terça-feira, 28 de março de 2017

NEW HOLLAND CONSTRUCTION PARTICIPA DA FARM SHOW 2017.

Versáteis em diversas aplicações, pá-carregadeira e retroescavadeira são destaques da New Holland Construction no evento.


A New Holland Construction participa da Farm Show 2017, aberta ao público até o dia 30 de março, no município de Primavera do Leste, no Mato Grosso do Sul. "As máquinas de construção são muito versáteis nas atividades agrícolas. Com o equipamento adequado, é mais fácil padronizar o tamanho dos talhões, a largura dos carreadores, as áreas de carregamento e os modelos de curvas de nível a serem adotados”, explica Paula Araújo, gerente de Produto da marca para a América Latina.

Para demonstrar isso, a marca exibe para o público na feira considerada uma das maiores de negócios do Sul do Estado, uma pá-carregadeira 12D e uma retroescavadeira  B95B Cab 4x4. “Além da oportunidade de conhecer bem de perto nossos equipamentos, o cliente também encontra condições diferenciadas para novas aquisições. A expectativa é de fazermos bons negócios”, completa Araújo. As máquinas de construção vão estar em exposição no estande da New Holland Agriculture, marca que também pertence à CNH Industrial, para mostrar toda força e versatilidade dos equipamentos de construção no campo.

Equipamentos versáteis para atuar no agronegócio

Os produtos New Holland Construction podem ser largamente empregados em atividades no campo. Retroescavadeiras e pás-carregadeiras são as protagonistas, principalmente no setor sucroenergético, no qual ficam responsáveis pela implementação da infraestrutura em usinas e fazendas de cana, além do manuseio do bagaço.

Bastante versáteis no setor de construção e infraestrutura, as retroescavadeiras também podem ser usadas em diversas aplicações ligadas ao agronegócio, como nas culturas de soja, milho, arroz, trigo, cana-de-açúcar, na pecuária, e em outras. A máquina pode colaborar com o desassoreamento, limpeza, adubação, cultivo, irrigação e de várias outras maneiras. As minicarregadeiras, por sua vez, podem ser equipadas com múltiplos implementos como caçambas, valetadeiras, perfuratrizes e garfos pallets, o que as torna versáteis e produtivas para várias atividades no setor agropecuário, como carregamento de fardos e limpeza de currais.

A marca possui uma série de pás-carregadeiras específicas para o setor sucroalcooleiro. Além da caçamba maior para alimentar as caldeiras, seus modelos têm características exclusivas para atender às necessidades pesadas que esse segmento exige, como na movimentação e no carregamento de bagaço de cana, para alimentar as caldeiras e fazer curvas de nível. A máquina pode ser usada também em culturas semelhantes e com aplicações parecidas com as da retroescavadeira. 

Página 1 Comunicação.

ÔNIBUS VOLKSWAGEN E CAMINHO DA ESCOLA: PARCERIA CELEBRA UMA DÉCADA.

VOLKSBUS SÃO MAIORIA NA FROTA DO PROGRAMA QUE TRANSPORTA MAIS DE 1 MILHÃO DE ESTUDANTES NOS LUGARES MAIS REMOTOS DO BRASIL.


O Programa Caminho da Escola completa em março dez anos de sua criação, quando também iniciou a parceria com os ônibus Volkswagen. E não faltam marcos a se comemorar nessa trajetória: hoje 16 mil Volksbus transportam mais de 1 milhão de estudantes e contribuem com o acesso à educação nos lugares mais remotos do Brasil, atendendo a cerca de 5 mil municípios.

A MAN Latin America é a montadora com a maior frota transportando crianças e adolescentes, graças ao portfólio desenvolvido especialmente para o atendimento ao programa, que reúne atributos como baixo custo operacional e robustez sob medida.

Os modelos Volksbus escolar rural e escolar urbano piso baixo foram definidos com base em um amplo estudo de campo da aplicação para transporte escolar, que foi desenvolvido em parceria com FNDE, que opera o programa, além de universidades, centros de pesquisa, Inmetro, dentre outros. 


A linha Volksbus destinada ao Caminho da Escola conta com veículos escolares na configuração rural e urbano piso baixo, na faixa de 5 a 15 toneladas. 



Dentre os atributos necessários para vencer os trajetos mais difíceis estão suspensões elevadas e reforçadas, pneus uso misto, eixo dianteiro com viga forjada, balanço dianteiro mais curto, ângulos de ataque e saída maiores, poltronas estofadas e de fácil limpeza, mecanismos antiesmagamento e ainda os dispositivos que garantem a acessibilidade para os alunos com mobilidade reduzida.

“É uma grata missão desenvolver veículos seguros e confortáveis, que garantem a oportunidade de acesso à educação de tantas crianças”, comenta Roberto Cortes, presidente e CEO da MAN Latin America.

Operado pelo FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), o Programa Caminho da Escola foi criado em 2007 para renovar e ampliar a frota de veículos escolares, garantir segurança e qualidade ao transporte dos estudantes e contribuir para a redução da evasão escolar, ampliando, por meio do transporte diário, o acesso e a permanência na escola dos estudantes matriculados na educação básica da zona rural das redes estaduais e municipais. O programa também padroniza os veículos de transporte escolar, reduz os preços dos veículos e aumenta a transparência das aquisições. 
 
Comunicação MAN Latin America.

EDUCAÇÃO.
Por José Renato Nalini*

Matemática na escola pública

Um dos pontos frágeis, mais vulneráveis, da educação brasileira, é a matemática. E precisamos muito dela. Quem gosta de matemática vai se dar bem nas carreiras que necessitam das chamadas ciências “duras” ou exatas. Precisamos de engenheiros, de físicos, de estrategistas, de estatísticos, de químicos e de outros profissionais aptos à missão de desvendar o futuro. Pois nunca houve tamanha incerteza em relação ao amanhã como hoje. O que se imagina para daqui a 20 anos?

Quando uma Nação dá certo, a maioria de sua população compara a situação do pai com a do filho. O brasileiro de hoje pode olhar para seu pai e dizer que ele conseguiu futuro melhor para a sua descendência. E nós? Temos certeza de que o porvir de nossos filhos será melhor, menos sacrificado, mais exitoso e mais feliz do que tem sido o nosso?

Essa reflexão tem de levar as pessoas de bem no Brasil – e ainda há muitas – a uma responsabilidade redobrada em relação à educação. Esta precisa do acompanhamento efetivo e permanente dos pais, da sociedade, de todas as pessoas que tiverem condições de alavancar a escalada do conhecimento. Sem estudo efetivo, sem aprendizado eficiente, nunca chegaremos ao Brasil de nossos sonhos.

Uma oportunidade para mostrar que não é apenas intenção, mas que podemos atuar na prática, é fazer com que um número maior de estudantes da Rede Pública participe da 13ª Edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas – OBMEP 2017. As inscrições estão abertas até 31 de março, na página www.obmep.org.br.

Cada Escola cadastrada no MEC/INEP recebeu um kit de divulgação com cartazes, folhetos explicativos e o calendário da Olimpíada. Os alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e do Ensino Médio estão convidados a participar. Cada diretor está convidado a fazer com que sua escola participe e brilhe da Olimpíada. Assim como os esforçados professores de Matemática. Mas também os Pais de Alunos, os Grêmios Estudantis, a mídia, a Universidade, o empresariado. Todo brasileiro que estiver interessado em um amanhã mais exitoso para esta Nação que precisa muito de bons alunos e, principalmente, em Matemática.











José Renato Nalini é secretário da Educação do Estado de São Paulo, Imortal da Academia Paulista de Letras e Membro da Academia Brasileira da Educação. Visite o blog: renatonalini.wordpress.com.

segunda-feira, 27 de março de 2017

PRÊMIO CNH INDUSTRIAL DE JORNALISMO ECONÔMICO DIVULGA OS FINALISTAS DA 24ª EDIÇÃO.


No Prêmio CNH Industrial de Jornalismo Econômico foram selecionadas dez matérias de cada categoria. Os vencedores serão anunciados e receberão prêmios de R$ 15 mil.

Após contabilizar o recorde histórico de 555 inscrições, o Prêmio CNH Industrial de Jornalismo Econômico apresenta a lista de finalistas da 24ª edição. A equipe de triagem, formada por acadêmicos e jornalistas, selecionou 40 reportagens pela excelência jornalística, qualidade, criatividade e contribuição para a sociedade. A lista abrange matérias de destaque que abordaram importantes assuntos econômicos dentro das categorias: Agronegócio, Construção, Macroeconomia e Transporte.Agora, os vencedores serão selecionados pela Comissão Julgadora, formada por experientes jornalistas, executivos de empresas, economistas e professores universitários. O resultado será divulgado na cerimônia de premiação, que terá data divulgada em breve.

FINALISTAS


Agronegócio

O inimigo invisível
Diogo Junqueira
Portal R7

Tripé do futuro
Caio Cezar Cigana
Zero Hora

Energia fraca no caminho da produção
Cristiano Vieira
Revista Press Agrobusiness

Uma saída para o campo
Renata Vieira
Revista Exame

Sertão de oportunidades
Felipe Lima
Tribuna do Ceará

Guerra pela água
Patrik Camporez Mação
Jornal A Gazeta

Quatro Bélgicas de árvores
Renata Vieira e Ana Luiza Herzog
Revista Exame

Portos do norte firmam-se como opção
Clarice Couto e José Roberto Gomes
O Estado de S. Paulo

Empresas buscam 'carne verde', para não maltratar boi nem desmatar Amazônia
Thâmara Kaoru
UOL

O Brasil movido a frango
Igor Castanho
Gazeta do Povo

Construção

E a água quando chega?
André Clemente e Sávio Gabriel
Diário de Pernambuco

Cadê minha casa? Cadê minha vida?
Mikaella Campos Caldas, Raquel Lopes e Marcelo Prest
Jornal A Gazeta

Paulistanos fazem adaptações para se acostumar à vida em microapartamentos
Rafael Balago
Revista São Paulo /Folha de S.Paulo

Saneamento perde investimentos e só usa 50% dos recursos
Camilla Veras Motta
Valor Econômico

A herança imóvel da privatização
Bruno Rosa
O Globo

Abandonada, nova sede do DF já custou R$ 1 bilhão
André Borges
O Estado de S. Paulo

Desemprego após fim das obras olímpicas preocupa o Rio
Nicola Pamplona, Bruno Villas Boas e Lucas Vettorazzo
Folha de S.Paulo

A extração ilegal de areia no Brasil
Sara Christina Braga
Revista Mineração & Sustentabilidade

Lições da crise
Marcelo Januário
Revista Manutenção e Tecnologia

A hora do pesadelo
Naiara Bertão e Mariana Segala
Revista Exame

Macroeconomia

A crise que adoece
Bianca Bion e Luiza Freitas
Jornal do Commercio

O crachá dourado da Petrobras
Samantha Lima
Revista Época

Série: O custo da corrupção
Tatiana Moraes e Tatiana Lagôa
Hoje em Dia

Sobrevivendo à crise
Cássia Almeida e Marcello Corrêa
O Globo

Falência múltipla
Queila Ariadne e Ludmila Pizarro
O Tempo

Periferia contra-ataca
Mariama Correia, Tatiana Ferreira e Isabela Alves
Folha de Pernambuco

Ranking de eficiência dos municípios
Fernando Canzian e Marcelo Soares
Folha de S. Paulo

Inflação de dois dígitos. E agora?
Anna Carolina Papp, Bianca Pinto Lima e outros
O Estado de S. Paulo

Previdência, tô fora!
Cristiane Barbieri
Valor Econômico

Sob suspeita, Previdência dos Estados pode ter rombo maior, afirma TCU
Laís Alegretti
Folha de S. Paulo

Transporte

Forró de 11 milhões
Maria Luíza Filgueiras
Revista Exame

Radiografia do perigo
Guilherme Blanco Muniz e Giulia Pagliarini
Revista Autoesporte

Cidade em movimento
Cíntia Marchi
Correio do Povo

Tinha uma igreja no meio do caminho
André Clemente
Diário de Pernambuco

Atropelado pelo governador
Rodrigo Petry
Revista Capital Aberto 

Capibaribe: um rio à espera por uma cidade
Ana Maria Nascimento
Diário de Pernambuco

O cenário mudou
Edmundo Ubiratan
Revista Aero Magazine

Para desafogar o trânsito, Brasil deve investir 235 bilhões de reais
Roberto Rockmann
Revista Carta Capital

Transporte Sob Pressão
José Augusto Ferraz e Sônia Crespo
Revista Frota & Cia

Avisa quando chegar
Carolina Samorano e Leilane Menezes
Portal Metrópoles 

O Prêmio CNH Industrial de Jornalismo Econômico, promovido pela CNH Industrial, líder mundial em bens de capital, e patrocinado pelo Banco CNH Industrial Capital. A iniciativa tem por objetivo reconhecer o trabalho dos jornalistas que buscam traduzir para a sociedade as mais recentes e relevantes informações acerca da economia do país. Todas as informações estão no site do prêmio www.premiocnh.com.br


IVECO PATROCINA PROJETO SEMPRE UM PAPO COM MARCOS PIANGERS.

Iniciativa realizada em Sete Lagoas, Minas Gerais, promove debates literários e incentiva a leitura. 


Marcos Piangers é o convidado do projeto Sempre um Papo, que tem o apoio da Iveco. No encontro, o autor debate e lança os dois volumes de “O Papai é Pop” (Ed. Belas Letras), que reúne crônicas divertidas e emocionantes sobre a paternidade. Nos textos, ele relata sua experiência de pai jovem que lida com aprendizados e situações únicas de suas duas filhas, Anita, de nove anos, e Aurora, de três. O primeiro livro vendeu mais de 100 mil exemplares, ficou por seis semanas na lista de best-sellers da revista Veja, teve e-book traduzido para o inglês e direitos vendidos para Espanha e Portugal. 

Para Érika Michalick, coordenadora de Sustentabilidade da CNH Industrial, a iniciativa proporciona cultura e entretenimento de alto nível para a comunidade de Sete Lagoas. "O incentivo à cultura é um dos pilares para a formação de uma sociedade consciente."

Marco Piangers é jornalista e dá palestras por todo o Brasil sobre as mudanças tecnológicas e as relações familiares. É repórter do programa Encontro com Fátima Bernardes, na Rede Globo, e trabalha com comunicação e plataformas digitais desde 2001. Nascido em Florianópolis, em 2006 se mudou para Porto Alegre, de onde participa do Pretinho Básico, programa de rádio com grande audiência no Sul do Brasil. 

Sempre Um Papo com Marcos Piangers – SETE LAGOAS  
29 de março, quarta, às 19h30. 
Entrada gratuita.       
Auditório da UNIFEMM
Av. Marechal Castelo Branco, 2.765
Bairro Santo Antônio – Sete Lagoas - MG 
          
Sempre Um Papo 

Criado pelo gestor cultural Afonso Borges, há 28 anos, o "Sempre Um Papo – Literatura em Todos os Sentidos” ocorre em Sete Lagoas desde 2009 e tem o patrocínio da Iveco. O projeto já passou por cerca de 30 cidades brasileiras, tendo realizado mais de 5 mil eventos com um público presente estimado em 1,6 milhão de pessoas. 

O encontro é exibido, aos sábados e domingos, pela TV Câmara. Desdobra-se para a série de DVDs educativos “Cultura Para a Educação”, em sua sexta edição, distribuído para mais de 6 mil escolas brasileiras, gratuitamente. 

No site www.sempreumpapo.com.br, estão disponíveis mais de 300 programas com escritores, além de diversos seminários. Com o programa “Ler Convivendo”, em vigor há oito anos, adota bibliotecas comunitárias em Minas Gerais ao promover três atividades: doação de livros, palestras com escritores e capacitação de voluntários. Há dois anos, Afonso Borges conduz, na Rádio CBN Belo Horizonte, o boletim “Mondolivro – o blog sonoro da literatura”.

Foto: Giselle Sauer.

VIAÇÃO GARCIA FAZ AÇÃO PARA DEMONSTRAR O CONFORTO DAS POLTRONAS DE SEUS ÔNIBUS

A Viação Garcia Ltda., uma das principais operadoras de transporte rodoviário de passageiros do Brasil, realizou, nos meses de fevereiro e março, ação promocional no Shopping Center Catuaí, em Londrina, Paraná, para demonstrar o elevado padrão de conforto da poltrona leito-cama dos ônibus da empresa. 

A poltrona é produzida pela Marcopolo e equipa os veículos recentemente adquiridos.

Segundo Carla Panza, coordenadora de marketing do Grupo GBS, o objetivo é demonstrar a evolução das poltronas dos ônibus rodoviários. “Muitas pessoas não imaginam o nível de conforto que oferecem. Iniciamos a ação no dia 10 de fevereiro e se estendeu até o dia 19 de março, porém pretendemos transformá-la em itinerante. É importante que outras cidades e mais pessoas conheçam as vantagens de viajar confortavelmente em nossos ônibus”, revela.

“A parceria com a Viação Garcia é estreita, de muitos anos e eles sempre investem muito na elevação da qualidade dos serviços. Principalmente com os ônibus de dois andares, de última geração e que agregam várias inovações tecnológicas para proporcionar aos passageiros viagens mais seguras e confortáveis. Esta ação demonstra como a viagem de ônibus pode ser agradável e confortável”, explica Paulo Corso, diretor de operações comerciais e marketing da Marcopolo.

A família de poltronas dos ônibus Marcopolo foi desenvolvida para proporcionar mais conforto e ergonomia aos passageiros. Concebidas com base na pesquisa realizada com os usuários, apresentam inovações únicas, como a utilização de espumas especiais (viscoelástico) na região da cabeça e do pescoço, novos apoios de pernas e pés, além de apoios de braço mais largos e macios.

As poltronas contam com sistema de acionamento da reclinação do encosto suave e prático, com sete diferentes posições, descansa-braço central mais macio e largo e apoio para pés com sistema de catraca, que possibilita ajuste de posição dos pés de acordo com a altura do usuário. Foram concebidas com foco na sustentabilidade. O revestimento traseiro, em peça única de plástico reciclado, melhora o acabamento e elimina processo de “ensacamento” na fabricação. A base do assento também é feita em plástico injetado e sistema de molas que sustenta a espuma de dupla densidade.

Fundada em 1934, a Viação Garcia se destaca entre as cinco maiores empresas do setor no País e é reconhecida pelos investimentos em novas tecnologias para garantir cada vez mais conforto e segurança para seus passageiros. A moderna frota, de mais de 800 ônibus, percorre 5,5 milhões de quilômetros por mês nas linhas que ligam os estados do Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro. A frota moderna e atualizada também está disponível nos fretamentos para transporte de grupos para lazer, turismo, negócios e outros e fretamento para transporte de funcionários.

Secco Consultoria de Comunicação.

VOLKSWAGEN VOYAGE CONQUISTA A MARCA HISTÓRICA DE 1.500.000 UNIDADES PRODUZIDAS NO BRASIL.

TERCEIRO MODELO VOLKSWAGEN MAIS EXPORTADO NO PAÍS, O VOYAGE JÁ TEVE MAIS DE 420 MIL UNIDADES ENVIADAS PARA 61 PAÍSES

O marco produtivo foi representado pelo Voyage Highline na cor azul Lagoon, fabricado na unidade de Taubaté, no interior de São Paulo.

Maior fabricante de veículos da história do País, a Volkswagen do Brasil acaba de conquistar a marca de 1,5 milhão de unidades do modelo Voyage produzidas no País. O marco produtivo foi representado pelo Voyage Highline na cor azul Lagoon, fabricado na unidade de Taubaté, no interior de São Paulo.

“O Voyage é um modelo que se destaca pela sua versatilidade. É um veículo compacto, conectado, perfeito para a cidade, e alia conforto e espaço interno, para a família. O marco de 1.500.000 unidades produzidas é prova disso”, diz o Presidente e CEO da Volkswagen do Brasil e América do Sul (SAM), David Powels.

Derivado do Gol, o Voyage foi lançado em julho de 1981 e foi totalmente projetado e desenvolvido no Brasil. Ao longo de sua história, já teve mais de 420 mil unidades exportadas para 61 países. Quinto modelo Volkswagen mais vendido do mercado brasileiro, o Voyage registrou 26.074 unidades comercializadas no mercado nacional em 2016.

História


Oferecido inicialmente apenas com carroceria de duas portas, o Voyage foi lançado nas versões S e LS, com opção de motores movidos a álcool ou a gasolina, ambos de 1,5 litro e refrigerados a água. O câmbio era de quatro marchas.

A produção do Voyage teve início na fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo, que fabricou 340.891 unidades do carro em dois períodos: entre 1981 e 1987 e entre 1990 e 1996. Nos anos de 1988 e 1989 o carro foi produzido na fábrica de Taubaté, no interior do estado de São Paulo. Desde 2008, o modelo é produzido exclusivamente na unidade de Taubaté, na mesma linha em que é fabricado também o Novo Gol.

O nome Voyage significa “viagem” em francês e foi escolhido para o carro pela conotação de qualidades como charme e beleza. O Voyage apresenta design versátil com formas, linhas e proporções harmônicas, combinando uma imagem clássica com modernidade.

Pelo mundo

Uma curiosidade sobre as exportações do Voyage é que o sedã somente é comercializado com este nome no Chile, Colômbia e Argentina. Nos demais países da América do Sul, América Central e México, o Voyage é conhecido como Gol Sedan.

Já nos Estados Unidos e no Canadá, onde foi vendido durante um período de sete anos (de 1987 a 1993), foi chamado de Fox (o atual modelo com este nome ainda não existia) e somou mais 202 mil unidades comercializadas. Na ocasião, o Voyage exportado já contava com uma novidade para a época que era um inédito sistema de injeção de combustível. Em relação às versões comercializadas no Brasil, os modelos receberam aproximadamente 2.000 modificações, incluindo suspensão e câmbio de quatro marchas com “overdrive” (longo).

Atualmente, o Voyage é exportado para oito países: Argentina, México, Bolívia, Chile, Colômbia, Peru, Paraguai e Uruguai. Entre os 61 países onde o Voyage já foi comercializado estão Egito, Haiti, Libéria, Bahamas, Angola e Jordânia.

Evolução constante


A versão inicial do Voyage passou por inúmeras atualizações ao longo de sua história, marcada também por várias séries especiais, a começar pelo Voyage Plus, de 1983, e o Voyage Los Angeles, caracterizado pela cor azul metálica, que homenageava os Jogos Olímpicos realizados na cidade americana. Sua produção se estendeu até 1996, quando o modelo foi substituído no portfólio da Volkswagen pelo recém-chegado Polo Classic.

Em 2008, com plataforma totalmente nova e desenvolvido simultaneamente com a quinta geração do Gol, o Voyage retornou ao mercado, trazendo motor transversal, maior espaço interno e tecnologia e conforto condizentes com os novos níveis de exigência do mercado brasileiro do século 21. Oferecido com motores TotalFlex 1.0 e 1.6, a partir do ano seguinte ele também passou a contar com a opção da transmissão automatizada I-Motion.

De lá para cá, ano a ano, o sedã vem se modernizando e inovando sua categoria. Seja em estilo ou em equipamentos de série. No início de 2016, o sedã recebeu na linha 2017, entre outras novidades, a evolução de design, um interior completamente novo e passou a contar com a tecnologia Volkswagen App-Connect, a mais inovadora em sistemas de infotainment no mercado.

Cronologia

1981 – Lançamento do sedã, com duas portas, motor de 1,5 litro refrigerado a água (o mesmo usado no VW Passat) a álcool ou gasolina, nas versões S (Super) e LS (Luxo Super)

1982 – Eleito Carro do Ano pela revista AutoEsporte. Início da fabricação também na Argentina, onde foi inicialmente comercializado com o nome Gacel, e da exportação para países da América do Sul com os nomes Senda e Amazon

1983 – Primeira série especial, o Voyage Plus. Motor passa a ser 1.6

1984 – Lançamento da versão com quatro portas. Série especial Los Angeles, homenagem aos Jogos Olímpicos realizados nos Estados Unidos, na cor azul metálico e equipamento diferenciado como bancos Recaro e aerofólio traseiro (limitada a duas mil unidades). Câmbio de cinco marchas passa a ser oferecido como opcional

1985 – Passa a utilizar os motores AP (alta performance) 1.6 e 1.8

1986 – Série especial “GLS Super” com motor 1.8

1987 – Início das exportações para os Estados Unidos (Projeto 99), juntamente com a Parati. Durante sete anos, rebatizado de Fox, o Voyage, teve 202.062 unidades exportadas para os EUA. Para atender às exigências legais e do mercado americano, as versões CL (Comfort Luxo), GL (Gran Luxo) e GLS (Gran Luxo Super) passaram por aproximadamente 2.000 modificações, incluindo mudanças na suspensão, câmbio de quatro marchas com overdrive, novos faróis, lanternas e para-choques

1990 – Comemoração da produção de 600.000 unidades do Voyage no Brasil.

1991 – Nova dianteira: mudanças nos faróis, lanternas, grades, capô e para-lamas. O Voyage atinge a marca de 700.000 unidades produzidas, dessas mais de 400.000 foram destinadas ao mercado interno e o restante para o externo, principalmente para os Estados Unidos, e Argentina (onde recebeu o nome de Gacel e Senda), além de outros países da América Latina, África e Europa. Até 1991 a VW já havia exportado mais de 170 mil unidades para os EUA.

1993 – Série especial Sport, com motor 1.8

1994 a 1995 – Novas cores e revestimentos. Novos rádio e toca-fitas, como itens opcionais
1996 – A produção do Voyage é encerrada após 465.176 unidades fabricadas, dando lugar ao Polo Classic

2008 – Volta do Voyage após 12 anos de ausência do mercado. Desenvolvido juntamente com o Gol, o carro tem motor transversal 1.0 ou 1.6 e linhas completamente novas.

2009 – Versão I-Motion, com câmbio automatizado ASG e motor 1.6

2010 – Novos equipamentos de série: temporizador do limpador do para-brisa, Módulo Alto-falantes e o Módulo Preparação, nas versões 1.0 e 1.6

2012 – Alcança o marco de 1 milhão de unidades produzidas no Brasil. Sedã passa a contar com design global e equipamentos inéditos. Novo Voyage traz a nova geração de motores 1.0l, da família EA111. O novo propulsor traz a nova denominação TEC (Tecnologia para Economia de Combustível).

2014 - passam a utilizar nomenclatura global para diferenciar suas respectivas versões: Trendline, Comfortline e Highline. E mais: com a linha 2015, a Volkswagen lança o Voyage Evidence, posicionado acima da versão Highline

2016 – Modelo recebe evolução de design, interior completamente novo e a tecnologia Volkswagen App-Connect, a mais inovadora em sistemas de infotainment no mercado. Estreia do motor 1.0l de três cilindros Total Flex (82 cv) na linha Voyage.

2017 – Conquista a marca de 1,5 milhão de unidades produzidas.

Volkswagen do Brasil
Assuntos Corporativos e Relações com a Imprensa

CHERY CONFIRMA NEW QQ FLEX.

A Chery Brasil confirma o lançamento de seu modelo de entrada, o New QQ, com motor flex para o próximo mês.


Além da novidade da motorização, a Chery também revela que o modelo passará a contar com uma terceira versão, batizada de Smile, além das atuais Look e Act, que virão acompanhadas de benefícios exclusivos, com preços bastante competitivos, mantendo seu título de “o carro mais barato do Brasil”, por possuir o melhor custo benefício ao consumidor.

O subcompacto também é conhecido por ser um dos carros mais econômicos do mercado nacional, tendo alcançado a nota mais alta (AA) no selo Conpet, concedido pelo Inmetro.

SD&PRESS Consultoria

domingo, 26 de março de 2017

ACELERADAS.
Por Edison Ragassi*

GP Austrália: A Ferrari sai na frente

A primeira prova do ano começa com vitória de Sebastian Vettel e mostra que os carros ficaram mais rápidos e não contemplam as ultrapassagens.



Com modificações nos carros e pneus, a F-1 iniciou a temporada 2017 na Austrália. Quem viu os treinos e deixou de assistir a corrida na madrugada de sábado para domingo, porque pensou que Lewis Hamilton (Mercedes-GP) iria disparar na frente, perdeu uma prova interessante e monótona.

As regras para a construção dos carros privilegiam a velocidade final. Os pneus estão mais resistentes que na temporada passada. O resultado final é de um carro rápido, principalmente em curvas e arisco durante uma ultrapassagem, quando o piloto necessita utilizar o vácuo do carro que está na frente.

Assim, Hamilton que dominou os treinos livres, marcou a pole e ao apagar as luzes vermelhas disparou na frente, perdeu a corrida ao trocar os pneus.

O inglês três vezes campeão iniciou a temporada pilotando muito. Sua técnica e arrojo são fundamentais para controlar o carro que exige mais de quem está atrás do volante, mas na F-1, como em qualquer outra competição não se ganha sozinho.  E os estrategistas falharam. A falha pode ter ocorrido por não conhecer o limite da borracha, uma consequência da redução dos treinos.

Assim, Sebastian Vettel (Ferrari), que largou na segunda posição, fez tudo certo, manteve a posição na largada e trocou os pneus no momento certo, venceu a primeira corrida do ano.
Eles foram seguidos de perto pelo estreante na Mercedes, Valtteri Bottas. O finlandês chegou ameaçar o companheiro nas voltas finais, mas ficou só na ameaça.

O brasileiro Felipe Massa, que atendeu pedido da Williams e não se aposentou, largou em sétimo, fez corrida discreta e terminou na sexta colocação.

A equipe optou por capitalizar o máximo, recebeu por volta de US$ 16 milhões para liberar Bottas e mais que o dobro para ter o canadense Lance Stroll no time. Esqueceu-se de desenvolver o carro.

Apesar de ter o melhor sistema de propulsão da categoria, vai penar para manter a posição de quarta força, pois a tendência é de que só Massa marque pontos. O jovem canadense de 18 anos bateu nos treinos e não terminou a prova.

No terceiro ano de participação na maior categoria do automobilismo, a Honda não conseguiu cumprir o que prometeu. A McLaren ainda não tem um motor competitivo e mesmo com um dos melhores pilotos, Fernando Alonso, arrastou-se na pista. O espanhol manteve o carro durante boa parte da prova na zona de pontuação e no final parou sem terminar a corrida.

Kimi Raikkonen (Ferrari), Max Verstappen (RBR), Sergio Perez (Force India), Carlos Sainz da Toro Rosso, que voltou a utilizar os motores Renault, Daniil Kvyat (Toro Rosso) e  Esteban Ocon (Force India) completaram a zona de pontuação.

Marcaram pontos no GP da Austrália
  1) Sebastian Vettel
  2) Lewis Hamilton
  3) Valtteri Bottas
  4) Kimi Raikkonen
  5) Max Verstappen
  6) Felipe Massa
  7) Sergio Perez
  8) Carlos Sainz
  9) Daniil Kvyat
10) Esteban Ocon

A temporada 2017 tem a segunda etapa marcada para dia 09/04 na China. Lá teremos novidades, já que as equipes e pilotos estarão mais acostumadas com os carros.

Rapidinhas

Trabalho duro

Com sorriso de orelha a orelha, o alemão Sebastian Vettel agradeceu a equipe pela vitória. “O time inteiro trabalhou muito duro. O pessoal quase não dormiu, nem aqui e nem na fábrica. O carro está se comportando bem e foi muito divertido guiar. É um dia lindo”, falou na entrevista coletiva.

É o que o carro oferece

Felipe Massa ganhou uma posição na largada e contentou-se com o sexto lugar."Estou feliz com o resultado, foi uma boa prova para mim, ultrapassando o Grosjean já na largada, o que era o mais importante para eu manter meu ritmo", falou o brasileiro. 


Estratégia errada.

Hamilton creditou o segundo lugar na prova ao desgaste dos pneus. "Minha estratégia era parar na volta 19 e acabei parando na 18. Não tinha mais nada sobrando no meu pneu. Quando eu estava encostando nos retardatários, o carro estava escorregando e eu comecei a perder tempo em relação a Vettel”.









* Edison Ragassi é jornalista e radialista, diretor responsável pelo site Auto Agora - www.autoagora.com.br, editor da revista O Mecânico, produtor e apresentador do programa e dos boletins diários Auto Agora, transmitidos pela Rádio Transamérica Pop FM 100,1. Escreva para o Ragassi: ragassi@gmail.com. 

CASA DA MÃE JOANA.
Por Marli Gonçalves*

NUNCA DANTES ESTIVEMOS ASSIM TÃO...

Desesperançados. Achei a palavra. Passei a semana pensando sobre isso, eu própria meio taciturna, estranha, apreensiva. Sem conseguir ver a tal luz que abre o caminho. Cansada de todo dia a mesma coisa, alguma surpresa ou revelação de como o poço é fundo. Estou falando do Brasil. Estou falando de todos nós, uns mais outros menos, não é mesmo? Mas todos nós.


É tão forte a sensação que saí por aí perguntando, conversando com quem encontrava, puxando assunto, colhendo impressões. Queria saber o estado de espírito dos outros, sem falar diretamente sobre o meu próprio.

Antes de mais nada, entenda, por favor. Sou - pelo menos sempre me considerei - uma otimista quase incorrigível. Tenho bom humor, prezo a felicidade, detesto o baixo astral. Perceba que estou falando de algo mais filosófico, sensível, imaterial. O resultado do que colhi nas ruas explicou o que meu íntimo intuía. Em qualquer classe, se é que ainda há alguma. Nunca dantes estivemos assim tão desesperançados. A desesperança é descrença, desilusão, desânimo, desengano. Decepção.

Isso é um problema. Porque desmobiliza, cria uma legião de egoístas, cada um tentando salvar seu próprio couro. E querendo a pele do outro só para tamborim.

Nunca dantes estivemos assim. Nem durante a ditadura, pelo menos essa última que foi a que vivi - tenho de ressaltar. Quando lutávamos contra ela - e como lutamos! - o sangue corria em nossas veias, com gosto, pelo morrer ou matar em prol da liberdade, da democracia, do orgulho. Enfrentávamos as cavalarias, o medo, burlávamos, abríamos os espaços, conquistávamos centímetros que eram nossa redenção, valiosos. Um jogo bruto. Até "o outro lado" era mais intenso, deu tanto trabalho agarrado ao osso que dilacerava. Mulheres levantavam e abriam os olhos. Era um país em busca de sua identidade, no campo, nas cidades, nas escolas, universidades, palcos, no anonimato, na clandestinidade. Matavam nossos líderes, outros surgiam. Coisa bonita de ver e lembrar. Cantávamos! A luta pelas Diretas foi o ápice.

Hoje, o que temos? O linguajar chulo de coxinhas, mortadelas, palavras sendo distorcidas, ódio entre amigos, óbvios ídolos de barro e lama cobertos por milhões de dólares de corrupção sendo defendidos, literalmente, com unhas e dentes, fantasiosamente em prol de dogmas antiquados e inadequados. Não há política, mas politicagem, se alastrando daninha em todos os poderes da República, cada um puxando a sardinha, a toga, o pato, o quebra-quebra, repartidos entre si como carniça entre urubus.

Alguém aí avista alguma atitude cívica, de amor, de desprendimento? O chão que eles ladrilham pavimenta apenas o caminho de poder. De poder um mais que o outro. Antropofagia, teu nome é Brasil.

Vai falar bem de quem? Vai botar a cara de quem numa camiseta para ir às ruas? Pior, de repente, acredita, e dias depois vai ter de explicar que pensou mesmo que aquele ou aquela poderia servir. Qual o quê! Marina? Nem zumbe mais a mosca. FHC? Agora aparece do alto de um trono criticando, como ele era melhor nisso, aquilo. Dilma? Nos fez rir - e chorar, muito. Lula? Nunca dantes um líder operário deixou tantos órfãos no caminho, sem saber de nada, não ver nada, não se comprometer nem com a sua própria história, quanto mais com a nossa. Instituições? Vacilam.

Verdade. Nunca dantes estivemos é assim tão ...desamparados. Quem pode busca outra cidadania. Quem pode faz as malas - embora certo seja também que essa desesperança e muito medo estejam sendo as marcas do século em todo o planeta. De onde mais se espera é de onde não vem nada. Espaço aberto a pestes, misérias, guerras.

Utopias! Quero uma para viver. Enquanto estou por aqui, farei o que puder, procurarei ter ânimo. Eu não os tenho, mas quem tem descendentes deve estar muito chateado com o rumo dessa prosa. 

São Paulo, 2017, levantando o tapete. A mesa já está posta.








Marli Gonçalves, jornalista - Tô até vendo uns rompantes de alegria com a tal Seleção Canarinho. Mas futebol não dá pão, só circo.  Tenho um blog, Marli Gonçalves, divertido e informante ao mesmo tempo, no marligo.wordpress.com. Estou no Facebook e no Twitter - e-mails: marli@brickmann.com.br e marligo@uol.com.br. Visite sempre o "Chumbo Gordo": www.chumbogordo.com.br.