domingo, 23 de julho de 2017

CASA DA MÃE JOANA.
Por Marli Gonçalves*

EU VEJO

Pelos bigodes de Salvador Dali! Eu vejo, mas tem coisas que não queria estar vendo. Vejo ao vivo e em cores. Eu vejo o que todo mundo pode ver, mas talvez eu seja ou esteja mais atenta com essa minha mania de reportar, de reparar. Coisas de jornalista. Como diria nosso Cazuza, o próprio, que deve bem ter visto onde tudo isso ia dar e se mandou: eu vejo o futuro repetir o passado.

Eu vejo gente, antes de tudo. Gente falindo, quebrando, sem esperanças, gente agoniada com o rumo dessa toada. Sendo derrubadas como as vacas pelo rabo nas vaquejadas. Levando rasteiras. Vejo a minha gente dividida e sem noção.

Com que frequência? O tempo inteiro, como respondeu o menino do filme de cinema que, apavorado, via gente morta.

Gente é pra brilhar, não pra morrer de fome. Nem de frio, jogado numa rua movimentada de São Paulo – o dia inteiro morto, ali, até que alguém percebesse que aquele corpo já não se mexia, ali morto jazia.  São tantos corpos jogados pela cidade que poucos param para ver se ainda se mexem, se tremem, se têm fome, ou se apenas estão decididos a se consumir a si próprios acelerando verem-se livres da existência.

Eu não posso, embora tente, ver beleza em tudo. As coisas estão feias, ultrapassadas, caindo aos pedaços porque ninguém consegue ver, nem sentir, renovação.

Eu vejo isso por cima de um muro, muro cheio de políticos sem ideal, amontoados, se reunindo para decidir quando se reunirão para decidir que ali vão ficar. Em cima do muro. Mas de lá eles não avistam o que eu vejo, nem conseguem ouvir os apelos dos que eu vejo por aí tentando sobreviver. Mantendo um mínimo de dignidade, cada dia mais rala.

Eu vejo tudo enquadrado para onde dirijo o olhar – de uma vista cansada que a cada ano aumenta um grau. Talvez  até para não serem vistas,  as próprias coisas se embacem, se distanciem. Essa semana atualizei as lentes dos meus óculos para ver de perto. E os de para ver de longe. Dois, que um só para tudo – bifocal -não acompanha o movimento rápido que faço pra não perder de ver nada, me confunde e tonteia. Não posso me dar ao luxo de não enxergar para qualquer lado que olhe. Nem que seja só para contar a vocês algumas das minhas observações.

Tem de ser um para ver bem de perto; outro para avistar de longe. E não são mais as letrinhas do cartaz do consultório do oftalmologista o que tenho de decifrar. O que não quero é ver pontos negros, nem pontinhos brilhantes, nem a luz cegando meus olhos quando vem em direção contrária. Luz é para iluminar, não ofuscar a gente.

Não vire o rosto. Olhe também o que está havendo e não dá para negar. Negue que me pertenceu, Que eu mostro a boca molhada. E ainda marcada pelo beijo seu.

Eu vejo flores em você. E foi o aroma delas que me fez lembrar de um outro e do que eu vi esses dias caminhando um pouco na grande cidade onde vivo; e o que ouvi; o gosto amargo que veio na minha boca; o terrível cheiro de esgoto que senti vindo da água podre de esgotos escorrendo pelas calçadas de um dos seus bairros mais nobres, e o que me fez imaginar como andará o resto do território nacional.

Ver é sentido. Houve uma vez uma canção que falava perto do coração. O que os olhos não veem o coração não sente, uma forma de tentar explicar nossa própria distração, nossa própria cegueira.

Os Estados desse país, 2017.








* Marli Gonçalves, jornalista – Vejo você amanhã, ou depois. Tudo bem. Vejo a porta abrir. Cheia de esperança. Tenho um blog. Divertido e informante ao mesmo tempo, no marligo.wordpress.comEstou no Facebook e no Twitter. e-mails: marli@brickmann.com.br e marligo@uol.com.br. Visite o "Chumbo Gordo": www.chumbogordo.com.br.

Leia> O Brasil Sobre Rodas

sábado, 22 de julho de 2017

AUTOMAÇÃO AGRÍCOLA PARA TODOS É O DESAFIO.
Por Daniel Zacher*

Detentor de parque tecnológico fantástico, o Brasil precisa ser reconhecido como referência mundial em mecanização agrícola para regiões tropicais e subtropicais. A indústria já possui uma série de legados no desenvolvimento de tecnologias, como a revolução do plantio direto, que exigiu grande esforço brasileiro entre os anos 1970 e 1980 para a obtenção de enormes ganhos de produtividade.

Observa-se agora outra revolução: a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). Trata-se de avançado sistema de cultivo, que integra diversas atividades com o objetivo de manter a propriedade rural ativa durante o ano inteiro. Muitos produtores rurais, que antes se dedicavam somente à pecuária, já começaram a agregar outras áreas. Assim, eles mantêm atividade agrícola intensa e obtêm grande incremento de renda.

Claro que não é possível dissociar os ganhos sucessivos de produtividade no desenvolvimento da agricultura tropical de todo o investimento empenhado em biotecnologia, afinal a mecanização e a biotecnologia sempre caminham em paralelo. Assim como surgem variedades de vegetais, adaptadas principalmente ao estresse hídrico como também às pragas características da região, as máquinas agrícolas precisam receber inovações.

Diferentemente da agricultura de países temperados, onde o inverno faz o controle natural de doenças, pragas e plantas daninhas, a agricultura tropical demanda intensiva quantidade de pulverização em função do clima quente, condição que provoca a rápida evolução de pragas e doenças. Dessa forma, o desenvolvimento de tecnologias para a pulverização é uma competência do País, que faz investimentos pesados para tornar a atividade cada vez mais eficiente e ambientalmente sustentável.

Outra técnica da agricultura tropical é o plantio direto. Nele a cobertura de palha é mantida no solo para proteção contra eventos danosos, tais como a erosão, de forma que as sementes são inseridas no solo sem que seja previamente revolto, por meio de manipulação mecanizada. Esta forma de plantio só foi possível com o desenvolvimento de máquinas específicas para esta condição, o que exigiu enorme esforço brasileiro porque o solo em condições extremas de compactação e umidade e com pesada cobertura de palha demanda equipamentos robustos, de características estruturais e funcionais próprias.

Mas ainda não se esgotaram os ganhos de eficiência na área de plantio direto. As novas plantadeiras precisam atender diversos requisitos, como demandar cada vez menor potência dos tratores, operar em alta velocidade e apresentar maior eficiência no depósito de adubo e semente no solo, para que seja realizado de forma cada vez mais precisa em aspectos como espaçamento e profundidade do plantio.

O Brasil, como principal produtor mundial de cana-de-açúcar, possui papel proeminente na difusão de tecnologias de plantio e colheita de cana-de-açúcar. Hoje praticamente todas as atividades são mecanizadas muito em função do desenvolvimento acelerado, ocorrido nos últimos 10 anos. O desafio agora é que a automação, já utilizada em grande escala junto aos grandes produtores, também evolua para os pequenos.

Com milhares de pesquisadores envolvidos, a história brasileira demonstra a vocação da nossa indústria para o desenvolvimento de novas tecnologias, que podem ser exportadas para outros mercados como América do Sul, África e Ásia. Essa presença no Exterior tem potencial de se acentuar mediante maior divulgação do capital intelectual brasileiro empenhado no desenvolvimento deste parque tecnológico.

Uma contribuição neste sentido é 9º Simpósio SAE BRASIL de Máquinas Agrícolas, que debaterá a visão dos principais fabricantes em relação ao mercado e ao desenvolvimento de máquinas e implementos para a agricultura tropical e subtropical. Quem tiver interesse em debater o assunto está convidado para o encontro, dia 31 de agosto, na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), em Porto Alegre.











* Daniel Zacher é diretor-geral da Tryber Tecnologia e chairperson do 9º Simpósio SAE BRASIL de Máquinas Agrícolas.

Companhia de Imprensa.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

ULTRASSOM DA SAMSUNG ANTECIPA DIAGNÓSTICOS E EXIBE PASSO-A-PASSO DA FORMAÇÃO DOS BEBÊS.


Se antigamente era impossível pensar em capturas tão nítidas de imagens e prevenir o aparecimento de doenças através de um exame de ultrassom, a realidade de hoje é bem diferente e mudou para melhor.

Além de descobrir o sexo do bebê que está para nascer, a ultrassonografia se tornou uma grande aliada no auxílio do pré-natal, responsável por mapear diversos diagnósticos. O cenário da obstetrícia avançou e o exame auxilia na visualização de nítidas imagens do bebê em três dimensões (um avanço sem precedentes comparado aos borrões que apareciam na tela no início da ultrassonografia). Hoje, é possível assistir – como se fosse um filme – os detalhes das mãos, pés e da cabeça do bebê que está pra chegar.

A Samsung, que investe em soluções e equipamentos médicos de última geração, destaca o ultrassom modelo WS80A Elite que conta com Crystal VUE, tecnologia avançada que, por meio do software da companhia, é possível, ainda no útero da mãe, diagnosticar precisamente patologias e anomalias que a criança possa ter. Com isso, é possível antecipar diagnósticos e iniciar tratamentos mais adequados com rapidez, aumentando assim as chances de cura ou redução de sequelas.

Com o auxílio do Crystal VUE é possível visualizar a translucência nucal – espaço onde é medida a quantidade de líquido presente na região posterior do pescoço do feto – possibilitando identificar potencial para a Síndrome de Down, por exemplo. Além disso, a tecnologia também identifica distúrbios genéticos como, por exemplo, mielomeningocele (má-formação) e hidrocefalia (acúmulo anormal de líquido dentro do crânio).

Outros recursos tecnológicos da Samsung que auxiliam no detalhamento dos exames de ultrassom na gestação são:

Mecanismo híbrido de formação de imagem: Combina ótima qualidade de imagem bidimensional e Color Doppler com uma alta taxa de quadros, o que permite ótima capacidade de processamento de dados e redução de ruído super potente.

ClearVision™: Elimina virtualmente os ruídos indesejáveis, proporcionando excelente resolução de contraste, realce e definição das bordas para uma imagem mais nítida e insuperável.

Transdutores S-Vue: Cobrem ampla largura de banda, oferecendo alta sensibilidade e fácil visualização, mesmo em casos difíceis.

5D Limb Vol: Permite uma estimativa precisa do peso fetal e de seu estado nutricional com base nos dados de volume dos membros, além de reduzir o tempo de exame com a realização automática de medidas a partir da marcação de apenas 3 pontos.

5D Heart Color (Ferramenta para exame do coração fetal): Permite a análise dos dados de volume do coração fetal (STIC), gerando nove cortes padrão de ecocardiografia fetal com a apresentação simultânea da dinâmica de fluxo em cores.

Realistic Vue™: Exibe a anatomia fetal em imagens tridimensionais de alta resolução, com percepção excepcional de detalhes e profundidade realista.

Todos esses recursos fazem da tecnologia de ultrassom Samsung um aliado importante no acompanhamento da gestação e na saúde da mãe e do bebê.

“A gestação é o momento mais importante da vida não somente da mulher, mas sim de toda a família. E é pensando no bem-estar e no desenvolvimento perfeito do feto que investimos em tecnologias avançadas que auxiliam no bem-estar das pessoas”, afirma Marisa Kajita, gerente sênior da divisão de HME da Samsung Brasil.

Samsung
Máquina Cohn&Wolfe

ALUNOS DA FEI DESENVOLVEM PROJETOS VOLTADOS PARA O AGRONEGÓCIO.


Formandos do curso de Engenharia Mecânica e de Engenharia Elétrica do Centro Universitário FEI produziram projetos de conclusão de curso, que trazem melhorias para o dia a dia do pequeno produtor no campo. Entre os trabalhos de destaque, está um trator desenvolvido especialmente para os produtores de hortaliças, que visa aperfeiçoar e garantir mais eficiência ao trabalho agrícola. 

O veículo, denominado EqüuS, possui sistema de transmissão hidráulica, é de fácil manuseio e capaz de atuar em diversas atividades agrícolas. O EqüuS prepara o solo, abre sulcos, realiza a semeadura, pulveriza a plantação e aplica plástico por cima da área plantada, além de tracionar carreta e perfurar o solo para colocar estacas para construção de cercas. O EqüuS também protege a ergonomia do condutor, garantindo mais segurança e evitando riscos de acidente.

Já outro grupo de alunos desenvolveu o Abautac, um sistema de irrigação e fertilização automática controlada via aplicativo de celular, que irá trazer praticidade para o pequeno produtor. Outro projeto é o Terra Brasilis, que consiste é um protótipo de colheitadeira mecânica para raízes tuberosas variadas, que auxiliará o trabalho do produtor rural, além de melhorar a ergonomia.

Já o Osíris, desenvolvido também para um produtor de pequeno porte, propõe um sistema de dosagem de sementes mais acessível, capaz de alimentar duas linhas de plantio, diferentemente das semeadoras convencionais.

Os projetos


EqüuS - O projeto é um trator voltado ao pequeno produtor de hortaliças, onde podem ser acoplados implementos que fazem todas as operações que o agricultor precisa de uma maneira mais eficiente e produtiva. Clique aqui e assista o vídeo sobre o trator.

Osíris - O projeto tem por objetivo atender às necessidades do pequeno produtor rural, por meio do desenvolvimento de um sistema de dosagem de disco único, capaz de alimentar duas linhas de plantio. A solução proporciona precisão análoga aos implementos disponíveis no mercado, alimentando duas linhas ao invés de uma, como é observado nas semeadoras convencionais, resultando na atenuação dos custos operacionais, tornando assim, mais acessível ao pequeno agricultor os benefícios de uma semeadora de alto desempenho.

Terra Brasilis – Projeto de engenharia básica que consiste em uma colheitadeira mecânica para raízes tuberosas variadas que irá auxiliar o trabalho do agricultor: melhorando sua ergonomia, maximizando sua produtividade em relação à que ele possui atualmente e que tenha um custo competitivo para suas diversas aplicações.

Abautac - Sistema de fertilização e irrigação automática para agricultura familiar - Criação de um sistema automatizado de irrigação e fertilização do solo para agricultores de pequeno e médio porte, que utiliza como ferramentas sensores, interface-homem-máquina e um aplicativo para smartphone.

Grupo CDI - Comunicação e Marketing.

EDUCAÇÃO.
Por José Renato Nalini*

Toda espécie de vida.

Embora a opção do constituinte de 1988 tenha sido o antropocentrismo, a tutela ambiental permite uma ampliação conceitual para que a proteção do ecossistema atinja toda espécie de vida. E assim é de forma incontestável e natural. A experiência vital é um complexo em que são dados a conviver inúmeros tipos de existências. Existe um elo indissolúvel entre as espécies que, destruído em relação a uma delas, compromete a continuidade de todas as demais.

Por isso é que toda espécie de vida merece proteção. A vida vegetal, a vida animal em sua múltipla expressão e a vida humana.

Quando se assiste a uma cachorrinha que recolhe resíduos sólidos e os deposita num recipiente de lixo, confirma-se a sensação de que temos uma enormidade a aprender com os irracionais. Pois é mais racional destinar o lixo ao lixo do que continuar a espalhá-lo por todos os espaços como tem feito o bicho homem, cuja irracionalidade surpreende e desalenta.

A complexa capital paulista parece levar a sério a proteção aos animais. Há pelo menos dez importantes leis pró-animais, que evidenciam a preocupação do legislador municipal com esses nossos aliados. A primeira lei é a vedação à apresentação de animais em circos. A proibição é prevista na Lei Municipal 14.014, de 2005.

Os rodeios e eventos que maltratem animais também estão proibidos em São Paulo, desde 1993, graças à Lei 11.359. Em 2015, a Lei 16.222 vetou a produção e o comercio do patê de fígado de ganso ou pato (foie gras) e também de roupa feita com pele. Os ônibus não podem recusar o transporte de animais, depois da aprovação da Lei 16.215, de 2015. Veículos com tração animal não podem circular nas vias pavimentadas, desde 2006, por conta da Lei 14.146.

A Lei 16.532 instituiu em 2016 a Semana de Conscientização e Orientação ao Cuidado e à Saúde do Animal Doméstico, a ser celebrada a cada mês de setembro. Em 1996 a Lei 12.055 criou Centros de Triagem para reabilitar animais silvestres resgatados e apreendidos

Como "bicho não é lixo", a Lei 13.131, de 2001, exige Registro Geral Animal e prevê punição por abandono de cães e gatos. Finalmente, a Lei 12.492, aprovada em 1997, permite a entrada de cães-guia em todos os lugares.

Além disso, em 2012 foi instalado o primeiro Hospital Veterinário Gratuito, no Tatuapé, destinado a cães e gatos do público de baixa renda. O segundo existe desde 2014 e isso é suficiente para evidenciar que a Municipalidade de São Paulo contempla o "irmão-cão" com a consciência ecológica implementada em 1988, forma facilitada de tentar salvar o mundo do desastre que a insensatez continua a causar com desmatamento, poluição e total irresponsabilidade quanto à conservação de um patrimônio que não construímos, mas que sabemos destruir com indesejável celeridade.








José Renato Nalini é secretário da Educação do Estado de São Paulo, Imortal da Academia Paulista de Letras e Membro da Academia Brasileira da Educação. 
Visite o blog: renatonalini.wordpress.com.


Leia> O Brasil Sobre Rodas.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

MAIS DE R$ 9,5 BI DO REINTEGRA AGUARDAM RESGATE DAS EXPORTADORAS BRASILEIRAS.

Segundo levantamentos da Becomex, somente metade do valor estimado pela Receita para devolução do benefício foi resgatada pelas empresas. 


De acordo com levantamentos da Becomex, uma empresa especializada no gerenciamento integrado na área tributária e operações internacionais, dos R$ 19 bilhões que o governo esperava devolver às empresas brasileiras exportadoras por meio do Programa Reintegra, apenas metade (R$ 9,5 bilhões) foi resgatada, mesmo em tempos de crise. A outra metade ainda está lá na Receita, esperando as empresas exportadoras do Brasil requisitarem esse benefício fiscal.

Em vigor desde 2011, o Reintegra é um mecanismo criado pelo governo para devolver uma parcela dos impostos pagos na cadeia produtiva às empresas exportadoras de bens manufaturados no Brasil. Como sugere o nome, tem por objetivo reintegrar valores referentes a custos tributários residuais existentes nas cadeias de produção. Assim, a pessoa jurídica produtora e exportadora de bens manufaturados no País, poderá reaver parcial ou integralmente o resíduo tributário existente na sua cadeia de produção.

“O crédito proveniente do Reintegra é um recurso extra, um ‘dinheiro novo’ esperando ser resgatado, o que pode impactar positivamente nos resultados da empresa”, explica o vice-presidente de Operações da Becomex, Rogerio Borili.

Antes de solicitar os créditos do Reintegra a empresa precisa fazer uma apuração correta dos dados, de acordo com Rogerio Borili. Para isso, ao invés de procurar a terceirização dessa operação com parceiros da área jurídica ou da área de TI, o ideal é que se busque uma parceria completa, que possa garantir uma operação com compliance e com soluções de tecnologia feita sob medida, e que atenda às particularidades de cada empresa.

“Optar por um parceiro completo – não só tributário nem somente de sistemas – será estratégico para requerer o crédito, pois as inúmeras intimações nos pedidos se deve às divergências de informações”, afirma Borili.

Os créditos do Reintegra podem ser pedidos trimestralmente, ou seja, em julho já será possível solicitar o crédito referente ao 2º trimestre. É importante ficar atento porque quanto mais rápido for solicitado mais rápido o seu resgate.

Recentemente, levantamentos da Becomex também apontaram que mais de 50% das empresas exportadoras no Brasil pagam mais impostos do que deveriam por não aproveitar corretamente os benefícios fiscais e aduaneiros existentes. O estudo também revelou que muitas empresas sequer sabem o potencial que poderiam economizar com o pagamento de impostos e tributos.

“O investimento em inteligência fiscal e tributária é fundamental, pois as empresas gastam 1/3 de suas receitas, em média, por não conseguir fazer os controles fiscais de forma estratégica, pagando imposto a mais desperdiçando a chance de trazer o chamado ‘dinheiro novo’ para seus cofres, o que faz toda a diferença especialmente em tempos de crise”, declara Rogério Borili.

CHUMBO GORDO.
Por Carlos Brickmann*

COMO ESTÁ, FICA.

Não, caro leitor, o presidente Michel Temer não vai chutar o PSDB para fora do Governo. No máximo, pode reduzir um pouco a presença tucana (hoje são quatro ministros e sabe-se lá quantos ocupantes de cargos de confiança). Num momento difícil, Temer não pode dispensar apoios.

Não, caro leitor, Lula não vai ficar quieto, embora tenha sido condenado e esteja prestes a ser julgado de novo, agora pelo sítio de Atibaia. E seu alvo principal continua sendo o juiz Sérgio Moro, que irá julgá-lo. Lula não acredita que possa ser absolvido na primeira instância; só acredita que a Justiça, habitualmente lenta, não irá condená-lo em segunda instância antes de 15 de agosto de 2018, quando sua candidatura à Presidência já estará registrada. Se condenado em segunda instância, vira ficha-suja, sem poder se candidatar; mas, se já for candidato, terá como brigar. Não é uma tese pacífica: há quem diga que, no momento em que um candidato é condenado em segunda instância, a Justiça pode cancelar o registro. Mas dá margem para argumentar que só foi condenado para tirá-lo da eleição. E promete ser combativo, não permitindo que sua história seja maculada.

Não, caro leitor, nesta hora de definições, o Congresso não está funcionando. Senado e Câmara estão de férias. Voltam a se reunir no dia 2, e a pauta é a autorização ao Supremo para instaurar inquérito contra Temer.

Não, caro leitor, não reclame. Se o Governo parou, talvez o país ande.

PSDB total

A votação da denúncia contra Temer deve trazer surpresas. Em todos os partidos da base governista há gente disposta a votar contra o presidente a quem apoia – e, por tabela, contra seus próprios partidos, que têm cargos e portanto partilham a política oficial. Até no próprio partido de Temer, o PMDB, há dissidentes. Um, o deputado Jarbas Vasconcelos, acha que qualquer denúncia de corrupção tem de ser investigada. Outro, Osmar Serraglio, foi ministro da Justiça de Temer e não engoliu seu afastamento. Um é ligado ao ex-governador fluminense Sérgio Cabral e não tem qualquer apreço pelo presidente. Há quatro outros dizendo que ainda não decidiram (aliás, os críticos de Temer na base governista também usam a desculpa da indecisão). Em resumo, todos são PSDB. Em cima do muro.

Temer, vitória provável

O presidente tem excelentes probabilidades de vencer na Câmara. Seus adversários, para mandar investigar a denúncia, precisam de 342 votos. Até agora não conseguiram sequer 342 deputados, votem como votarem, para abrir a sessão. A oposição pode adiar a votação o quanto quiser, mas enquanto isso a pauta fica trancada. Quanto tempo os deputados resistem sem votar nada do interesse de seus eleitores e doadores de campanha?

O grande acordo

E, o que todos os envolvidos desmentem, há uma tentativa de acordo entre Governo e oposição para proteger-se mutuamente. Por enquanto a articulação é subterrânea, mas logo terá de aparecer em leis que limitem os poderes do Ministério Público e da Justiça. O interesse é de todos: um terço do Congresso está sob investigação. Será preciso rever a delação premiada, evitando acordos como o da JBS, reduzindo a vantagem legal do corruptor sobre os corruptos; endurecer as exigências para a ordem de condução coercitiva; punir os vazamentos de informações; limitar o prazo em que o suspeito pode ficar preso sem qualquer julgamento.

Em suma, Sérgio Moro nunca mais. Na hora de votar essas medidas que beneficiam a eles todos, quem aceitará que fiquem trancadas por uma denúncia contra Temer?

Tucano x tucano

Aliás, o PSDB é um partido completo: ele mesmo escolhe seus líderes, ele mesmo fala mal deles, ele mesmo tenta destruí-los. Aécio não apoiou Serra nem Alckmin; nem Serra nem Alckmin apoiaram Aécio; nem Serra nem Aécio aceitam a candidatura de Alckmin. Os tucanos só se unem para lamentar a derrota do candidato que não apoiaram. A história se repete: Lula, embora lidere as pesquisas, tem rejeição gigantesca, e os tucanos unidos poderiam batê-lo.

Mas o PSDB ainda é um partido de amigos em que todos são inimigos. O prefeito paulistano João Dória Jr. ganhou alcance nacional por seu bom trabalho em São Paulo. Aí surge seu colega tucano José Aníbal para acusá-lo de ser um péssimo prefeito, em cuja administração a cidade só piora. Dória tem 62% de aprovação na cidade.

A notícia agradável

E, saindo dessas coisas chatas, uma bela notícia: duas rádios públicas, a Rádio MEC (EBC, federal) e a Rádio Cultura (FPA, paulista), lançaram um programa de boa música brasileira, comandado por um conhecedor do assunto (e bom papo), Ruy Castro. Aos domingos, às 20h30, na Cultura FM (103,3 MHz) e na MEC FM (99,3 MHz) e AM (800 kHz).

Vale pelas ótimas músicas, em gravações raras, preciosas; vale pelo ótimo Ruy Castro.





Carlos Brickmann - carlos@brickmann.com.br - é Escritor, Jornalista e Consultor, diretor da Brickmann & Associados Comunicação - www.brickmann.com.br
Siga: @CarlosBrickmann
Leia o Chumbo Gordo, informação com humor, precisão e bom senso - contato@chumbogordo.com.br.

EDUCAÇÃO.
Por José Renato Nalini*

Você se conhece bem?

Já não existe dúvida, hoje em dia, de que a inteligência emocional é mais importante do que a inteligência intelectual. Acostumamo-nos a adestrar as crianças e jovens, fazendo com que eles decorem, memorizem, guardem na cabeça dados, informações, datas e um acervo enorme de conhecimento disponível a uma busca muito mais facilitada num Google, por exemplo. O difícil não é guardar na memória os dados disponíveis. Isso o computador faz muito melhor do que nós. O essencial é saber usar a informação. Como filtrá-la, como e para que servir-se dela quando for a ocasião devida. E todos os momentos é ocasião de se usar algo que se aprendeu. Esse o desafio existencial.

Com vistas a investir no conhecimento e no domínio das habilidades socioemocionais, surgiram especialistas dedicados que oferecem hoje um panorama bem interessante para inspirar os educadores, os pais e toda a sociedade. O Instituto Ayrton Senna, por exemplo, comandado pela dinâmica e lúcida Viviane Senna, é um paradigma de valiosa intercessão da sociedade civil nos modelos frágeis de grande parte da educação pública. Mas existe também um Instituto Brasileiro de Coaching - IBC e uma Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional - SBie, ambos voltados ao aprofundamento desse conceito ainda não inteiramente absorvido no Brasil.

Para José Roberto Marques, Presidente do IBC, o desenvolvimento da inteligência emocional depende de técnicas que trabalham as competências individuais em cinco principais áreas: 1. autoconhecimento. Capacidade de avaliar as próprias habilidades de forma real, abrindo-se para feedbacks e para o reconhecimento de como as emoções afetam o desempenho e a maneira de agir; 2. Gerenciamento pessoal: autocontrole, que permite pensar antes de agir. Capacidade de administrar os impulsos para não perder o controle, de adaptar-se às situações, além de ter flexibilidade e foco nos momentos de pressão; 3. Motivação: para atingir objetivos pessoais, é preciso estar pronto para agarrar as oportunidades, superar obstáculos e aprender com os erros; 4. Conhecimento alheio: demonstrar sensibilidade em relação ao próximo, conquistar a confiança do outro e, se possível, aumentar o nível de satisfação das demais pessoas; 5. Gerenciamento alheio: forma de exercitar a liderança situacional, gerenciar conflitos, colaborar, trabalhar em equipe, construir liderança e desenvolver os outros. Lidar com pessoas difíceis deve ser a especialidade de todos os que querem vencer. E há muitas pessoas difíceis em nosso caminho. Não há como evitá-las. Então, é melhor conhecê-las e administrar adequadamente esse relacionamento.

O importante é que o projeto dura toda a vida. Há pausas, há retrocesssos e recomeços. Mas é isso que faz com que a existência tenha sentido. Precisamos passar pelo Planeta de forma a torná-lo um pouco melhor. É o que justifica termos nascido e estarmos nessa trajetória rumo ao encontro definitivo: aquele do qual não se escapa e que continua a ser um mistério.









José Renato Nalini é secretário da Educação do Estado de São Paulo, Imortal da Academia Paulista de Letras e Membro da Academia Brasileira da Educação. 
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terça-feira, 18 de julho de 2017

RETROESCAVADEIRAS E PÁS-CARREGADEIRAS SÃO OPÇÕES PARA AGILIZAR O TRABALHO NO CAMPO.

Historicamente os equipamentos de construção mais utilizados para qualquer tipo de obra no Brasil são as retroescavadeiras e as pás-carregadeiras. E isso vem acontecendo também na agricultura. Os dados da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) comprovam a nova realidade.

A agricultura foi responsável por 7% de todas as vendas no mercado brasileiro em 2012 e seguiu com essa participação sobre o total das vendas até 2016. Mas, em 2017, somente no primeiro trimestre, passou a responder por 12% do total das vendas no mercado brasileiro. E, para o segmento de construção, a máquina mais vendida é a retroescavadeira (seguida pela pá) e, na agricultura, é a pá-carregadeira (seguida pela retro), segundo a associação.

Dois dos três irmãos proprietários da 3W Agronegócios, que tem atividades em Carrancas (MG), aproveitaram a realização da Agrishow 2017, que contou com estande da New Holland Construction, para realizar a aquisição de uma retroescavadeira da marca, modelo B110B. Segundo Wilker Franco, a empresa que já possui uma B110B em atividade, adquiriu nova máquina para também atuar na abertura de áreas de sua propriedade. “Nossa escolha foi baseada na produtividade do equipamento: rapidez no giro, fácil operação e economia na operação”, destaca Franco. Além de calcário, a 3W atua na região no plantio de milho, soja e feijão na região. 

"Cada vez mais agricultores de todos os portes têm conseguido, com a utilização de nossas máquinas, economizar tempo e aumentar a produção neste momento em que é necessário reduzir os custos", explica Paula Araújo, gerente de Marketing da New Holland Construction para América Latina. 

RETROS: ABERTURA DE VALAS E ELEVAÇÃO DE CARGAS


As retroescavadeiras são constantemente comparadas a canivetes suíços, ou porta-ferramentas, em razão da versatilidade de aplicações.  Além de atividades na construção civil, essas máquinas têm requisitos de sobra para se manterem entre os equipamentos mais cotados também nas atividades agrícolas: destaque para os diversos implementos, como garfo pallet, placa vibratória, caçambas de variados tamanhos e funções, vassoura hidráulica, perfuratrizes entre outros.

A New Holland Construction, marca presente no país há 65 anos com fábrica em Contagem (MG), produz no Brasil dois modelos de retroescavadeiras - B95B e B110B - para serviços como escavação, elevação de carga e abertura de valas com rapidez e precisão. Paula Araújo, gerente de Marketing da New Holland Construction para América Latina, diz que versatilidade é a palavra que mais se encaixa quando se fala em retroescavadeiras. “A máquina é capaz de realizar tarefas além dos canteiros de obra, desempenhando bom papel em limpeza, obras de manutenção e ruas, redes pluviais e esgotos”, observa.

A B95B se destaca pela agilidade, alcance, precisão e força, além de oferecer segurança na operação. Assim como a versão B110B, a máquina possui motores turboalimentados, que oferecem mais torque e potência. De acordo com Paula, todos os motores das retroescavadeiras são FPT Industrial tier 3 e utilizam componentes robustos e correias poli–V autoajustáveis para maior durabilidade. “Jatos de óleo refrigeram a parte inferior dos pistões para um controle perfeito da temperatura, uma função que geralmente é reservada a motores de maior potência”, explica.

As retroescavadeiras são constantemente comparadas a canivetes suíços em razão da versatilidade de aplicações.

UMA PÁ DE VANTAGENS


É assim que as pás carregadeiras New Holland Construction são reconhecidas pelos clientes, tanto para atuar nas atividades agrícolas, na cidade e na construção civil. “Curva de nível é tudo numa propriedade”, resume o produtor rural Ademar Formi­gheri sobre o plantio em linhas com diferentes altitudes do terreno. Além de viabilizar a produção, técnica que evita a erosão e os deslizamentos.

Cinco anos atrás, Formigheri procurava uma máquina que fizesse esse trabalho com per­feição, para a produção de soja, milho e outras culturas em proprie­dades entre o interior do Paraná e o Mato Grosso. Encontrou a pá-carregadeira W130, e com ela não só garantiu as curvas de nível em suas propriedades como também passou a prestar serviços para os produtores da região de Corbélia (PR). Logo em seguida comprou mais uma do mesmo modelo e uma W170B. A próxima aquisição, planeja, será uma W190B. “Só tenho New Holland. É como comprar um carro, você nunca mais quer andar a pé”, brinca o produtor. Formigheri confia principal­mente na robustez da linha. “Só para se quebrar ou se chover”, afirma.

ECONOMIA EM QUALQUER CENÁRIO


Os modelos da linha de pás-carregadeiras da New Holland Construction variam de tamanhos e carac­terísticas, mas têm em comum a manutenção fácil e a relação custo/benefício mais vantajosa, qualquer que seja a aplicação, de acordo com o especialista de Marketing de Produto Ésio Dinis.  A diferença entre a 12D EVO e as W130B, W170B e W190B está na sofisticação dos controles. Enquanto a 12D EVO tem manejo mais simples e intuitivo, sendo mecânica as “W” são mais tecnológicas .

O especialista destaca que todos os modelos de pás-carregadeiras da marca podem ser utilizados para padronizar o tamanho de talhões, a largura dos carreadores, as áreas de carregamento, além de construção de curva de nível, carregamentos, limpe­za de estradas, construção de barragens e abastecimento de silos. “Importante lembrar que as máquinas tam­bém têm caçamba maior que as similares oferecidas no mercado para alimentar as caldeiras e uma série de características exclusi­vas para as demandas do setor sucroalcooleiro”, informa.


A FAMÍLIA “W”

Pá-carregadeira W190B é o maior modelo produzido no Brasil.

W130B, W170B e W190B são três modelos que evoluem em tamanho e em alguns detalhes de tecnologia. As marcas regis­tradas da W130B são potência, versatilidade e ciclos rápidos; alta performance e elevada capacidade de carga. A W170B e a W190B foram projetadas para trabalhos pesados, proporcionando a máxima produtividade, com muito conforto para o operador e fácil manutenção.

Todas as pás-carregadeiras New Holland Construction tem motor FPT Industrial, porém os dois modelos maiores, W170B e W190B, têm opção no motor para quatro modos de trabalho: potência máxima para ativi­dades em condições extremas; standard, para cargas normais; econômica, para aplicações gerais e traslado; e possibilidade de seleção de potência, em função do trabalho. Ambos oferecem a melhor cabine da categoria, am­pla e com excelente visibilidade.

Página 1 Comunicação.

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NSK COMEMORA 45 ANOS DA FABRICAÇÃO DE SEU PRIMEIRO ROLAMENTO NO BRASIL.

Fábrica da NSK localizada em Suzano foi a primeira construída fora do Japão.

A NSK comemora neste mês os 45 anos da fabricação do seu primeiro rolamento no Brasil e o início de suas operações na fábrica de Suzano, na Grande São Paulo, a primeira a ser construída fora do Japão.

A fabricação dos rolamentos só foi possível com muito esforço e dedicação de Yoshio Sudo, hoje com 86 anos, que foi o responsável por convencer os japoneses a trazerem a NSK para o Brasil.

Em 1955, Sudo começou a jornada da implementação da empresa indo de porta em porta, durante três anos, para formar a clientela. No início, a companhia se estabeleceu como uma empresa de importação e comércio. Em meados de 1965, graças ao trabalho do Sr. Sudo, a NSK viu a necessidade de construir uma fábrica no País, que começou suas operações em 1972, no polo industrial de Suzano.

Atualmente, a NSK é uma das principais produtoras de rolamentos do mundo, presente na América, África, Ásia, Europa e Oceania, com escritórios de vendas em 30 países e 64 fábricas pelo mundo. É a maior fabricante de rolamentos fixos de uma carreira de esferas da América Latina.

Em 2016, quando completou seu centenário, a empresa estabeleceu a Visão 2026, que traça metas para serem cumpridas durante dez anos para alavancar ainda mais o crescimento da companhia, contribuindo para o avanço de toda a sociedade.

“Possuímos metas ousadas para este ano fiscal e este é o momento de trabalharmos para alcançar a excelência operacional, seguindo as diretrizes estabelecidas em nossa Visão 2026”, afirma Carlos Storniolo, presidente da NSK Brasil e Argentina. 

“Vamos seguir o exemplo do Sr. Sudo de dedicação e de muito trabalho para atingirmos os nossos objetivos, afinal somos a NSK e estamos definindo o futuro em movimento”, reafirma Storniolo.

Visite: www.nsk.com.br.

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