terça-feira, 12 de dezembro de 2017

COOP ANUNCIA INVESTIMENTOS DE R$ 94 MILHÕES EM 2018.

A Coop – Cooperativa de Consumo anunciou nesta terça-feira (12) que pretende investir R$ 94 milhões em 2018. Desse montante, mais de R$ 90 milhões serão investidos na Região do Grande ABC, com a inauguração de uma nova loja ainda no primeiro semestre, nove drogarias de rua e um posto de combustível, além da modernização de  suas lojas e da área de TI (Tecnologia da Informação).

De acordo com o diretor-presidente Marcio Valle, o interesse em abrir nova lojas no interior de São Paulo continua, mas no momento as novas oportunidades surgiram na região do Grande ABC, onde detém 25% de share e maior número de unidades.

A previsão da Coop é encerrar este ano com crescimento nominal de 4% e fornecimento (faturamento total) de R$ 2,2 bilhões. Durante 2017, a Coop inaugurou duas lojas com investimento total de R$ 19,7 milhões, e outras duas drogarias, sendo que a terceira deste ano abrirá suas portas na próxima quarta-feira (20), na região central de Santo André.

No prazo de quatro anos, a Coop deverá chegar a 80 drogarias, praticamente o dobro da estrutura atual de 44 unidades, sendo 31 anexas às lojas de autosserviço e outras 13 de rua. O programa de expansão está respaldado num estudo de oito meses conduzido por consultoria especializada, que reavaliou o modelo de negócio até então desenvolvido pela empresa. “O setor drogaria já detém participação de 17% no faturamento geral da rede, percentual que vem aumentando desde 2013 com a investida da Coop na instalação de drogarias de rua”, revela Marcio Valle.

Nos últimos dois anos, a Coop vem investindo pesado na modernização de suas lojas. Atualmente, 60% das lojas instaladas já foram contempladas com o projeto de reforma e modernização. Só neste ano, foram investidos R$ 40 milhões em seis unidades, dotando as estruturas com novas tecnologias em frio alimentar, iluminação e ar condicionado, além de outras melhorias. Os investimentos realizados desde 2015, quando o projeto modernização foi lançado, já representa economia de 25 kw/h entre 2016 e 2017.  

Também neste ano, a Coop inaugurou a primeira unidade de cafeteria NESCAFÉ® Espresso no Brasil, em parceria com a Nestlé, localizada na unidade Industrial, em Santo André, além do serviço de rotisseria, na mesma unidade. 

“Graças aos programas Troco do Bem e Revista Coop, em 2017, a Coop ultrapassou a marca de R$ 2,2 milhões em repasse à Federação das APAEs, ajudando  na melhoria da qualidade de vida dos 3.175 assistidos de 10 unidades da APAE instaladas nas cidades onde a Coop possui unidades de distribuição (Região do Grande ABC, Sorocaba, São José dos Campos, Piracicaba e Tatuí). Neste ano, a Coop também doou R$ 350 mil para 19 entidades beneficentes e desde que foi lançado em 2002, o programa de responsabilidade social da Coop já beneficiou 240 instituições do Grande ABC e Interior de São Paulo com verba de mais de R$ 4,85 milhões”, completa o diretor-presidente.  

Atualmente, a Coop é considerada a maior Cooperativa de Consumo da América Latina, possui 1,7 milhão de cooperados, mais de 5,9 mil colaboradores diretos, 31 unidades, sendo 23 no Grande ABC, uma em Piracicaba, três em São José dos Campos, duas em Sorocaba e duas em Tatuí, além de três postos de combustíveis e 13 drogarias de rua. Por ser uma cooperativa, oferece vários benefícios para quem é cooperado, como cursos gratuitos para promover o aumento de renda dos participantes.

MP & Rossi Comunicações

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DESCASO COM O BRASIL.
Por Albano Schmidt*

Pelos quatro cantos do país há o discurso de que a crise está passando e que, em 2018, a economia brasileira retomará o crescimento. Preciso dizer que esses comentários me deixam perplexo. 

O brasileiro precisa se dar conta do quão grave foi a crise e de que seus impactos ainda terão reflexos por muito tempo. As empresas, geradoras de emprego e renda, estão sufocadas - acabou o ar.

O Governo Federal lançou o PERT, Programa Especial de Regularização Tributária. Semelhante ao Refis, ele veio como uma opção para as empresas – aquelas que conseguiram sobreviver – voltarem a ter sua situação tributária regularizada. 

Céticos, muitos questionaram os benefícios do Programa, mas afirmo que foi a única alternativa que milhares de organizações tiveram para manter os empregos e tentar passar por esse momento. Mas este mecanismo, sozinho, não será capaz de recuperar o que foi perdido.

Muitas empresas demitiram ou faliram; outras contabilizam prejuízos de 40%, 50% ou mais e tiveram que usar dos mais diferentes artifícios para honrar seus compromissos, na busca pela sobrevivência. 

O PERT não é um remédio capaz de alcançar todas as empresas, na dosagem  necessária para resolver os problemas criados por essa crise, que foi gerada pela corrupção e instabilidade política.

Desde 2014, a economia sofreu uma forte queda.  Para 2018 até está prevista uma recuperação, mas os índices, com certeza, não se aproximarão dos patamares observados antes de 2014. Ainda temos muito trabalho pela frente.

Temos que refletir sobre a crise.  Governo e políticos querem continuar do jeito que está, sem aproveitar o momento para modernizar o país, criando mecanismos de incentivo à geração de emprego, renda e desenvolvimento.

Precisamos externar nossa indignação e refletir seriamente sobre os desmandos políticos e a inversão de valores que o Brasil vive. Nosso país está quebrado e a classe política, em sua maioria, ainda mantém uma mentalidade voltada apenas aos seus  interesses pessoais. Apesar dos rombos bilionários que estas posturas já geraram ao país, nossos governantes insistem em transferir a conta de seus desmandos para os cidadãos, os contribuintes, se utilizando de voracidade arrecadatória.

Cada um deve fazer a sua parte. Não podemos cruzar os braços e pensar que as coisas estão melhorando organicamente, naturalmente. Não podemos ser negligentes. Temos que nos insurgir contra esse estado de coisas. A política é que tem que servir ao cidadão e não o contrário. O que presenciamos hoje é o completo descaso com o Brasil, que está com sua infraestrutura completamente destruída e sem condições de competitividade internacional. Se olharmos a infraestrutura de outros países, como a China, constataremos que a diferença é abismal.

A batalha é diária. Quero restabelecer as condições de preservação e competitividade da minha empresa, para recuperar empregos e continuar investindo nas pessoas, em tecnologia, no desenvolvimento e na inovação. 

Como empresário, sei que os próximos anos serão difíceis. A conta que as empresas terão que pagar é muito pesada. Chegou a hora de tomarmos uma atitude. Vamos cobrar de nossos políticos seriedade e compromisso para mudarmos o futuro de Brasil. 











* Albano Schmidt é presidente da Termotécnica.



EDM Logos Comunicação Corporativa.

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BRINQUEDO FECHA ANO COM 9,5% DE CRESCIMENTO E BUSCA 70% DE MERCADO ATÉ 2021.

Crescimento pelo décimo ano consecutivo, agora em 2017 de 9,5%, e ocupação de 70% do mercado pela indústria nacional no prazo de quatro anos é a previsão do presidente da Abrinq – Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos, Synésio Batista da Costa.


Com a manutenção do Programa de Integração Produtiva no Mercosul para o setor, liderado pela Abrinq, entre outras medidas, o presidente da entidade acredita poder tomar de volta 70% do mercado para a indústria nacional em até quatro anos.

“Vamos encerrar 2017 com mais 800 empregos diretos criados na indústria e mantendo o crescimento contínuo de uma década, perfazendo 9,5% diante de 2016, que foi de R$ 6 bilhões”, estima Synésio Batista da Costa. O fato da indústria nacional importar mais peças dos países do Mercosul ajuda a baratear a produção brasileira e a combater a importação em sua maioria vinda da China, observa o presidente da Abrinq.

Entre os desafios da indústria para a recuperação de 70% do mercado até 2021 Synésio Batista da Costa enumera a alteração no modelo de alíquotas, proteção ao ambiente laboral nas fábricas da Ásia, criação de empregos no Brasil, combate à sonegação, ao subfaturamento e à concorrência desleal. Segundo ele, junto à sociedade também é necessário “lembrar às famílias a importância de seus filhos brincarem, valorizar o brincar”.

A sazonalidade da indústria é outro dos desafios apontados pelo presidente da entidade, com quase 60% das vendas concentradas no Dia das Crianças e no Natal. Apesar disso, ele observa que a indústria de brinquedos vem acompanhando a evolução em todas as áreas, da tecnológica à normatização, passando pela logística e segurança.

Observado o desempenho da indústria nacional nos últimos anos, desde 2009 o faturamento vem crescendo, com a produção nacional assumindo mais participação dos brinquedos importados. Em 2016, o faturamento total da indústria (preço varejo) foi de R$ 6.018.700,00, sendo que a produção nacional performou R$ 3.465.600,00. Crescimento de 7% em relação a 2015.

A Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos - Abrinq é uma entidade de classe de representação oficial da indústria e do setor de brinquedos. Mais de 95% da produção nacional é afiliada à entidade. A Abrinq promove anualmente a ABRIN, Feira Internacional de Brinquedos e Puericultura, que é considerada o maior evento do setor de brinquedos da América Latina.

Primeira Página | Assessoria de Comunicação e Eventos.

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ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA ATINGE MARCA HISTÓRICA NO BRASIL.


O Brasil acaba de atingir a marca histórica de 150 MW de potência instalada acumulada em sistemas de microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica instalados em residências, comércios, indústrias, edifícios públicos e na zona rural. 

A energia solar fotovoltaica representa 75,5% do total da potência instalada da microgeração e minigeração distribuída, que neste mês chegou a 200 MW. Segundo mapeamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), a fonte solar fotovoltaica, baseada na conversão direta da radiação solar em energia elétrica de forma renovável, limpa e sustentável, lidera com folga o segmento de microgeração e minigeração distribuída, com 99% das instalações do País.

De acordo com a entidade, o Brasil possui atualmente 18.214 sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, trazendo economia e engajamento ambiental a 20.518 unidades consumidoras, somando mais de R$ 1,33 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, distribuídos ao redor de todas as regiões do País.

Atualmente, consumidores residenciais lideram o uso da energia solar fotovoltaica, representando 42% da potência instalada no País, seguidos por empresas dos setores de comércio e serviços (39%), indústrias (9%), sistemas localizados na zona rural (5%), edificações e serviços do poder público (5%), como escolas, hospitais, tribunais e iluminação pública. 

O presidente executivo da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia, ressalta que o crescimento da microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica é impulsionado por três fatores principais: a redução de mais de 75% no preço da energia solar fotovoltaica nos últimos 10 anos, o aumento de mais de 50% nas tarifas de energia elétrica nos últimos dois anos e um aumento no protagonismo e na consciência e responsabilidade socioambiental dos consumidores, cada vez mais interessados em economizar dinheiro ajudando simultaneamente a preservação do meio ambiente.

"Celebramos com otimismo este passo histórico para a fonte solar fotovoltaica no Brasil, com a certeza de que teremos um forte crescimento do setor nos próximos anos e décadas. O Brasil possui mais de 81 milhões de unidades consumidoras e um interesse cada vez maior da população, das empresas e também de gestores públicos em aproveitar seus telhados, fachadas e estacionamentos para gerar energia renovável localmente, economizando dinheiro e contribuindo na prática para a construção de um país mais sustentável e com mais empregos renováveis locais e de qualidade", comenta Sauaia.

Fundada em 2013, a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) congrega empresas e profissionais de toda a cadeia produtiva do setor solar fotovoltaico com atuação no Brasil, tanto nas áreas de geração distribuída quanto de geração centralizada. A ABSOLAR coordena, representa e defende o desenvolvimento do setor e do mercado de energia solar fotovoltaica no Brasil, promovendo e divulgando a utilização desta energia limpa, renovável e sustentável no País e representando o setor fotovoltaico brasileiro internacionalmente.

Retoque Comunicação.

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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

OSRAM CONQUISTA PRÊMIO INTERNACIONAL POR ILUMINAÇÃO DO TEATRO ZHUHAI GRAND, NA CHINA.


Osram provou mais uma vez ser referência mundial em iluminação. A multinacional alemã conquistou o prêmio Global Showcase Top 100 Award pelo trabalho realizado na iluminação do Teatro Zhuhai Grand, um dos maiores pontos turísticos da cidade de Zhuhai, na China. Este foi o terceiro ano consecutivo em que a empresa conquista a premiação internacional.

Para o projeto, foram instalados pontos coloridos de LED, que possuem 51 mil pixels e são controláveis individualmente, o que permite animações com vídeo e luz nas paredes do edifício. A programação e a reprodução de imagens são possíveis com o uso da tecnologia de controle chamada "e: cue".

Durante a noite, o teatro oferece um jogo de luzes fascinante. Em dias normais, são projetadas imagens tiradas do oceano, referência à herança de Zhuhai como um importante porto de pesca. Porém a apresentação pode ser modificada conforme o momento ou data festiva do ano.

Visite: www.osram.com.br.

Osram.
Grupo Image. 

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domingo, 10 de dezembro de 2017

VOLVO OCEAN RACE: BARCOS PARTEM PARA A AUSTRÁLIA.

Foto: Ainhoa Sanchez

A terceira etapa da Volvo Ocean Race começou neste domingo (10) na Cidade do Cabo, na África do Sul 

A perna deve ter duração de 15 dias e terá como destino final Melbourne, na Austrália. Os sete barcos na disputa, incluindo o team AkzoNobel, da brasileira Martine Grael, terão 6.500 milhas náuticas pelos mares do sul, famosos pelos ventos fortes, ondas gigantes e o frio. Logo de cara, os tripulantes pegaram rajadas de até 25 nós.

A previsão é de ventos muito fortes até segunda-feira (11), depois deve diminuir um pouco até voltar a soprar com intensidade novamente já no Oceano Antártico (mares do sul).

''Estou tentando me preparar psicologicamente antes de sair da Cidade do Cabo. Será uma etapa muito dura e difícil. Nós do team AkzoNobel estamos com pensamento positivo para conseguir andar bem e chegar mais perto dos líderes da Volvo Ocean Race'', disse a campeã olímpica Martine Grael.

A liderança nas primeiras milhas ficou dividida entre MAPFRE e Dongfeng Race Team, curiosamente os primeiros colocados na classificação geral. O AkzoNobel deixou o percurso entre bóias com a Table Mountain de fundo em quarto.

Para Martine Grael, a etapa 3 é importante, pois tem pontuação dobrada, ou seja, o vencedor soma 14 pontos mais 1 de bônus. Nas pernas normais, o ganhador leva sete. ''A terceira etapa também é importante, pois tem o ponto duplo, o que nos ajudaria na classificação. Na última etapa - entre Lisboa e a Cidade do Cabo - ficamos em quinto lugar. Foi uma perna difícil psicologicamente. Ficar no grupo de trás para uma tripulação muito competitiva, onde todo mundo quer ganhar, não é fácil. Chegamos cabisbaixos na África do Sul. Mas algumas mudanças foram feitas, incluindo a chegada de dois tripulantes novos'', reforçou Martine Grael.

O team AkzoNobel colocou dois velejadores novos no grupo. O espanhol Alex Pella, recém ganhador da Transat Jacques Vabre na classe Multi50, e o neozelandês Justin Ferris estão no time. Já o Dongfeng Race Team teve que fazer uma mudança de última hora. O neozelandês Daryl Wislang sofreu uma lesão nesta manhã e a equipe decidiu não arriscar, colocando a bordo o francês Fabien Delahaye.

Foi a décima primeira vez na história do evento que a flotilha partiu da Cidade do Cabo. "São as piores condições que se pode encontrar, mas também as melhores de todas", disse Stu Bannatyne, três vezes vencedor da competição, a bordo de Dongfeng em resposta a uma pergunta sobre o Oceano Austral.

"Felizmente, a mente humana esquece os maus momentos e só lembra do bom, e é por isso que continuamos a querer voltar".

Volvo Ocean Race.

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A FRANÇA NÃO QUER MENOS DIAS LETIVOS. Por José Renato Nalini.

A educação é o assunto recorrente em todo o globo. A majestosa França, berço do iluminismo, que legou ao mundo a tríade mágica da legalidade, igualdade e fraternidade, está às voltas com problemas na sua rede pública.

Questões econômicas fizeram com que a República entregasse aos municípios a responsabilidade de fixar o ritmo escolar do ensino oficial. Uma das propostas, calcada em economia, é a semana de 4 dias. As aulas se desenvolveriam de segunda a quinta-feira e às sextas-feiras os alunos estariam livres.
        
Vozes autorizadas se opuseram à sugestão, com carta aberta aos Prefeitos publicada na página dos debates do "Le Figaro" de 11 de outubro. Salientam que a decisão é muito grave. A França já é o país europeu em que a duração do ano escolar é a mais curta: em 2014, com os facultativos e feriados, foram 162 os dias letivos. Os demais vizinhos desenvolvem programa escolar em 180 ou 200 dias. Este último parâmetro é o adotado no Brasil.
        
Se a semana de quatro dias vier a ser aprovada, serão 35 dias letivos menos, o que fará com que o ano escolar francês atinja 127 dias. Sustenta-se que os filhos de professores ou de pessoas bem providas de recursos financeiros e materiais não sofrerão tanto. Mas para a pobreza, o golpe será fatal.
        
Um dos argumentos contrários é que a avaliação PISA não reserva o melhor lugar para a França. Mas se a semana de quatro dias vier a ser adotada, ela com certeza irá para os últimos dentre os avaliados pela OCDE.
        
Enquanto isso, no Brasil a tendência é aumentar o tempo de permanência do aluno na escola. Não, necessariamente, para contar com mais aulas expositivas no contraturno. Mas para desenvolver outras atividades, pois a formação entregue à escola não se faz exclusivamente com preleções, já que o conhecimento nunca esteve tão disponível e tão acessível a todos. O mais importante é propiciar ao alunado o contato com a realidade, com o mundo do inesperado, preparando-o para um futuro em que tudo será diferente, embora não possamos afirmar, com segurança, em que consistirá essa diferença.
        
O bom, por enquanto, é que aqui ninguém fala em encurtar o período de aulas. Com um aspecto que não deve preocupar a França, mas que para o Brasil é uma realidade: grande parcela do alunado da Rede Pública também não pode prescindir da alimentação nutritiva, balanceada e super controlada em várias instâncias, que se oferece gratuita e abundantemente a cada estudante na escola pública. A redução de jornada significaria perda significativa no integral desenvolvimento da criança brasileira.








José Renato Nalini é secretário da Educação do Estado de São Paulo, Imortal da Academia Paulista de Letras e Membro da Academia Brasileira da Educação. 
Visite o blog: renatonalini.wordpress.com.


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sábado, 9 de dezembro de 2017

CASA DA MÃE JOANA.
Por Marli Gonçalves*

NA URBE: DESORIENTADOS, DESNORTEADOS E LARGADOS

Não há batatinha amarrada na fronte que resolva. Calmante que acalme. Protetor de ouvido que dê conta. Se a pessoa anda armada é um perigo sair dando tiros. Se achar uma granada o perigo será destravar a rolha e mandar bem no alvo, virando um terrorista urbano. Morar em São Paulo está ficando a cada dia mais impraticável. E não é só o barulho.

Você vai ficando louco, começa a pensar em tomar as medidas mais drásticas, tem os pensamentos mais subversivos, terríveis, punks. Os instintos mais primitivos. O barulho vai corroendo as entranhas, tomando conta. Os obstáculos e situações estressantes se acumulam. Os problemas da cidade e a falta de controle e fiscalização chegaram a um nível insuportável e que afeta gravemente a nossa saúde. Que será preciso para que providências reais sejam tomadas para melhorar nossa qualidade de vida?

No momento, me perdoem, tenho dúvidas, inclusive, se a cidade está sendo habitada apenas por bananas; se ao meu redor só existem pessoas bananas, medrosas, já tão acostumadas a ser massacradas que ficam sem reação, não se defendem mais de nada, inertes, palermas.  Não reclamam, esperam que alguém o faça. A vida real está passando ao largo nesses tempos digitais.

Escrevo nesse momento com uma dor de cabeça daquelas, daquelas que irradiam, sabe? Se fosse uma sessão de tortura creio que entregaria até a minha mãe, confessaria coisas inconfessáveis, os segredos mais recônditos, desde que me prometessem o que venho considerando uma dádiva: o silêncio.

Estou, e claro não sou só eu, mas um monte de gente que mora aqui por perto, submetida a – escutem, por favor, tenham pena de mim – horas a fio, diárias, de uma britadeira em uma construção próxima. No meu prédio, mais próximo ainda, soma-se uma obra que já dura quase um ano e que alterna serra elétrica, bate-estacas e outros sons que vão se infiltrando na mente. Isso junto às sirenes de ambulâncias, buzinadas frenéticas, rota de helicópteros e aviões, latidos e ganidos de pobres cachorrinhos deixados sós o dia inteiro, criancinhas birrentas, funkeiros motorizados, entre outros sons, até como os vindos de revoadas de periquitos verdes chalreando.

Aí você sai de casa. Fora a vontade de usar colete à prova de bala, carregar arco e flecha, gás de pimenta e/ou outros apetrechos básicos para se defender, encontra a buraqueira nas ruas e calçadas. É tibum na certa. A falta de educação das pessoas que avançam como se você não existisse. Os motoqueiros que inventaram uma via imaginária entre os carros e querem que você encolha seu veículo como o daquela cena famosa do Gordo e o Magro. O carro fininho passando no cruzamento.

(Confesso: outro dia pensei seriamente em comprar uma máquina de choque elétrico para usar nesses casos. A ideia seria colocar a mão pra fora rapidinho no momento que um desses estivesse te apertando com aquela buzininha infernal. Bzzz, Bzzzz, fritado igual faz aquela raquete de pegar mosquito.)

Mas quero ainda focar em mais um detalhe: notaram como está (ou melhor, não está) a sinalização das vias? Quando há placas estão sujas, tortas, viradas, ilegíveis, cobertas, erradas. Tenta procurar um endereço. Um número na rua. Uma faixa pintada direito no chão. Não há Waze que resolva. Ao contrário, como aconteceu comigo esses dias, essezinho aí me fez andar inacreditáveis 35 quilômetros errados até um endereço que só achei quando o desliguei – um dos maiores alívios que senti nos últimos tempos. Até porque quem disse que ele funciona direito direto? Você está lá, seguindo, por exemplo, na frente de um viaduto que não sabe se é para pegar. E o que acontece? Zona morta, apagada, cinzenta, sem GPS, sem sinal, sumiu aquela vozinha para te orientar. Já era.

Ah, vá! Já aconteceu com você também, tudo isso, não é?

SP, insuportável, especialmente em fim de um ano como este aqui.





* Marli Gonçalves, jornalista – Para que me entendam melhor, pelo menos uma parte do problema, gravei. Ouça. Quem sobrevive a isso, durante dias, o dia inteiro? soundcloud.com/marli-gon-alves/sets/barulhos-infernais 
Tenho um blog. Divertido e informante ao mesmo tempo, no marligo.wordpress.comEstou no Facebook e no Twitter.
e-mails: marli@brickmann.com.br e marligo@uol.com.br. 
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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

PARANÁ CONCLUI COLHEITA DE CEVADA COM MAIS DE 165 MIL TONELADAS.


O longo período de seca influenciou a produção da cevada na região de Guarapuava (PR), maior produtora do cereal no Brasil. Apesar do curto período para colher, o produtor da região pôde contar com a linha CR de colheitadeiras da New Holland para o trabalho. O Departamento de Economia Rural (Deral), ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná, aponta para 165.745 toneladas colhidas nesta safra.

Andreas Kellers produz, no município de Pinhão (PR), 250 hectares de cevada. Ele conta que a CR9060 foi de grande ajuda para a colheita, já que precisava fazê-la de forma rápida para iniciar o plantio da soja.

“No início de agosto ficamos três semanas sem chuva. No fim daquele mês e em setembro, mais 45 dias”, conta Kellers. “Este ano tivemos um período longo de estiagem e, quando chegou a época da colheita, em novembro, tinha que fazer rápido para não pegar chuva novamente”, completa Kellers.

A colheita resultou em grãos de qualidade devido também ao sistema de duplo rotor da CR. A tecnologia Twin Pitch da colheitadeira foi desenvolvida para entregar a melhor performance, mesmo em condições mais difíceis de alimentação e debulha.

As barras de trilha foram desenhadas para aumentar a capacidade de debulha e, ao mesmo tempo, são dispostas de forma a otimizar a passagem do material pelos côncavos, aumentando a capacidade de trilha e separação. “A New Holland está sempre ao lado do produtor, principalmente em períodos como esse, quando ele precisa fazer uma colheita ágil e com qualidade”, explica Cesar de Lima, gerente da concessionária Simex, da New Holland.


Página 1 Comunicação.
Fotos: Marcos Campos.

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JADLOG ADOTA A IMAGEM DO DPDGROUP E INVESTIRÁ R$ 50 MILHÕES EM 2018 EM TECNOLOGIA E LANÇAMENTO DE NOVOS SERVIÇOS.

A JadLog, uma das maiores transportadoras de cargas expressas fracionadas e um dos principais operadores logísticos do comércio eletrônico do País, vai encerrar 2017 com um crescimento recorde de 20%, no primeiro ano sob a gestão e controle do grupo GeoPost - a segunda maior rede de distribuição de encomendas na Europa, através de sua rede internacional DPDgroup -, e prepara-se para investir R$ 50 milhões em 2018, a fim de ampliar a eficiência de sua operação e lançar novos serviços.

Apesar do cenário econômico em 2017, a JadLog estima fechar o ano com um faturamento de R$ 480 milhões, após um mês de novembro recorde, em que  suas receitas cresceram acima de 30%. A JadLog entregou mais de 12,5 milhões de encomendas até novembro e bateu o seu recorde no Black Friday, com mais de 76 mil encomendas entregues nesse dia.

Após um primeiro ano que superou as expectativas, a JadLog anuncia um plano ambicioso para os próximos anos, com o objetivo de atingir R$ 1 bilhão de faturamento. Para fortalecer esta nova dinâmica, a JadLog apresentou a sua nova imagem corporativa, que adota as cores do seu acionista majoritário, o DPDgroup.

As novidades não se limitam à nova imagem. A JadLog prepara o lançamento de novos serviços na área das expedições internacionais, um novo produto voltado ao e-commerce, a criação de um portal de devoluções e um aplicativo para destinatários, além de investir em sistemas para facilitar a integração com os websites dos clientes e a automatização da operação.

"Temos um plano estratégico que vai nortear a empresa nos próximos anos e nos tornará a referência nos mercados B2B e B2C para encomendas até 30 quilos. E vamos cumprir nossos planos com eficiência", destaca Olivier Establet, CEO da GeoPost em Portugal e Presidente do Conselho de Administração da JadLog.

Ampliado em 2017, com o apoio da estrutura global do Grupo GeoPost, o serviço de expedições  internacionais começou a operar em outubro último com a importação de mercadorias, provenientes principalmente da Europa e da Ásia. E, a partir de março de 2018, a JadLog passará também a oferecer um serviço de  exportação aos seus clientes.

Na área de novos serviços, a grande novidade da JadLog, em 2018, será o serviço Pickup, que permitirá a retirada das encomendas de e-commerce pelo consumidor em diferentes pontos de conveniência, que serão escolhidos por ele, de acordo com a sua localização e preferência. Com previsão de lançamento no início de 2018, Pickup ampliará ainda mais a capilaridade da empresa e fará com que a JadLog seja a referência neste tipo de serviço no Brasil, assim como ocorre com o DPDgroup na Europa, onde foram retiradas mais de 52 milhões de encomendas nas mais de 28 mil lojas da rede Pickup no ano passado.

Em busca de eficiência, a JadLog também investirá na área de Tecnologia, com a previsão de implantação de um sistema de ERP integrado, com webservices, e aplicativos de entrega que permitirão ao destinatário acompanhar o status da encomenda em tempo real.

Finalmente, consciente dos desafios do crescimento que se avizinha, a JadLog prepara-se para reforçar as suas capacidades de processamento e triagem de encomendas, com um investimento de dezenas de milhares de reais na implantação de um sorter automático de encomendas, que poderá triar mais de 10 mil encomendas por hora.

GPCOM Comunicação Corporativa.

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