sábado, 17 de fevereiro de 2018

CASA DA MÃE JOANA.
Por Marli Gonçalves*

A DESGRAÇA COMO ALEG(O)RIA

Vou tentar fugir do pode não pode, do skindôlelê. Tudo pode. O “É Proibido Proibir” ecoou bonito como tema em vários blocos de rua este ano. Mas há de se pensar muito quando a “solução” das terríveis situações em que vivemos são saudadas como espetáculos desfilando em escolas de samba e em tropas do Exército nas ruas. 

À base de Bic`s ou Montblancs. Decretação de Intervenção Federal na segurança do Rio de Janeiro. Decretação de calamidade social em Roraima. De canetada em canetada, de pulo em pulo, de reunião em reunião, de declaração em declaração vai se tentando resolver as mazelas do país da forma mais desorganizada. Aos soquinhos. A última foi a extrema de botar general no comando geral da PM e o Exército nas ruas do Rio de Janeiro: o presidente Michel Temer deixa claro que não gostou nadica dos desfiles onde apareceu como, digamos, destaque.

A alegoria de mão virou, então, a caneta dos decretos. Preparem-se, outros Estados! Receberão baciadas de venezuelanos refugiados para darem um jeito. E certamente receberão, com a mala e a cuia na mão, além do fuzil, claro, os líderes meliantes cariocas vindos refugiados dos morros e matas. Quando o Morro do Alemão foi tomado há alguns anos, bandido correndo para tudo quanto é lado, a região metropolitana de São Paulo foi aprazível morada onde vários deles se fixaram.

Mas o que importa, não é mesmo? Além da imagem, da cara de bravo, frases bonitas, da imponência do discurso cheio de metáforas anunciando “restaurar a tranquilidade do povo”. “Nossos presídios não serão mais escritórios de bandidos, nem nossas praças continuarão a ser salões de festa do crime organizado. Nossas estradas devem ser rotas seguras para motoristas honestos", disse Temer, sem corar, do alto do pedestal.

Oi? Uai, a tal intervenção não é só no Rio de Janeiro?

Aí reside o perigo. Se a população que nessas primeiras horas estou vendo aplaudir a medida - até porque o povo carioca vivendo uma guerra insana se agarrará a qualquer coisa - der boa mídia - o Exército que se vire. Podem ser chamados para preencher outros buracos nacionais de poder, de incompetência, de desmandos. Até porque ou haverá uma chacina, ou os “elementos” se espalharão. Prender não tem onde. Já há sérias dúvidas de como os soldados irão comer, onde dormirão, essas coisinhas básicas.

O que irrita é que a falta de planejamento das medidas, da ordenação social, do desenvolvimento das cidades é tão comum que acabamos nos acostumando a arroubos em crises. Seja na segurança perdida, no transporte público travado, nas tragédias sem amparo.

O maniqueísmo culpa a imprensa. Duas cândidas escolas de samba do Rio batem no peito como vitoriosas porque botaram na avenida o que o ano inteiro passou diante dos nossos olhos e ouvidos, e, destaque-se, pela imprensa – assaltos, arrastões, tiroteios e balas perdidas, protestos e muitos etcs – esqueceram que elas próprias são dirigidas por meliantes que incentivam tudo isso. O governo seguiu o exemplo. Botou os soldados em marcha e anuncia que – ah, agora vai! – também vem por aí mais um Ministério! Da Segurança Pública. Dado o nível dos atuais ministros e indicações, só mais umas vagas abertas para negociações.

Tudo isso me lembra muito um problema que estou às voltas: formigas, formiguinhas. Pequeninas, andam em todos os cantos, menos onde poderiam ser pisadas. Impossíveis de serem contidas. Se abandonam um lugar, daqui a pouco surgem em outro local, sempre inusitado, birrentas, num organizado desfile e muita união.

SP, 2018.




* Marli Gonçalves, jornalista. Oh pátria amada, por onde andarás? Seus filhos já não aguentam mais! – dizia o refrão que tantos cantaram atrás de um beija-flor
Tenho um blog. Divertido e informante ao mesmo tempo, no marligo.wordpress.comEstou no Facebook e no Twitter.
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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

BRUNO EVEN É NOMEADO CEO DA AIRBUS HELICOPTERS.


A Airbus SE (símbolo da bolsa de valores: AIR) nomeou Bruno Even, 49, diretor executivo (CEO) da Airbus Helicopters. Bruno assumirá a posição em 1º de abril de 2018 e se reportará ao CEO da Airbus, Tom Enders. O executivo também passará a compor o Comitê Executivo da empresa.

Antes de chegar à Airbus, Bruno Even ocupava a posição de CEO do negócio de Motores de Helicópteros na Safran, desde 2015. Ele sucede Guillaume Faury, que assumirá suas funções como presidente da Airbus Commercial Aircraft na próxima semana.

"Estou muito satisfeito por podermos atrair um executivo com a experiência do Bruno Even para a Airbus", afirma Tom Enders. "Bruno assumiu posições de gestão na Safran ainda bem jovem. Sua vasta experiência sobre o negócio de Helicóptero e seu forte foco no cliente combinado com seu conhecimento em Programa e Engenharia, fazem de Bruno o candidato ideal para suceder Guillaume Faury e continuar nossa bem-sucedida jornada de melhorias em um ambiente de negócios muito competitivo".

Formado pela Ecole Polytechnique (Escola Politécnica francesa), Bruno Even ingressou no Ministério da Defesa da França em 1992, onde foi responsável pelo desenvolvimento do componente espacial para o satélite Helios II. Em 1997, transferiu-se para o Ministério das Relações Exteriores para se tornar conselheiro técnico do diretor de Assuntos Estratégicos, Segurança e Desarmamento. Em 1999, Even se juntou à Safran Helicopter Engines (antiga Turbomeca) onde ocupou vários cargos de gerência, até chegar ao cargo de vice-presidente executivo de Apoio e Serviços. De 2013 a 2015, foi CEO da Safran Electronics & Defense (antiga Sagem).

A Airbus é líder mundial em serviços aeronáuticos, espaciais e afins. Em 2016, registrou faturamento de €67 bilhões e empregou cerca de 134 mil profissionais. A Airbus oferece a mais completa gama de aviões de passageiros de 100 a mais de 600 assentos. É também líder europeia no fornecimento de aviões-tanque, de combate, de transporte e de missão, bem como a empresa espacial número um da Europa e a segunda maior empresa espacial do mundo. Em helicópteros, fornece as mais eficientes soluções em modelos civis e militares em todo o mundo.

JeffreyGroup Brasil.

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quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

INSTITUTO MAUÁ DE TECNOLOGIA INAUGURA O FAB LAB DO GRANDE ABC.

O Instituto Mauá de Tecnologia vem investindo constantemente no aprimoramento e modernização da infraestrutura de seu Campus de São Caetano do Sul para continuar proporcionando um ecossistema de inovação a serviço da formação de profissionais que são referências no mercado de trabalho. O intuito da ação é levar para o dia a dia de seus alunos e comunidade o contato direto com o que existe de mais atual no mercado. Por isso, entre as novas instalações para 2018, está um ambiente altamente moderno e pioneiro na região do Grande ABC, o laboratório Fab Lab Mauá.

O espaço é inspirado na cultura maker, que ajuda as pessoas a pensarem “fora da caixa” e a atuarem com a “mão na massa” na solução de problemas. Desde 2013, o Instituto Mauá de Tecnologia está investindo nesse “conceito” que ganha cada vez mais destaque no mundo e, por isso, criou um ambiente que integra recursos das áreas de Engenharia, Administração e Design e é propício para a experiência prática e inovação, com uma série de equipamentos de última geração.

“A ideia é que esse espaço seja um laboratório de experimentação e inovação, onde os alunos possam exercer sua criatividade e desenvolver suas ideias para realizar projetos reais e factíveis. Com o apoio de profissionais e monitores, para difundir o alcance do FabLab, teremos já em 2018 projetos envolvendo a comunidade em diversos públicos e segmentos, tornando acessível essa tecnologia e disseminando o movimento maker”, comenta a coordenadora de Design do Instituto Mauá de Tecnologia, professora Claudia Facca.

Dinâmica do Espaço

Envolvido num novo ambiente de laboratórios num total de mais de 900m2, laboratórios anexos de Computação Avançada, Criação Digital, Modelagem em Clay e diversos materiais – metais, polímeros e compósitos - formam a base para o desenvolvimento de todo o ciclo de criação, gerando suporte efetivo para uma área integrada, em que os alunos de Engenharia, Design e Administração e dos programas de pós-graduação do Instituto Mauá de Tecnologia poderão, de forma colaborativa,  trabalhar com modernas impressoras 3D, cortadora a laser, CNCs de grandes dimensões, entre outros equipamentos, que permitirão a fabricação de objetos que podem fazer parte de sistemas e dispositivos maiores ou até mesmo de um protótipo de veículo.  O laboratório incentivará os alunos a serem criativos e inovadores na execução dos experimentos.

“Com o surgimento dos Fab Labs, iniciou-se um movimento de aumento do acesso aos meios de fabricação, aspecto essencial para a proliferação da cultura maker. Pensando nisso, projetamos um espaço altamente tecnológico que fará a sinergia das áreas existentes e que estimulará os alunos a incorporarem a filosofia do ambiente para o melhor crescimento profissional”, diz o engenheiro responsável pelo Fab Lab Mauá, Rodrigo Nicola.

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BIGODINHO ENGANADOR. Por Chico Lelis*


Anos 70, Marcos Zamponi, o nosso querido Zampa, que tão cedo se foi, morava em Londres, passando por muitos perrengues. Adorava corrida de automóveis – era um dos maiores especialistas no setor - e foi para a terra da Rainha com a cara e a coragem. Naquele ano lutava para ir a todos os GPs da Fórmula 1. Foi de carona para Mônaco, sem um tostão no bolso.

- Tava mais duro que pau de galinheiro - me contou ele, com aquela maneira de contar as coisas, que continha um núcleo verdadeiro e muita criatividade ao redor. Era uma delícia ouvi-lo, com aquele seu sotaque carioca de Copacabana. E, na maioria das vezes, saiamos da “audição” com os estomago a doer de tanto rir.

Pois bem, em Mônaco Zampa encontrou seu amigo Duda, a quem não via há algum tempo. Abraços daqui e dali, como vai a vida etc etc. Daí Zampa chorou as mágoas pro amigo.

- Falei pra ele que tava durango kid, sem dinheiro nem pra comer. Chorei mesmo porque achava que ele podia me ajudar. E ajudou. Só que de uma maneira meio deselegante, me dando sua pasta para carregar, em troca de US$ 100. Eu não sabia se o manda à ou para a. Fiquei quieto, com aquelas verdinhas dava para comer uma semana. 

E lá se foi o Zampa carregando a pasta do amigo e o dinheiro no bolso. Num determinado momento ele, Duda, avistou um grupo onde estavam três ou quatro moças, todas muito bonitas e elegantes, tal e qual como se espera de uma moça no GP de Mônaco. No meio delas um sujeito bem vestido, sorrindo a fazendo-as sorrir.

- Vamos lá entrevistar o Granham Hill! Gritou Duda.

- Onde? Replicou Zampa.

- Ali, com aquelas moças, vamos lá!

E o Zampa tentou falar alguma coisa mas o amigo foi taxativo, gritando que ou ele ia, ou devolvia a grana. Novamente Zampa pensou em manda-lo para a ou à...... Mas garantir o rango por uma semana foi mais forte.

E as moças riam


Empolgado, Duda se apresentou ao “Hill” e o cravou de perguntas, que foram todas respondidas com presteza e conhecimento de causa. E as moças achavam aquilo tudo muito engraçado. E o Zampa, só ali, rindo por dentro.

Terminada a entrevista, as moças e o “Hill” se afastaram e o Zampa abriu o jogo pro Duda.

- Duda, tentei te avisar mas você não quis me ouvir, mas agora vou te contar, Este cara não era o Hill, era o David Niven, ator, que acompanha as corridas de F1 e por isso te respondeu a tudo a que você perguntou. Por isso as moças estavam rindo tanto.

De igual eles só têm o mesmo bigodinho fino.

Mas meu querido amigo Zampa estava errado. Além daquele bigodinho enganador, eles tinham algo a mais de comum: parte do sobrenome. Ambos era Graham. O ator, James David Graham Niven e o piloto era Norman Graham Hill. Se o Duda tivesse dito que iria entrevista o Graham, não estaria longe da verdade, certo? 

Graham Hill, o “entrevistado”, disputou a F1 por 18 anos, de 1958 a 1975 e foi bicampeão, em 1962 e 1968. Foi o único piloto a vencer a tríplice coroa de automobilismo: 24 Horas de Le Mans (1972), 500 Milhas da Indy (1966) e a F1 1963/64/65/68/69). Até 2016, era, junto com Damon Hill, a serem os únicos pai e filho campeões na F1.

David Niven, o “ator piloto”, ganhou o Oscar de melhor ator, da Academia, por sua participação, por apenas 15 minutos, no filme Separate Tables, em 1958. Fez dezenas de filmes, entre eles, A Pantera Cor de Rosa e Cassino Royale, em que ele representa o agente James Bond, papel que havia disputado anteriormente com Sean Conery, que ficou com a série de 007. Os produtores dos dois filmes eram diferentes.

Quem é este, David ou Graham?

E este, é o piloto ou o ator?

À esquerda, com capacete de aviador, Graham Hill. À direita, com capacete de piloto, David Niven. Será isso mesmo? Confira!

Hill pilotando e o incrível e querido Zampa.







* chicolelis - chicolelis@gmail.com  Jornalista com passagens pelos jornais A Tribuna (Santos), O Globo e Diário do Comércio. Foi assessor de Imprensa na FordGoodyear e, durante 18 anos gerenciou o Departamento de Imprensa da General Motors do Brasil. Assina a coluna “Além do Carro”, na revista Carro, onde mostra ações do setor automotivo nos campos Social e Ambiental.


segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

"ALAKAZAN - A FÁBRICA MÁGICA"

Senhoras e senhores, preparem-se para uma grande viagem ao divertido universo de magia e fantasia do Circo dos Sonhos. 

No próximo dia 23 de fevereiro, reestreia em São Paulo o espetáculo Alakazan - A Fábrica Mágica, que traz à cena ilusionismo, música, teatro, dança e circo. O espetáculo acontece na lona montada na esquina da Rua Vergueiro com Avenida Ricardo Jafet, com sessões de terça a domingo.

Dirigido por Rosana Jardim, o espetáculo conta com performances de grande impacto e números circenses de báscula, contorção, rola, malabares, monociclo, equilíbrio no arame, tecido aéreo, faixa e muita palhaçada. Alakazan - A Fábrica Mágica traz à cena o duelo entre os personagens Alan e Kazani, que disputam a atenção da pequena Ly, a já conhecida menininha do Circo dos Sonhos. Ly é uma criança curiosa, que toca e fotografa tudo ao seu redor. Em uma visita à Biblioteca, ela é surpreendida por Alan, que surge como num passe de mágica e lhe entrega um livro especial, retirando o tablet de suas mãos. Encantada pelo livro, ela pede que ele leia a história, mas quando ele inicia, é interrompido por um som de sinos. Quando os dois procuram de onde vem tal som, surge Kazani, que transporta todos para a Fábrica Mágica, um universo fantástico onde tudo é possível.

A cada badalar do sino e movimento das engrenagens, Ly é transportada para outro universo com novas atrações, sempre acompanhada pelo seu amigo Alan. Kazani não gosta da interação entre Alan e Ly e compete por sua atenção. Essa disputa irá seguir e se fortalecer até o último ato, onde ocorre o confronto final, quando Ly conseguirá transmitir aos dois o poder da amizade e união, mostrando que é possível compartilharem suas habilidades, assim como os livros e os tablets, que compartilham seus conhecimentos com seus leitores.



O Circo dos Sonhos pertence à família Jardim, que tem mais de 30 anos de tradição circense. Foi fundado em 2004, e já apresentou seus espetáculos para mais de 4 milhões de pessoas. Suas estruturas já visitaram diversos estados brasileiros, encantando com os elogiados espetáculos "Circo dos Sonhos - O sonho vai começar", "Circo dos Sonhos no mundo da Fantasia" e "Quyrey, uma aventura na selva". Tendo como embaixador o artista Marcos Frota, o Circo dos Sonhos possui atualmente duas lonas que circulam pelo país, e conta com uma equipe de mais de 150 profissionais, entre eles costureiras, designers, artistas plásticos, produtores, diretores, marceneiros, serralheiros, figurinistas, cenógrafos, bailarinos, coreógrafos, acrobatas, malabaristas, palhaços, trapezistas, contorcionistas e produtores. Além de produzir e levar entretenimento pelo país, a Família Jardim possui grande expertise na realização de oficinas e treinamentos, pois atua também em eventos corporativos, palestras, assessoria circense, locação de tendas e tensionados.

Marcos Frota completa 30 anos de carreira, é ator exclusivo da Rede Globo de Televisão desde 1983, com mais de 30 papéis e destaque para as novelas "Cambalacho",  "América", "O Clone", "A Próxima Vítima" e "Mulheres de Areia. Além de atuar, Frota é Presidente Voluntário da Universidade Livre do Circo, projeto social instalado na Quinta da Boa Vista com atendimento psico-social e aulas de circo para 350 jovens de comunidades." 




FICHA TÉCNICA
Elenco: Trupe Circo dos Sonhos
Direção Geral: Rosana Jardim
Direção Artística: Wander Rabelo
Produção Executiva: Luiz Jardim,  Rody Jardim e Asdrubal Savioli
Gerente de Produção: Andreza Nalini
Produção Musical: Ricardo Fabio
Coreografias: Marcello Ramos
Maquiagem: Dark
Figurinos: Andreza Nalini e Rosana Jardim 
Cenografia: Wander Rabelo e Wilson Melo
Ilustrações: Ment Ativa
Imprensa: Moretti Cultura e Comunicação 

Serviço

Alakazan - A Fábrica Magica
Estreia dia 23 de fevereiro às 20h 
Temporada até 25 de março
Terças a sextas, às 20h
Sábados, domingos e feriados às 16h, 18h e 20h
Avenida Ricardo Jafet, 1730 - Esquina com a Rua Vergueiro
Próximo ao Metro Imigrantes
Setor Lateral - R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia entrada)*
Setor Frontal - R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia entrada)*
*Valor da meia entrada para crianças de 02 a 12 anos, estudantes e pessoas com mais de 60 anos.

Ingressos

Bilheteria do Circo - de terça a sexta, das 13h às 20h ou pelo site www.tudus.com.br.
Lotação: 534 Lugares
Classificação: Livre
Guração do espetáculo: 01h30
Informações
11 2076 0087

Moretti Cultura e Comunicação.

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sábado, 10 de fevereiro de 2018

CASA DA MÃE JOANA.
Por Marli Gonçalves*

VESTI UMA CAMISA... 

Vesti uma camisa... Listrada? Não! Não pode. Vão achar que vocês são uns reacionários de direita que só pensam em por o Lula na cadeia. Cocar? Não!!! Lembrem-se do genocídio dos povos indígenas e comecem a chorar, em pleno Carnaval. Homem vestido de mulher magoa os trans. Fantasia de doméstica, de enfermeira, de nega maluca? Não! Lembra a terrível opressão feminina, estimula o assédio, o racismo. Mas, para os mais chatos dos chatos, a gente poderia, eles deixam, se fantasiar de planta. De unicórnio (!). De super-heróis...

Pronto. Acabou. Agora deram de patrulhar até a mais livre e libertária festa nacional, o Carnaval. Deus nos livre dessa gente que não só entra com tudo na roubada de acreditar nos dogmas políticos, defender os indefensáveis, como também agora quer patrulhar até as fantasias que devem ou não ser usadas.

Mas eles – considerando que eles são um grupo de pessoas que se acham as mais sabidas-intelectualizadas-informadas-corretas-especiais-ungidas e etc. e tal do planeta – já não é de hoje que querem acabar com a alegria, botando política social-esquerdizante ou religiosa e manipuladora em tudo o que respira. Para eles, aqueles exércitos na Coreia do Norte seguindo o grande líder deviam ser aqui repetidos, uniformizados.

Não é brincadeira não. Fizeram um vídeo com orientações “politicamente corretas” – fantasias que não “deveriam” ser usadas por quem segue essa doutrinação. Sobrou até pra Iemanjá, pro Allah-la-ô. Não pode porque seria desconsiderar as religiões. Tapem os ouvidos. Nada de ficar por aí ouvindo marchinhas como Cabeleira do Zezé, Nós, os Carecas, Máscara Negra, Índio quer apito, Mulata Bossa Nova...

Em compensação, acredite,  porque eu estava lá e na hora eu mesma não acreditei. Bloco de Carnaval moderninho daqui de São Paulo toca o Bolero, de Ravel. O mesmo Acadêmicos do Baixo Augusta, cheio de “personalidades”, e que, a propósito, até agora não ouvi dar um pio sobre o caso do menino eletrocutado durante o desfile deles, tocou também “Pra não dizer que não falei das flores”, de Geraldo Vandré. Faltou a Internacional.

Já não bastasse o baixo astral nacional, em pleno Carnaval temos de ler, ouvir e ver tanta besteira desfilando nas avenidas. Desfilando, propriamente, não. Esses blocos grandes são paradas. Gente parada. Se o caminhãozinho anda, vão atrás, como se fosse uma passeata. Repara só. Nem os dedinhos para cima. As mãos agora estão ocupadas: seguram bebidas ou celulares para selfies, lives, zaps.

Legal. São Paulo realmente está nas ruas, com muita gente, especialmente jovens, com alguma fantasia – nem que seja só aquele horrível e inexplicável chifrinho de unicórnio na cabeça que parece uma casquinha de sorvete ao contrário. Mas não se pode dizer mais que se brinca o carnaval, essa expressão tão bonita. Não dá para relaxar. É violência. Roubos, assaltos, cuidado para não arrumar alguma treta, pessoas armadas, risco de arrastões. E agora tem ainda a pavorosa versão “choque no poste”. Some-se a isso um prefeito arrumadinho cheio de mania de dar ordens, querendo regular, normatizar, mudar até as rotas e caminhos dos blocos que estavam indo tão bem organizados naturalmente.

Nessa toada os cordões logo serão – ou voltarão a ser - só os de isolamento e os blocos, só os de cimento e concreto. Foi indo nessa toada que no século passado uma certa elite conseguiu acabar com os corsos, com os blocos nas ruas, confinando todos só em quadras de escolas de samba.

Abaixo a ditadura. Todas. O samba não fica só nos pés, tem de percorrer o corpo inteiro, e invadir o cérebro desse povo chato que não gosta de ver a gente dar a nossa risada.

Com roupa, sem roupa, pouca roupa. Vestido do que quiser. Por isso, aliás, é que chama fantasia. Que vivam os blocos afros, de sujos, das piranhas, de paródias!

São Paulo,

..."Se acaso meu bloco, Encontrar o seu,
Não tem problema,
Ninguém morreu,
São três dias de folia e brincadeira,
Você pra lá e eu pra cá,Até quarta feira"....






* Marli Gonçalves, jornalista - Se for se vestir de planta, legalize já. Se for de super-herói, escolha o Super Pateta.  Mas, por favor, esqueça o  tal chifre do unicórnioTenho um blog. Divertido e informante ao mesmo tempo, no marligo.wordpress.comEstou no Facebook e no Twitter
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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

EPSON ANUNCIA NOVO GERENTE SÊNIOR DE MARKETING NO BRASIL.


A Epson acaba de anunciar Eduardo Valentin Gonçalves como novo Gerente Sênior de Marketing no Brasil. O executivo, que assumiu o novo cargo no início de fevereiro, está na companhia desde 2012, onde atuou na gerência de Grupos de Produtos B2B e na gestão do Departamento de Suporte e Serviços, trabalho que lhe rendeu o prêmio Leadership Awards da Epson America em 2017.  

Com mais de 15 anos de experiência nos mercados B2C e B2B, Eduardo integrou o time de grandes multinacionais como Philips e LG, atuando na elaboração de novos modelos de negócios e acumulando ampla bagagem internacional. 

Eduardo é formado em Engenharia Elétrica pelo Instituto Mauá de Tecnologia, possui MBA em Marketing pela FIA e MBA Executivo pela Fundação Dom Cabral. 

BM Comunicação e Marketing. 

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CENTRO TECNOLÓGICO DA NSK BRASIL COMPLETA 10 ANOS.


No dia 12 de fevereiro, o Centro Tecnológico Brasileiro (BTC - Brazilian Technology Center) da NSK Brasil comemora 10 anos com muitas conquistas para seus clientes. Localizado dentro da fábrica da multinacional japonesa, em Suzano, Grande São Paulo, foi o primeiro a ser instalado na América Latina, oferecendo suporte técnico para análise de falha de rolamentos e realização de testes de homologação de produtos dos setores industrial e automotivo.

O Centro Tecnológico Brasileiro trouxe agilidade nas operações da empresa, que anteriormente realizava a maioria dos testes no Japão, ocasionando demora da aprovação dos rolamentos e maior custo.

Com equipe de engenheiros especializada e equipamentos de última geração, ao longo desses 10 anos, o BTC se tornou um grande diferencial para a empresa, que hoje oferece um excelente serviço de Engenharia aos seus clientes, dentro de prazos compatíveis com a necessidade de mercado.

“Temos vários casos de sucesso e orgulho, e um dos principais deles foi o desenvolvimento de duas bancadas de ensaios para validar componentes aplicados em correias transportadoras de minérios. A precisão e a eficácia dos resultados foram tão grandes que acabaram originando duas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), cobrindo assim uma grande necessidade de fabricantes e clientes que buscavam meios de normatizar este tipo de aplicação”, explica Ricardo Hashimoto, gerente de Engenharia da NSK Brasil.

E as conquistas não param por aí. No setor automotivo, o BTC recebeu premiação, entre outros centros de tecnologia da NSK, por realizar testes de homologação de rolamentos aplicados em polias de motor, que até então eram realizados apenas no Japão, Estados Unidos e Europa.

O BTC se tornou referência no suporte técnico, pronto para atender às necessidades do dia a dia dos clientes, ocasionando a maior procura dos setores industrial e automotivo pelos seus serviços. Além dos serviços de Engenharia, o BTC oferece uma programação variada e periódica de cursos para profissionais e técnicos do setor, por onde já passaram mais de 10 mil pessoas.

Testes 

O BTC está completamente apto a desenvolver os mais importantes experimentos que atestam a confiabilidade de uma determinada aplicação, seja para o mercado Industrial ou Automotivo.

“Entre os testes voltados à cadeia automotiva, temos equipamentos desenvolvidos especialmente para simular condições de rodagem e as variáveis que interferem no desempenho dos rolamentos, como temperatura, rotação, cargas, desalinhamentos e contaminação. Com os equipamentos do BTC conseguimos avaliar e homologar rolamentos para as principais aplicações, como por exemplo, rodas, transmissões e componentes do motor, como alternadores e polias”, explica Hashimoto.

O Centro Tecnológico Brasileiro da NSK também faz ensaios laboratoriais de metrologia, análise química do lubrificante e propriedades mecânicas do aço. “Outro equipamento essencial para a nossa área de Engenharia é MEV (Microscópio Eletrônico de Varredura), que possui alta capacidade de ampliação em até 1 milhão de vezes, o que permite uma avaliação detalhada e precisa da superfície dos materiais, contribuindo na investigação de fraturas e detecção de impurezas no material”, descreve o especialista.

Além do MEV, o BTC conta com vários outros equipamentos de alta tecnologia que auxiliam nas análises de lubrificantes e materiais, como por exemplo o Infravermelho, Espectroscopia Dispersiva por Raio-X (EDX), Karl Fischer, Contador de Partículas, Tridimensional Óptica, Microscopia Óptica e outros.

A NSK é uma das líderes mundiais na fabricação de rolamentos. Presente no Brasil desde a década de 1970, a fábrica NSK do Brasil produz rolamentos fixos de uma carreira de esferas e rolamentos automotivos. Para atender todas as exigências de qualidade dos mercados industrial e automotivo, a NSK Brasil detém as certificações ISO 9001, ISO/TS 16949 e ISO 14001. Em julho de 2017 completou 45 anos da fabricação do primeiro rolamento produzido na sua fábrica em Suzano-SP, a primeira a ser construída fora do Japão. Globalmente, a empresa tem mais de 100 anos de existência, 64 fábricas em 12 países, 14 Centros Tecnológicos em 9 países, 120 escritórios de vendas em 30 países, 31,5 mil funcionários em todo mundo e um faturamento global de US$ 8,93 bilhões (dados de 2016). Para mais informações, visite www.nsk.com.br.

Case Comunicação Integrada.

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INSTITUTO MAUÁ DE TECNOLOGIA INAUGURA O PRIMEIRO FAB LAB DO GRANDE ABC.

O Instituto Mauá de Tecnologia vem investindo constantemente no aprimoramento e modernização da infraestrutura de seu Campus de São Caetano do Sul para continuar proporcionando um ecossistema de inovação a serviço da formação de profissionais que são referências no mercado de trabalho. O intuito da ação é levar para o dia a dia de seus alunos e comunidade o contato direto com o que existe de mais atual no mercado. Por isso, entre as novas instalações para 2018, está um ambiente altamente moderno e pioneiro na região do Grande ABC, o laboratório Fab Lab Mauá.

O espaço é inspirado na cultura maker, que ajuda as pessoas a pensarem “fora da caixa” e a atuarem com a “mão na massa” na solução de problemas. Desde 2013, o Instituto Mauá de Tecnologia está investindo nesse “conceito” que ganha cada vez mais destaque no mundo e, por isso, criou um ambiente que integra recursos das áreas de Engenharia, Administração e Design e é propício para a experiência prática e inovação, com uma série de equipamentos de última geração.

“A ideia é que esse espaço seja um laboratório de experimentação e inovação, onde os alunos possam exercer sua criatividade e desenvolver suas ideias para realizar projetos reais e factíveis. Com o apoio de profissionais e monitores, para difundir o alcance do FabLab, teremos já em 2018 projetos envolvendo a comunidade em diversos públicos e segmentos, tornando acessível essa tecnologia e disseminando o movimento maker”, comenta a coordenadora de Design do Instituto Mauá de Tecnologia, professora Claudia Facca.

Dinâmica do Espaço

Envolvido num novo ambiente de laboratórios num total de mais de 900m2, laboratórios anexos de Computação Avançada, Criação Digital, Modelagem em Clay e diversos materiais – metais, polímeros e compósitos - formam a base para o desenvolvimento de todo o ciclo de criação, gerando suporte efetivo para uma área integrada, em que os alunos de Engenharia, Design e Administração e dos programas de pós-graduação do Instituto Mauá de Tecnologia poderão, de forma colaborativa,  trabalhar com modernas impressoras 3D, cortadora a laser, CNCs de grandes dimensões, entre outros equipamentos, que permitirão a fabricação de objetos que podem fazer parte de sistemas e dispositivos maiores ou até mesmo de um protótipo de veículo.  O laboratório incentivará os alunos a serem criativos e inovadores na execução dos experimentos.

“Com o surgimento dos Fab Labs, iniciou-se um movimento de aumento do acesso aos meios de fabricação, aspecto essencial para a proliferação da cultura maker. Pensando nisso, projetamos um espaço altamente tecnológico que fará a sinergia das áreas existentes e que estimulará os alunos a incorporarem a filosofia do ambiente para o melhor crescimento profissional”, diz o engenheiro responsável pelo Fab Lab Mauá, Rodrigo Nicola.

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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

ESA E AIRBUS ASSINAM ACORDO DE PARCERIA PARA A BARTOLOMEO, A NOVA PLATAFORMA DE CARGA ÚTIL COMERCIAL PARA A ISS.

A Agência Espacial Europeia (ESA) e a Airbus assinaram um acordo de parceria comercial para a construção, lançamento e operação da plataforma comercial "Bartolomeo". A nova instalação de recebimento de carga útil externa da Airbus será acoplada ao módulo europeu Columbus da Estação Espacial Internacional (ISS) a partir de meados de 2019.

 Levando o nome do irmão mais novo de Cristóvão Colombo, a plataforma Bartolomeo oferecerá 12 baias de carga útil do lado de fora do módulo Columbus.

O acordo define os papéis e as responsabilidades dos dois parceiros, com a Airbus investindo cerca de € 40 milhões no desenvolvimento, construção e lançamento dessa inovadora plataforma, e a ESA fornecendo a instalação da Bartolomeo na ISS. A plataforma Bartolomeo será lançada no compartimento não pressurizado de um veículo de abastecimento da ISS e instalada usando o sistema de robótica da estação espacial e uma atividade extra-veicular. A partir daquele momento, a Airbus será responsável pelas operações da plataforma e pela integração da carga útil.

Essas novas oportunidades já disponiveis aos usuários de todo o mundo, de áreas como observação da Terra, demonstradores de tecnologia, astrofísica e heliofísica, ciência dos materiais, novas aplicações de voos espaciais e missões comerciais.

"O nosso papel é facilitar ao máximo o acesso à órbita terrestre baixa e abrir a ISS a uma comunidade global de usuários", disse Oliver Juckenhöfel, Diretor de Serviços Em Órbita e Exploração da Airbus. "Estamos criando uma maneira mais econômica e rápida para as organizações institucionais e privadas levarem seus experimentos ao espaço como cargas úteis externas. Podemos lançá-las apenas 18 meses depois da assinatura de um contrato. Com o nosso Serviço All-in-One de Missão Espacial, os usuários da Bartolomeo podem focar em suas cargas úteis, enquanto cuidamos de todo o resto, desde o lançamento e a instalação até operações espaciais, links de comunicação e até retornar o experimento à Terra caso seja necessário", continuou.

O desenvolvimento da plataforma foi recentemente aprovado na avaliação preliminar do projeto e está dentro do cronograma para seu lançamento em maio de 2019.

"Estamos extremamente satisfeitos com a confirmação deste acordo, pois é um passo importante para o aumento do uso comercial da Estação Espacial", disse David Parker, Diretor de Exploração Humana e Robótica da ESA. "A ISS é uma das instalações de pesquisas mais emocionantes da humanidade, e com a Bartolomeo e o conceito de serviço único da Airbus, em um futuro muito próximo poderemos oferecer mais capacidade para mais usuários de mais domínios".

Levando o nome do irmão mais novo de Cristóvão Colombo, a plataforma Bartolomeo oferecerá 12 baias de carga útil do lado de fora do módulo Columbus. O crescente número de usuários comerciais de carga útil espacial na classe de 100 kg está impulsionando a demanda. As cargas úteis não exigem manutenção prática pelos astronautas e podem ser operadas do lado de fora da ISS.

O desenvolvimento da plataforma foi recentemente aprovado na avaliação preliminar do projeto e está dentro do cronograma para seu lançamento em maio de 2019. As primeiras cargas úteis deverão ser instaladas no segundo semestre de 2019. A chave para oferecer um serviço para pequenas cargas úteis é o General-purpose Oceaneering Latching Device (GOLD) - um novo mecanismo de acoplagem de cargas úteis de até 125 kg e 0,5 m³ desenvolvido pela Oceaneering Space Systems, parceira da Airbus de Houston, no Texas. As duas empresas também estão trabalhando no sistema de acoplamento da própria plataforma Bartolomeo ao módulo Columbus usando a robótica da ISS.

A Airbus é líder mundial em serviços aeronáuticos, espaciais e afins. Em 2016, registrou faturamento de €67 bilhões e empregou cerca de 134 mil profissionais. A Airbus oferece a mais completa gama de aviões de passageiros de 100 a mais de 600 assentos. É também líder europeia no fornecimento de aviões-tanque, de combate, de transporte e de missão, bem como a empresa espacial número um da Europa e a segunda maior empresa espacial do mundo. Em helicópteros, fornece as mais eficientes soluções em modelos civis e militares em todo o mundo.

JeffreyGroup Brasil.

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