciclo real de utilização, qualquer que seja a sua aplicação. Em outras palavras, os dinamômetros convencionais analisam o motor ponto a ponto, e o novo banco de provas do Tech Center MAHLE é capaz de reproduzir qualquer uso que se desejar: cidade, estrada, um circuito misto etc., isto é, testando como o motor se comportará com o usuário final. Esse tipo de avaliação permite melhor acuracidade na detecção dos níveis do consumo de combustível e dos índices de emissões de poluentes, portanto, maior realidade nos números obtidos nos ensaios de validação dos novos motores.

Se nas provas dos bancos convencionais as medições de consumo de combustível eram feitas por meio de balanças gravimétricas — preenche-se um reservatório e depois de determinado tempo analisa-se o consumo médio daquela utilização em kg/h —, com o novo equipamento o consumo se dá em tempo real a cada situação de aplicação. Se em um banco convencional a margem de erro de avaliação é de mais ou menos 2%, no novo banco a margem de erro cai para mais ou menos 0,4%, permitindo avaliação de novas tecnologias.

Além das avaliações propriamente ditas, uma das grandes virtudes da chegada desse novo equipamento ao Tech Center a MAHLE é a possibilidade do desenvolvimento de componentes para motores seguindo a tendência tecnológica de downsinzing. A empresa poderá estar sempre um passo à frente das necessidades do mercado. Não menos importante que o desenvolvimento de novas tecnologias está o fato do centro tecnológico poder atender aos fabricantes que precisam entender minuciosamente o nível de eficiência energética dos motores que serão colocados em seus novos lançamentos.

"Esse novo banco de provas, devido ao seu alto grau tecnológico, permite avaliações dinâmicas em motores modernos sejam eles de alta performance ou de tecnologia downsinzing", diz Everton Lopes da Silva, Chefe da Engenharia Experimental de Avaliação de Motores e novos Componentes do Centro Tecnológico MAHLE. "Portanto, estamos preparados para as exigências dessa nova realidade de mercado", conclui Silva.

Sobre o Tech Center de Jundiaí

A unidade brasileira do Centro de Tecnologia da MAHLE, um dos dez existentes ao redor do mundo, é fruto de investimentos da ordem de R$ 100 milhões. O Tech Center de Jundiaí trabalha com o desenvolvimento de todos os produtos do portfólio global da MAHLE e é o responsável mundial pelas linhas de anéis de pistão e filtros para aplicações com combustíveis alternativos. Em suas instalações trabalham 297 colaboradores entre técnicos, graduados, pós-graduados, mestres e doutores. Está instalado em uma área de proteção ambiental permanente de 125 mil m2, e seu principal foco é o desenvolvimento de componentes e soluções tecnológicas para motores de combustão interna, visando à redução de atrito, de emissões e do consumo de combustível.

Press Consultoria 
Caio Moraes

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CONVERSA DE PISTA.
Por Wagner Gonzalez*

Foto: Arquivo de Eddie Jordan

ESTEBAN OCON, QUEM SABE, UM REPLAY…

Em 1991, nesta época da temporada de F-1, o belga Bertrand Gachot cumpria pena em um presídio inglês por ter discutido com um motorista de táxi londrino e deixou disponível o cockpit de um dos mais bonitos carros da F-1 moderna, o Jordan 191, obra do polivalente Gary Anderson. Os satélites gravitando em torno do planeta Mercedes-Benz, as conexões de Willy Weber e o observatório de Eddie Jordan se alinharam para permitir ao mundo ver mais nitidamente o potencial de uma estrela que começava a brilhar, um certo Michael Schumacher (foto de abertura). Quinze anos mais tarde a história se repete e poderemos ver, quem sabe, um replay desse episódio no mesmo Spa-Francorchamps, circuito que separa homens de meninos tanto quanto serve de rito de passagem para novatos de fina estirpe.

Bertrand Gachot pontuou nos GPs do Canadá, Inglaterra e Alemanha, mas uma briga em Londres o afastou da F-1 em 1991. Foto: Arquivo de Bertrand Gachot.

Quem poderá nos brindar com esse repeteco é Esteban Ocon, que nasceu cinco anos depois dessa data e nos últimos anos causou sensação na F-3. Desde antes do seu nascimento, em 17 de setembro de 1996, seus pais imigraram de Málaga, Espanha para Evreux, cidade situada a cerca de 100 km de Paris e onde até hoje mantém uma oficina mecânica. O currículo iniciado no kart em 2001 inclui dois títulos na F-3: o Europeu, em 2014, e a GPS Series, em 2015, quando sua carreira esteve perto de naufragar por falta de patrocínio. O contrato com a Gravity, empresa do grupo Genii, virou abóbora e das sementes brotaram um contrato com a Lotus, lance de sorte que floresceu em sua ligação com a Lotus, atual Renault, onde é piloto de testes.

O francês Esteban Ocon, piloto-reserva da Renault na F-1, é apontado como futuro campeão. Foto: Renault.

Salvou-o da morte certa não o Rhum Creosotado (os que andaram de bonde em São Paulo e no Rio de Janeiro lembrarão do anúncio), mas a Mercedes-Benz, que o adotou em seu programa de jovens promessas. Este ano, por exemplo, ele foi inscrito no DTM, com um carro entregue à equipe ART Grand Prix, praticamente substituindo o alemão Pascal Wehrlein, nesta temporada promovido à F-1. E aqui o destino apresenta um dos seus famosos caprichos: é contra Wehrlein que Ocon será comparado ao estrear como seu companheiro na equipe Manor, estreia que acontece muito antes do que o próprio Ocon sonhava.

Estreia na F-1, como piloto da Manor, veio mais rápido que Ocon esperava. Foto: Manor Racing.

“Os testes e treinos que eu fiz na F-1 até agora (Barcelona, Silverstone, Hockenheim e Hungria) me ajudaram a amadurecer, mas, sinceramente, eu não esperava ter a oportunidade de estrear na categoria tão rápido assim. Na verdade, estou até chateado de não completar minha temporada na DTM, mas precisei escolher uma das duas categorias e optei pela F-1.” 

Na primeira metade da temporada Pascal Wehrlein teve desempenho pouco superior a Rio Haryanto. Foto: Manor Racing.

O que mais chama atenção na estreia de Ocon na F-1 não é sua chegada, mas a possibilidade de ser comparado a Pascal Wehrlein, outro jovem da academia de pilotos da Mercedes-Benz e que até agora ainda não correspondeu ao que se esperava dele. Poucos acreditavam que sua performance na pequena equipe inglesa seria tão semelhante ao rendimento de Rio Haryanto. Será, sem dúvida, uma disputa interessante e que poderá revelar mais um integrante da nova geração de astros da categoria.

Rio Haryanto segue como piloto-reserva da Manor até final da temporada. Foto: Pembalap.

Falha no pit stop prejudica Castro Neves

As paradas nos boxes são um dos momentos mais críticos em qualquer competição e em categorias como a F-1 e a F-Indy ganham contornos ainda mais dramáticos e perigosos. Um erro de avaliação de uma equipe de boxe acabou causando um acidente envolvendo três pilotos na disputa da 500 Milhas de Pocono, prova válida como 13a etapa da Verizon Indycar Series; prevista para se realizar no domingo, a competição foi adiada para ontem por causa das chuvas que caíram sobre o traçado do estado da Pensilvânia.

Castro Neves abandonou em Pocono vítima de acidente provocado por Charlie Kimball e Alexander Rossi. Foto: Indycar.com.

O brasileiro Hélio Castro Neves e o americano Alexander Rossi entraram nos boxes juntos e a equipe do último liberou o piloto para sair sem se dar conta que Charlie Kimball se aproximava. O choque foi inevitável e Rossi acabou passando por cima do cockpit do brasileiro, que foi obrigado a abandonar. Veja aqui o vídeo que mostra o acidente.  A vitória foi de Will Power, atual vice-líder da temporada com 477 pontos, 20 atrás de Simon Pagenaud; Castro Neves está em quinto (384) à frente de Tony Kanaan (380), que terminou em nono a corrida de ontem.

Brasileiros tentam lugar na Indy Light.

Em Interlagos, kartistas brasileiros disputam, sábado, vaga na seletiva da Mazda Road to Indy 2017. Foto: Mazda Road to Indy.

O kartódromo de Interlagos recebe neste sábado um evento que vai selecionar um brasileiro para disputar, em Laguna Seca, na Califórnia, a seletiva para uma bolsa no valor de US$ 200 mil que garante um lugar na temporada 2017 da categoria de acesso à F-Indy. O evento é aberto para kartistas de 15 a 24 anos, que podem usar qualquer chassi homologado pela Comissão Nacional de Kart, equipamento que receberá motores e pneus sorteados pelo promotor Paulo Carcasci. A programação vai das 8h45 às 13h40 e inclui uma prova para a categoria parakart, aberta a pilotos com deficiência de locomoção. Mais informações em www.mazdaroadtoindy.com.br.







Wagner Gonzalez é jornalista especializado em automobilismo de competição, acompanhou mais de 350 grandes prêmios de F-1 em quase duas décadas vivendo na Europa. Lá, trabalhou para a BBC World Service, O Estado de S. Paulo, Sport Nippon, Telefe TV, Zero Hora, além de ter atuado na Comissão de Imprensa da FIA. Atualmente é editor da "Folha do Carro" no jornal Folha de Alphaville. Fale com o Wagner Gonzalez: wagner@beepress.com.br.

VOLKSWAGEN CONFIRMA PATROCÍNIO À 13ª EDIÇÃO DO FESTIVAL CHORANDO SEM PARAR.

Esta será a sétima edição do festival de música brasileira que conta com o apoio da Volkswagen do Brasil desde 2009.


A Volkswagen do Brasil reafirma seu compromisso com a comunidade e com o desenvolvimento cultural ao apoiar, pelo sétimo ano consecutivo, o festival internacional de música instrumental Chorando Sem Parar, realizado em São Carlos, cidade onde está instalada sua fábrica de motores, que é uma das mais importantes do Grupo Volkswagen no mundo. A edição de 2016 será dedicada ao músico Paulo Moura e espera atrair mais de 15 mil pessoas nas mais diversas atrações entre os dias 05 e 11 de dezembro. 

"A promoção da cultura nacional também faz parte das ações da Volkswagen do Brasil. Apoiamos esse projeto há sete edições de forma a contribuir com a formação cultural da comunidade e por reconhecer a importância da difusão da música brasileira para um grande público. Esse apoio nos permite estreitar ainda mais nossa relação com a comunidade onde está instalada nossa fábrica", disse Andreas Hemmann, gerente-executivo da unidade da Volkswagen do Brasil em São Carlos.

O apoio da Volkswagen do Brasil ao festival Chorando Sem Parar faz parte de um pacote maior de patrocínios da Volkswagen do Brasil, que envolve diversos projetos no País. Entre eles estão iniciativas nas áreas cultural, esportiva, educacional, de entretenimento, saúde (principalmente com foco em crianças e adolescentes), desenvolvimento social, preservação ecológica, entre outros. 

Edição Paulo Moura


A 13ª edição do festival será dedicada ao clarinetista, saxofonista, compositor e arranjador Paulo Moura. Nascido em São José do Rio Preto em 1932 e radicado no Rio de Janeiro (RJ), foi reconhecido internacionalmente como um dos mais importantes nomes da música instrumental (clarinete e saxofone), como intérprete, arranjador e compositor de Choro, Jazz, Swing, Samba entre outros gêneros musicais. 

De acordo com Fátima Camargo Catalano, idealizadora e diretora do Projeto Contribuinte da Cultura, que organiza o evento, serão convidados  para esta edição instrumentistas de renome para interpretar alguns dos mais significativos álbuns da carreira de Paulo Moura. “Diferentemente das últimas edições em que os homenageados em memória (Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga e Heitor Villa Lobos) inspiravam a mistura do popular e do erudito no repertório musical, a edição Paulo Moura tem como  característica marcante  uma sonoridade mais contemporânea, marcada pela mistura do Choro e do Jazz”, revela.

Criado em 2004, o festival Chorando Sem Parar tem a proposta de oferecer à população uma programação musical de qualidade, gratuita e em espaço público (Praça XV e Novembro), em homenagem a um dos mais importantes patrimônios da música nacional, o Choro Brasileiro.

Ao longo de suas edições o festival recebeu um público que ultrapassa a marca de 200 mil pessoas e 1 mil artistas locais, nacionais e internacionais. Há, em cada edição, um compositor  homenageado. Nomes como Sivuca, Chiquinha Gonzaga, Jacob  do Bandolim, Pixinguinha entre outros, já foram tema dos festivais. 

A programação de 2016 contará com diversas atividades que englobam oficinas, exposição, mesas redondas e shows. O evento musical é considerado um dos principais festivais de choro brasileiro da atualidade e um dos maiores encontros da música instrumental brasileira interpretada por músicos brasileiros e estrangeiros.

O Chorando Sem Parar é realizado pelo Projeto Contribuinte da Cultura com gestão FAI (Fundação de Apoio Institucional ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico)-UFSCar, em parceria com a Prefeitura Municipal de São Carlos e Sesc e com o patrocínio da Volkswagen do Brasil e de demais empresas.

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GRUPO PSA ANUNCIA NOVOS DIRETORES NA AMÉRICA LATINA.

A partir de 1º de setembro de 2016, o Comitê de Direção do Grupo PSA na América Latina contará com 2 novos membros: Jean Mouro, que assume a Direção de Operações Monozukuri - Desenvolvimento, Estilo, Industrial, Logística e Compras - e Rachid Marzuk, que assume a Direção de Operações Comerciais para Veículos Novos e Usados. Eles substituem François Sigot e Igor Dumas, respectivamente, que terão novos desafios no Grupo PSA.

François Sigot retorna à França para desenvolver um trabalho estratégico junto a Yann Vincent, Vice-Presidente Executivo Industrial e de Supply Chain e Membro do Comitê Executivo do Grupo PSA. Já Igor Dumas segue na América Latina, assumindo a nova Direção de Operações Comerciais da Região Panamericana.

Direção de Operações Monozukuri da América Latina


A Direção de Operações da América Latina se baseia na filosofia "Monozukuri", que é a arte de conceber e produzir da melhor forma e ao mais baixo custo, com eficiência e excelência. Essa Direção engloba as áreas de Desenvolvimento, Estilo, Industrial, Logística e Compras. Para assumir esse desafio, foi nomeado Jean Mouro.


Jean Mouro nasceu na França e é formado em Engenharia e com PhD em Mecânica pela Ecole Polytechnique, na França. Sua trajetória no Grupo PSA é de mais de 20 anos, com passagens pela França, Eslováquia e China. O seu último cargo foi o de Diretor Geral Adjunto da DPCA (Dongfeng Peugeot Citroën Automobile) – joint venture do Grupo PSA na China – onde era o responsável pelos resultados comerciais e financeiros da região.

Mouro iniciou sua carreira no Grupo PSA como engenheiro, onde atuou em departamentos de desenvolvimento, concepção de veículos e inovação. Foi o Responsável pela Unidade de Pintura do Centro de Produção de Aulnay (França), também tendo sido Diretor dos Centros de Produção de Trnava (Eslováquia) e de Mulhouse (França).

Ele assumirá sua nova função com importantes objetivos, entre eles o de levar a região rumo à integração local de 85% nos veículos já existentes e de 90% nos novos projetos até 2021, conforme o Plano Estratégico "Push to Pass" da América Latina.

Direção de Operações Comerciais América Latina para Veículos Novos e Usados.


Para esta diretoria, antes comandada por Igor Dumas, foi nomeado Rachid Marzuk. Nascido na França e formado em Administração de Empresas pela EMLYON Business School, Marzuk tem uma trajetória internacional de mais de 16 anos no Grupo PSA, com passagens pelas áreas de Finanças, Gestão e Comercial. Foi responsável pela Gestão de Concessionárias da Peugeot em Paris e Responsável pela Filial México antes de chegar ao Brasil em 2013, como Responsável pela área de Comércio América Latina.


Rachid Marzuk  assumirá sua nova função com o objetivo de continuar o trabalho da atual gestão, controlando os objetivos de rentabilidade e volume dos países da região, garantindo a aplicação das melhores práticas comerciais, a disponibilização de indicadores e conduzindo a administração dos níveis de estoque de veículos novos. Adicionalmente, terá como meta desenvolver todo o potencial do Grupo PSA no mercado de veículos usados na América Latina.

Nova Direção de Operações Comerciais da Região Panamericana


Essa nova Direção foi criada em função da importância atribuída à região Panamericana (México, Chile e Importadores - cerca de 15 países, entre eles Colômbia, Peru, República Dominicana, Bolívia, etc.) no Plano "Push to Pass" América Latina, com o desafio de dobrar as vendas nessa área até 2021.

Liderada por Igor Dumas, seus principais objetivos serão de expandir geograficamente a sua cobertura comercial (inclusive com o desenvolvimento dos veículos utilitários, da marca DS e das atividades de pós-venda) e de aumentar ainda mais a eficiência do Grupo na região.


Nascido na França, Igor Dumas formou-se na EDHEC (Ecole des Hautes Etudes Commerciales du Nord) em 1996. Complementou seus estudos na CESMA HEC Management. Iniciou sua carreira em 1998 e juntou-se ao Grupo PSA no início de 2011.

Tanto Jean Mouro como Rachid Marzuk e Igor Dumas responderão diretamente a Carlos Gomes, Presidente Brasil e América Latina e Membro do Comitê Executivo do Grupo PSA. 


Grupo PSA
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terça-feira, 23 de agosto de 2016

A ENGENHARIA POR TRÁS DA ENERGIA DO SALÃO DO AUTOMÓVEL.

O maior evento automobilístico da América Latina e o quinto maior do mundo em número de visitantes, o Salão Internacional do Automóvel de São Paulo está de endereço novo. A partir deste ano, o evento passa a ser realizado no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, zona sul da cidade. Com a mudança, visitantes e expositores ganham em conforto e estrutura. O espaço de 90 mil metros quadrados, gerenciado pela GL Events, recebeu cerca de R$ 410 milhões em investimentos e conta com mais de 5 mil vagas de estacionamento, centro de convenções e salas modulares com divisórias acústicas.

Além disso, o Salão do Automóvel passa a oferecer um ambiente totalmente climatizado e, para isso, o São Paulo Expo buscou um parceiro estratégico para o planejamento e execução de uma das maiores iniciativas desse tipo na cidade. De acordo com José Carlos Felamingo, sócio-diretor da Union Rhac, empresa brasileira que há 25 anos atua em todas as vertentes que envolvem a geração distribuída de energia, a climatização do Salão do Automóvel já era bastante desejada pelo público frequentador e a Union Rhac realizou todo o planejamento de engenharia para que o objetivo fosse alcançado com sucesso.

Desta forma, a Union Rhac é responsável pelo projeto e instalação da usina de cogeração, fornecendo infra de energia elétrica e água gelada para o funcionamento dos equipamentos responsáveis pela climatização dos 90 mil m² de área construída do São Paulo Expo. O projeto de cogeração implementado pela empresa tem custo de R$ 24 milhões e consiste na geração de 6.000 kW de energia elétrica, através de três motogeradores a Gás Natural funcionando em paralelo com a concessionária local, totalizando 8.200 kW. Para se ter ideia da dimensão disso, os 8.200 kW cogerados são suficientes para abastecer uma cidade com 15 mil habitantes por um dia inteiro.

Segundo Felamingo, além da energia elétrica, serão geradas 5.520 TR (toneladas de refrigeração) de água gelada para climatização dos ambientes num dos maiores projetos desse tipo em São Paulo. “Parte dessas 5.520 toneladas de refrigeração vêm de chillers que absorvem o calor dos motogeradores (que fornecem a energia elétrica) e o transformam em água gelada”, diz o executivo.

Após nove meses de obras,  a Union Rhac disponibilizará o sistema em outubro e o Salão do Automóvel de São Paulo (de 10 a 20 de novembro) será o primeiro grande evento a oferecer essa comodidade.


WRPress Comunicação Estratégica.
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