sexta-feira, 28 de abril de 2017

CUMMINS PRIORIZA NEGÓCIOS RECON COM FOCO NO CRESCIMENTO DE VENDAS.

É no mais importante encontro do setor de reposição da América Latina, a Automec – Feira Internacional de Autopeças e Serviços 2017, que a Cummins difunde sua nova política de fornecimento de motores e peças genuínas remanufaturados Cummins ReCon e exibe em seu estande uma versão do motor ISB remanufaturado.   


O objetivo da fabricante é mostrar, na prática, para o público presente e ao mercado como um todo que a linha ReCon preza pela confiabilidade, tecnologia e traz ainda a garantia de ter sob o capô um produto da marca. Peças genuínas da gama também estarão expostas no estande da fabricante durante a feira.  Em sua nova política de oferta, a Cummins, por sua vez, mira o crescimento de vendas: além de deixar os preços de seus produtos mais competitivos, estabeleceu um processo de logística reversa para toda a linha de modo a facilitar os negócios.  

“Valorizamos mais o motor usado para contribuir com fluidez no processo de troca, além de estarmos mais flexíveis no recebimento destes produtos, uma vez que temos know-how quando o assunto é remanufatura e somos reconhecidos por oferecermos produtos ReCon extremamente confiáveis que contam com assistência técnica com cobertura nacional”, diz Pedro Silva, analista de Marketing da Cummins Brasil. Com o aumento de motores usados, a Cummins eleva a disponibilidade dos equipamentos no mercado de reposição acelerando ainda mais o processo de troca.  

A linha ReCon é ampla e conta com motorizações de até 9 litros, entre 170 e 400 hp de potência. Já a linha ReCon de peças genuínas traz injetores, módulos de controle do motor, bomba de combustível de alta pressão e cabeçotes. E se o objetivo é favorecer seus clientes disponibilizando a linha a custo competitivo e facilitando a logística de troca, a fabricante de motores também acredita e investe em seus produtos ReCon devido a seu apelo ambiental. Ao submeter seus motores e peças no processo de remanufatura, a Cummins elimina a necessidade do descarte no meio ambiente. Além desta grande vantagem, vale destacar também a garantia de fábrica para o usuário final, de três anos, como a dos novos produtos.    

Cobertura de manutenção em toda América Latina e a atualização tecnológica realizada por quem desenvolve, cria e aperfeiçoa constantemente seus produtos estão disponíveis aos clientes Cummins. Os motores e componentes são produzidos para assegurar a mesma performance e desempenho dos produtos novos Cummins. 


Textofinal de Comunicação Integrada.

VOLKSWAGEN CAMINHÕES E ÔNIBUS PARTICIPARÁ DE MAIS UMA EDIÇÃO DA AGRISHOW.

A Volkswagen Caminhôes e Ônibus estará presente na 24ª edição da Agrishow, de 1° a 5 de maio, em Ribeirão Preto (SP), e como atrações especiais estarão em exposição os caminhões VW Constellation 31.280 6x4 e VW Constellation 30.330 8x2. Ao lado de todo o portfólio da marca, os modelos apresentam vantagens operacionais no agronegócio brasileiro. 


Considerado vitrine das mais avançadas tendências e inovações tecnológicas do setor, o evento reúne produtores rurais, profissionais e empresas que compõe a cadeia produtiva do agronegócio. E a MAN Latin America terá um atendimento especializado para esse público. Profissionais, da fábrica, do Banco  Volkswagen e das concessionárias na região, Santa Emília e Gaplan, estarão no evento para esclarecer todos os tipos de dúvidas dos clientes e compartilhar informações diversas que ressaltam os atributos dos produtos Volkswagen e MAN, além de suas condições comerciais exclusivas.

Entre as benefícios, os participantes vão poder conhecer a recém-lançada campanha de varejo da montadora, com o slogan “Vem que tem negócio: Seu caminhão já está na mão”. A empresa oferece um pacote imperdível de vantagens que inclui valorização do usado na troca por um caminhão VW ou MAN zero-quilômetro, pronta entrega do veículo novo, aprovação de crédito rápida e financiamento com taxa de 0,99% ao mês – a melhor condição do mercado.

“O agronegócio tem previsão recorde este ano. O campo está em pleno desenvolvimento, demandando investimentos em tecnologia, e estamos prontos para atender nossos clientes do segmento com soluções sob medida. Nosso portfólio tem produtos específicos para o setor e oferecemos também uma linha completa de soluções de pós-vendas”, afirma Ricardo Alouche, vice-presidente de Vendas, Marketing e Pós-Vendas.

Os produtos em exposição Agrishow

VW Constellation 31.280 6x4

O modelo é perfeito para operações fora de estrada, cana de açúcar, construção civil e extração de madeira mantendo a robustez necessária a estas aplicações. Equipado com o motor MAN D08, que dispensa o uso de Arla 32, o caminhão tem transmissão sincronizada que agrega inovações tecnológicas e de segurança, tornando a condução do veículo mais simples e confortável, melhorando a sua produtividade, com durabilidade e baixo custo operacional, além de manter a robustez necessária para qualquer aplicação. Além destas características, há a opção do caminhão vocacional Canavieiro que vem com itens específicos para atender este segmento para ainda mais disponibilidade e produtividade, tornando o modelo ideal para a operação.

VW Constellation 30.330 8x2 V-Tronic

O VW Constellation 30.330 8x2 é indicado para todos os segmentos, se destacando em carga seca, graneleiro, baú e tanque. Com motor Cummins ISL de 334 cv, o modelo possui transmissão automatizada V-Tronic e o segundo eixo direcional 8x2 de fábrica. No comparativo com seus principais concorrentes, o modelo oferece potência e torque, em média, 15% superiores, com um peso bruto total (PBT) de 29 toneladas. 
 
Comunicação MAN Latin America.

VOLKSWAGEN APRESENTA LINHA 2018 DA SAVEIRO COM INÉDITA VERSÃO ROBUST CABINE DUPLA.

Voltada para o trabalho, a Saveiro Robust Cabine Dupla chega ao mercado como parte da linha 2018 da picape – a mais segura e tecnológica do segmento. Mais comodidade e flexibilidade de uso são aliados às consagradas características da Saveiro: robustez, confiabilidade e design imponente.


Com a versão Robust Cabine Dupla, a picape Volkswagen passa a contar com uma opção mais acessível para os clientes que buscam ampla caçamba e capacidade para cinco ocupantes – exclusividade da Saveiro no segmento.

A Saveiro Robust Cabine Dupla traz de série itens como protetor de caçamba, banco do motorista com ajuste de altura, indicador de troca de marcha, para-sol com espelho para motorista e passageiro, rack e barra de proteção para apoio de carga no teto e rodas de aço de 15 polegadas com pneus 205/60 R15.

Também há desembaçador do vidro (vigia) traseiro, grade protetora do vigia traseiro, tomada de 12V no console central e na lateral direita do banco traseiro, três apoios de cabeça para o banco traseiro – com cintos de segurança retráteis de três pontos (inclusive o central traseiro) –, porta-objetos nas laterais das portas e porta-revistas atrás dos bancos dianteiros. Como opcional é oferecido o pacote Robust, composto por ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricos e chave “canivete”.

A Saveiro Robust Cabine Dupla é oferecida em seis opções de cores: três sólidas (Branco Cristal, Vermelho Flash e Preto Ninja) e três metálicas (Prata Sírius, Cinza Platinum e Azul Night).

Visual de trabalho


Com foco na relação custo-benefício, a Saveiro Robust teve seu visual pensado para um veículo de uso predominantemente profissional. Assim como a versão de cabine simples, a Robust Cabine Dupla tem visual que utiliza elementos mais rústicos, como os faróis com detalhes pretos, acompanhando a grade e o para-choque, que também são nessa cor.

A parte traseira traz a mesma linguagem de estilo, com predominância de elementos pretos para tampa, lanternas e para-choques. Nas laterais, os apliques pretos nos arcos de roda protegem essa região do impacto de pedras, por exemplo.

Capacidade exclusiva


Somente a Saveiro Cabine Dupla é capaz, em seu segmento, de acomodar cinco ocupantes. Esse é um de seus grandes diferenciais. O segredo para isso está no teto da picape, que é elevado em relação às demais configurações da linha.

Por exemplo, a versão Trendline Cabine Dupla tem 1,56 metro de altura (4 cm a mais do que a Saveiro Trendline Cabine Estendida). São 4,47 metros de comprimento e 1,71 metro de largura (sem espelhos retrovisores).

O habitáculo da Saveiro Cabine Dupla conta com 1.339 mm de espaço para os ombros – 79 mm a mais do que o principal concorrente. O espaço interno para a cabeça também é um diferencial no segmento: a Saveiro Cabine Dupla tem 1.009 mm no banco dianteiro (23 mm a mais do que a Saveiro Cabine Estendida) e 945 mm de espaço para a cabeça no banco traseiro.

A picape Volkswagen oferece também mais espaço para as pernas entre o banco traseiro e dianteiro, superando o modelo concorrente.

Ainda na cabine, destaque para a posição mais elevada do assento traseiro (ponto “H”). Essa altura adicional (95 mm) em relação aos bancos da frente favorece a ergonomia dos passageiros traseiros e melhora a visibilidade de quem está sentado no banco de trás, que conta com um apoia-braço de cada lado.

Há também dois porta-garrafas de até 500 ml, um de cada lado (comodidade que só a picape Volkswagen oferece na categoria), uma saída de 12V adicional e, entre os bancos dianteiros, um porta-lata.

Assim como a ampla área envidraçada, outro destaque da Saveiro Cabine Dupla é a circulação de ar dentro da cabine. Os vidros laterais traseiros são basculantes, uma exclusividade da picape Volkswagen na categoria. Outro recurso que contribui para segurança é o desembaçador do vidro traseiro, também inédito no segmento.

A Saveiro Robust Cabine Dupla oferece a robustez de um veículo de carga com a dirigibilidade de um automóvel de passageiro. A suspensão dianteira independente, tipo McPherson, é formada por molas helicoidais com barra estabilizadora, desenhada para um carro de passeio.

A suspensão traseira é formada por um eixo interdependente com braços longitudinais e molas “super progressivas”, que conferem excelente estabilidade e conforto em qualquer condição de uso.

Todas as versões da configuração Cabine Dupla têm distância entre-eixos de 2,75 metros e caçamba capaz de acomodar 580 litros. Por falar em capacidades, a Saveiro Cabine Dupla tem o maior comprimento livre da categoria, oferecendo uma caçamba com comprimento de 1.106 mm no assoalho – medida 17% maior do que o principal concorrente.

Outro diferencial no segmento é o local de instalação do pneu sobressalente (estepe), que fica embaixo da parte traseira do veículo, deixando a caçamba livre para o transporte de carga.

Motor 1.6l Total Flex de 104 cv – Confiabilidade e robustez

A Saveiro Robust Cabine Dupla é equipada com o motor 1.6l Total Flex, da família EA111. Com 1.598 cm³ de cilindrada, quatro cilindros em linha e duas válvulas por cilindros, o consagrado motor proporciona excelentes números de desempenho. O câmbio manual de cinco marchas (MQ200) é referência da categoria, com engates precisos e eficientes.

Com motor 1.6 de 104 cv, a Saveiro Cabine Dupla é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 10,9 segundos (etanol) e 11,2 segundos (gasolina). A velocidade máxima é de 172 km/h (etanol) e 170 km/h (gasolina).

Linha 2018

A versão Robust Cabine Dupla é uma das novidades da linha 2018 da Saveiro, que é oferecida em sete opções – Robust cabines simples e dupla, Trendline (cabines simples ou dupla), Highline (cabine dupla) e Cross (cabines estendida ou dupla). A Saveiro ganhou nova estrutura de oferta, mais simples e lógica, além de novos equipamentos.

A versão Robust Cabine Simples, assim como ocorre com a Cabine Dupla, passa a oferecer exclusivamente um pacote opcional – Robust completo, composto por ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricos e chave “canivete”.

A versão Trendline, disponível nas carrocerias de cabine simples e dupla, teve incremento nos itens de série, o que torna a versão mais atraente. Passa a vir de fábrica equipada com ar-condicionado, sistema de infotainment “Media Plus”, suporte para celular com entrada USB no painel, travas e retrovisores elétricos, chave tipo “canivete” com sistema de alarme “keyless” e espelhos retrovisores e maçanetas pintados na cor do veículo e faróis com função “Coming & Leaving home”, entre outros.

Como opcional, a Saveiro Trendline passa a oferecer o pacote Trendline Completo, composto por rodas de liga leve de 15 polegadas, sistema de infotainment “Composition Touch”, coluna de direção com ajuste de altura e distância, volante multifuncional, capota marítima e sensor traseiro de estacionamento, além de faróis e lanternas de neblina, faróis duplos e janela traseira corrediça.

A Saveiro Highline agora traz de série o suporte para celular com entrada USB no topo no painel. São três agora os seus pacotes opcionais: sistema de infotainment “Composition Touch”; módulo navegação; Highline completo – composto por revestimento dos bancos em couro sintético Native, capota marítima, ganchos para armação de carga, rodas de liga leve de 15 polegadas, sensor de estacionamento e tapetes de carpete.

A Saveiro Cross também passa a trazer o suporte para celular com entrada USB no topo do painel. São dois os seus pacotes de opcionais: módulo navegação e Cross completo, com os itens: espelho retrovisor interno antiofuscante,  controlador de cruzeiro (“piloto automático”), sensores de chuva e crepuscular, revestimento dos bancos em couro sintético Native, tapetes de carpete e sensor de estacionamento dianteiro.

A versão Cross é equipada com o motor 1.6 MSI, da família EA211, de até 120 cv. O restante da linha traz o consagrado motor 1.6 MSI, de até 104 cv. Combinado a ambos os motores está o câmbio manual de cinco marchas MQ200-5F, reconhecido por sua precisão de funcionamento.

Volkswagen do Brasil.
Assuntos Corporativos e Relações com a Imprensa.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

CASE LANÇA PRIMEIRA CARREGADEIRA COMPACTA NACIONAL DO MERCADO NA AGRISHOW.

Modelo 580N versão carregadeira traz todos os benefícios da retroescavadeira líder e também será exportado.

A retroescavadeira da Case Construction Equipment, há 50 anos no Brasil e uma das líderes em todo esse período, ganhou a versão carregadeira compacta: a primeira nacional, fabricada na unidade de Contagem (MG), e que será exibida pela primeira vez na Agrishow 2017, em Ribeirão Preto (SP).

A novidade vem atender uma demanda por máquinas de construção de pequeno porte com as vantagens do produto nacional, como preço independente das oscilações cambiais, maior possibilidade de financiamento, o Finame, além dos benefícios do incremento à industrial local. O novo modelo vai atender o mercado nacional e demais países da América Latina.

A 580N versão carregadeira nasce ainda com mais uma vantagem: foi desenvolvida a partir de um produto nacional que possui o recorde de vendas (30 mil unidades) entre todos os modelos de máquinas de construção: a retroescavadeira 580.

“O mercado de máquinas minis e compactas cresceu muito até três anos atrás, mas declinou com a valorização do dólar e a crise econômica. Em períodos de pouco investimento, o empresário acaba comprando o equipamento de médio porte, de maior versatilidade, embora nem sempre o mais adequado em determinas aplicações”, comenta o vice-presidente da CASE para a América Latina, Roque Reis.

Com a 580N versão carregadeira a CASE traz uma solução para o segmento de mini e compactos, já que o lançamento da marca é o único nacional. “O mercado de compactos tem futuro e a nacionalização vai aumentar as vendas”, afirma.

Por que uma versão carregadeira – A retroescavadeira foi a primeira máquina de construção criada no mundo, pela CASE há 55 anos, e é a mais versátil. Tem duas frentes de trabalho: uma caçamba na parte dianteira e um conjunto de braço e pá para escavação na traseira.

Na versão carregadeira compacta, a eficiência para trabalhar como pá-carregadeira é maior, pois no lugar do conjunto traseiro há um contra-peso. “Ela se desloca com mais estabilidade e velocidade, e é mais fácil de manobrar porque o comprimento é menor. Ou seja, na aplicação como carregadeira compacta há um ganho de produtividade e investimento”, garante o gerente de Marketing Carlos França.

As principais aplicações do modelo estão na construção civil (carregamento de materiais, pallets), indústria e agronegócio (no confinamento de gado e transporte de insumos e outros materiais).

Configurações

Assim como a 580 Série N, a versão carregadeira compacta foi projetada para oferecer resultados como elevada capacidade produtiva, conforto, baixo consumo e facilidade na manutenção. A caçamba padrão tem capacidade de levantamento de 3.086 kgf e volume de 1 m³.

A carregadeira compacta 580N tem motor FPT MAR-I / Tier 3 com 79 hp de potência líquida e peso operacional de 7.553 kg. Na comparação entre modelos da marca, a carregadeira compacta é um modelo intermediário entre a menor pá-carregadeira CASE, a W20E, com motor com 152 hp de potência líquida e peso operacional de 10.089 kg, e a maior minicarregadeira, a SV300, com potência líquida de 84 hp e peso operacional de 3.765 kg, explica França.

A operação dos comandos do implemento está concentrada numa única alavanca. Há ainda a opção de caçamba 4 em 1, que assegura a facilidade operacional e com ela pode-se laminar, carregar, agarrar, nivelar, escavar e espalhar material. A caçamba 4 em 1 tem volume de 0,8 m³ e capacidade de levantamento de 2.930 kgf. Ela é equipada com dois cilindros que movimentam a parte frontal, acionado por um botão proporcional integrado à alavanca de controle da carregadeira, que dá ao operador total domínio da velocidade de abertura/fechamento do implemento.

O modelo tem ainda transmissão Powershift S-Type, com a qual o operador seleciona a marcha ao girar uma alavanca na coluna de direção, eliminando a troca de marcha manual. Traz ainda a função kick-down, que permite redução de marcha de segunda para primeira ao pressionar um botão na mesma alavanca que faz a seleção de marcha ou na alavanca de controle da carregadeira, à escolha do operador.

“No manuseio de material empilhado, por exemplo, essa função é bastante utilizada e traz muito mais conforto de operação”, explica. Segundo França, outra função importante da transmissão é o ajuste da sensibilidade da modulação F/N/R (frente/neutro/ré), tornando-a mais suave ou mais rá- pida. A seleção também é facilmente realizada com dois botões e um display digital no painel de instrumentos. O modelo, que tem opções de cabine fechada ou aberta, também é equipado com sistema de filtragem de ar com Venturi na linha de exaustão, o que garante aumento do intervalo de troca de filtro. O novo freio de estacionamento aplicado por mola e liberado hidraulicamente (SAHR) pode ser acionado por botão, garantindo uma operação mais cômoda e segura.

Case Construction Equipment é uma marca da CNH industrial NV, líder mundial em bens de capital listada na New York Stock Exchange (NYSE: CNHI) e no Mercato Telematico Azionario da Borsa Italiana (MI: CNHI). Mais informações sobre a CNH industrial podem ser encontradas online em www.cnhind.com.

Página 1 Comunicação.

DE CARRO POR AÍ.
Por Roberto Nasser*

Mercedes. Um sedã Classe A

Se você gosta da linha A dos automóveis Mercedes-Benz, primeiro degrau na escala de medidas e motores da marca alemã, e se questionava porque a dedicação exclusiva aos hatch, pode começar a frequentar mais seu porquinho da poupança: a empresa prepara um sedã Classe A, e não será apenas um hatch com um pedúnculo posterior, como alguns cometimentos por aí, mas o convencimento por design de um carro em três volumes. Mostrou o conceito em janeiro e levou-o ao Salão de Shanghai.

Marca-o a evolução de estilo da atual geração A, incorporando a filosofia de acupesar os sedãs, e três elementos de elevada atração frontal: grupo óptico se estendendo em direção à Coluna A; poderosos vincos no capô transmitindo a noção de robustez esportiva; a grade de quinze elementos verticais, re leitura da aplicada aos protótipos enviados à Carrera Pan Americana de 1952. Mesmo conceito, em cromado, sugerindo agressividade, assina o estilo do AMG GT.

Não é trabalho feito sobre os atuais Classe A, mas exercício intenso sinalizando como será a segunda geração da exitosa exitosa. Ter um sedã no recente braço familiar foi acertado caminho no procurar nova clientela, ampliar vendas e participação. É projeto pessoal até agora vencedor de  Dieter Zetsch, presidente mundial da Mercedes e CEO da área de automóveis, com contrato de gestão renovado para levar e manter a Mercedes na liderança entre as marcas alemãs. A família A agregou mais de milhão de novos consumidores dos carros com a estrela de três pontas, e o novo sedã quer aumentar este número. Traços gerais por Gorden Wagener, responsável pelo design da Daimler, crê-se deva ser lançado em setembro, no Salão de Frankfurt, ocasião para as marcas alemãs enfatizar os lançamentos em casa.

Em conceito, novo Mercedes A sedã, grade Pan Americana. (divulgação)

Arghh? Não, novo Fiat será Argo

Fiat definiu o nome de seu próximo produto conhecido pelo código X6H: Argo ... Hatch para substituir Punto, Bravo e versões superiores do Palio. Base para família, sedã a ser produzido na Argentina; diz-se haver um jipinho – fornecedores desconhecem -, e possivelmente station wagon substituindo Weekend.

Para cumprir missão árdua, substituir dois e meio produtos, movimentar as hoje ociosas lojas da marca, e não ser apenas mais um, Fiat deu-lhe trato de conteúdo, e seu sítio o trata como “o mais completo Hatch Premium do mercado.” Ante ampla missão terá motorização variada: 1.0, 72 cv; 1.3, 101 cv; 1,8 produzindo 135 cv com gasálcool e 139 com álcool.

Nome
Batizar produto é missão árdua, partindo de análise, pré definição de conceitos, pesquisa, listagem e, como passo relevante, usualmente a depuração final passa por aval superior, pois nome pode ajudar no êxito ou colaborar no fracasso. Não consegui apurar se no caso do Argo o caso foi este. Mas ouvi versão interessante. Essência da verdade talvez nunca se saiba. 

Fiat tem tradição de bons nomes – Mille, Uno, Punto, Prêmio, todos fáceis, sonoridade latina, curtos, rapidamente inteligíveis. Buscava-se caminho assemelhado. O automóvel até então indicado como Projeto 6XH é adequação nacional do novo Tipo italiano. Mudaram capô, tampa traseira e agregados, melhor ajustando-o ao gosto brasileiro. Aqui, com o peso de ser solução mercadológica para a marca, prazo correndo ante a necessidade de cuidar dos manuais técnicos e do material publicitário, o processo de delongou. A Fiat, no Brasil o primeiro nome a ser lembrado quando se fala em FCA, tinha o prazo contra si.

Fonte bem informada relatou o evento. Disse, os capo dos diversos grupos se reuniram com algum capo dei capi, autoridade para o processo, e a conversa se iniciou taticamente. Abordagem latina, de fora para dentro, apresentando um nome para ser execrado, facilitando agilizar o de batismo. Garante-se, o encarregado de conduzir o final do processo, deflagrou  a conversa justificando porque, na Itália e a mercados de exportação, o novo produto adotou nome já conhecido, Tipo. Aqui havia sido desconsiderado porquanto a experiência com veículo a utilizá-lo, há mais de duas décadas, foi bi-polar no mercado. Iniciou-se como um importado, adicional nas opções, e subitamente cresceu nas vendas, tornou-se o mais vendido do país. Aí a Fiat errou ao resolver fabricá-lo no Brasil. Subiu de preço e, por desconhecidas razões a linha de fluido hidráulico do sistema de assistência de direção passava junto à tubulação de escapamento, e nos engarrafamentos, carro parado, ou após estacionar, sem dissipar o calor, o fluido se incendiava. A Fiat enfrentou conta malvada: havia recém trocado o chefe maior; o problema não foi individualizado; não havia capacidade de fornecimento imediato das partes para um re-call, e os carros se incendiavam. À época, a propósito, a Coluna sugeriu mudança de nome para Zippo - o famoso isqueiro norte-americano ...

Voltando à reunião para definir o como chamá-lo, quando o nome Tipo foi pronunciado, um dos presentes comentou emitindo um Argggh .... E alguém com peso teria dito: - Isto, Argo ! Um participante, sem entender, para se situar, indagou se escolha era influência do bom jornalista carioca Jason Vogel. A pergunta, aparentemente disparatada, tinha coerência mitológica grega: Argus havia sido o barco construído para Jasão e sua turma, tratados como Argonautas...
- Não, resumiu o autor, e pouco latinamente definiu: É Argo, e pronto. Qual o segundo ponto da reunião?
Foi assim, simploriamente? Perguntei à minha fonte. Passo a dúvida, disse-me, mas  se non è vero, è ben trovato - se não é verdade, tem coerência. 
Não endosso, não garanto, apenas passo a história a preço de custo.

O Tipo italiano serviu de base ao Argo nacional.

EcoSport. Tapa fora, cuidados dentro, novo motor

Ford atualizou esteticamente o EcoSport, adequando-o à nova postura de produto feito em seis fábricas mundiais – mais recentes na Romênia e na Russia -, integrando a escala de Fords SAVs e SUVs. Montado sobre plataforma do Fiesta, mudanças definem metade do ciclo, sem crescer em dimensões para enfrentar os inúmeros seguidores. Entretanto, apesar das limitações e da incômoda posição de mercado onde perdeu rumo e liderança em vendas, terá novidades para reposicionamento no mercado, e neste pequeno degrau instigar procura. Busca atrair pelos traços frontais, nova motorização e conteúdo.

Mudanças serão perceptíveis pelo estilo falando a linguagem dos demais Ford no gênero, como o Kuga e o Edge, diferenciando-se pelo fato de manter o estepe pendurado na tampa traseira, exceção às versões destinadas aos mercados norte-americano e europeu. Aqui, pequeno espaço para bagagens, hábito de viajar em automóveis com necessidade de espaço para recebe-las, incluir o estepe no habitáculo condenaria o pequeno utilitário. Sob o capô novas opções de motor. Crê-se leque deve se abrir com o novo 1,5 3-cilindros. Acima dele, um 2,0 L4. O 1,5 tem opção de turbo aplicada ao Fiesta no exterior, produzindo 200 cv, mas não deve integrar a versão inicial. Versão norte-americana, já apresentada, adotou câmbio automático. Mercado nos EUA despreza o mecânico, e o dupla embreagem dito PowerShift – e pelos problemas tratado como PowerShit – foi descartado. No Brasil não há indicações quanto à mudança.

Internamente, novo trato: definição por materiais de melhor qualidade; agregação de atrações em infodiversão e conectividade, nova mania no caminho aparentemente sem volta de tratar automóvel como telefoninho esperto com quatro rodas: tela grande multi função, enlaçando sistemas e facilidades de contato externo. Lançamento maio/junho.

EcoSport terá cara mundial. Aqui em filme promocional. (divulgação)

Roda-a-Roda

Fim – Decisão da Justiça venezuelana em arrestar fábrica, instalações, conteúdo, veículos da General Motors, dando ganho de causa a ex concessionário, conseguiu resultado inverso: a empresa se retirou do país.
Como - Montagem havia parado em dezembro de 2015 ante o mau projeto industrial venezuelano – é quase igual ao nosso Inovar-Auto, com nacionalização mínima e muitas partes importadas. Lá o desvario e a crise econômica restringiram liberar dólares no pagamento de partes importadas, fez todas as operações de montagem parar. GM mantinha acordo remunerando operários.
Fim – Agora, batalha jurídica. Justiça entendeu valor da causa em US$ 4,7B! GM era mais antiga montadora na Venezuela e fechando demite 2.718 funcionários, encerra rede de concessionários, faz o caos na manutenção da frota. Juiz quando decide olhando suas estantes, sem saber da realidade da rua, dá em situações como esta. Discutível vitória para um lado, muitas perdas para outros, incluindo o país. Situação na Venezuela fez fechar operações de Fiat, Renault, Honda, Hyundai, Fuso – Toyota de caminhões, Mitsubishi e agora GM.
Elétrico – Volvo anunciou fazer carros elétricos na China, sobre nova plataforma CMA, mesma para a próxima geração de veículos de sua marca Geely. Ex sueca, agora pertence à empresa chinesa. Intenta exportações mundiais.
Prévia - Acidente com um Argo em final de testes e Toyota Corolla numa estrada em MG, mostrou a boa capacidade de absorver impactos dos carros atuais. Motoristas vivos pós cirurgia em mãos e pés.

Até parece, o Argo veio ao mercado enfrentar o Corolla. (Internet)

Frustração – Revendedores dos jipes Troller há anos solicitam à proprietária Ford a opção de transmissão automática. Fábrica promete, mas produto não aparece. Fez nova festa de aniversário e, quando se esperava, resumiu-se a anúncio de série especial e maior atenção a test drives e à Copa Troller.
Futuro – Nova gestão do grupo CAOA, importador dos japoneses Subaru mudou a agência de publicidade. DM9 assumiu a conta para elaborar estratégias e implementar ações publicitárias. Subaru é das marcas pior exploradas no mercado, vivendo aos saltos e gangorra nos preços.
Regulamento – Câmara Federal criou sub comissão para regulamentar o re call de veículos. Na prática aplicar um filtro para evitar revenda de carros com defeitos de fabricação, e criar mecanismo obrigatório aos clientes atender à chamada para reparos. Atualmente menos de 50% o fazem, significando manter rodando veículos defeituosos. Lidera-a o deputado Alexandre Valle, PR-RJ.
Frota – Casa Rosada, o palácio presidencial argentino, lançou concorrência para comprar 20 veículos destinados a serviço. Sedãs compactos.
Concorrência – Baixou parâmetros: motores de 1,4 litro, 140 cv de potência, transmissão com 5 ou 6 marchas, vidros coloridos em tom médio, e cores prata, cinza escuro, preto ou branco. Há peculiaridades não explicadas tecnicamente como rodas leves com 16” ( em tal serviço que diferença fazem se com aros 15”, ou 17”?), e porta malas com 470 litros de capacidade - funcionário público viaja de carro e com grandes malas?
Concorrentes – Conta o jornal El Cronista, negócio complicou à abertura dos envelopes, e carros argentinos – Renault Fluence, Peugeot 408, Chevrolet Cruze – ficaram de fora. Na concorrência, brasileiro Toyota Corolla – sem dispor de motor 1,4 -, e mexicano Volkswagen Vento – aqui o Jetta 1,4.
Confusão – Como lá dizem, a Cochera Presidencial, frota da Casa Rosada, supera 200 veículos mistos em marcas e modelos, alguns com 20 anos de uso.
Mais uma – Royal Enfield, mais antiga marca mundial de motos em produção, volta ao Brasi. Esteve aqui ao início da década de 50. Inglesa na origem foi assumida por industriais da Índia, mantendo-a em produção e iniciando exportar.
Aqui – Loja e escritório em S.Paulo, maior mercado nacional, modelos com motores monocilíndricos de 535 cm3 de cilindrada: Bullet 500, desenho do pré Guerra; Classic 500, pós Guerra; e Café Racer 535, inspirada nas motos com decoração francesa da década de 70. Potência de engenharia antiga, 27,2 e 29,1 cv.
Questão – Tecnologia de décadas, pontualmente atualizada por injeção de combustível, ignição eletrônica, chassis incorporando o motor como elemento estrutural. Incógnita na questão qualidade, marca não divulgou preços. 

Royal Enfield, volta ao país. Antiga, ex inglesa agora indiana. (divulgação)

Cultura – Assessoria de Imprensa do Detran/SP mostrou serviço paralelo: aproveitou o festejar de meio século do lançamento do Ford Galaxie e resgatou informação: há no estado 922 veículos da marca registrados. Boa ideia, venham outros com as demais marcas pioneiras.
Verdade – Denatran, o órgão nacional de trânsito, poderia aproveitar e rever sua base de dados quanto aos antigos. É eivada de erros e imprecisões, incluindo recuar paternidade de veículos.
Futuro – Paulistano Alberto César Otazú, 16, com  paitrocínio e auxílio de empresas Braspress, Alpie, Cazarré-MasterMidia, tem sedimentado carreira. Vitórias em Kart geraram convite de Wilsinho Fittipaldi a conduzir monoposto Formula Vee.
Começo – Foi bem e participação gerou convite adicional: dirigir na Copa ECPA, no circuito de Piracicaba. Surpreendeu subindo no podium duas vezes, como segundo e terceiro nas duas etapas, fechando a semana na vice liderança.
E? - Garoto é um arraso. Em 12 meses no kart amador conquistou 25 vitórias e 57 podiums. No estéril panorama dos sucessores dos brasileiros na Fórmula 1 é de ser olhado com esperança.
História – Gostas de Simca, Dodge, Chrysler, histórias? Ex funcionários da francesa marca Simca e sucessora Chrysler, repetirão almoço anual, com direito a muitas lembranças, conversas, resgates históricos, exposição de carros das marcas.
Junto – No restaurante Florestal, av Maria Servidei Demarchi 2998, em São Bernardo do Campo, SP, dia 29, sábado, próximo às antigas instalações industriais, hoje insosso depósito de eletrodomésticos.









* Roberto Nasser, edita@rnasser.com.br, é advogado especializado em indústria automobilística, atua em Brasília (DF) onde redige há ininterruptos 42 anos a coluna De Carro por Aí. Na Capital Federal dirige o Museu do Automóvel, dedicado à preservação da história da indústria automobilística brasileira.


VOLARE PARTICIPA DO 61º CONGRESSO ESTADUAL DE MUNICÍPIOS E DESTACA O TRANSPORTE INCLUSIVO.

Empresa expõe modelo V8L versão Cadeirante.


A Volare, unidade de negócios da Marcopolo S.A. e montadora líder brasileira na produção de veículos leves para o transporte de passageiros, destaca o transporte inclusivo no 61º Congresso Estadual de Municípios, que acontece até esta sexta-feira (28) no Campos do Jordão Convention Center, em Campos do Jordão, em São Paulo. No evento que tem como tema “Gestão Eficiente”, a empresa expõe, em parceria com a sua concessionária Star Bus, o modelo V8L versão Cadeirante, desenvolvido para o segmento de transporte de pessoas com deficiência física.

“O congresso é muito importante e uma oportunidade para a Volare demonstrar o seu foco e expertise no transporte inclusivo. O evento reúne mais de 500 prefeituras de todo o estado de São Paulo, autoridades e secretários e o tema acessibilidade para todos os usuários potenciais ganha a cada dia mais relevância”, explica Sidnei Vargas da Silva, gerente-comercial da Volare.

O Volare V8 L escolar com acessibilidade, possui elevador para facilitar o embarque e o desembarque dos passageiros com mobilidade reduzida, que reduz consideravelmente o tempo necessário para a entrada e saída dos passageiros. A operação é rápida, prática e segura. O modelo conta ainda com espaço reservado para cadeirantes, amplo corredor de circulação e porta de acesso mais larga, que garante rapidez e facilidade na circulação de passageiros.

Realizado pela Associação Paulista de Municípios, o evento aborda importantes temas do municipalismo, nas áreas de gestão, assistência e desenvolvimento social, trabalho, educação, legislativo, transporte, habitação, saneamento, meio ambiente, dentre outros. Todos os temas propiciam discussões que contribuem para maior informação e aprimoramento do gestor público municipal. Além dos painéis principais, os congressistas acompanham as plenárias, onde são apresentadas propostas, moções e teses. A programação reúne, ainda, Seminário de Atualização em Administração Pública, Programação Especial (voltada às primeiras-damas e presidentes do Fundo Social de Solidariedade, com o objetivo debater políticas públicas sociais) e Exposição Paralela de Produtos e Serviços.        
          
Foto: Anderson Ometo. 

Secco Consultoria de Comunicação.

ALTA RODA.
Por Fernando Calmon*

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ÊNFASE EM EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

O encerramento do Inovar-Auto, no final deste ano, abre oportunidades de debates sobre a sua evolução. O programa causou polêmicas por envolver medidas consideradas protecionistas pela União Europeia e Japão. Projetado para um período de cinco anos (2012-2017), incluiu muitas exigências burocráticas e teve saldo final discutível. Tudo agravado pela severa recessão econômica que atingiu indústria automobilística e fornecedores.

Introduziu, porém, com sucesso, metas de diminuição de consumo de combustível. Foi responsável direto pela boa evolução dos motores produzidos no País. Tornou conhecido o conceito de eficiência energética com etanol e gasolina, embora referências em MJ/km não sejam bem compreendidas pelos motoristas. Mas todos sentiram uma evolução dos consumos, tanto de gasolina (E27) quanto de etanol (E100), na tradicional medição em km/l.

Agora surge uma boa notícia. O governo federal prepara para agosto um novo programa batizado de Rota 2030. Diretrizes de longo prazo são tudo o que executivos de empresas e engenheiros precisam para desenvolver tecnologias. A cilindrada dos motores deixaria de balizar unicamente a carga fiscal sobre automóveis. Ainda não se sabem pormenores, mas a taxação poderia considerar emissões de CO2, um gás de efeito estufa (GEE) ligado umbilicalmente ao consumo de combustível. Traria liberdade para soluções avançadas e específicas. 

Outra ideia seria introduzir o conceito de emissão total de GEE desde a sua produção até o que sai pelo escapamento dos veículos (no jargão técnico, do poço à roda). Forma justa e tecnicamente correta de estimular o uso de biocombustíveis como etanol. Há de se valorizar as externalidades dessa alternativa de baixo carbono total, quando continuam as preocupações mundiais com CO2 e possíveis mudanças climáticas. Não se trata de subsidiar o biocombustível, mas de revisar a taxação sobre os de origem fóssil a fim de encontrar um equilíbrio para atrair o consumidor e incentivar o produtor.

Embora ainda sem repercussão fora da comunidade técnica, chegou a hora de explicar ao governo e aos consumidores as vantagens de introdução de um novo tipo de etanol com menor teor de água, meio-termo entre anidro e hidratado. Seria utilizável puro ou misturado à gasolina sem qualquer problema técnico, considerando-se a temperatura ambiente média do País.

Essa mudança poderia ser gradual e identificada de início como etanol premium. Haveria aumento de autonomia nos motores flex ao utilizar o combustível renovável, além de ganhos pela melhor adequação às novas tecnologias. O custo para desidratar o etanol tem caído com a introdução da técnica de peneira molecular.

Outra solução de médio prazo contemplaria estímulos ao veículo híbrido com a combinação de motor elétrico e motor a combustão flex otimizado para etanol. O Brasil teria vantagem competitiva quanto ao GEE, pois um carro médio nacional emitiria apenas 20 g/km de CO2. Já um modelo equivalente puramente elétrico, cuja geração de energia para recarregar as baterias dependesse de usinas térmicas a combustível fóssil (como ocorre na maioria dos países), se situa hoje entre 30 e 40 g/km de CO2 ou até 100% a mais.

RODA VIVA

PRIMEIRAS unidades do Argo saem da linha de montagem da Fiat, em Betim (MG) para lançamento no próximo mês. Esse novo compacto anabolizado sucede ao Punto. A Coluna antecipa: serão três versões (Attractive, Essence e Sporting) e sete variações. Motores Firefly 1,0 e 1,3 L e 1,8 L EtorQ. Opções de câmbio automatizado no motor menor e automático no maior.

CHEVROLET S10 com motor flex (2,5L/206cv/27,3kgfm) passa a oferecer câmbio automático de seis marchas. Disponível apenas para as versões de cabine dupla LT e LTZ. Apesar de seu porte e peso pode acelerar de 0 a 100 km/h em surpreendentes 9,5 s. Recebeu classificação A em consumo no Programa de Etiquetagem do Inmetro: etanol 6,4 km/l na estrada e 5,3 km/l na cidade; gasolina 9,4 km/l e 7,9 km/l, respectivamente. Preços: R$107.990 a 129.990.

DEPOIS de chegar ao Chile, Peugeot 301 importado da Espanha agora está disponível na Argentina. Este sedã tem dimensões próximas a de um médio a preço de compacto como Logan, Cobalt, Versa e City. Marca francesa afirmou que o carro não viria para o Brasil, mas com o fim da sobretaxa do IPI quem sabe? No país vizinho, preços entre R$ 65.000 e 77.000.

QUEM já circulou em estacionamentos com aquelas luzes vermelhas e verdes indicando vagas disponíveis sabe que é mão na roda. Sistema foi criado pela  SmartMotion, do engenheiro eletrônico português Paulo Lourador, radicado no Brasil. Depois de implantado em Portugal, México, Colômbia e Equador, ele planeja entrar no gigantesco mercado americano.

RESSALVAS novo BMW Série 5 está em sua sétima geração e não sexta, como publicado na coluna da semana passada. Quanto ao Mercedes-Benz Classe S, apresentado no Salão de Xangai, trata-se de uma reestilização de meia vida da atual sexta geração.




Fernando Calmon - fernando@calmon.jor.br - é jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e de comunicação. Sua coluna Alta Roda começou em 1999. É publicada no Coisas de Agora, WebMotors, Gazeta Mercantil e também em uma rede nacional de 52 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente para a América do Sul do site Just-auto (Inglaterra). Siga: www.twitter.com/fernandocalmon.