quarta-feira, 19 de julho de 2017

MAIS DE R$ 9,5 BI DO REINTEGRA AGUARDAM RESGATE DAS EXPORTADORAS BRASILEIRAS.

Segundo levantamentos da Becomex, somente metade do valor estimado pela Receita para devolução do benefício foi resgatada pelas empresas. 


De acordo com levantamentos da Becomex, uma empresa especializada no gerenciamento integrado na área tributária e operações internacionais, dos R$ 19 bilhões que o governo esperava devolver às empresas brasileiras exportadoras por meio do Programa Reintegra, apenas metade (R$ 9,5 bilhões) foi resgatada, mesmo em tempos de crise. A outra metade ainda está lá na Receita, esperando as empresas exportadoras do Brasil requisitarem esse benefício fiscal.

Em vigor desde 2011, o Reintegra é um mecanismo criado pelo governo para devolver uma parcela dos impostos pagos na cadeia produtiva às empresas exportadoras de bens manufaturados no Brasil. Como sugere o nome, tem por objetivo reintegrar valores referentes a custos tributários residuais existentes nas cadeias de produção. Assim, a pessoa jurídica produtora e exportadora de bens manufaturados no País, poderá reaver parcial ou integralmente o resíduo tributário existente na sua cadeia de produção.

“O crédito proveniente do Reintegra é um recurso extra, um ‘dinheiro novo’ esperando ser resgatado, o que pode impactar positivamente nos resultados da empresa”, explica o vice-presidente de Operações da Becomex, Rogerio Borili.

Antes de solicitar os créditos do Reintegra a empresa precisa fazer uma apuração correta dos dados, de acordo com Rogerio Borili. Para isso, ao invés de procurar a terceirização dessa operação com parceiros da área jurídica ou da área de TI, o ideal é que se busque uma parceria completa, que possa garantir uma operação com compliance e com soluções de tecnologia feita sob medida, e que atenda às particularidades de cada empresa.

“Optar por um parceiro completo – não só tributário nem somente de sistemas – será estratégico para requerer o crédito, pois as inúmeras intimações nos pedidos se deve às divergências de informações”, afirma Borili.

Os créditos do Reintegra podem ser pedidos trimestralmente, ou seja, em julho já será possível solicitar o crédito referente ao 2º trimestre. É importante ficar atento porque quanto mais rápido for solicitado mais rápido o seu resgate.

Recentemente, levantamentos da Becomex também apontaram que mais de 50% das empresas exportadoras no Brasil pagam mais impostos do que deveriam por não aproveitar corretamente os benefícios fiscais e aduaneiros existentes. O estudo também revelou que muitas empresas sequer sabem o potencial que poderiam economizar com o pagamento de impostos e tributos.

“O investimento em inteligência fiscal e tributária é fundamental, pois as empresas gastam 1/3 de suas receitas, em média, por não conseguir fazer os controles fiscais de forma estratégica, pagando imposto a mais desperdiçando a chance de trazer o chamado ‘dinheiro novo’ para seus cofres, o que faz toda a diferença especialmente em tempos de crise”, declara Rogério Borili.

CHUMBO GORDO.
Por Carlos Brickmann*

COMO ESTÁ, FICA.

Não, caro leitor, o presidente Michel Temer não vai chutar o PSDB para fora do Governo. No máximo, pode reduzir um pouco a presença tucana (hoje são quatro ministros e sabe-se lá quantos ocupantes de cargos de confiança). Num momento difícil, Temer não pode dispensar apoios.

Não, caro leitor, Lula não vai ficar quieto, embora tenha sido condenado e esteja prestes a ser julgado de novo, agora pelo sítio de Atibaia. E seu alvo principal continua sendo o juiz Sérgio Moro, que irá julgá-lo. Lula não acredita que possa ser absolvido na primeira instância; só acredita que a Justiça, habitualmente lenta, não irá condená-lo em segunda instância antes de 15 de agosto de 2018, quando sua candidatura à Presidência já estará registrada. Se condenado em segunda instância, vira ficha-suja, sem poder se candidatar; mas, se já for candidato, terá como brigar. Não é uma tese pacífica: há quem diga que, no momento em que um candidato é condenado em segunda instância, a Justiça pode cancelar o registro. Mas dá margem para argumentar que só foi condenado para tirá-lo da eleição. E promete ser combativo, não permitindo que sua história seja maculada.

Não, caro leitor, nesta hora de definições, o Congresso não está funcionando. Senado e Câmara estão de férias. Voltam a se reunir no dia 2, e a pauta é a autorização ao Supremo para instaurar inquérito contra Temer.

Não, caro leitor, não reclame. Se o Governo parou, talvez o país ande.

PSDB total

A votação da denúncia contra Temer deve trazer surpresas. Em todos os partidos da base governista há gente disposta a votar contra o presidente a quem apoia – e, por tabela, contra seus próprios partidos, que têm cargos e portanto partilham a política oficial. Até no próprio partido de Temer, o PMDB, há dissidentes. Um, o deputado Jarbas Vasconcelos, acha que qualquer denúncia de corrupção tem de ser investigada. Outro, Osmar Serraglio, foi ministro da Justiça de Temer e não engoliu seu afastamento. Um é ligado ao ex-governador fluminense Sérgio Cabral e não tem qualquer apreço pelo presidente. Há quatro outros dizendo que ainda não decidiram (aliás, os críticos de Temer na base governista também usam a desculpa da indecisão). Em resumo, todos são PSDB. Em cima do muro.

Temer, vitória provável

O presidente tem excelentes probabilidades de vencer na Câmara. Seus adversários, para mandar investigar a denúncia, precisam de 342 votos. Até agora não conseguiram sequer 342 deputados, votem como votarem, para abrir a sessão. A oposição pode adiar a votação o quanto quiser, mas enquanto isso a pauta fica trancada. Quanto tempo os deputados resistem sem votar nada do interesse de seus eleitores e doadores de campanha?

O grande acordo

E, o que todos os envolvidos desmentem, há uma tentativa de acordo entre Governo e oposição para proteger-se mutuamente. Por enquanto a articulação é subterrânea, mas logo terá de aparecer em leis que limitem os poderes do Ministério Público e da Justiça. O interesse é de todos: um terço do Congresso está sob investigação. Será preciso rever a delação premiada, evitando acordos como o da JBS, reduzindo a vantagem legal do corruptor sobre os corruptos; endurecer as exigências para a ordem de condução coercitiva; punir os vazamentos de informações; limitar o prazo em que o suspeito pode ficar preso sem qualquer julgamento.

Em suma, Sérgio Moro nunca mais. Na hora de votar essas medidas que beneficiam a eles todos, quem aceitará que fiquem trancadas por uma denúncia contra Temer?

Tucano x tucano

Aliás, o PSDB é um partido completo: ele mesmo escolhe seus líderes, ele mesmo fala mal deles, ele mesmo tenta destruí-los. Aécio não apoiou Serra nem Alckmin; nem Serra nem Alckmin apoiaram Aécio; nem Serra nem Aécio aceitam a candidatura de Alckmin. Os tucanos só se unem para lamentar a derrota do candidato que não apoiaram. A história se repete: Lula, embora lidere as pesquisas, tem rejeição gigantesca, e os tucanos unidos poderiam batê-lo.

Mas o PSDB ainda é um partido de amigos em que todos são inimigos. O prefeito paulistano João Dória Jr. ganhou alcance nacional por seu bom trabalho em São Paulo. Aí surge seu colega tucano José Aníbal para acusá-lo de ser um péssimo prefeito, em cuja administração a cidade só piora. Dória tem 62% de aprovação na cidade.

A notícia agradável

E, saindo dessas coisas chatas, uma bela notícia: duas rádios públicas, a Rádio MEC (EBC, federal) e a Rádio Cultura (FPA, paulista), lançaram um programa de boa música brasileira, comandado por um conhecedor do assunto (e bom papo), Ruy Castro. Aos domingos, às 20h30, na Cultura FM (103,3 MHz) e na MEC FM (99,3 MHz) e AM (800 kHz).

Vale pelas ótimas músicas, em gravações raras, preciosas; vale pelo ótimo Ruy Castro.





Carlos Brickmann - carlos@brickmann.com.br - é Escritor, Jornalista e Consultor, diretor da Brickmann & Associados Comunicação - www.brickmann.com.br
Siga: @CarlosBrickmann
Leia o Chumbo Gordo, informação com humor, precisão e bom senso - contato@chumbogordo.com.br.

EDUCAÇÃO.
Por José Renato Nalini*

Você se conhece bem?

Já não existe dúvida, hoje em dia, de que a inteligência emocional é mais importante do que a inteligência intelectual. Acostumamo-nos a adestrar as crianças e jovens, fazendo com que eles decorem, memorizem, guardem na cabeça dados, informações, datas e um acervo enorme de conhecimento disponível a uma busca muito mais facilitada num Google, por exemplo. O difícil não é guardar na memória os dados disponíveis. Isso o computador faz muito melhor do que nós. O essencial é saber usar a informação. Como filtrá-la, como e para que servir-se dela quando for a ocasião devida. E todos os momentos é ocasião de se usar algo que se aprendeu. Esse o desafio existencial.

Com vistas a investir no conhecimento e no domínio das habilidades socioemocionais, surgiram especialistas dedicados que oferecem hoje um panorama bem interessante para inspirar os educadores, os pais e toda a sociedade. O Instituto Ayrton Senna, por exemplo, comandado pela dinâmica e lúcida Viviane Senna, é um paradigma de valiosa intercessão da sociedade civil nos modelos frágeis de grande parte da educação pública. Mas existe também um Instituto Brasileiro de Coaching - IBC e uma Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional - SBie, ambos voltados ao aprofundamento desse conceito ainda não inteiramente absorvido no Brasil.

Para José Roberto Marques, Presidente do IBC, o desenvolvimento da inteligência emocional depende de técnicas que trabalham as competências individuais em cinco principais áreas: 1. autoconhecimento. Capacidade de avaliar as próprias habilidades de forma real, abrindo-se para feedbacks e para o reconhecimento de como as emoções afetam o desempenho e a maneira de agir; 2. Gerenciamento pessoal: autocontrole, que permite pensar antes de agir. Capacidade de administrar os impulsos para não perder o controle, de adaptar-se às situações, além de ter flexibilidade e foco nos momentos de pressão; 3. Motivação: para atingir objetivos pessoais, é preciso estar pronto para agarrar as oportunidades, superar obstáculos e aprender com os erros; 4. Conhecimento alheio: demonstrar sensibilidade em relação ao próximo, conquistar a confiança do outro e, se possível, aumentar o nível de satisfação das demais pessoas; 5. Gerenciamento alheio: forma de exercitar a liderança situacional, gerenciar conflitos, colaborar, trabalhar em equipe, construir liderança e desenvolver os outros. Lidar com pessoas difíceis deve ser a especialidade de todos os que querem vencer. E há muitas pessoas difíceis em nosso caminho. Não há como evitá-las. Então, é melhor conhecê-las e administrar adequadamente esse relacionamento.

O importante é que o projeto dura toda a vida. Há pausas, há retrocesssos e recomeços. Mas é isso que faz com que a existência tenha sentido. Precisamos passar pelo Planeta de forma a torná-lo um pouco melhor. É o que justifica termos nascido e estarmos nessa trajetória rumo ao encontro definitivo: aquele do qual não se escapa e que continua a ser um mistério.









José Renato Nalini é secretário da Educação do Estado de São Paulo, Imortal da Academia Paulista de Letras e Membro da Academia Brasileira da Educação. 
Visite o blog: renatonalini.wordpress.com.


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terça-feira, 18 de julho de 2017

RETROESCAVADEIRAS E PÁS-CARREGADEIRAS SÃO OPÇÕES PARA AGILIZAR O TRABALHO NO CAMPO.

Historicamente os equipamentos de construção mais utilizados para qualquer tipo de obra no Brasil são as retroescavadeiras e as pás-carregadeiras. E isso vem acontecendo também na agricultura. Os dados da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) comprovam a nova realidade.

A agricultura foi responsável por 7% de todas as vendas no mercado brasileiro em 2012 e seguiu com essa participação sobre o total das vendas até 2016. Mas, em 2017, somente no primeiro trimestre, passou a responder por 12% do total das vendas no mercado brasileiro. E, para o segmento de construção, a máquina mais vendida é a retroescavadeira (seguida pela pá) e, na agricultura, é a pá-carregadeira (seguida pela retro), segundo a associação.

Dois dos três irmãos proprietários da 3W Agronegócios, que tem atividades em Carrancas (MG), aproveitaram a realização da Agrishow 2017, que contou com estande da New Holland Construction, para realizar a aquisição de uma retroescavadeira da marca, modelo B110B. Segundo Wilker Franco, a empresa que já possui uma B110B em atividade, adquiriu nova máquina para também atuar na abertura de áreas de sua propriedade. “Nossa escolha foi baseada na produtividade do equipamento: rapidez no giro, fácil operação e economia na operação”, destaca Franco. Além de calcário, a 3W atua na região no plantio de milho, soja e feijão na região. 

"Cada vez mais agricultores de todos os portes têm conseguido, com a utilização de nossas máquinas, economizar tempo e aumentar a produção neste momento em que é necessário reduzir os custos", explica Paula Araújo, gerente de Marketing da New Holland Construction para América Latina. 

RETROS: ABERTURA DE VALAS E ELEVAÇÃO DE CARGAS


As retroescavadeiras são constantemente comparadas a canivetes suíços, ou porta-ferramentas, em razão da versatilidade de aplicações.  Além de atividades na construção civil, essas máquinas têm requisitos de sobra para se manterem entre os equipamentos mais cotados também nas atividades agrícolas: destaque para os diversos implementos, como garfo pallet, placa vibratória, caçambas de variados tamanhos e funções, vassoura hidráulica, perfuratrizes entre outros.

A New Holland Construction, marca presente no país há 65 anos com fábrica em Contagem (MG), produz no Brasil dois modelos de retroescavadeiras - B95B e B110B - para serviços como escavação, elevação de carga e abertura de valas com rapidez e precisão. Paula Araújo, gerente de Marketing da New Holland Construction para América Latina, diz que versatilidade é a palavra que mais se encaixa quando se fala em retroescavadeiras. “A máquina é capaz de realizar tarefas além dos canteiros de obra, desempenhando bom papel em limpeza, obras de manutenção e ruas, redes pluviais e esgotos”, observa.

A B95B se destaca pela agilidade, alcance, precisão e força, além de oferecer segurança na operação. Assim como a versão B110B, a máquina possui motores turboalimentados, que oferecem mais torque e potência. De acordo com Paula, todos os motores das retroescavadeiras são FPT Industrial tier 3 e utilizam componentes robustos e correias poli–V autoajustáveis para maior durabilidade. “Jatos de óleo refrigeram a parte inferior dos pistões para um controle perfeito da temperatura, uma função que geralmente é reservada a motores de maior potência”, explica.

As retroescavadeiras são constantemente comparadas a canivetes suíços em razão da versatilidade de aplicações.

UMA PÁ DE VANTAGENS


É assim que as pás carregadeiras New Holland Construction são reconhecidas pelos clientes, tanto para atuar nas atividades agrícolas, na cidade e na construção civil. “Curva de nível é tudo numa propriedade”, resume o produtor rural Ademar Formi­gheri sobre o plantio em linhas com diferentes altitudes do terreno. Além de viabilizar a produção, técnica que evita a erosão e os deslizamentos.

Cinco anos atrás, Formigheri procurava uma máquina que fizesse esse trabalho com per­feição, para a produção de soja, milho e outras culturas em proprie­dades entre o interior do Paraná e o Mato Grosso. Encontrou a pá-carregadeira W130, e com ela não só garantiu as curvas de nível em suas propriedades como também passou a prestar serviços para os produtores da região de Corbélia (PR). Logo em seguida comprou mais uma do mesmo modelo e uma W170B. A próxima aquisição, planeja, será uma W190B. “Só tenho New Holland. É como comprar um carro, você nunca mais quer andar a pé”, brinca o produtor. Formigheri confia principal­mente na robustez da linha. “Só para se quebrar ou se chover”, afirma.

ECONOMIA EM QUALQUER CENÁRIO


Os modelos da linha de pás-carregadeiras da New Holland Construction variam de tamanhos e carac­terísticas, mas têm em comum a manutenção fácil e a relação custo/benefício mais vantajosa, qualquer que seja a aplicação, de acordo com o especialista de Marketing de Produto Ésio Dinis.  A diferença entre a 12D EVO e as W130B, W170B e W190B está na sofisticação dos controles. Enquanto a 12D EVO tem manejo mais simples e intuitivo, sendo mecânica as “W” são mais tecnológicas .

O especialista destaca que todos os modelos de pás-carregadeiras da marca podem ser utilizados para padronizar o tamanho de talhões, a largura dos carreadores, as áreas de carregamento, além de construção de curva de nível, carregamentos, limpe­za de estradas, construção de barragens e abastecimento de silos. “Importante lembrar que as máquinas tam­bém têm caçamba maior que as similares oferecidas no mercado para alimentar as caldeiras e uma série de características exclusi­vas para as demandas do setor sucroalcooleiro”, informa.


A FAMÍLIA “W”

Pá-carregadeira W190B é o maior modelo produzido no Brasil.

W130B, W170B e W190B são três modelos que evoluem em tamanho e em alguns detalhes de tecnologia. As marcas regis­tradas da W130B são potência, versatilidade e ciclos rápidos; alta performance e elevada capacidade de carga. A W170B e a W190B foram projetadas para trabalhos pesados, proporcionando a máxima produtividade, com muito conforto para o operador e fácil manutenção.

Todas as pás-carregadeiras New Holland Construction tem motor FPT Industrial, porém os dois modelos maiores, W170B e W190B, têm opção no motor para quatro modos de trabalho: potência máxima para ativi­dades em condições extremas; standard, para cargas normais; econômica, para aplicações gerais e traslado; e possibilidade de seleção de potência, em função do trabalho. Ambos oferecem a melhor cabine da categoria, am­pla e com excelente visibilidade.

Página 1 Comunicação.

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NSK COMEMORA 45 ANOS DA FABRICAÇÃO DE SEU PRIMEIRO ROLAMENTO NO BRASIL.

Fábrica da NSK localizada em Suzano foi a primeira construída fora do Japão.

A NSK comemora neste mês os 45 anos da fabricação do seu primeiro rolamento no Brasil e o início de suas operações na fábrica de Suzano, na Grande São Paulo, a primeira a ser construída fora do Japão.

A fabricação dos rolamentos só foi possível com muito esforço e dedicação de Yoshio Sudo, hoje com 86 anos, que foi o responsável por convencer os japoneses a trazerem a NSK para o Brasil.

Em 1955, Sudo começou a jornada da implementação da empresa indo de porta em porta, durante três anos, para formar a clientela. No início, a companhia se estabeleceu como uma empresa de importação e comércio. Em meados de 1965, graças ao trabalho do Sr. Sudo, a NSK viu a necessidade de construir uma fábrica no País, que começou suas operações em 1972, no polo industrial de Suzano.

Atualmente, a NSK é uma das principais produtoras de rolamentos do mundo, presente na América, África, Ásia, Europa e Oceania, com escritórios de vendas em 30 países e 64 fábricas pelo mundo. É a maior fabricante de rolamentos fixos de uma carreira de esferas da América Latina.

Em 2016, quando completou seu centenário, a empresa estabeleceu a Visão 2026, que traça metas para serem cumpridas durante dez anos para alavancar ainda mais o crescimento da companhia, contribuindo para o avanço de toda a sociedade.

“Possuímos metas ousadas para este ano fiscal e este é o momento de trabalharmos para alcançar a excelência operacional, seguindo as diretrizes estabelecidas em nossa Visão 2026”, afirma Carlos Storniolo, presidente da NSK Brasil e Argentina. 

“Vamos seguir o exemplo do Sr. Sudo de dedicação e de muito trabalho para atingirmos os nossos objetivos, afinal somos a NSK e estamos definindo o futuro em movimento”, reafirma Storniolo.

Visite: www.nsk.com.br.

Case Comunicação Integrada.

CORREDOR VERDE DA METRA COLABORA PARA A REDUÇÃO DA POLUIÇÃO AMBIENTAL EM SÃO PAULO.


O projeto “Corredor Verde”, da empresa Metra – Sistema Metropolitano de Transportes, operadora no Corredor ABD e que já resultou no plantio de mais de 10.000 árvores, contribui para a redução da poluição ambiental na Grande São Paulo, com a melhoria da qualidade do ar, do bem-estar e da sustentabilidade. O projeto é destaque na série de vídeos “Por Dentro da Metra”.

“O plantio de árvores trás inúmeros benefícios e vantagens para a sociedade como, por exemplo, na absorção do gás carbônico”, ressalta Sueldes Pimentel, responsável pela área de Meio Ambiente da Metra. “Além disso, as árvores do corredor também ajudam na redução da poluição sonora, humanizam a cidade, diminuem a temperatura ambiente e beneficiam-se com a água da chuva”, explica Sueldes.

Essa ação é realizada pela Metra desde 2008 e pode ser conhecida e vista na série de vídeos “Por Dentro da Metra”, desenvolvida para que a população entenda o dia a dia da operadora de ônibus. O objetivo é esclarecer aos clientes e passageiros tudo o que é feito pela empresa para prestar serviços de elevado padrão de qualidade à população no transporte diário. Desde os elevados investimentos realizados até toda a formação e treinamento das equipes de profissionais de diversos setores, como administrativo, manutenção, limpeza, controle operacional, fiscalização, segurança, borracharia e funilaria, entre outros.

Além de assistir nos monitores instalados no ônibus, os passageiros podem acompanhar toda a série nas páginas oficiais da Metra no Facebook e YouTube.

Clique na telinha e assista agora




GOVERNADOR AUTORIZA INÍCIO DA OPERAÇÃO DO VOA SÃO PAULO.

Geraldo Alckmin participou nesta terça-feira (18) de evento para a assinatura do contrato do Voa São Paulo, consórcio que inicia amanhã a operação assistida de cinco aeroportos paulistas localizados em Campinas, Jundiaí, Bragança Paulista, Itanhaém e Ubatuba.

Aeroporto Estadual Gastão Madeira - Ubatuba.
Essa é a primeira vez que aeroportos estaduais serão administrados pela iniciativa privada. A concessão prevê que ao longo dos 30 anos de contrato o Voa São Paulo deve investir ao menos R$ 93,6 milhões em melhorias nos aeroportos. Além das atividades aeroportuárias, a concessionária pode explorar a capacidade imobiliária e de oferta de serviços dos aeroportos. Assim, o Voa São Paulo pode implantar centros de convenções, hotéis, café, restaurantes e lojas, por exemplo. Atualmente, esses aeroportos têm perfil para aviação executiva e táxi-aéreo, mas havendo interesse da concessionária e de companhias aéreas, o Voa São Paulo poderá realizar investimentos para capacitá-los para aviação comercial com oferta de voos de linha.

Na licitação realizada no último dia 16 de maio, o consórcio foi vencedor com oferta de outorga de R$ 24.439.590,00, o que representa um ágio de 101% sobre o valor mínimo de outorga estipulado para a licitação (R$ 12,159 milhões). Do ponto de vista técnico, o Consórcio Voa São Paulo comprovou sua qualificação em operação, manutenção, segurança e gestão de aeródromos de aviação com movimentação mínima de 60 mil aeronaves por ano, exigida em edital.

Os investimentos a serem feitos na infraestrutura aeroportuária potencializam o crescimento regional, atraem novos negócios e impulsionam a geração de empregos, além de proporcionar benefícios diretos para os usuários das aeronaves que realizam mais de 135 mil pousos e decolagens nesses cinco aeroportos. Do total de R$ 93,6 milhões exigidos por contrato, ao menos R$ 33,6 milhões serão investidos já nos quatro primeiros anos. Ao longo do contrato, R$ 15,8 milhões serão aplicados no Aeroporto de Itanhaém; R$ 20,5 milhões no de Jundiaí; R$ 10,5 milhões no de Bragança Paulista; R$ 18,2 milhões no de Ubatuba; e R$ 28,6 milhões no de Campinas.

Esses recursos previstos contemplam, por exemplo, melhorias nos sistemas de pistas, pátios e sinalização, como também reformas nos terminais de passageiros, modernização de hangares e implantação de equipamentos de proteção ao voo. Nos próximos dez dias, a concessionária Voa São Paulo terá que submeter à aprovação da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) e do Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp) – atual administrador dos aeroportos –, seu plano de investimentos com cronograma detalhado para execução das melhorias previstas no edital.

Investimentos Iniciais. Logo no primeiro ano de contrato, a concessão viabilizará ao menos R$ 9,4 milhões para os aeroportos. O Aeroporto Estadual Campo dos Amarais, em Campinas, receberá melhorias na infraestrutura para hangares, em especial nas pistas de taxiamento, além da instalação de novos equipamentos de proteção ao voo como uma estação permissionária de telecomunicações aeronáuticas. Também será implantada sinalização diurna no pavimento da pista. Esses investimentos somam R$ 4,3 milhões.

As mesmas adequações estão previstas para modernizar o Aeroporto Estadual Antônio Ribeiro Nogueira Jr., em Itanhaém, com investimento de R$ 3 milhões no primeiro ano da concessão.  Em Jundiaí, o terminal de passageiros do Aeroporto Estadual Comandante Rolim Adolfo Amaro será reformado com investimento de R$ 2 milhões, que também contempla equipamentos para a torre e instrumentos de navegação aérea.

No Aeroporto Estadual Artur Siqueira (Bragança Paulista), inicialmente, será feita a sinalização horizontal diurna da pista. E, nos próximos meses, a Concessionária Voa São Paulo irá elaborar o projeto para a construção do novo Terminal de Passageiros do Aeroporto Estadual Gastão Madeira, em Ubatuba, orçado em R$ 2,5 milhões.

Operação Assistida. 

Nos primeiros 90 dias de concessão, a equipe do Daesp irá acompanhar os colaboradores do Consórcio nos cinco aeroportos, observando a performance do novo gestor, treinando e orientando quanto a operação dos cinco aeroportos. Importante ressaltar, que neste período de operação assistida, a responsabilidade contratual ainda é do DAESP, que manterá seus serviços e colaboradores atuando nos aeroportos - desde a operação das torres até a limpeza e vigilância, bem como acompanhamento dos contratos administrativos e comerciais vigentes. Ao término desse prazo inicial, o Voa São Paulo passa a operar integralmente os aeroportos e deverá dar início aos investimentos contratuais exigidos sob fiscalização da Agência de Transporte do Estado de São Paulo – Artesp.

Ficha técnica dos aeroportos

Aeroporto Estadual Campo do Amarais (Campinas) – Opera com aviação geral (executiva e táxi aéreo). Possui pista de 1.650 m, terminal de passageiros com 300 m² e estacionamento com capacidade para 50 veículos. Está localizado a oito quilômetros do centro da cidade. Em 2016, foram registrados 31.772 passageiros e 34.851 aeronaves. 

Aeroporto Estadual Artur Siqueira (Bragança Paulista) – Possui pista de 1.200 m, terminal de passageiros com 225 m², além de estacionamento para 76 veículos. O aeroporto, que está localizado a três quilômetros do centro da cidade, atende as demandas de voos executivos. Movimentou, em 2016, 28.370 passageiros e 30.050 aeronaves.  

Aeroporto Estadual Comandante Rolim Adolfo Amaro (Jundiaí) – Apresenta pista com 1.400 m, terminal de passageiros com 640 m² e estacionamento para 50 veículos. São sete quilômetros de distância do centro de Jundiaí. As operações são de voos executivos, sendo que, em 2016, recebeu 10.863 passageiros e 57.989 aeronaves. 
           
Aeroporto Estadual Antônio Ribeiro Nogueira Jr. (Itanhaém) – Possui pista de 1.350 metros, terminal de passageiros com 1.500 m² e estacionamento para 60 veículos. Está localizado a três quilômetros do centro da cidade. Em 2016, recebeu 13.479 passageiros e 11.538 aeronaves.

Aeroporto Estadual Gastão Madeira (Ubatuba) – A pista do aeródromo possui 940 m, terminal de passageiros com 70 m² e estacionamento para 15 veículos. Recebeu 3.512 passageiros e 3.625 aeronaves em 2016.


segunda-feira, 17 de julho de 2017

TRUCKVAN LEVA AUTOESTIMA E CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL PARA CINCO CIDADES DO BRASIL.

Com o objetivo de resgatar a autoestima de mulheres em tratamento de quimioterapia, o programa Força na Peruca, criado pela Fundação Laço Rosa para formação profissional de peruqueiros, expandirá seu alcance e percorrerá cinco cidades brasileiras por meio de uma unidade móvel produzida pela Truckvan, apoiadora do projeto. Além de possibilitar a entrega de perucas a mais pacientes, o programa vai capacitar 100 novos profissionais pelo Brasil para a confecção do acessório.

“Este projeto fará com que as pessoas se sintam ilimitadas, pois oferecerá tudo que elas precisam para desenvolverem suas habilidades: autoestima, empreendedorismo e capacitação profissional”, destaca Alcides Braga, sócio-diretor da Truckvan.

O caminhão escola fez sua estreia em Curitiba (PR), onde ficará até 4 de agosto, e depois seguirá para Goiânia (GO), Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP). 



Em cada cidade, o projeto terá um parceiro de perucas local para certificar os alunos e elegerá uma ONG para receber a doação das perucas. Além da Truckvan e do governo australiano, a ação foi possível graças ao apoio da campanha #fortalizese, idealizada por Exímia, unidade de negócios da FQM Farmoquímica, realizada em parceria com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

“O Força na Peruca itinerante é um programa nacional inédito, pensado para beneficiar toda cadeia. Pacientes ao receberem um novo acessório; alunos ao aprenderem uma nova profissão e vivenciarem a solidariedade na prática; ongs ao formarem uma rede de peruqueiros solidários; doadores ao entenderem que a doação de cabelo vai além do corte e sociedade civil ao se emocionar com todo processo. ”, comemora a presidente voluntária da Laço Rosa, Marcelle Medeiros. 

Durante os 25 dias em que o projeto estará na capital paranaense, os alunos participarão de aulas práticas, nas quais terão a oportunidade de aprender todo o processo produtivo das perucas. Em seguida, eles poderão fixar o conteúdo teórico à distância e obter informações pertinentes à geração de renda, por meio de uma plataforma on-line que possibilitará contato com disciplinas relacionadas a finanças pessoais, marketing e empreendedorismo.

“Ao final do curso, os participantes, estimulados por metodologias de Design Thinking e Canva, também estarão capacitados para se tornarem empreendedores, donos de seu próprio negócio localmente e aptos a ajudarem as ONGs locais na produção de perucas. A formatura das turmas é um momento muito emocionante porque a prova final é a entrega de uma peruca personalizada a um paciente e também um momento de muita alegria por todas as barreiras enfrentadas pelos alunos para conseguirem o certificado.”, diz Marcelle.

Parcerias locais associadas à campanha #fortalizese também permitirão oferecer cortes de cabelo gratuitos. “O objetivo é atrair uma rede solidária de doadores, proporcionando a participação de toda a população”, diz Vitor Cunha, gerente de produtos da linha Exímia, destacando que, no ano passado, o programa recebeu a adesão de mais de 13 mil doadores em sua plataforma on-line, transformando a vida de 20 alunos, e consequentemente suas famílias, das primeiras do Força na Peruca no Rio de Janeiro e ampliando em 30% a fabricação das perucas.

Serviço 
Curitiba
Até 04 de agosto
Ong amiga – Instituto Humsol 
Local: ParkShoppingBarigüi
Rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 600, Mossunguê.
Mais informações: (41) 4106-7072.

Goiânia
Data: 07.08 a 02.09
Ong Amiga (a definir)
Local: Shopping Flamboyant 
Avenida Deputado Jamel Cecílio, 3.300, Jardim Goiás.

Salvador
Data: 05.09 a 30.09
Ong Amiga – Naspec
Local: Salvador Shopping 
Avenida Tancredo Neves, 3133, Caminho das Árvores.

Rio de Janeiro
Data: 03.10 – Cristo Redentor (em negociação)
04.10 a 03.11 – Barra Shopping
Av. das Américas, 4666 - Barra da Tijuca
MAC (a definir)

São Paulo
Data: 14.11 a 10.12
Ong Amiga Icesp
Local: Morumbi Shopping (a definir)

Imprensa Truckvan.

PROJETOS DE EMPREENDEDORISMO SOCIAL APOIADOS PELO FORD FUND PARTICIPAM DE COMPETIÇÃO NACIONAL.


Quatro equipes apoiadas pelo Ford Motor Company Fund estão entre os finalistas da Competição Nacional entre os times Enactus, que contará com 68 universidades de todo o Brasil e será realizada durante a 17ª edição do Evento Nacional Enactus Brasil. O maior encontro técnico-científico gratuito do país, que tem como tema “Empreendedorismo Social”, será realizado nos dias 20 e 21 de julho, no Rio de Janeiro. A equipe vencedora representará o país no Campeonato Mundial em setembro em Londres, na Inglaterra.

O Ford Motor Company Fund, braço filantrópico da Ford que apoia várias ações sociais no Brasil e no mundo, concedeu em março deste ano, US$ 5 mil para cada um dos times de universitários selecionados dentro do “Ford College Community Challenge” (Ford C3), que tem como tema “Construindo Comunidades Sustentáveis”. A ação é resultado de uma parceria com a Enactus Brasil.

Os universitários foram desafiados a utilizar a ação empreendedora para encontrar formas inovadoras de solucionar uma necessidade específica e urgente em uma comunidade local, empoderando-a para se tornar um lugar mais sustentável para trabalhar e viver.

Nossa estratégia de Responsabilidade Social está baseada em dois pilares: educação e sustentabilidade. A parceria com a Enactus nos permite unir essas duas premissas em um único projeto, com impacto positivo nas comunidades e no meio ambiente”, explica Adriane Rocha, gerente de Relações Corporativas da Ford Brasil.

Entre os trabalhos selecionados está o Projeto Mudas, do time do IFCE Iguatu (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará, Campus Iguatu), que propõe palestras e cursos para a comunidade voltados à produção de frutas e hortaliças, fabricação de polpas, doces e bolos que evitem o desperdício de alimentos, além de um curso de informática para jovens, a promoção de feiras de comercialização de produtos e assistência técnica especializada em diversas áreas: saúde, agricultura e estética.

O projeto Solaris, do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), de São José dos Campos (SP), é focado em economia de energia em comunidades subdesenvolvidas. O time está implementando painéis solares caseiros eficientes e de baixo custo para suprir a demanda da comunidade. Durante a fabricação dos painéis, os moradores são qualificados para construir o equipamento, bem como fazer a sua manutenção.

O projeto AlfaTech, da UFABC (Universidade Federal do ABC), consiste em desenvolver um software orientado para a aprendizagem individualizada, que melhora o processo de alfabetização de crianças na escola primária.

O projeto desenvolvido pela ESAG UDESC (Escola Superior de Administração e Gerência) de Florianópolis (SC), chamado de Arapuã, foi implementado na comunidade Tapera da Base, na capital catarinense, que atravessa grave situação de vulnerabilidade social. O time buscou soluções para os problemas por meio de uma atividade inovadora, altamente lucrativa e sustentável: a apicultura de mangue. A prática produz mel com valor agregado de 100% quando comparado com o regular, além de um tipo diferente de própolis que tem alto valor agregado, por causa de suas propriedades medicinais.


A Enactus é uma organização internacional sem fins lucrativos que fomenta o empreendedorismo social dentro das universidades. No mundo, está presente em 36 países e em mais de 1.700 instituições de ensino. Presente no Brasil há 18 anos, tem times espalhados em mais de 100 universidades com projetos que causam impacto positivo na vida dos mais necessitados. No país, as obras transformaram a vida de mais de 10 mil pessoas diretamente em 2016. Pelo menos 2.500 estudantes e 150 professores contribuíram para melhorar o ambiente por meio de ações sociais.

Burson-Marsteller.

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BASF ANUNCIA NOVA VICE-PRESIDENTE DE CARE CHEMICALS PARA A AMÉRICA DO SUL.

O negócio de Care Chemicals da BASF para a América do Sul está sob novo comando desde o início de junho: Tatiana Campos Kalman passou a exercer o cargo de vice-presidente no lugar de Agustín Sanchez, que segue para a Alemanha, assumindo a responsabilidade pela vice-presidência de Business Management Standard Surfactants Europe.



Tatiana Kalman, que até então era diretora de Nutrição e Saúde da BASF para América Latina, está na empresa há mais de 15 anos. Começou como trainee na área de plásticos e foi efetivada no negócio de Químicos Industriais, onde permaneceu por 8 anos. Durante este período teve a oportunidade de trabalhar em controladoria, supply chain, marketing e vendas.

No ano de 2009, tornou-se responsável pelos segmentos de nutrição animal e humana. Após dois anos na nova área, em 2011 Tatiana assumiu a diretoria de Nutrição e Saúde para a América Latina, que engloba os negócios de Nutrição Animal, Nutrição Humana, Farma e Aromas. Agora, a nova diretora do negócio é Joana Yamazaki, que atuava como gerente sênior de Nutrição Animal e Aromas da BASF para América Latina.

Uma gestão equilibrada entre visão estratégica de futuro, capacidade de implementação e desenvolvimento de talentos são pontos para a nova vice-presidente. “Creio que o maior legado que podemos deixar para uma empresa são pessoas qualificadas e motivadas para construir um futuro brilhante”, afirma Tatiana. “Além disso, nosso modelo de gestão tem foco total no cliente, no desafio, na excelência da execução, na transparência e na preocupação com a sustentabilidade”, considera.

A unidade de Care Chemicals da BASF reúne os negócios de Personal Care, com ativos para produtos cosméticos e filtros UV; Home Care e Institucional & Industrial, com insumos para a indústria de detergentes e produtos de limpeza; Higiene, com polímeros superabsorventes aplicados em fraldas e absorventes higiênicos; além do segmento de Tecnologia de Formulação, que inclui produtos de alta performance para formulações químicas, como surfactantes, emulsificantes e polímeros.

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