segunda-feira, 25 de setembro de 2017

A FORÇA TRANSFORMADORA DA COMUNICAÇÃO INTERNA.

Um guia prático para que profissionais e organizações possam acertar o passo em comunicação – essa é a melhor definição do livro A Força Transformadora da Comunicação Interna lançado esta semana, no formato e.book, pelo jornalista Dirceu Martins Pio.


No livro, Dirceu Pio apresenta várias inovações no modo de enxergar e lidar com a comunicação profissional. Ele corrige todos os erros conceituais que ameaçam de morte a comunicação corporativa: “Comunicação corporativa – diz – não é área e nem sinônimo de endomarketing. Comunicação corporativa é formada por processos, que devem receber a participação de todos os colaboradores, da mulher do cafezinho ao presidente”.

Dirceu Pio começou sua carreira no Diário do Grande ABC no exato instante em que o jornal deixava para trás sua condição de semanário, o News Seller.

Além de repórter e chefe de reportagem do Diário, foi secretário de redação dos jornais Jornal da Região do ABC e Correio Metropolitano; foi em seguida chefe da Sucursal do ABC do Estadão. Entrou para o Grupo Estado pelo ABC e ali permaneceu até 1998 quando já era diretor comercial e de marketing da Agência Estado.

Do grupo Estado passou a diretor do jornal Gazeta Mercantil, onde consolidou seu amplo aprendizado sobre comunicação empresarial ou corporativa.

Desde essa época que Dirceu Pio, além de vestir a camisa de jornalista, vestia também a camisa do observador e estudioso das relações de trabalho e da comunicação profissional.

A Força Transformadora da Comunicação Interna é, portanto, um consolidado do longo aprendizado e estudos intensivos de Dirceu Pio, hoje com 69 anos de idade, na carreira profissional.

Intimado pela Editora (simplíssimo.com) a definir seu livro em poucas linhas, Dirceu Pio escreveu:  “Em 160 páginas, este livro corrige a imensidão de erros e equívocos que ameaçam de morte a comunicação corporativa... É perigoso não ler “.

Para ler trechos do livro pelo site da simplíssimo.com, acesse: simplissimo.com.br/onsales/a-forca-transformadora-da-comunicacao-interna. Na página do  Facebook - “A Força Transformadora da Comunicação Interna” - web.facebook.com/Dirceu.M.Pio - você acessa todas as livrarias onde o e.book está à venda.



CASA DA MÃE JOANA.
Por Marli Gonçalves*

RIA. VOCÊ ESTÁ SENDO DESGOVERNADO.

Que piada de salão que nada! Tudo isso vale meme, paródia, escracho. Trocadilho. No país que é cada vez mais o paraíso dos humoristas ácidos que lidam com a realidade,  difícil discernir o que é anedota do que é verdade, sério ou importante, se é que alguém ainda sabe o que é isso exatamente.  E se fosse só na política...

Bala zunindo pra tudo quanto é lado, o pau comendo em uma das maiores favelas - ops!, comunidades - do país. As paredes esburacadas mostrando o quanto a coisa é antiga. Briga aberta de traficantes, sendo que um deles está a milhares, mi-lha-res, de quilômetros, preso, presinho, trancado, mas com telefone – pasmem – e que funciona, por onde dá ordens.

Você prestou atenção? Você ouviu os assobios das tropas do Exército que desfilavam seu verde só nas redondezas até que alguém os mandasse ir lá ver o Brasil descendo a ladeira?  E os comandantes. Um ousa dizer que está tudo pacificado enquanto a violência faz metástase em bairros nobres do Rio de Janeiro, vizinhos da cidadela. Um outro escreve no Twitter que vai pedir ajuda, o que emputece o ministro que fecha a cara porque quer um oficio timbrado, sabe como é, né, ele é o tal Poder.

Para combinar, tudo isso em plenos dias que o Rio de Janeiro tentava ao menos relaxar com seu Rock in Rio que coincidentemente ao momento alguém resolveu que viraria sigla, RiR. Combinando.  Ô mania que esse país tem por siglas!

Não é por menos que sites como o Sensacionalista e seres como o personagem Joselito Muller estão crescendo e se multiplicando. O país virou piada. Mas os maiores humoristas já estão no poder. E pretendem, parece, continuar com suas piadas de péssimo gosto.

Enquanto isso, a mídia a cada dia dá passos mais largos em direção ao empobrecimento geral da nação. E dando “ibope”. Quer um exemplo? Fácil. Vá aos principais portais e veja quais são os fatos mais lidos, aos borbotões. Pensa que é a situação econômica, a falta de remédios – inclusive básicos – nos postos de saúde, a indigência moral e ética? Não!

Com a ajuda dos personagens que a cada dia abrem mais as pernas e a mente de suas vidas pessoais, e fazem questão de dizer se transaram com um, dois ou três, se era grande ou pequeno, que botaram peito ou tiraram peito, se cortaram ou se deixaram, para não citar fatos ainda mais cretinos, esse virou o mundo atual. Todo mundo querendo ser mais “moderno” do que o outro. Mais avançado, mais arrojado, mais up-to-date, com mais seguidores até no inferno.

Um imbecil, o Roger Moreira, que sempre foi até conhecido por seu QI alto, pau grande como sempre fez questão de informar, e até com alguma anterior qualidade musical, aparece para se ultrajar e apoiar a censura, mexendo com uma artista reconhecida da forma mais chula que vi nos últimos tempos, com desenhinho. Até o pequenino sertanejo Zezé resolve declarar que a ditadura não foi “tão ruim assim”. Que tempos tenebrosos.

Legal ser como sou e como sempre fui para poder escrever isso. Quero ver alguém vir me dizer algo ou me chamar de careta, reacionária. Ultimamente, se reclamo dos governos de araque da última década, tenho sido chamada de esquerdinha, vejam só, o que já me faz rir muito com meus botões e história.

Quer saber? Estou farta de oportunistas que pegam assuntos sérios para se promover e acabar ocultando a total falta de qualidade de seus trabalhos. Na música andam brotando em solo fecundado.  Com o episódio do juiz /cura gay é só procurar, que não foram poucos a tratar da questão como se especialistas fossem, pegando o assunto a unha. No palco do Rock in Rio teve disso, teve Fora Temer com direito a brinco e beijo. Façam atenção: cada vez mais rápido eles chegam e vão. Um Ney Matogrosso que há décadas revoluciona, real, com qualidade e cultura, é coisa rara.

Sim, é fundamental dar visibilidade às causas. Mas a todas. Inclusive ao número de jovens que influenciados por ímpetos andaram se operando, fazendo significativas modificações corporais,  e estão por aí arrependidos. Ou doentes por ingestão descontrolada de hormônios. Ou, ainda, arrependidos de terem desenhado seus corpos com desenhos malfeitos e tintas tóxicas. Ou...

O que é importante não é piada, nem se limita a experiências pessoais de famosos, celebridades e subcelebridades.

Precisamos falar sobre isso. Antes que seja tarde demais. E mais do que 15 minutos.

Brasil, a caminho do 2018.






* Marli Gonçalves, jornalista – Rir para não chorar. 
Tenho um blog. Divertido e informante ao mesmo tempo, no marligo.wordpress.comEstou no Facebook e no Twitter. e-mails: marli@brickmann.com.br e marligo@uol.com.br. Visite o "Chumbo Gordo": www.chumbogordo.com.br.

domingo, 24 de setembro de 2017

AZIMUT YACHTS LANÇA IATE CONSTRUÍDO COM FIBRA DE CARBONO 100% PURA.

A primeira noite do São Paulo Boat Show foi marcada pelo lançamento de mais uma inovação da Azimut Yachts ao mercado náutico nacional. O evento de apresentação do iate Azimut 74, o mais luxuoso e tecnológico da feira, contou com presença expressiva de clientes, convidados e autoridades de diversas regiões do país.

A embarcação de mais de 22,5 metros de comprimento, que faz parte da renovação da frota produzida na filial brasileira, surpreendeu os visitantes não apenas por utilizar em parte de sua estrutura o mesmo material dos carros de Fórmula 1, mas também pelo aumento considerável das áreas externas e internas, pelo design desenvolvido por consagrado arquiteto mundial, pelos luxuosos acabamentos e mobiliário. A embarcação tem uma área de 225 m² dividida em 3 pavimentos.

“Através de nosso Centro de Pesquisas e Desenvolvimento na Itália, onde mais de 20 engenheiros trabalham exclusivamente com foco em inovações, apresentamos um marco para o mercado náutico brasileiro. Trata-se da aplicação da fibra de carbono 100% pura em grande parte da superestrutura da Azimut 74. Isso significa leveza, mais luxo e conforto, acabamento impecável, maior estabilidade, navegabilidade e mais espaço a bordo”, explicou o CEO da Azimut Yachts no Brasil Davide Breviglieri.

“Investimentos constantes em programas e inovações tecnológicas pelo Grupo Azimut-Benetti ultrapassaram 500 milhões de euros, com recursos próprios. Nos próximos 3 anos, a expectativa é de mais investimentos de cerca de 100 milhões de euros em desenvolvimento de novos produtos e implementação de processos tecnológicos. Isso justifica nosso crescimento contínuo no mercado náutico mundial o que representa um aumento de 15% em valor de produção nesta temporada náutica (agosto de 2016 a agosto de 2017) comparado com a anterior”, complementou.

“Seguimos em evolução e, por isso, renovamos nossa frota constantemente trazendo as mais modernas tecnologias combinadas com design único e muito conforto. Apresentamos hoje a Azimut 74 e já anunciamos a construção da Azimut 62. Em breve entregaremos as primeiras unidades da Azimut Grande 30 Metri no Brasil”, destacou o diretor comercial da Azimut Yachts do Brasil Francesco Caputo.

Azimut 74 – Tecnologia e Conforto

Além da tecnologia utilizada em sua estrutura, a Azimut 74 traz mais novidades. Entre elas, a possibilidade de escolher a posição da cozinha dentro da embarcação. Ela poderá ser projetada ao lado da praça de popa ou próxima ao posto de comando principal, conforme o desejo do proprietário. Outro destaque é o tamanho das janelas que agora contornam grande parte do pavimento principal, do chão ao teto, além de estarem inteiriças no pavimento inferior, na cabine do proprietário.

A decoração do interior segue a tendência náutica mundial com contrastes de cores claras com escuras aliadas aos acabamentos, aos eletrodomésticos e ao mobiliário de alto padrão italiano.

O São Paulo Boat Show segue até a próxima terça-feira, 26, e os visitantes poderão conhecer de perto a Azimut 74 assim como a super esportiva Verve 40 e a novíssima Azimut 56.


Rotas Comunicação.


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CHUMBO GORDO.
Por Carlos Brickmann*

RIO SEM LEI

Bandidos descem a pé da favela onde estão aquartelados, no Rio, carregando nas mãos, sem disfarce, armas de grande potência. Estão indo para invadir a favela ao lado, onde pretendem estabelecer nova base de fornecimento de drogas. Não que a favela que pretendem conquistar não tenha seus próprios traficantes armados, que fornecem todos os tipos de droga a quem quer que tenha dinheiro para comprá-la; o que os invasores querem é se apropriar do tráfico dos vizinhos, embolsando novos lucros.

Na luta pela conquista de novas áreas, as balas às vezes atingem seus alvos, às vezes matam seus inimigos. Mas boa parte das balas atinge casas de consumidores, ou de cidadãos que não têm nada a ver com o tráfico mas se transformam em vítimas. Algumas balas matam e ferem crianças, atingem mulheres grávidas, fazem vítimas que tiveram a má sorte de estar no lugar errado, na hora errada.

Os bandidos não se preocupam com isso: o problema é das vítimas, da família das vítimas, do governo que tem de atendê-las e isso num momento em que o Rio está totalmente sem verbas.

Há Polícia nas ruas, há Forças Armadas nas ruas. Os bandidos os ignoram. Sabem que são mais fortes; que dirigentes das Forças Armadas e da Polícia brigam entre si para ver quem manda mais. Parecem não perceber que quem manda mais são os bandidos. A propósito, a favela que tenta invadir as outras é a Rocinha. Bem em frente ao belo Hotel Nacional.

As ações oficiais

Mas ninguém imagine que o Governo (federal, estadual, municipal, seja qual for) esteja inerte. Não! Os governos mudaram o nome das “favelas” para “comunidades”, politicamente mais correto. Claro que “comunidade” não é a mesma coisa que “favela”: qualquer condomínio fechado, por mais chique que seja, é também uma comunidade. Mas vá lá: daqui a pouco poderão dizer que o número de favelas se reduziu, já que várias já favelas não são, mas comunidades. Os governos investiram também em unidades de polícia pacificadora, UPP; mas não é só de polícia que a favela precisa. Cadê os postos de saúde, as escolas, as quadras esportivas? Se a presença do Estado nas favelas se limitar à Polícia, à pura e simples repressão ao crime, não há como impedir os bandidos de comandar os homens de bem.

Dúvida pertinente

Há alguns anos, o repórter Gilberto Dimenstein perguntou que é que faríamos se a Argentina tomasse um pedaço do Brasil. Haveria protestos, conclamações à guerra, tudo o que fosse necessário para reaver o território ocupado. Perguntava: os bandidos tomaram uma parte de nosso país, na qual não permitem nem a entrada da Polícia. E completava: em que é que os traficantes, que ninguém incomoda, são melhores que os argentinos?

Mar mineiro

O deputado Jair Bolsonaro disse que, se for eleito presidente da República, o Brasil vai explorar suas riquezas – “quem sabe até abrindo uma saída para o mar para Minas Gerais”. Para que? Minas exporta minério de ferro em grandes quantidades, já exportou ouro até provocar inflação em Portugal, exporta manganês. Não tem saída própria para o mar, mas utiliza os portos de outros Estados, sem precisar cavar um rio salgado para chamar de seu. Bolsonaro acha que pode ganhar. Pretende levar os militares de volta ao poder, com eleições. Mas, se tentar construir um mar interior, não haverá no país quem não fique de olho nas concorrências públicas.

Os outros

João Dória e Geraldo Alckmin, um dos dois sai pelo PSDB. Lula não deve sair, mas não se sabe quem é o poste que escolherá para substituí-lo. Álvaro Dias é candidato pelo Podemos, novo nome do PTN. Joaquim Barbosa é disputado por vários partidos, já que, imagina-se, tem bom potencial eleitoral. Henrique Meirelles é do PSD; se sua política econômica continuar dando certo, pode ser o candidato do Governo (ele ou Paulo Rabello de Castro, presidente do BNDES). Ciro Gomes gostaria de ser o candidato de Lula, mas é difícil. Carlos Ayres Britto, ex-presidente do Supremo, não tem partido nem voto. Mas traria respeitabilidade à eleição.

As chances?

Ainda não dá para saber nem quem será candidato, quanto mais as possibilidades de vitória de cada um: falta um ano para as eleições.

Atrapalhado

Há políticos capazes de atravessar a rua para escorregar numa casca de banana na calçada oposta. Michel Temer, por exemplo, resolveu colocar em estudos o fim do horário de verão. Num país que paga contas de energia mais altas porque é preciso ligar as termelétricas, Temer acha razoável desperdiçar a economia de eletricidade trazida pelo horário de verão. Vale pelas piadas: por exemplo, Temer não quer que o por do Sol ocorra uma hora mais tarde porque, com sua aparência de vampiro, tem de evitar o Sol.








Carlos Brickmann - carlos@brickmann.com.br - é Escritor, Jornalista e Consultor, diretor da Brickmann & Associados Comunicação - www.brickmann.com.br
Siga: @CarlosBrickmann
Leia o Chumbo Gordo, informação com humor, precisão e bom senso - contato@chumbogordo.com.br.

EDUCAÇÃO.
Por José Renato Nalini*

Dinheiro & Felicidade

A sabedoria popular consagrou o “dinheiro não traz felicidade”. Verdade? Muito relativo. Recente estudo da FGV feito em São Paulo e Rio mostrou que renda maior traz maior satisfação.

De acordo com a pesquisa da Sondagem do Bem Estar, o ranking de bem estar aumenta à medida em que cresce a renda. Quem recebe até R$ 1.200 por mês, a faixa mais baixa da pesquisa, teve a menor média de felicidade: 7,58 pontos. Já no nível mais alto, de quem ganha R$ 10 mil ou mais por mês, a satisfação também subiu para 8,22 pontos.

Na pregação que se faz rumo à recuperação das virtudes esquecidas por uma sociedade consumista, hedonista e egoísta, é fácil falar que é mais importante “ser” do que “ter”. Na prática, todos são bombardeados por uma publicidade que mostra êxito apenas para quem obtém os bens da vida só alcançáveis com dinheiro.

Já se descobrira isso de várias outras formas. O romance da tipologia “um amor e uma cabana” não prospera. Sem um mínimo de conforto, de privacidade, de liberdade, enfim, de pouco adianta a paixão. Ainda é a receita para aqueles pais retrógrados, que não aceitam o casamento de um filho ou de uma filha: deixar o casalzinho apaixonado à sua própria sorte. O amor sobreviverá? Se subsistir, será exceção.

Françoise Sagan, prestigiada existencialista francesa, teria dito que a felicidade não depende de dinheiro. Mas se tiver de chorar, é melhor fazê-lo dentro de uma Mercedes Benz do que à sarjeta do Sena.

Que tudo isso não nos torne mais materialistas. Ao contrário: incentive principalmente os jovens a alcançar sucesso mediante estudo firme, trabalho devotado, esforço e sacrifício. Valores tão negligenciados por uma sociedade que se acostumou a demandar tudo do governo e, por só ter direitos, não assume deveres, responsabilidades e obrigações.

O protagonismo ainda é a melhor estratégia para se conseguir aquilo com que se sonha. A não ser que o seu sonho não dependa, absolutamente, de qualquer recurso financeiro.









José Renato Nalini é secretário da Educação do Estado de São Paulo, Imortal da Academia Paulista de Letras e Membro da Academia Brasileira da Educação. 
Visite o blog: renatonalini.wordpress.com.


Leia> O Brasil Sobre Rodas. 

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sábado, 23 de setembro de 2017

UNIVERSITÁRIOS DA GRANDE SP TESTAM CINCO AVIÕES PARA COMPETIÇÃO SAE BRASIL AERODESIGN.

Colocar em prática as teorias aprendidas em sala de aula é o objetivo para cerca de 80 estudantes de engenharia da Grande São Paulo, que já se preparam para colocar à prova cinco aeronaves radiocontroladas, projetadas e construídas dentro das instituições de ensino. 


Os pequenos aviões vão participar da 19ª Competição SAE BRASIL AeroDesign, de 26 a 29 de outubro, no Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), em São José dos Campos, SP.

As cinco equipes da Grande São Paulo integram as 94 equipes inscritas nesta edição, sendo 89 brasileiras e cinco estrangeiras. No total, mais de 1,3 mil participantes – entre estudantes, professores orientadores e pilotos – representarão 76 instituições de ensino superior do Brasil (16 Estados e Distrito Federal) e do Exterior (México e Venezuela).

ABC – Depois de alcançar a sétima posição em 2016, a equipe FEI Regular, composta por 15 alunos do Centro Universitário da FEI, retorna com aeronave, que possui asa alta e reto trapezoidal, empenagem convencional e trem de pouso triciclo, capaz de transportar 12 kg de aço e atingir velocidade de 24 m/s. “O nosso projeto foi baseado em confiabilidade para que fosse possível transportar carga de acordo com altitude-densidade (acuracidade) em todos os voos”, afirma Jeferson de Carvalho, 22, estudante do quinto ano de Engenharia Mecânica e capitão da equipe. Da região ainda participam as equipes Harpia AeroDesign UFABC, da Universidade Federal do ABC (UFABC); e FEI Micro, também da FEI.

São Paulo – Inscrita na Classe Regular, a veterana Icaro, formada por 13 estudantes da Universidade Nove de Julho (Uninove), empregou materiais como fibra de vidro, madeira balsa e fibra de carbono em uma aeronave de configuração não tradicional, sustentada por duas asas separadas, que apresenta boa relação entre peso vazio e capacidade de carga. “A equipe espera transportar 7,5 kg em placas de aço, considerando o clima seco e quente de São José dos Campos”, conta Thamires Silva, 26, aluna do 10º semestre de Engenharia Mecânica e capitã da equipe. A Capital ainda é representada pela equipe Keep Flying, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (POLI USP).

Inscreveram-se para a competição 25 equipes de São Paulo, 15 de Minas Gerais e oito do Rio Grande do Sul. Rio de Janeiro e Santa Catarina serão representados por seis equipes cada. Paraná e Rio Grande do Norte contam com cinco equipes. Bahia e Distrito Federal aparecem com três cada. Maranhão, Mato Grosso, Paraíba, Pernambuco e Piauí têm duas equipes cada, enquanto o Amazonas, Ceará e Espírito Santo uma equipe cada. Do Exterior, três equipes são da Venezuela e duas do México.

Aeronaves

Com mudanças no Regulamento da Competição, as 94 equipes enfrentarão novos desafios, conforme as categorias Micro, Regular e Advanced.  

Na Classe Micro concorrem 25 equipes. Nesta categoria, as aeronaves poderão transportar como carga útil materiais de quaisquer tipo e dimensões – exceto chumbo. A novidade é a possibilidade de lançar a carga durante os voos com o uso de paraquedas para aumentar a pontuação da equipe, em adição ao simples alijamento da carga como em 2016. Nesta categoria não há restrição de geometria ou número de motores – todos elétricos –, porém as equipes deverão ser capazes de desmontar o avião depois dos voos e transportar a aeronave desmontada em caixa de volume de 0,1 m³.

Na Classe Regular, que tem 61 equipes inscritas, os aviões deverão ter dimensões compatíveis com o espaço definido por um cone. Para 2017, o cone tem diâmetro de 2,9 metros e altura de 75 centímetros. Além disso, as aeronaves estão liberadas para transportar como carga útil materiais de quaisquer tipo e dimensões – exceto chumbo. A categoria segue restrita a avião monomotor.

Na Classe Advanced, com oito equipes, os aviões seguem com o desafio de avançar na eletrônica embarcada. Além do tempo de voo, os sistemas a bordo deverão computar a velocidade, que será usada na soma da pontuação de voo. Quando carregadas, as aeronaves não deverão exceder 30 kg. Permanece opcional a escolha do tipo de propulsão (combustão ou elétrica). A única restrição relativa à motorização é a somatória de área total das hélices multiplicada pelo número de pás, que não poderá ultrapassar 0,206 m². A exemplo da Classe Regular, as aeronaves poderão transportar como carga útil materiais de quaisquer tipo e dimensões, exceto chumbo.

Provas – As avaliações são realizadas em duas etapas: Competição de Projeto e Competição de Voo, conforme regulamento. Na Competição de Projeto, as equipes realizam apresentações orais dos projetos para a Comissão Técnica da Competição, formada por engenheiros da indústria aeronáutica, que trabalham como voluntários durante toda a realização do evento. Na Competição de Voo, os aviões passam por baterias de voos e devem ser capazes de decolar e transportar cargas sempre crescentes, até as condições limite do projeto. Ao final do evento, duas equipes da Classe Regular, uma da Advanced e uma da Classe Micro, que obtiverem as melhores as pontuações, ganharão o direito de representar o Brasil na SAE Aerodesign East Competition, em 2018, nos EUA, onde equipes brasileiras já acumulam histórico expressivo de participações: oito primeiros lugares na Classe Regular, quatro na Classe Advanced e um na Classe Micro. A SAE Aerodesign East Competition é realizada pela SAE International, da qual a SAE BRASIL é afiliada.

Organizado pela Seção Regional São José dos Campos, da SAE BRASIL, o Projeto AeroDesign é programa de fins educacionais que tem como objetivo propiciar a difusão e o intercâmbio de técnicas e conhecimentos de engenharia aeronáutica entre estudantes e futuros profissionais da engenharia da mobilidade, por meio de aplicações práticas e competição entre equipes, formadas por estudantes de graduação e pós-graduação de Engenharia, Física e Tecnologia relacionada à mobilidade.  A Competição é realizada anualmente desde 1999.

“A introdução de novas tecnologias e sua aplicação sistêmica em benefício da sociedade é a filosofia que norteia os programas estudantis da SAE BRASIL, criados para estimular estudantes à inovação e para ajudá-los na qualificação exigida pela indústria”, afirma o engenheiro Mauro Correia, presidente da SAE BRASIL.

Reconhecida pelo Ministério da Educação, a competição é patrocinada pelas empresas Grupo Airbus, Altair, Embraer, GE, Honeywell, Parker, Rolls-Royce e United Technologies. Também conta com o apoio das instituições ADC Embraer, DCTA, ITA, Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, Prefeitura de São José dos Campos e São José dos Campos Convention & Visitors Bureau. Tem parcerias com Emercor Pronto Vida, Hotel Nacional Inn e Novotel.

Serviço
Dia 26 – das 8h30 às 17h – solenidade de abertura, showroom dos projetos e apresentações orais das equipes no ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) – Prédio de Eletrônica e Computação.
Dias 27, 28 e 29 – das 7h30 às 18h – Competição de voo no Aeroporto do DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial) – aberta ao público. Entrada pela avenida Faria Lima, ao lado do MAB, em São José dos Campos/ SP.

19ª Competição SAE BRASIL AeroDesign

26 a 29 de outubro
Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) – São José dos Campos/ SP 
Total de equipes inscritas = 94
№ estrangeiras = 5 (México e Venezuela)
№ de equipes brasileiras: 89 (DF + 16 Estados)
№ de instituições de ensino: 76
№ médio de inscritos: cerca de 1.300 participantes
№ equipes: Classe Micro: 25 / Classe Regular: 61 / Classe Advanced: 8 

SUL 

Paraná (5 equipes /  5 instituições)
Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) – equipe Aerocária
Universidade Federal do Paraná (UFPR) – equipe Burning Goose
Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR – campus Curitiba) – equipe Acalantis
Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR – campus Londrina) – equipe Grifo AeroDesign
Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR – campus Ponta Grossa) – equipe UTFalcon Aerodesign

Rio Grande do Sul (8 equipes / 6 instituições)
Fundação Universidade de Passo Fundo (UPF) – equipe Aerocócus UPF
Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) – equipes Carancho AeroDesign e Carancho Micro
Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) – equipes Kamikase e Kamikase Micro
Universidade de Caxias do Sul (UCS) – equipe Aerosul
Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA) – equipe Aeropampa Micro
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) – equipe UFRGS Pampa Aerodesign

Santa Catarina (6 equipes / 4 instituições)
Faculdade SATC (FASATC) – equipe AeroSATC
Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) – equipes Albatroz AeroDesign e Albatroz Aerodesign Micro
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC – campus Florianópolis) – equipes Céu Azul Regular e Céu Azul Micro
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC – campus Joinville) – equipe Nisus

SUDESTE 

Espírito Santo (1 equipe / 1 instituição)
Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) – equipe Aero Vitória Espírito Santo

Minas Gerais (15 equipes / 11 instituições)
Centro Federal Tecnológico de Minas Gerais (CEFET-MG) – equipe Cefast Aerodesign
Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) – equipes Uirá e Uirá Micro
Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) – equipe Microraptor
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) – equipes Uai, Sô! Fly!!! e Uai, Sô! Fly!!! Micro
Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) – equipe 12 Bis
Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ – campus Ouro Branco) – equipe Noizavua AeroDesign
Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ – campus Santo Antonio) – equipes Trem Ki Voa e Trem Ki Voa Micro
Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) – equipe Triângulo Aéreo 
Universidade Federal de Uberlândia (UFU) – equipes Tucano e Tucano Micro
Universidade Federal de Viçosa (UFV – campus Florestal) – equipe Acauãzim
Universidade Federal de Viçosa (UFV – campus Viçosa) – equipe Skywards AeroDesign

Rio de Janeiro (6 equipes / 6 instituições)
Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET-RJ) – equipe Venturi AeroDesign
Instituto Militar de Engenharia (IME) – equipe Zéfiro
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO) – equipe AeroRio Advanced
Universidade Federal Fluminense (UFF – Niterói) – equipe Blackbird
Universidade Federal Fluminense (UFF – Volta Redonda) – equipe UFForce
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – equipe Minerva AeroDesign

São Paulo (25 equipes / 19 instituições)

Grande São Paulo (5 equipes / 4 instituições)
Centro Universitário da FEI – equipes FEI Regular e FEI Micro
Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (POLI USP) – equipe Keep Flying
Universidade Federal do ABC (UFABC) – equipe Harpia AeroDesign UFABC
Universidade Nove de Julho (UNINOVE) – equipe Ícaro

Interior de São Paulo (20 equipes / 15 instituições)
Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) – equipes Leviatã e Montenegro
Centro Universitário Hermínio Ometto (UNIARARAS) – equipe Iuna AeroDesign
Centro Universitário Salesiano de São Paulo (UNISAL) – equipe AeroUnisal
Escola de Engenharia de Lorena da Universidade de São Paulo (EEL USP) – equipe AeroEEL
Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (EESC USP) – equipes EESC-USP Alpha, EESC-USP Bravo e EESC-USP Charlie
ETEP Faculdades – equipe ETEP Flying Regular
Faculdade de Engenharia de Sorocaba (FACENS) – equipe Falcons AeroDesign
Faculdade de Tecnologia (FATEC – campus São José dos Campos) – equipe Megazord Aerodesign
Instituto Federal de São Paulo (IFSP – campus Salto) – equipe Taperá Baby
Universidade de Taubaté (UNITAU) – equipe AeroTau
Universidade Estadual Paulista (UNESP – campus Bauru) – equipes Canarinho Advanced e Canarinho Micro
Universidade Estadual Paulista (UNESP – campus Guaratinguetá) – equipe Aerofeg
Universidade Estadual Paulista (UNESP – campus Ilha Solteira) – equipe Zebra
Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) – equipes Urubus AeroDesign e Urubus Micro
Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) – equipe UFSCar Dragão Branco

 CENTRO-OESTE 

Distrito Federal (3 equipes / 2 instituições)
Universidade de Brasília (UnB) – equipes Draco Volans e Mamutes do Cerrado
Universidade Paulista do Distrito Federal (UNIP-DF) – equipe Antonov

Mato Grosso (2 equipes / 1 instituição)
Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) – equipes AeroDesign UFMT Regular e AeroDesign UFMT Micro

NORDESTE 

Bahia (3 equipes / 3 instituições)
Universidade Federal da Bahia (UFB) – equipe Axé Fly
Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) – equipe Aerodesign do Recôncavo da Bahia
Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF) – equipe F-Carranca

Ceará (1 equipe / 1 instituição)
Universidade Federal do Ceará (UFC) – Aeromec Aerodesign 

Maranhão (2 equipes / 2 instituições)
Faculdade Pitágoras – equipe AeroBeetle
Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) – equipe Zeus

Paraíba (2 equipes / 1 instituição)
Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) – equipes Parahyasas e Parahyasas Micro

Pernambuco (2 equipes / 2 instituições)
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) – equipe Mandacaru Regular
Universidade de Pernambuco (UPE) – equipe Tenpest Aerodesign UPE

Piauí (2 equipes / 2 instituições)
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí (IFPI) – equipe Sol do Equador
Universidade Federal do Piauí (UFPI) – equipe Delta do Piauí

Rio Grande do Norte (5 equipes / 5 instituições)
Faculdade Maurício de Nassau – equipe MNAF AeroDesign
Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA – campus Angicos) – equipe Calango Voador Aerodesign
Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA – campus Caraúbas) – equipe Acceptor AeroDesign
Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA – campus Mossoró) – equipe PegAzuls Aerodesign
Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) – equipe Car-Kará Advanced

NORTE 

Amazonas (1 equipe / 1 instituição)
Universidade do Estado do Amazonas (UEA) – Urutau Aerodesign 

EXTERIOR 

México (2 equipes / 2 instituições)
ESIME UP Ticomán – equipe Kukulcán
Universidad Aeronautica en Queretaro – equipe U-Fly AeroDesign

Venezuela (3 equipes / 2 instituições)
Universidad Simón Bolívar (USB) – equipes AeroDesign SAE USB e AeroDesign SAE USB Micro
Universidad del Zulia (LUZ) – equipe SAE AeroDesign LUZ

Companhia de Imprensa.

Leia> O Brasil Sobre Rodas. 

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sexta-feira, 22 de setembro de 2017

GRU AIRPORT TERÁ O PRIMEIRO HANGAR DA AMERICAN AIRLINES FORA DOS ESTADOS UNIDOS.


O GRU Airport – Aeroporto Internacional de São Paulo – firma parceria com a American Airlines para a construção do primeiro hangar da companhia aérea fora dos Estados Unidos e se consolida como aeroporto referência na América do Sul para a companhia.

Para o CEO do GRU Airport, Gustavo Figueiredo, “A decisão significa, no médio prazo, a possibilidade de aumentar o número de voos da American Airlines que voam para os Estados Unidos, além de reforçar a sinergia entre as empresas que compõem a Aliança Oneworld - acordo de cooperação que envolve 14 companhias aéreas, do qual fazem parte Qatar Airways, LATAM, British Airways, Iberia, American Airlines, que operam no GRU Airport”.  

A escolha do Brasil para instalação do primeiro hangar da American Airlines fora do território americano também comprova a confiança da maior companhia aérea do mundo, em número de aeronaves, no mercado brasileiro.

A construção, que ocupará a antiga planta da Vasp, terá cerca de 36 mil m2 e será destinada à manutenção de aeronaves e testes de giro de motor. O hangar está previsto para ser entregue em 2018 e no curto prazo deve gerar dezenas de empregos, além de know-how em manutenção para aviação.

GRU Airport 
In Press Porter Novelli

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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

INSTITUTO MAUÁ DE TECNOLOGIA SEDIA A 9ª SEMANA DE DESIGN.

O Instituto Mauá de Tecnologia realiza de 25 a 29 de setembro, no Campus de São Caetano Sul, a 9ª edição da Semana de Design. Para celebrar os 10 anos do curso de Design da Mauá, neste ano, o evento está maior e com uma programação mais atrativa, abordando inúmeros segmentos de atuação do designer.

Para aproximar os alunos do mercado de trabalho, toda a programação do evento é organizada pelos estudantes de Design da Mauá, sob a orientação da coordenadora do curso, prof.ª Claudia Facca.

“Para os estudantes, o evento já se tornou tradicional e é importante, tanto internamente, como externamente. Muitos ex-alunos da Instituição ficam aguardando essa semana para retornarem à Mauá. A Semana de Design atua como uma grande forma de aproximação entre a Mauá e o mercado de trabalho, além de mostrar as diversas formas de atuação do designer”, afirma a prof.ª Claudia Facca.

As inscrições devem ser feitas pelo site:

Programação


25 de setembro
Palestras
19h: Criação do curso de Design Mauá / Designer de aviões
Palestrante: Marcelo Oliveira
20h30: Os princípios de Design da Tátil
Palestrante: Luis Alberto Freitas - Tátil Design
21h30:  Systemic Design
Palestrante: Levi Girardi - Questto|Nó

26 de setembro 
Palestras
19h30: Machine Learning e Inteligência Artificial em tudo e para todos
Palestrante: Thaís Brum Bernardes - Google
20h30: Design e Inovação Social
Palestrante: Carla Link - Talking City
21h30: Hábito, emoção e felicidade: novas abordagens do design centrado no usuário
Palestrante: Luciano Pires - Itaú
Workshops
15h às 18h: Design Social - A memória nos objetos
Ligia Lopes - Universidade do Minho - Sala U 29
15h às 18h: Novidades do CATIA V6 e PLM
Pedro Wallace - LWT Sistemas - Sala H 106
15h às 18h: Sketch de Produtos
Marcio Sartori e Nelson Lopes - Ícon Design - Sala F 10

27 de setembro     
Palestras
19h30: Empreendedorismo no Design de Móveis
Palestrante: Pierre Colnet - Cremme Design
21h30: Design Automotivo
Palestrante: Robert Bauer - Nissan Rio
Workshops
15h às 18h: Design Social - A memória nos objetos
Ligia Lopes - Universidade do Minho - Sala U 29
15h às 18h: Boas práticas para desenho no CAD, prevendo manufatura aditiva
Pedro Wallace - LWT Sistemas - Sala H 106
15h às 18h: Sketch Automotivo
Luis Alberto Veiga – Ex-Diretor de Design da Volkswagen - Sala F 10

28 de setembro
Palestras
19h30: Design de Joias
Palestrante: Silvia Pastore - Vivara
20h30: Designer = Tradutor
Ligia Lopes - Universidade do Minho
21h30: Bom, vamos falar de Design
Palestrante: Ronald Kapaz - OZ Estratégia + Design
Workshops
15h às 18h: Design Social - A memória nos objetos
Ligia Lopes - Universidade do Minho - Sala U 29
15h às 18h: Acabamento e montagem de peças com apoio do Magics
Pedro Wallace - LWT Sistemas - Sala H 106
15h às 18h: Realidade virtual na Indústria Automotiva
Clóvis Oliveira - IN9 Solutions - Sala F10

O Instituto Mauá de Tecnologia – IMT promove o ensino científico-tecnológico, visando formar recursos humanos altamente qualificados. Há 55 anos, o IMT, com campi em São Paulo e São Caetano do Sul, mantém duas unidades: Centro Universitário e Centro de Pesquisas. O Centro Universitário oferece cursos de Graduação em Administração, Design e Engenharia. Na Pós-Graduação são oferecidos cursos de aperfeiçoamento, especialização e MBA nas áreas de Gestão, Design e Engenharia, além do programa de Mestrado em Processos Químicos e Bioquímicos. O Centro de Pesquisas, há 51 anos, desenvolve tecnologia para atender às necessidades da indústria.

RMA Comunicação.

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